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Pogressio, pogressio.
Eu sempre iscuitei falar, que o pogressio vem do trabaio.
Então amanhã cedo, nóis vai trabalhar.
Agora iscuitando o conselho das mulher.
Pogressio, pogressio.
Eu sempre iscuitei falar, que o pogressio vem do trabaio.
Então amanhã cedo, nóis vai trabalhar.
(Adoniran Barbosa, “Conselho de mulher”.https://www.vagalume.com.br. Adaptado)
A opção do eu lírico por uma variante de língua muito próxima à oralidade
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Pogressio, pogressio.
Eu sempre iscuitei falar, que o pogressio vem do trabaio.
Então amanhã cedo, nóis vai trabalhar.
Agora iscuitando o conselho das mulher.
Pogressio, pogressio.
Eu sempre iscuitei falar, que o pogressio vem do trabaio.
Então amanhã cedo, nóis vai trabalhar.
(Adoniran Barbosa, “Conselho de mulher”.https://www.vagalume.com.br. Adaptado)
Analisando a canção, vê-se que o eu lírico reiteradamente deixa para ‘amanhã’ o trabalho. Portanto, conclui-se que sua relação com o trabalho se marca pela
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Como as aves enxergam, se um olho de cada lado da cabeça? É estranho, mas elas tudo muito bem. Um olho o que se passa à direita e o outro não deixa escapar nenhum detalhe à esquerda. Algumas conseguem saber até o que está acontecendo às suas costas. “É uma visão panorâmica que pode chegar a 360º”, explica Elizabeth Höfling, da Universidade de São Paulo (USP). Os gaviões são uma . Seus dois olhos ficam à frente, como os dos homens. É que eles não se preocupam com surpresas pelas costas. Querem é calcular a distância das presas lá .
(https://super.abril.com.br. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Leia a tira.

(Mort Walker, “Recruta Zero”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 05.07.2021)
O emprego da forma verbal “poderia” expressa
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Pêndulo persa
Pressionado por coalizão regional e pelos EUA, Irã endurece com novo presidente
Apesar de promover eleições de forma regular, a teocracia iraniana não é uma democracia. Fórum de luminares do regime, o Conselho dos Guardiões veta candidatos inadequados ideologicamente.
De tempos em tempos, contudo, o pêndulo do país persa se move, dando algum sinal de vitalidade ao ossificado sistema político da revolução de 1979, que é liderado pelo aiatolá Ali Khamenei.
Assim, alternaram-se moderados como Mohammad Khatami e radicais como Mahmoud Ahmadinejad, que foi substituído novamente por um nome mais suave, Hassan Rouhani, em 2013.
Na sexta-feira (18/06/2021), 62% dos eleitores escolheram presidente um ultraconservador, Ebrahim Raisi. O menor comparecimento às urnas da história indica em si um protesto contra a natureza do pleito, além de mostrar o impacto da má gestão da pandemia e da repressão a protestos desde 2017.
O Irã constitui um dos polos vitais do precário equilíbrio estratégico do Oriente Médio, e Raisi é uma resposta do seu governo ao cerco sofrido desde 2017, quando Donald Trump assumiu o poder.
O republicano retirou Washington do acordo, de resto problemático, que coibia o desenvolvimento de armas nucleares por Teerã.
Em sua primeira entrevista, Raisi disse a que veio: quer concessões americanas para voltar a negociar a questão nuclear como deseja Joe Biden, não aceita conversar com o presidente americano e descarta colocar seus preciosos mísseis balísticos em qualquer negociação.
Otimistas verão na fala de Raisi abertura para discutir a guerra por procuração contra os sauditas no Iêmen, mas sob seus termos. Tudo indica que Biden não terá vida fácil com o novo presidente.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 21.06.2021)
No trecho do 4º parágrafo “O menor comparecimento às urnas da história indica em si um protesto contra a natureza do pleito, além de mostrar o impacto da má gestão da pandemia e da repressão a protestos desde 2017.”, a sequenciação textual se dá por meio de
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Pêndulo persa
Pressionado por coalizão regional e pelos EUA, Irã endurece com novo presidente
Apesar de promover eleições de forma regular, a teocracia iraniana não é uma democracia. Fórum de luminares do regime, o Conselho dos Guardiões veta candidatos inadequados ideologicamente.
De tempos em tempos, contudo, o pêndulo do país persa se move, dando algum sinal de vitalidade ao ossificado sistema político da revolução de 1979, que é liderado pelo aiatolá Ali Khamenei.
Assim, alternaram-se moderados como Mohammad Khatami e radicais como Mahmoud Ahmadinejad, que foi substituído novamente por um nome mais suave, Hassan Rouhani, em 2013.
Na sexta-feira (18/06/2021), 62% dos eleitores escolheram presidente um ultraconservador, Ebrahim Raisi. O menor comparecimento às urnas da história indica em si um protesto contra a natureza do pleito, além de mostrar o impacto da má gestão da pandemia e da repressão a protestos desde 2017.
O Irã constitui um dos polos vitais do precário equilíbrio estratégico do Oriente Médio, e Raisi é uma resposta do seu governo ao cerco sofrido desde 2017, quando Donald Trump assumiu o poder.
O republicano retirou Washington do acordo, de resto problemático, que coibia o desenvolvimento de armas nucleares por Teerã.
Em sua primeira entrevista, Raisi disse a que veio: quer concessões americanas para voltar a negociar a questão nuclear como deseja Joe Biden, não aceita conversar com o presidente americano e descarta colocar seus preciosos mísseis balísticos em qualquer negociação.
Otimistas verão na fala de Raisi abertura para discutir a guerra por procuração contra os sauditas no Iêmen, mas sob seus termos. Tudo indica que Biden não terá vida fácil com o novo presidente.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 21.06.2021)
Considere os enunciados:
• Irã endurece com novo presidente devido pressões por coalizão regional e pelos EUA.
• Ebrahim Raisi chegou presidência do Irã com os votos de 62% dos eleitores.
• Caberá Joe Biden a missão estratégica de negociar com o novo governo do Irã.
• Raisi é uma resposta do seu governo sanções sofridas desde 2017, quando Donald Trump assumiu o poder.
• Em sua primeira entrevista, Ebrahim Raisi disse todos a que veio.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com
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Pêndulo persa
Pressionado por coalizão regional e pelos EUA, Irã endurece com novo presidente
Apesar de promover eleições de forma regular, a teocracia iraniana não é uma democracia. Fórum de luminares do regime, o Conselho dos Guardiões veta candidatos inadequados ideologicamente.
De tempos em tempos, contudo, o pêndulo do país persa se move, dando algum sinal de vitalidade ao ossificado sistema político da revolução de 1979, que é liderado pelo aiatolá Ali Khamenei.
Assim, alternaram-se moderados como Mohammad Khatami e radicais como Mahmoud Ahmadinejad, que foi substituído novamente por um nome mais suave, Hassan Rouhani, em 2013.
Na sexta-feira (18/06/2021), 62% dos eleitores escolheram presidente um ultraconservador, Ebrahim Raisi. O menor comparecimento às urnas da história indica em si um protesto contra a natureza do pleito, além de mostrar o impacto da má gestão da pandemia e da repressão a protestos desde 2017.
O Irã constitui um dos polos vitais do precário equilíbrio estratégico do Oriente Médio, e Raisi é uma resposta do seu governo ao cerco sofrido desde 2017, quando Donald Trump assumiu o poder.
O republicano retirou Washington do acordo, de resto problemático, que coibia o desenvolvimento de armas nucleares por Teerã.
Em sua primeira entrevista, Raisi disse a que veio: quer concessões americanas para voltar a negociar a questão nuclear como deseja Joe Biden, não aceita conversar com o presidente americano e descarta colocar seus preciosos mísseis balísticos em qualquer negociação.
Otimistas verão na fala de Raisi abertura para discutir a guerra por procuração contra os sauditas no Iêmen, mas sob seus termos. Tudo indica que Biden não terá vida fácil com o novo presidente.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 21.06.2021)
No trecho do 4º parágrafo “… 62% dos eleitores escolheram presidente um ultraconservador, Ebrahim Raisi.”, o termo destacado funciona sintaticamente na oração como
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Pressionado por coalizão regional e pelos EUA, Irã endurece com novo presidente
Apesar de promover eleições de forma regular, a teocracia iraniana não é uma democracia. Fórum de luminares do regime, o Conselho dos Guardiões veta candidatos inadequados ideologicamente.
De tempos em tempos, contudo, o pêndulo do país persa se move, dando algum sinal de vitalidade ao ossificado sistema político da revolução de 1979, que é liderado pelo aiatolá Ali Khamenei.
Assim, alternaram-se moderados como Mohammad Khatami e radicais como Mahmoud Ahmadinejad, que foi substituído novamente por um nome mais suave, Hassan Rouhani, em 2013.
Na sexta-feira (18/06/2021), 62% dos eleitores escolheram presidente um ultraconservador, Ebrahim Raisi. O menor comparecimento às urnas da história indica em si um protesto contra a natureza do pleito, além de mostrar o impacto da má gestão da pandemia e da repressão a protestos desde 2017.
O Irã constitui um dos polos vitais do precário equilíbrio estratégico do Oriente Médio, e Raisi é uma resposta do seu governo ao cerco sofrido desde 2017, quando Donald Trump assumiu o poder.
O republicano retirou Washington do acordo, de resto problemático, que coibia o desenvolvimento de armas nucleares por Teerã.
Em sua primeira entrevista, Raisi disse a que veio: quer concessões americanas para voltar a negociar a questão nuclear como deseja Joe Biden, não aceita conversar com o presidente americano e descarta colocar seus preciosos mísseis balísticos em qualquer negociação.
Otimistas verão na fala de Raisi abertura para discutir a guerra por procuração contra os sauditas no Iêmen, mas sob seus termos. Tudo indica que Biden não terá vida fácil com o novo presidente.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 21.06.2021)
Bechara (2019: 610) explica que se emprega a vírgula “para separar as conjunções e advérbios adversativos, principalmente quando pospostos”. Essa explicação está corretamente exemplificada com o trecho:
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Pêndulo persa
Pressionado por coalizão regional e pelos EUA, Irã endurece com novo presidente
Apesar de promover eleições de forma regular, a teocracia iraniana não é uma democracia. Fórum de luminares do regime, o Conselho dos Guardiões veta candidatos inadequados ideologicamente.
De tempos em tempos, contudo, o pêndulo do país persa se move, dando algum sinal de vitalidade ao ossificado sistema político da revolução de 1979, que é liderado pelo aiatolá Ali Khamenei.
Assim, alternaram-se moderados como Mohammad Khatami e radicais como Mahmoud Ahmadinejad, que foi substituído novamente por um nome mais suave, Hassan Rouhani, em 2013.
Na sexta-feira (18/06/2021), 62% dos eleitores escolheram presidente um ultraconservador, Ebrahim Raisi. O menor comparecimento às urnas da história indica em si um protesto contra a natureza do pleito, além de mostrar o impacto da má gestão da pandemia e da repressão a protestos desde 2017.
O Irã constitui um dos polos vitais do precário equilíbrio estratégico do Oriente Médio, e Raisi é uma resposta do seu governo ao cerco sofrido desde 2017, quando Donald Trump assumiu o poder.
O republicano retirou Washington do acordo, de resto problemático, que coibia o desenvolvimento de armas nucleares por Teerã.
Em sua primeira entrevista, Raisi disse a que veio: quer concessões americanas para voltar a negociar a questão nuclear como deseja Joe Biden, não aceita conversar com o presidente americano e descarta colocar seus preciosos mísseis balísticos em qualquer negociação.
Otimistas verão na fala de Raisi abertura para discutir a guerra por procuração contra os sauditas no Iêmen, mas sob seus termos. Tudo indica que Biden não terá vida fácil com o novo presidente.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 21.06.2021)
Os termos coalizão (subtítulo do texto), pleito (4º parágrafo) e coibia (6º parágrafo) significam, correta e respectivamente:
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Pêndulo persa
Pressionado por coalizão regional e pelos EUA, Irã endurece com novo presidente
Apesar de promover eleições de forma regular, a teocracia iraniana não é uma democracia. Fórum de luminares do regime, o Conselho dos Guardiões veta candidatos inadequados ideologicamente.
De tempos em tempos, contudo, o pêndulo do país persa se move, dando algum sinal de vitalidade ao ossificado sistema político da revolução de 1979A, que é liderado pelo aiatolá Ali Khamenei.
Assim, alternaram-se moderados como Mohammad Khatami e radicais como Mahmoud Ahmadinejad, que foi substituído novamente por um nome mais suave, Hassan Rouhani, em 2013.
Na sexta-feira (18/06/2021), 62% dos eleitores escolheram presidente um ultraconservador, Ebrahim Raisi. O menor comparecimento às urnas da história indica em si um protesto contra a natureza do pleito, além de mostrar o impacto da má gestão da pandemia e da repressão a protestos desde 2017.
O Irã constitui um dos polos vitais do precário equilíbrio estratégico do Oriente Médio, e Raisi é uma resposta do seu governo ao cerco sofrido desde 2017, quando Donald Trump assumiu o poder.
O republicano retirou Washington do acordo, de resto problemático, que coibia o desenvolvimento de armas nucleares por Teerã.
Em sua primeira entrevista, Raisi disse a que veio: quer concessões americanas para voltar a negociar a questão nuclear como deseja Joe Biden, não aceita conversar com o presidente americano e descarta colocar seus preciosos mísseis balísticos em qualquer negociação.
Otimistas verão na fala de Raisi abertura para discutir a guerra por procuração contra os sauditas no Iêmen, mas sob seus termos. Tudo indica que Biden não terá vida fácil com o novo presidente.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 21.06.2021)
Identifica-se uma crítica à organização política iraniana na passagem:
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