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O suicídio [...] é uma manifestação humana, uma forma
de lidar com o sofrimento, uma saída para livrar-se da
dor de existir. Por essa razão, considero o suicídio uma
carta na manga, isto é, aquilo de que o sujeito pode dispor
quando a vida lhe parecer insuportável. (CFP, 2013). Sobre
o comportamento suicida, sua clínica e os desafios para a
Psicologia, NÃO é correto afirmar que:
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O comportamento suicida é um grave problema de
saúde pública e está relacionado a múltiplas causas. É
um fenômeno complexo, que pode variar desde a ideia de
retirar a própria vida, que pode ser comunicada por meios
verbais e não verbais, até o planejamento do ato, a tentativa e, no pior dos casos, a morte. Ele coloca uma série
de desafios para a Psicologia, segundo afirma o CFP, em
uma publicação de 2013.
Observe as afirmativas a seguir, em relação ao comportamento suicida.
I. É um tema de extrema importância devido a seu impacto social, seja em termos numéricos, seja em relação a familiares, amigos ou conhecidos das pessoas que fazem uma tentativa ou ameaçam se matar.
II. É um fenômeno complexo e difícil de ser abordado, porque, no mundo ocidental, a morte, por si só, já é um tema difícil de ser trabalhado nos diversos espaços sociais.
III. Falar de um comportamento relacionado à morte vai na contramão da ciência, pois a ciência emprega grandes esforços para alongar o tempo de vida das pessoas. A pessoa que comete o suicídio vai de encontro a essa ideia.
É correto afirmar que:
Observe as afirmativas a seguir, em relação ao comportamento suicida.
I. É um tema de extrema importância devido a seu impacto social, seja em termos numéricos, seja em relação a familiares, amigos ou conhecidos das pessoas que fazem uma tentativa ou ameaçam se matar.
II. É um fenômeno complexo e difícil de ser abordado, porque, no mundo ocidental, a morte, por si só, já é um tema difícil de ser trabalhado nos diversos espaços sociais.
III. Falar de um comportamento relacionado à morte vai na contramão da ciência, pois a ciência emprega grandes esforços para alongar o tempo de vida das pessoas. A pessoa que comete o suicídio vai de encontro a essa ideia.
É correto afirmar que:
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Os ambulatórios públicos brasileiros diferem em dois
aspectos fundamentais da conjectura prevista por Freud
em Linhas de Progresso na Terapia Psicanalítica (1919).
Eles são constituídos por equipes interdisciplinares (não
somente por analistas), e marcados pelo discurso médico,
tendem a preferir psicoterapias que apostam na capacidade do sujeito em se instrumentalizar com os conselhos
do terapeuta para vencer suas dificuldades e angústias de
modo a responder de maneira adequada ao tratamento de
sua patologia.
Observe as afirmativas a seguir, em relação psicanálise e aos psicanalistas nos ambulatórios públicos.
I. A psicanálise não está no ambulatório para negar os avançados tratamentos das mais diversas patologias, mas para escutar os sujeitos que portam tais patologias.
II. O psicanalista faz de sua diferença uma especificidade e não uma especialidade.
III. Trabalha-se sobre o que resta das demandas, das outras modalidades de tratamento, do que ficou sem resposta. Esta é a diferença que diz respeito ao psicanalista.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
Observe as afirmativas a seguir, em relação psicanálise e aos psicanalistas nos ambulatórios públicos.
I. A psicanálise não está no ambulatório para negar os avançados tratamentos das mais diversas patologias, mas para escutar os sujeitos que portam tais patologias.
II. O psicanalista faz de sua diferença uma especificidade e não uma especialidade.
III. Trabalha-se sobre o que resta das demandas, das outras modalidades de tratamento, do que ficou sem resposta. Esta é a diferença que diz respeito ao psicanalista.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
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A atuação do psicanalista vem se tornando hoje tão
relevante na saúde pública quanto na clínica privada, e
se distribui em todos os níveis de assistência do Sistema
Único de Saúde (SUS): na primária, junto aos postos de
saúde e no Programa de Saúde da Família, na secundária,
através das policlínicas e ambulatórios, e na terciária, nos
complexos hospitalares. (VITOR; AGUIAR, 2011, p. 41).
Sobre o trabalho e os desafios do psicanalista no hospital, é correto afirmar que:
Sobre o trabalho e os desafios do psicanalista no hospital, é correto afirmar que:
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Sobre a presença de psicanalistas em instituições de
saúde e nas equipes, podemos afirmar, EXCETO, que:
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Pandemia, aumento crescente de internações hospitalares tanto de casos de média quanto de alta complexidade. Para as/os psicólogos(as), recomendava-se
que estivessem envolvidos na proposição de estratégias
de cuidado a pacientes, familiares e profissionais de saúde.
Foram ações priorizadas no atendimento de psicólogas/os
a pacientes com COVID-19, EXCETO:
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“O fato é que seja lá onde estiver situado, o lugar do
psicanalista não é um lugar confortável, principalmente
quando o contexto que o domina é a ordem médica. Mas
o analista no hospital encontra com questões práticas que
podem transformar-se, se não forem bem fundamentadas
teoricamente, em verdadeiros obstáculos para a sua atuação, e desta forma inviabilizar o seu trabalho, fazendo
desaparecer o seu lugar.” (MORETTO, 2001, p. 98). Em
relação ao trabalho analítico no contexto hospitalar, coloque
verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo.
I. Transferência na instituição hospitalar: Certamente, o maior obstáculo para a atuação analítica no hospital. Isso porque é sabido que a transferência do paciente ou é com a instituição ou é com o médico, e não com o analista, que comumente é visto como intruso.
II. O setting no hospital é um impeditivo ao trabalho analítico. Isso porque setting exige padronização poltrona-divã, e não psicanalistas à beira de leitos.
III. Demanda de análise: Impossível de ser criada no contexto hospitalar, pois nele o analista se oferece escancaradamente aos pacientes, como lugar e escuta, constrangendo-os.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
I. Transferência na instituição hospitalar: Certamente, o maior obstáculo para a atuação analítica no hospital. Isso porque é sabido que a transferência do paciente ou é com a instituição ou é com o médico, e não com o analista, que comumente é visto como intruso.
II. O setting no hospital é um impeditivo ao trabalho analítico. Isso porque setting exige padronização poltrona-divã, e não psicanalistas à beira de leitos.
III. Demanda de análise: Impossível de ser criada no contexto hospitalar, pois nele o analista se oferece escancaradamente aos pacientes, como lugar e escuta, constrangendo-os.
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
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O livro de Jean Clavreul, intitulado A Ordem Médica:
poder e impotência do discurso médico, é conhecido por
muitas/os psicólogas/os que se dedicam tanto à psicanálise
quando à Psicologia Hospitalar. Em seu livro o autor dedica
um capítulo a (NÃO) relação médico-doente.
I. O que ordena a relação médico-doente não é o distanciamento do médico em relação ao seu doente, mas sim a relação intersubjetiva que se dá.
II. O médico não fala e não intervém senão enquanto representante do discurso médico, pois, deve se apagar diante da objetividade científica da qual é o garante.
III. O médico como pessoa, aquele que pertencente a um corpo médico, é quem medica o doente.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. O que ordena a relação médico-doente não é o distanciamento do médico em relação ao seu doente, mas sim a relação intersubjetiva que se dá.
II. O médico não fala e não intervém senão enquanto representante do discurso médico, pois, deve se apagar diante da objetividade científica da qual é o garante.
III. O médico como pessoa, aquele que pertencente a um corpo médico, é quem medica o doente.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
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O Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders
(DSM) é um sistema diagnóstico e estatístico de classificação dos transtornos mentais, segundo o modelo categorial,
destinado à prática clínica e à pesquisa em psiquiatria
elaborado pela American Psychiatric Association. Ele é
constantemente atualizado. Leia os itens abaixo e avalie
se são verdadeiros (V) ou falsos (F):
I. A consulta e o uso adequado do Manual são de suma importância para os profissionais que atuam na área da saúde mental. Sua utilização tem resultado em avanços científicos significativos no campo da prática clínica e do estudo epidemiológico dos transtornos mentais e possibilita uma ampla comunicação, através de uma linguagem comum, entre médicos psiquiatras e psicólogos em todo o mundo. Entretanto, o uso do manual é limitado, não substitui o estudo dos tratados clássicos de psicologia, psicopatologia e psiquiatria, e nem a experiência clínica e o treinamento que o precede.
II. Constata-se que os avanços e detalhamentos das descrições psicodiagnósticas e o aumento de classes e categorias diagnósticas parecem estarem intimamente relacionados a expansão das indústrias farmacêuticas, que se tornaram as novas detentoras do poder controlador do sofrimento psíquico da população, do mal-estar da sociedade e da veiculação midiática, que contribui reforçando a promessa da anulação de faculdades propriamente humanas, como o sofrimento.
III. O Manual, esse compêndio de psiquiatria que sempre se atualiza, deve ser consultado como a fonte de conhecimento da especialidade. Ao listar os sintomas, ele busca auxiliar no reconhecimento dos transtornos mentais. Ele traz muitas vantagens, pois descreve minuciosamente, e de forma fragmentada, os sintomas de diversos quadros clínicos.
De cima para baixo, a sequência correta é:
I. A consulta e o uso adequado do Manual são de suma importância para os profissionais que atuam na área da saúde mental. Sua utilização tem resultado em avanços científicos significativos no campo da prática clínica e do estudo epidemiológico dos transtornos mentais e possibilita uma ampla comunicação, através de uma linguagem comum, entre médicos psiquiatras e psicólogos em todo o mundo. Entretanto, o uso do manual é limitado, não substitui o estudo dos tratados clássicos de psicologia, psicopatologia e psiquiatria, e nem a experiência clínica e o treinamento que o precede.
II. Constata-se que os avanços e detalhamentos das descrições psicodiagnósticas e o aumento de classes e categorias diagnósticas parecem estarem intimamente relacionados a expansão das indústrias farmacêuticas, que se tornaram as novas detentoras do poder controlador do sofrimento psíquico da população, do mal-estar da sociedade e da veiculação midiática, que contribui reforçando a promessa da anulação de faculdades propriamente humanas, como o sofrimento.
III. O Manual, esse compêndio de psiquiatria que sempre se atualiza, deve ser consultado como a fonte de conhecimento da especialidade. Ao listar os sintomas, ele busca auxiliar no reconhecimento dos transtornos mentais. Ele traz muitas vantagens, pois descreve minuciosamente, e de forma fragmentada, os sintomas de diversos quadros clínicos.
De cima para baixo, a sequência correta é:
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O cuidado em saúde para pessoas que usam álcool e
outras drogas deve ser orientado pela Redução de Danos
como política e modo de cuidado. O surgimento dos agentes de redução de danos (redutores) e dos Consultórios
de rua conseguem uma efetiva aproximação dos usuários,
ao falar sua linguagem, atuar nos territórios e construir
uma nova ética no cuidado (Portal FIOCRUZ). Observe
as afirmativas abaixo:
I. A assistência à saúde ofertada prioritariamente pela política pública de saúde mental e de acordo com perspectiva proibicionista, de “alta exigência”, é aquela na qual nenhum padrão de consumo é tolerado e a abstinência é despontada como condição.
II. O modelo de atenção à saúde baseado na redução de danos representa um importante barreira ao acesso para as pessoas que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas. Os/as usuários de um CAPSAd, quando conseguem atendimentos, são estigmatizados de “fracos”, “vagabundos”, “sem-vergonha” e até “imorais”.
III. Os princípios da redução de danos se sustentam no pragmatismo de que o consumo de drogas sempre esteve e sempre estará presente na história da humanidade. Como o consumo de drogas não pode ser suprimido das sociedades, é possível traçar estratégias para reduzir os danos a ele relacionados, tanto para os usuários quanto para a coletividade.
Das afirmativas acima, é correto afirmar que:
I. A assistência à saúde ofertada prioritariamente pela política pública de saúde mental e de acordo com perspectiva proibicionista, de “alta exigência”, é aquela na qual nenhum padrão de consumo é tolerado e a abstinência é despontada como condição.
II. O modelo de atenção à saúde baseado na redução de danos representa um importante barreira ao acesso para as pessoas que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas. Os/as usuários de um CAPSAd, quando conseguem atendimentos, são estigmatizados de “fracos”, “vagabundos”, “sem-vergonha” e até “imorais”.
III. Os princípios da redução de danos se sustentam no pragmatismo de que o consumo de drogas sempre esteve e sempre estará presente na história da humanidade. Como o consumo de drogas não pode ser suprimido das sociedades, é possível traçar estratégias para reduzir os danos a ele relacionados, tanto para os usuários quanto para a coletividade.
Das afirmativas acima, é correto afirmar que:
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