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Determinado paciente de 18 anos de idade apresenta dor torácica ventilatório-dependente à direita, associado à febre vespertina, perda de peso e tosse. É militar em atividade e refere ter mantido contato com pacientes com tuberculose no alojamento. Realizou raios X de tórax com evidência de derrame pleural livre à direita, de moderado volume. O paciente relata ter realizado a vacina BCG na infância.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Espera-se encontrar transudato com predomínio de polimorfonucleares na toracocentese desse paciente.
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Um paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo, cerca de 180 anos-maço, queixa-se de cansaço, tosse seca e perda de peso; por isso, procurou atendimento médico. O paciente referiu que pesava 100 kg e perdeu 10 kg. Realizou-se tomografia computadorizada de tórax, com evidência de lesão sólida de 2,1 cm em topografia de lobo inferior à direita, sólida, espiculada, com margens bem definidas e densidade de partes moles, assim como linfonodomegalia paratraqueal direita de 1,5 cm, paratraqueal esquerda de 1,2 cm e subcarinal de 2 cm. O paciente foi submetido a PET-CT de corpo inteiro, com evidência de hipercaptação de radiofármaco pela lesão (SUV 12) e pelo linfonodo representado na figura 2 a seguir.
Figura 1: TC de tórax sem contraste

Figura 2: PET-CT do tórax.

Acervo Pessoal.
Com base nesse caso clínico, nas imagens apresentadas e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O dado emagrecimento é um marcador de mau prognóstico nesse caso.
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Um paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo, cerca de 180 anos-maço, queixa-se de cansaço, tosse seca e perda de peso; por isso, procurou atendimento médico. O paciente referiu que pesava 100 kg e perdeu 10 kg. Realizou-se tomografia computadorizada de tórax, com evidência de lesão sólida de 2,1 cm em topografia de lobo inferior à direita, sólida, espiculada, com margens bem definidas e densidade de partes moles, assim como linfonodomegalia paratraqueal direita de 1,5 cm, paratraqueal esquerda de 1,2 cm e subcarinal de 2 cm. O paciente foi submetido a PET-CT de corpo inteiro, com evidência de hipercaptação de radiofármaco pela lesão (SUV 12) e pelo linfonodo representado na figura 2 a seguir.
Figura 1: TC de tórax sem contraste

Figura 2: PET-CT do tórax.

Acervo Pessoal.
Com base nesse caso clínico, nas imagens apresentadas e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O EBUS traz a possibilidade de biopsiar todos os linfonodos das cadeias mediastinais
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Um paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo, cerca de 180 anos-maço, queixa-se de cansaço, tosse seca e perda de peso; por isso, procurou atendimento médico. O paciente referiu que pesava 100 kg e perdeu 10 kg. Realizou-se tomografia computadorizada de tórax, com evidência de lesão sólida de 2,1 cm em topografia de lobo inferior à direita, sólida, espiculada, com margens bem definidas e densidade de partes moles, assim como linfonodomegalia paratraqueal direita de 1,5 cm, paratraqueal esquerda de 1,2 cm e subcarinal de 2 cm. O paciente foi submetido a PET-CT de corpo inteiro, com evidência de hipercaptação de radiofármaco pela lesão (SUV 12) e pelo linfonodo representado na figura 2 a seguir.
Figura 1: TC de tórax sem contraste

Figura 2: PET-CT do tórax.

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Com base nesse caso clínico, nas imagens apresentadas e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Tomografia computadorizada, ou ressonância magnética de crânio, pode acrescentar informações clínicas em relação ao estadiamento não invasivo nesse caso.
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Um paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo, cerca de 180 anos-maço, queixa-se de cansaço, tosse seca e perda de peso; por isso, procurou atendimento médico. O paciente referiu que pesava 100 kg e perdeu 10 kg. Realizou-se tomografia computadorizada de tórax, com evidência de lesão sólida de 2,1 cm em topografia de lobo inferior à direita, sólida, espiculada, com margens bem definidas e densidade de partes moles, assim como linfonodomegalia paratraqueal direita de 1,5 cm, paratraqueal esquerda de 1,2 cm e subcarinal de 2 cm. O paciente foi submetido a PET-CT de corpo inteiro, com evidência de hipercaptação de radiofármaco pela lesão (SUV 12) e pelo linfonodo representado na figura 2 a seguir.
Figura 1: TC de tórax sem contraste

Figura 2: PET-CT do tórax.

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Com base nesse caso clínico, nas imagens apresentadas e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Trata-se de um estadiamento clínico T1cN3.
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Um paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo, cerca de 180 anos-maço, queixa-se de cansaço, tosse seca e perda de peso; por isso, procurou atendimento médico. O paciente referiu que pesava 100 kg e perdeu 10 kg. Realizou-se tomografia computadorizada de tórax, com evidência de lesão sólida de 2,1 cm em topografia de lobo inferior à direita, sólida, espiculada, com margens bem definidas e densidade de partes moles, assim como linfonodomegalia paratraqueal direita de 1,5 cm, paratraqueal esquerda de 1,2 cm e subcarinal de 2 cm. O paciente foi submetido a PET-CT de corpo inteiro, com evidência de hipercaptação de radiofármaco pela lesão (SUV 12) e pelo linfonodo representado na figura 2 a seguir.
Figura 1: TC de tórax sem contraste

Figura 2: PET-CT do tórax.

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Com base nesse caso clínico, nas imagens apresentadas e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O ultrassom endobrônquico (EBUS) ou a mediastinoscopia para estadiamento invasivo do mediastino não estão indicados, visto que o paciente tem metástase mediastinal.
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Um paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo, cerca de 180 anos-maço, queixa-se de cansaço, tosse seca e perda de peso; por isso, procurou atendimento médico. O paciente referiu que pesava 100 kg e perdeu 10 kg. Realizou-se tomografia computadorizada de tórax, com evidência de lesão sólida de 2,1 cm em topografia de lobo inferior à direita, sólida, espiculada, com margens bem definidas e densidade de partes moles, assim como linfonodomegalia paratraqueal direita de 1,5 cm, paratraqueal esquerda de 1,2 cm e subcarinal de 2 cm. O paciente foi submetido a PET-CT de corpo inteiro, com evidência de hipercaptação de radiofármaco pela lesão (SUV 12) e pelo linfonodo representado na figura 2 a seguir.
Figura 1: TC de tórax sem contraste

Figura 2: PET-CT do tórax.

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Com base nesse caso clínico, nas imagens apresentadas e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente tem indicação, nesse momento, de lobectomia superior direita por VATS, com linfadenectomia mediastinal.
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Um paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo, cerca de 180 anos-maço, queixa-se de cansaço, tosse seca e perda de peso; por isso, procurou atendimento médico. O paciente referiu que pesava 100 kg e perdeu 10 kg. Realizou-se tomografia computadorizada de tórax, com evidência de lesão sólida de 2,1 cm em topografia de lobo inferior à direita, sólida, espiculada, com margens bem definidas e densidade de partes moles, assim como linfonodomegalia paratraqueal direita de 1,5 cm, paratraqueal esquerda de 1,2 cm e subcarinal de 2 cm. O paciente foi submetido a PET-CT de corpo inteiro, com evidência de hipercaptação de radiofármaco pela lesão (SUV 12) e pelo linfonodo representado na figura 2 a seguir.
Figura 1: TC de tórax sem contraste

Figura 2: PET-CT do tórax.

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Com base nesse caso clínico, nas imagens apresentadas e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O linfonodo hipercaptante no PET desse paciente, representado na figura 2, trata-se do paratraqueal direito.
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Certa paciente de 12 anos de idade, com fibrose pulmonar idiopática desde os 8 anos de idade, usuária de oxigênio domiciliar, realizou cintilografia pulmonar perfusional, a qual constatou que o pulmão direito contribui com apenas 12% da capacidade pulmonar total e o esquerdo, com 88%.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
As complicações infecciosas são as mais frequentes em transplante pediátrico, à semelhança do que ocorre em adultos, sendo mais comuns no pós-operatório de transplante pulmonar do que em qualquer outro transplante de órgão sólido.
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Certa paciente de 12 anos de idade, com fibrose pulmonar idiopática desde os 8 anos de idade, usuária de oxigênio domiciliar, realizou cintilografia pulmonar perfusional, a qual constatou que o pulmão direito contribui com apenas 12% da capacidade pulmonar total e o esquerdo, com 88%.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O transplante pulmonar intervivos ainda não é uma realidade no Brasil e foi realizado apenas em grandes centros americanos e canadenses de cirurgia torácica.
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