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Paciente do sexo feminino, de 35 anos de idade, solteira, com peso de 140 kg e altura de 1,60 m, apresenta-se em um consultório médico com queixa de dificuldade para perder peso. Refere já ter tentado dieta orientada por nutricionista por mais de um ano, sem sucesso em relação à perda de peso. Faz acompanhamento psicológico há três anos, realiza exercícios físicos leves regularmente (caminhadas de 30 minutos, duas vezes por semana, há um ano), porém está com o peso estável desde então. Não tem outras comorbidades. Não fuma. Ao exame físico, a paciente está em bom estado geral, com sinais estáveis: PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 89 bpm, FR = 18 mrpm. O IMC da paciente foi calculado em 54. A paciente não tem cirurgias prévias e conta com história familiar negativa para doenças crônicas, exceto história paterna de obesidade.
Com base no referido caso e considerando os conhecimentos médicos relacionados ao citado quadro clínico, julgue os itens a seguir.
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Paciente do sexo feminino, de 35 anos de idade, solteira, com peso de 140 kg e altura de 1,60 m, apresenta-se em um consultório médico com queixa de dificuldade para perder peso. Refere já ter tentado dieta orientada por nutricionista por mais de um ano, sem sucesso em relação à perda de peso. Faz acompanhamento psicológico há três anos, realiza exercícios físicos leves regularmente (caminhadas de 30 minutos, duas vezes por semana, há um ano), porém está com o peso estável desde então. Não tem outras comorbidades. Não fuma. Ao exame físico, a paciente está em bom estado geral, com sinais estáveis: PA = 120 mmHg x 80 mmHg, FC = 89 bpm, FR = 18 mrpm. O IMC da paciente foi calculado em 54. A paciente não tem cirurgias prévias e conta com história familiar negativa para doenças crônicas, exceto história paterna de obesidade.
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Paciente do sexo feminino, de 61 anos de idade, comparece a uma unidade de saúde com dor abdominal, icterícia de caráter progressivo, com início há três meses, prurido generalizado pelo corpo e perda de 5 kg nesse período. Refere episódios de colúria e acolia fecal. Nega febre, calafrios ou outros sintomas. É tabagista ativa (50 maços/ano) desde os 20 anos de idade. É hipertensa, em uso de hidroclorotiazida e captopril. A paciente nega cirurgias prévias. Fez uso de contraceptivo hormonal oral combinado no passado, durante 30 anos. A paciente não tem história de câncer na família e, ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com sinais vitais estáveis e icterícia de mucosas conjuntivas e de pele. O abdome da paciente apresenta-se flácido, depressível, sem massas palpáveis, sem adenomegalias, sem sinais de defesa e de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais evidenciavam uma discreta anemia (hemoglobina = 10 g/dL), hiperbilirrubinemia às custas de direta (bilirrubina total = 6,1 mg/dL, bilirrubina direta = 5,1 mg/dL), assim como provas de colestase elevadas (fostatase alcalina = 550 U/L e gama-GT = 250 U/L). As sorologias para hepatite se mostraram negativas, com ALT e AST no limite superior da normalidade. A endoscopia digestiva alta da paciente apresentou um resultado normal. A ecografia de abdome evidencia dilatação da via biliar intrahepática, sem evidência de fator obstrutivo que a justifique. A vesícula biliar apresenta paredes finas, sem cálculos no respectivo interior e sem outras alterações no exame.
Com base no referido caso e considerando conhecimentos médicos relativos ao citado quadro clínico, julgue os itens a seguir.
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Paciente do sexo feminino, de 61 anos de idade, comparece a uma unidade de saúde com dor abdominal, icterícia de caráter progressivo, com início há três meses, prurido generalizado pelo corpo e perda de 5 kg nesse período. Refere episódios de colúria e acolia fecal. Nega febre, calafrios ou outros sintomas. É tabagista ativa (50 maços/ano) desde os 20 anos de idade. É hipertensa, em uso de hidroclorotiazida e captopril. A paciente nega cirurgias prévias. Fez uso de contraceptivo hormonal oral combinado no passado, durante 30 anos. A paciente não tem história de câncer na família e, ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com sinais vitais estáveis e icterícia de mucosas conjuntivas e de pele. O abdome da paciente apresenta-se flácido, depressível, sem massas palpáveis, sem adenomegalias, sem sinais de defesa e de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais evidenciavam uma discreta anemia (hemoglobina = 10 g/dL), hiperbilirrubinemia às custas de direta (bilirrubina total = 6,1 mg/dL, bilirrubina direta = 5,1 mg/dL), assim como provas de colestase elevadas (fostatase alcalina = 550 U/L e gama-GT = 250 U/L). As sorologias para hepatite se mostraram negativas, com ALT e AST no limite superior da normalidade. A endoscopia digestiva alta da paciente apresentou um resultado normal. A ecografia de abdome evidencia dilatação da via biliar intrahepática, sem evidência de fator obstrutivo que a justifique. A vesícula biliar apresenta paredes finas, sem cálculos no respectivo interior e sem outras alterações no exame.
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Paciente do sexo feminino, de 61 anos de idade, comparece a uma unidade de saúde com dor abdominal, icterícia de caráter progressivo, com início há três meses, prurido generalizado pelo corpo e perda de 5 kg nesse período. Refere episódios de colúria e acolia fecal. Nega febre, calafrios ou outros sintomas. É tabagista ativa (50 maços/ano) desde os 20 anos de idade. É hipertensa, em uso de hidroclorotiazida e captopril. A paciente nega cirurgias prévias. Fez uso de contraceptivo hormonal oral combinado no passado, durante 30 anos. A paciente não tem história de câncer na família e, ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com sinais vitais estáveis e icterícia de mucosas conjuntivas e de pele. O abdome da paciente apresenta-se flácido, depressível, sem massas palpáveis, sem adenomegalias, sem sinais de defesa e de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais evidenciavam uma discreta anemia (hemoglobina = 10 g/dL), hiperbilirrubinemia às custas de direta (bilirrubina total = 6,1 mg/dL, bilirrubina direta = 5,1 mg/dL), assim como provas de colestase elevadas (fostatase alcalina = 550 U/L e gama-GT = 250 U/L). As sorologias para hepatite se mostraram negativas, com ALT e AST no limite superior da normalidade. A endoscopia digestiva alta da paciente apresentou um resultado normal. A ecografia de abdome evidencia dilatação da via biliar intrahepática, sem evidência de fator obstrutivo que a justifique. A vesícula biliar apresenta paredes finas, sem cálculos no respectivo interior e sem outras alterações no exame.
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Paciente do sexo feminino, de 61 anos de idade, comparece a uma unidade de saúde com dor abdominal, icterícia de caráter progressivo, com início há três meses, prurido generalizado pelo corpo e perda de 5 kg nesse período. Refere episódios de colúria e acolia fecal. Nega febre, calafrios ou outros sintomas. É tabagista ativa (50 maços/ano) desde os 20 anos de idade. É hipertensa, em uso de hidroclorotiazida e captopril. A paciente nega cirurgias prévias. Fez uso de contraceptivo hormonal oral combinado no passado, durante 30 anos. A paciente não tem história de câncer na família e, ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com sinais vitais estáveis e icterícia de mucosas conjuntivas e de pele. O abdome da paciente apresenta-se flácido, depressível, sem massas palpáveis, sem adenomegalias, sem sinais de defesa e de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais evidenciavam uma discreta anemia (hemoglobina = 10 g/dL), hiperbilirrubinemia às custas de direta (bilirrubina total = 6,1 mg/dL, bilirrubina direta = 5,1 mg/dL), assim como provas de colestase elevadas (fostatase alcalina = 550 U/L e gama-GT = 250 U/L). As sorologias para hepatite se mostraram negativas, com ALT e AST no limite superior da normalidade. A endoscopia digestiva alta da paciente apresentou um resultado normal. A ecografia de abdome evidencia dilatação da via biliar intrahepática, sem evidência de fator obstrutivo que a justifique. A vesícula biliar apresenta paredes finas, sem cálculos no respectivo interior e sem outras alterações no exame.
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Paciente do sexo feminino, de 61 anos de idade, comparece a uma unidade de saúde com dor abdominal, icterícia de caráter progressivo, com início há três meses, prurido generalizado pelo corpo e perda de 5 kg nesse período. Refere episódios de colúria e acolia fecal. Nega febre, calafrios ou outros sintomas. É tabagista ativa (50 maços/ano) desde os 20 anos de idade. É hipertensa, em uso de hidroclorotiazida e captopril. A paciente nega cirurgias prévias. Fez uso de contraceptivo hormonal oral combinado no passado, durante 30 anos. A paciente não tem história de câncer na família e, ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com sinais vitais estáveis e icterícia de mucosas conjuntivas e de pele. O abdome da paciente apresenta-se flácido, depressível, sem massas palpáveis, sem adenomegalias, sem sinais de defesa e de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais evidenciavam uma discreta anemia (hemoglobina = 10 g/dL), hiperbilirrubinemia às custas de direta (bilirrubina total = 6,1 mg/dL, bilirrubina direta = 5,1 mg/dL), assim como provas de colestase elevadas (fostatase alcalina = 550 U/L e gama-GT = 250 U/L). As sorologias para hepatite se mostraram negativas, com ALT e AST no limite superior da normalidade. A endoscopia digestiva alta da paciente apresentou um resultado normal. A ecografia de abdome evidencia dilatação da via biliar intrahepática, sem evidência de fator obstrutivo que a justifique. A vesícula biliar apresenta paredes finas, sem cálculos no respectivo interior e sem outras alterações no exame.
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Paciente do sexo feminino, de 61 anos de idade, comparece a uma unidade de saúde com dor abdominal, icterícia de caráter progressivo, com início há três meses, prurido generalizado pelo corpo e perda de 5 kg nesse período. Refere episódios de colúria e acolia fecal. Nega febre, calafrios ou outros sintomas. É tabagista ativa (50 maços/ano) desde os 20 anos de idade. É hipertensa, em uso de hidroclorotiazida e captopril. A paciente nega cirurgias prévias. Fez uso de contraceptivo hormonal oral combinado no passado, durante 30 anos. A paciente não tem história de câncer na família e, ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, com sinais vitais estáveis e icterícia de mucosas conjuntivas e de pele. O abdome da paciente apresenta-se flácido, depressível, sem massas palpáveis, sem adenomegalias, sem sinais de defesa e de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais evidenciavam uma discreta anemia (hemoglobina = 10 g/dL), hiperbilirrubinemia às custas de direta (bilirrubina total = 6,1 mg/dL, bilirrubina direta = 5,1 mg/dL), assim como provas de colestase elevadas (fostatase alcalina = 550 U/L e gama-GT = 250 U/L). As sorologias para hepatite se mostraram negativas, com ALT e AST no limite superior da normalidade. A endoscopia digestiva alta da paciente apresentou um resultado normal. A ecografia de abdome evidencia dilatação da via biliar intrahepática, sem evidência de fator obstrutivo que a justifique. A vesícula biliar apresenta paredes finas, sem cálculos no respectivo interior e sem outras alterações no exame.
Com base no referido caso e considerando conhecimentos médicos relativos ao citado quadro clínico, julgue os itens a seguir.
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Lactente de nove meses de idade é levada a uma consulta pelos pais, por apresentar episódios de broncoespasmo de repetição. A mãe relata que o primeiro episódio de bronquiolite foi com três meses de idade e, de lá para cá, o paciente esteve quatro vezes internado. A genitora relata que amamentou o filho somente por um mês; logo em seguida, ofereceu leite de caixinha, pois ela acreditava que produzia pouco leite. O paciente sempre apresentou regurgitações vigorosas, mas os genitores acreditaram que estas eram normais.
Em relação ao caso clínico apresentado e levando em conta os conhecimentos médicos relativos a ele, julgue os itens a seguir.
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Paciente do sexo masculino, de 55 anos de idade, com peso de 70 kg e 1,73 m de altura, chega à emergência de um hospital levado por vizinhos, que afirmam que o paciente entrou em um apartamento onde ocorria um incêndio, para salvar a filha. O paciente está acordado e relata que o apartamento estava em chamas quando entrou e que inalou fumaça, além de ter sofrido queimaduras nas roupas. Refere dor torácica anterior. O paciente nega outras queixas. A avaliação inicial do paciente permite afirmar que ele está acordado, conversando e ventilando espontaneamente. Os exames apresentam os seguintes resultados: ausculta pulmonar normal, FR = 20 mrpm, FC = 119 bpm, abdome flácido e indolor, extremidades quentes e perfundidas e Glasgow = 15. O paciente apresenta queimaduras de segundo e de terceiro graus em toda a parede torácica anterior.
Com base no citado caso e considerando os conhecimentos médicos referentes ao mencionado quadro clínico, julgue os itens a seguir.
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