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A neuropatia periférica, muitas vezes dolorosa, pode ocorrer em pacientes com mieloma múltiplo(MM) em associação com vários agentes quimioterápicos, sendo a neuropatia periférica mais frequente e grave naqueles que já receberam terapia neurotóxica e naqueles com neuropatia pré-existente.
Qual das medicações a seguir é mais frequentemente associada à neuropatia periférica quando do tratamento de pacientes com MM?
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Paciente, feminina, 51 anos, procedente de Belém (PA), procura Unidade Básica de Saúde, após mudança para São Paulo, para retomar seguimento ambulatorial devido à plaquetopenia; diagnosticada há 6 meses em hemograma de rotina. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana há 5 anos. Exame físico: abdome: baço percutível, mas não palpável; pele: raras petéquias em membros inferiores. Hemoglobina = 13,8 g/dL, volume corpuscular médio = 91 fL, leucócitos = 8 600/μL (segmentados = 69%, linfócitos 22%, monócitos 6%, eosinófilos 3%), plaquetas = 30 000/μL.
Qual é o diagnóstico provável para essa paciente?
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Paciente, masculino, 48 anos, antecedente acidente vascular cerebral isquêmico há 4 semanas, retorna à consulta ambulatorial para resultado de exames após o evento agudo. Tem de antecedentes cirurgia bariátrica há 5 anos, sem acompanhamento ou medicações regulares. Hemoglobina = 16,5 g/dL, VCM = 61 fL, leucócitos = 17 000/μL (segmentados 76%, linfócitos 10%, monócitos 5%; eosinófilos 6%, basófilos 3%), plaquetas = 800 000/μL. Ferritina = 4 ng/mL. Exame físico: baço palpável a 4 cm do rebordo costal esquerdo.
Qual é o diagnóstico provável para esse paciente?
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O termo linfocitose refere-se a um aumento de linfócitos no sangue periférico, que, para adultos, corresponde a >4000 linfócitos/microL na maioria dos laboratórios clínicos.
A urgência da avaliação da linfocitose é orientada pela condição clínica do paciente, pela taxa de aumento da linfocitose (se conhecido) e por achados preocupantes (por exemplo, blastos leucêmicos) no esfregaço de sangue.
Em um paciente com linfocitose >4 000 linfócitos/microL por mais de 01(um) mês, qual o próximo exame a ser solicitado?
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A doença de von Willebrand (DVW) é o distúrbio hemorrágico hereditário mais comum. O manejo pode variar amplamente dependendo do tipo de DVW, sua gravidade e localização do sangramento e da necessidade de procedimentos invasivos. O manejo dessa doença em mulheres e gestantes é de especial interesse.
Com relação ao manejo da DVW, nessas situações, assinale a alternativa correta.
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No tratamento da anemia ferropriva, a escolha entre ferro oral e intravenoso (IV) depende de vários fatores, incluindo a gravidade da anemia, custos e disponibilidade de diferentes produtos de reposição de ferro, bem como a capacidade do paciente de tolerar preparações orais de ferro.
Das situações a seguir, assinale a alternativa que indica aquela em que a reposição de ferro oral é preferida.
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De acordo com a legislação vigente que redefine o regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos, do ato transfusional, é correto afirmar:
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Na anemia hemolítica crônica compensada dos pacientes com anemia falciforme, as células falciformes sofrem hemólise, com uma vida útil típica das hemácias de, aproximadamente, 17 dias. Aumentos compensatórios, na produção das hemácias, e uma adaptação a um nível mais baixo de hemoglobina são normalmente suficientes para prevenir os principais sintomas de anemia.
Assinale a alternativa correta com relação aos achados de hemograma e esfregaço de sangue periférico nessa condição.
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Paciente, feminina, 82 anos de idade, chega ao Pronto- -Socorro com quadro de palidez, taquicardia e história de sangramento pelas fezes. Ao exame físico, apresenta- -se hipotensa (PA: 80x40 mmHg) e com FC de 128 bpm. Um hemograma completo revela Hb = 5,5 g/dL, WBC = 4 800 x 10^3/mm3, contagem de plaquetas = 158 000/mm3. O médico solicitou em caráter de urgência, a transfusão de 02U de Concentrado de Hemácias (CH). Após análise da amostra para testes pré-transfusionais, o Banco de Sangue avisa que a paciente tem tipagem sanguínea O RhD negativo, com pesquisa de anticorpos irregulares negativa. Neste momento, o estoque de CH O RhD negativo está emergencial.
Qual a conduta mais apropriada para essa paciente?
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P.M.F. 31 anos, G3 P2 (nl), com gestação de 30 semanas, com queixa de perda de líquido pela vagina, em grande quantidade, com odor de água sanitária, há 5 dias. Há 1 dia, refere calafrios e mudança do odor do líquido para odor fétido. Ao exame REG, corada, desidratada, P104 ppm, PA 90x65 mmHg, Temp 38,2 ºC, Bcf 168 bpm, DU ausente, exame especular com saída de líquido com odor fétido pelo OE do colo uterino, toque vaginal não realizado. Hemograma com 16.500 leucócitos e 3 bastões. PCR 20. Ultrassom de uma semana atrás mostra feto em apresentação cefálica e ILA de 14,5 cm. A conduta mais adequada é hidratação, antibioticoterapia,
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