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Um paciente de 40 anos de idade, obeso grau II, trabalhador braçal, compareceu à consulta em uma unidade de pronto atendimento porque, há um mês, surgiu um desconforto inguinal no lado direito ao fazer esforço no trabalho. Ele é tabagista, hipertenso e diabético sem controle adequado, mas nega demais comorbidades. Ao exame físico, foi identificada hérnia inguinal no lado direito, irredutível, mas sem sinais de estrangulamento. Após a orientação e o tratamento para cessar tabagismo e controlar sua pressão arterial e diabetes, o paciente foi encaminhado para avalição pela cirurgia geral de maneira eletiva, com PA = 140 mmHg x 90 mmHg, FC = 98 bpm, FR = 19 irpm e SatO2 = 98%.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A cirurgia laparoscópica simultânea é preferida para as hérnias inguinais bilaterais.
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Acerca das exigências da Lei Federal nº 9.263/1996 – Planejamento Familiar –, julgue os itens a seguir.
Permite-se a realização da laqueadura tubária intraparto nos casos de risco de morte, testemunhado e comprovado por escrito por dois médicos, além dos casos de comprovada necessidade de partos por cesariana sucessivamente anterior.
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Acerca das exigências da Lei Federal nº 9.263/1996 – Planejamento Familiar –, julgue os itens a seguir.
Os pacientes com 25 anos de idade ou com dois filhos vivos podem ser submetidos a método de contracepção definitiva, desde que o prazo entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico seja superior a 45 dias.
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Quanto às alterações benignas da mama, julgue os itens a seguir.
A mastodinia cíclica normalmente relaciona-se com desequilíbrio na relação estrogênio e progesterona no final da segunda fase do ciclo menstrual, atuando em nível central, desencadeando aumento na produção de dopamina, inibindo a produção de prolactina.
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Quanto às alterações benignas da mama, julgue os itens a seguir.
Paciente com calcificações arredondadas em exame de mamografia possui, como classificação, BIRADS 3 e deverá fazer seguimento anual.
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Uma paciente de 50 anos de idade, G4P4N4A0, com menopausa há dois anos, iniciou com quadro de incontinência urinária aos mínimos esforços, associada à urgência miccional, com noctúria de cinco episódios por noite, sem dificuldade de esvaziamento vesical, associado a quadro de bola na vagina há um ano. Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 70 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 17 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, POP-Q Aa 0, Ba 0, C +1; gh 5, pb 2, CVT 6; Ap -1, Bp -1, D -4, perda urinária à Valsalva. Membros inferiores sem edema, boa perfusão periférica.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tratamento da bexiga hiperativa deve se iniciar com mudança do estilo de vida (diminuição de substâncias irritativas vesicais, micção programada, término do tabagismo), tratamento da síndrome urogenital da menopausa e fisioterapia do assoalho pélvico.
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Uma paciente de 50 anos de idade, G4P4N4A0, com menopausa há dois anos, iniciou com quadro de incontinência urinária aos mínimos esforços, associada à urgência miccional, com noctúria de cinco episódios por noite, sem dificuldade de esvaziamento vesical, associado a quadro de bola na vagina há um ano. Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 70 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 17 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, POP-Q Aa 0, Ba 0, C +1; gh 5, pb 2, CVT 6; Ap -1, Bp -1, D -4, perda urinária à Valsalva. Membros inferiores sem edema, boa perfusão periférica.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso dos anticolinérgicos, como a mirabegrona, pode ser realizado na bexiga hiperativa, porém deve ser investigado glaucoma de ângulo aberto pelo risco de aumento da pressão intraocular.
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Uma paciente de 50 anos de idade, G4P4N4A0, com menopausa há dois anos, iniciou com quadro de incontinência urinária aos mínimos esforços, associada à urgência miccional, com noctúria de cinco episódios por noite, sem dificuldade de esvaziamento vesical, associado a quadro de bola na vagina há um ano. Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 70 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 17 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, POP-Q Aa 0, Ba 0, C +1; gh 5, pb 2, CVT 6; Ap -1, Bp -1, D -4, perda urinária à Valsalva. Membros inferiores sem edema, boa perfusão periférica.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os fatores de risco relacionados à incontinência urinária e ao prolapso genital incluem idade, paridade, histórico familiar, doenças do colágeno e aumento da pressão abdominal (DPOC, obesidade e constipação crônica).
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Uma paciente de 50 anos de idade, G4P4N4A0, com menopausa há dois anos, iniciou com quadro de incontinência urinária aos mínimos esforços, associada à urgência miccional, com noctúria de cinco episódios por noite, sem dificuldade de esvaziamento vesical, associado a quadro de bola na vagina há um ano. Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 70 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 17 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, POP-Q Aa 0, Ba 0, C +1; gh 5, pb 2, CVT 6; Ap -1, Bp -1, D -4, perda urinária à Valsalva. Membros inferiores sem edema, boa perfusão periférica.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico clínico em relação à incontinência urinária da paciente é incontinência urinária mista em virtude do quadro de hiperatividade detrusora e incontinência urinária aos esforços.
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Uma paciente de 50 anos de idade, G4P4N4A0, com menopausa há dois anos, iniciou com quadro de incontinência urinária aos mínimos esforços, associada à urgência miccional, com noctúria de cinco episódios por noite, sem dificuldade de esvaziamento vesical, associado a quadro de bola na vagina há um ano. Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 70 mmHg, FC = 70 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 17 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, POP-Q Aa 0, Ba 0, C +1; gh 5, pb 2, CVT 6; Ap -1, Bp -1, D -4, perda urinária à Valsalva. Membros inferiores sem edema, boa perfusão periférica.
Tendo em vista esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A incontinência urinária aos mínimos esforços normalmente se relaciona com a incontinência urinária por hipermobilidade uretral, que se apresenta, no estudo urodinâmico, com pressões de perda abaixo de 60 cmH2O.
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