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1742468 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.

O padrão de reabsorção óssea existente no caso em tela é o tipo VIII, que ocorre em região posterior de maxila e apresenta predominantemente padrões verticais, oriundos de falta de estímulo da área edêntula e da pressão negativa vinda do seio maxilar, durante a respiração.

 

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1742467 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.

Procedimentos de enxerto transantral podem ser realizados em um ambiente ambulatorial, utilizando-se de osso autógeno, osso alogênico ou substitutos ósseos, e o sucesso é similar para todos esses materiais. Entretanto, os enxertos autógenos são a modalidade mais previsível para as reconstruções do rebordo alveolar.

 

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1742466 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.

A reabilitação com implantes poderá ocorrer simultaneamente com o enxerto transantral, caso esse seja necessário, já que há adequado osso nativo para a estabilidade inicial dos implantes.

 

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1742465 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando as características clínicas do caso clínico anterior, supondo que a paciente deseje usar implantes osseointegráveis para a reabilitação da área pós-exodontia, julgue os itens a seguir.

O enxerto transantral não é necessário, uma vez que a distância entre o assoalho do seio e o rebordo alveolar é de 3 mm, possibilitando a estabilidade primária e a osseointegração.

 

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1742464 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Em casos de superdosagem por anestésicos locais, como a maioria desses eventos são autolimitantes, apenas raramente são necessários outros fármacos além do oxigênio para controle da ocorrência.

 

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1742463 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Se acontecer osteíte alveolar pós-operatória, o tratamento consistirá na curetagem vigorosa do alvéolo, no preenchimento por um novo coágulo e em nova sutura.

 

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1742462 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Caso ocorra um episódio de sangramento secundário (pós-operatório) que necessite de tratamento no ambulatório (retorno do paciente), o cirurgião-dentista deverá realizar a anestesia infiltrativa na área para obter uma vasoconstrição e conseguir manipular a ferida cirúrgica adequadamente.

 

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1742461 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A presença de seio maxilar muito pneumatizado, a existência de pouco osso entre as raízes e o seio maxilar e raízes amplamente divergentes são as principais causas de comunicações bucossinusais após exodontias.

 

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1742460 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Caso, durante a exodontia, haja o impulsionamento de um pequeno fragmento (2 mm a 3 mm) de uma das raízes para o interior do seio maxilar, o cirurgião-dentista deverá tentar recuperá-lo inicialmente por meio de uma ampliação moderada do alvéolo em sua porção apical.

 

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1742459 Ano: 2019
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 18 anos de idade, sistemicamente saudável (ASA I), compareceu ao serviço de CTBMF com queixa álgica em maxila à direita, durante a mastigação. Ao exame clínico, o elemento 16 encontrava-se com a coroa fraturada no sentido vestibulopalatino. Ao exame radiográfico, a imagem desse elemento dentário apresentava um traço radiolúcido que se estendia até a região da furca, raízes longas, finas e divergentes, bem como um aumento da radiopacidade no osso circunjacente ao dente. O seio maxilar encontrava-se pneumatizado, sem sinais de infecção e com uma projeção de sua porção inferior para entre as raízes do 16, e com uma distância de aproximadamente 3 mm entre o assoalho do seio e a crista do rebordo. No momento do exame físico, a frequência cardíaca era de 76 bpm, a frequência respiratória era de 15 rpm e a saturação de oxigênio periférico era de 94%.

Considerando esse caso clínico e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Para evitar a fratura de corticais ósseas e de raízes, o cirurgião-dentista poderá planejar a odontossecção do 16 e, se necessário, pequena osteotomia da crista óssea.

 

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