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Uma paciente de 72 anos de idade, diabética há mais de 20 anos, em uso de hipoglicemiante oral, solicitou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, pois, há cerca de uma hora, vem apresentando forte dor epigástrica associada a náuseas e a vômitos, com dispneia e fadiga importantes. chegada da ambulância, foi realizada avaliação eletrocardiográfica da paciente e observado supradesnivelamento do segmento ST nas derivações V1, V2, V3 e V4. Ao exame físico, estava em regular estado geral, consciente e orientada, com FC = 95 bpm, FR = 23 irpm e SatO2 = 93%. Ausculta cardíaca com B3 e respiratória com discretos estertores em base bilateralmente.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A principal hipótese diagnóstica para essa paciente é de infarto agudo do miocárdio (IAM), Killip III.
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Uma paciente de 72 anos de idade, diabética há mais de 20 anos, em uso de hipoglicemiante oral, solicitou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, pois, há cerca de uma hora, vem apresentando forte dor epigástrica associada a náuseas e a vômitos, com dispneia e fadiga importantes. chegada da ambulância, foi realizada avaliação eletrocardiográfica da paciente e observado supradesnivelamento do segmento ST nas derivações V1, V2, V3 e V4. Ao exame físico, estava em regular estado geral, consciente e orientada, com FC = 95 bpm, FR = 23 irpm e SatO2 = 93%. Ausculta cardíaca com B3 e respiratória com discretos estertores em base bilateralmente.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A alteração eletrocardiográfica encontrada diz respeito a acometimento de parede cardíaca anterior.
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Uma paciente de 63 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, sobrepeso, retinopatia diabética, insuficiência arterial crônica em membros inferiores e teve infarto de miocárdio tratado com angioplastia e stent há 4 anos. É tabagista há 45 anos. Em maio de 2021, teve Covid-19 com necessidade de internação por 90 dias, sendo 50 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa de complicações respiratórias, infecciosas e vasculares. No decorrer da internação, foi submetida a amputação transtibial na altura do terço médio da perna direita, por necrose e infecção de partes moles decorrentes de agudização da obstrução arterial crônica. Veio para sua primeira consulta ambulatorial com fisiatra. Ao exame físico, a paciente apresenta FC = 80 bpm, FR = 12 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. O membro residual possui bom aspecto, boa cicatrização, pele íntegra e sensibilidade preservada. É viúva há 5 anos, tem filhos casados e netos pequenos e deseja voltar a andar para poder “viver sozinha em casa, sem precisar de ninguém”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma possível prescrição de prótese para essa paciente seria prótese para amputação transtibial à direita, com suspensão em meia de silicone, apoio PTB e pé articulado.
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Uma paciente de 63 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, sobrepeso, retinopatia diabética, insuficiência arterial crônica em membros inferiores e teve infarto de miocárdio tratado com angioplastia e stent há 4 anos. É tabagista há 45 anos. Em maio de 2021, teve Covid-19 com necessidade de internação por 90 dias, sendo 50 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa de complicações respiratórias, infecciosas e vasculares. No decorrer da internação, foi submetida a amputação transtibial na altura do terço médio da perna direita, por necrose e infecção de partes moles decorrentes de agudização da obstrução arterial crônica. Veio para sua primeira consulta ambulatorial com fisiatra. Ao exame físico, a paciente apresenta FC = 80 bpm, FR = 12 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. O membro residual possui bom aspecto, boa cicatrização, pele íntegra e sensibilidade preservada. É viúva há 5 anos, tem filhos casados e netos pequenos e deseja voltar a andar para poder “viver sozinha em casa, sem precisar de ninguém”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Na cinesioterapia de membros inferiores, os treinos de força e resistência muscular somente devem ser realizados se o objetivo da reabilitação contempla a protetização do membro. Caso contrário, apenas alongamentos são suficientes.
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Uma paciente de 63 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, sobrepeso, retinopatia diabética, insuficiência arterial crônica em membros inferiores e teve infarto de miocárdio tratado com angioplastia e stent há 4 anos. É tabagista há 45 anos. Em maio de 2021, teve Covid-19 com necessidade de internação por 90 dias, sendo 50 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa de complicações respiratórias, infecciosas e vasculares. No decorrer da internação, foi submetida a amputação transtibial na altura do terço médio da perna direita, por necrose e infecção de partes moles decorrentes de agudização da obstrução arterial crônica. Veio para sua primeira consulta ambulatorial com fisiatra. Ao exame físico, a paciente apresenta FC = 80 bpm, FR = 12 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. O membro residual possui bom aspecto, boa cicatrização, pele íntegra e sensibilidade preservada. É viúva há 5 anos, tem filhos casados e netos pequenos e deseja voltar a andar para poder “viver sozinha em casa, sem precisar de ninguém”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O enfaixamento com faixa elástica do membro residual está contraindicado na fase pré- protética.
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Um paciente de 41 anos de idade procurou atendimento porque, há algum tempo, apresenta queixas de tosse crônica e de chiado no peito, mostrando-se gradativamente mais cansado para o desenvolvimento de atividades diárias. Realizou uma espirometria, e o resultado chamou a atenção pelos valores da relação VEF1/CVF, que estão < 0,7 tanto na avaliação pré, como na pós-broncodilatador; sendo que, na avaliação pós-broncodilatador, o VEF1 revelou valor igual a 75% do previsto. Acerca desse caso e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Recomenda-se a esse paciente a vacina anti-influenza e antipneumocócica para evitar complicações causadas por esses agentes infecciosos.
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Uma paciente de 63 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, sobrepeso, retinopatia diabética, insuficiência arterial crônica em membros inferiores e teve infarto de miocárdio tratado com angioplastia e stent há 4 anos. É tabagista há 45 anos. Em maio de 2021, teve Covid-19 com necessidade de internação por 90 dias, sendo 50 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa de complicações respiratórias, infecciosas e vasculares. No decorrer da internação, foi submetida a amputação transtibial na altura do terço médio da perna direita, por necrose e infecção de partes moles decorrentes de agudização da obstrução arterial crônica. Veio para sua primeira consulta ambulatorial com fisiatra. Ao exame físico, a paciente apresenta FC = 80 bpm, FR = 12 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. O membro residual possui bom aspecto, boa cicatrização, pele íntegra e sensibilidade preservada. É viúva há 5 anos, tem filhos casados e netos pequenos e deseja voltar a andar para poder “viver sozinha em casa, sem precisar de ninguém”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se a paciente apresentar dor no membro residual, um dos diagnósticos etiológicos que deve ser considerado é a presença de neuroma.
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Uma paciente de 63 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, sobrepeso, retinopatia diabética, insuficiência arterial crônica em membros inferiores e teve infarto de miocárdio tratado com angioplastia e stent há 4 anos. É tabagista há 45 anos. Em maio de 2021, teve Covid-19 com necessidade de internação por 90 dias, sendo 50 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa de complicações respiratórias, infecciosas e vasculares. No decorrer da internação, foi submetida a amputação transtibial na altura do terço médio da perna direita, por necrose e infecção de partes moles decorrentes de agudização da obstrução arterial crônica. Veio para sua primeira consulta ambulatorial com fisiatra. Ao exame físico, a paciente apresenta FC = 80 bpm, FR = 12 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. O membro residual possui bom aspecto, boa cicatrização, pele íntegra e sensibilidade preservada. É viúva há 5 anos, tem filhos casados e netos pequenos e deseja voltar a andar para poder “viver sozinha em casa, sem precisar de ninguém”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se a amputação tivesse sido no nível da coxa, o objetivo de marcha funcional com prótese seria mais difícil de a paciente atingir pois as comorbidades cardiovasculares que ela apresenta poderiam ser limitantes ao processo de reabilitação com este objetivo específico.
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Uma paciente de 63 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, sobrepeso, retinopatia diabética, insuficiência arterial crônica em membros inferiores e teve infarto de miocárdio tratado com angioplastia e stent há 4 anos. É tabagista há 45 anos. Em maio de 2021, teve Covid-19 com necessidade de internação por 90 dias, sendo 50 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa de complicações respiratórias, infecciosas e vasculares. No decorrer da internação, foi submetida a amputação transtibial na altura do terço médio da perna direita, por necrose e infecção de partes moles decorrentes de agudização da obstrução arterial crônica. Veio para sua primeira consulta ambulatorial com fisiatra. Ao exame físico, a paciente apresenta FC = 80 bpm, FR = 12 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. O membro residual possui bom aspecto, boa cicatrização, pele íntegra e sensibilidade preservada. É viúva há 5 anos, tem filhos casados e netos pequenos e deseja voltar a andar para poder “viver sozinha em casa, sem precisar de ninguém”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso houvesse piora das condições teciduais e perfusionais do membro residual, o próximo nível de amputação indicado seria uma desarticulação de Lisfranc.
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Uma paciente de 63 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, sobrepeso, retinopatia diabética, insuficiência arterial crônica em membros inferiores e teve infarto de miocárdio tratado com angioplastia e stent há 4 anos. É tabagista há 45 anos. Em maio de 2021, teve Covid-19 com necessidade de internação por 90 dias, sendo 50 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por causa de complicações respiratórias, infecciosas e vasculares. No decorrer da internação, foi submetida a amputação transtibial na altura do terço médio da perna direita, por necrose e infecção de partes moles decorrentes de agudização da obstrução arterial crônica. Veio para sua primeira consulta ambulatorial com fisiatra. Ao exame físico, a paciente apresenta FC = 80 bpm, FR = 12 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. O membro residual possui bom aspecto, boa cicatrização, pele íntegra e sensibilidade preservada. É viúva há 5 anos, tem filhos casados e netos pequenos e deseja voltar a andar para poder “viver sozinha em casa, sem precisar de ninguém”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se a amputação tivesse sido no nível da coxa, não estaria indicada a realização de miodese, porque este procedimento piora a função muscular do membro residual.
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