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As doenças infecciosas e parasitárias têm grande importância para a saúde pública por estarem diretamente
associadas à pobreza e a condições de vida inadequadas.
No Brasil, apesar do declínio da morbimortalidade desde
a década de 1960, essas doenças persistem. (SOUZA et
al., 2020) Sobre as principais doenças infeciosas crônicas
no Brasil, pode-se afirmar que:
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O artigo 11 da Declaração Universal sobre Bioética e
Direitos Humanos, trata do princípio de não discriminação
e não estigmatização. Sobre estigma, pode-se afirmar que:
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Desde a descrição dos primeiros casos de aids, no
início da década de 1980, os avanços no conhecimento, na
prevenção e no tratamento da doença foram significativos. A
Lei n. 9.313/96, decretou a distribuição gratuita de medicação para o tratamento da aids, assim como surgiram política
públicas voltadas para novos casos da infecção e controle
da epidemia, acarretando redução da morbimortalidade e
das internações pelo HIV, o que elevou a expectativa de
vida das pessoas infectadas. Leia as afirmativas abaixo:
I. terapia antirretroviral (TARV) revolucionou o curso da doença, transformando a infecção pelo HIV de potencialmente fatal para doença crônica passível de tratamento. A TARV é o tratamento padrão para pacientes com HIV/aids. Contudo, requer taxas de adesão da ordem de 80%-90% para ser efetiva.
II. A adesão é um fenômeno multidimensional, que engloba o sistema e a equipe de saúde, fatores relacionados ao paciente, além de variáveis relacionadas ao tratamento, à doença, a aspectos culturais e socioeconômicas. Dentre os fatores psicossociais que têm sido associados a não adesão à TARV, pode-se citar a ausência de suporte social e a presença de transtornos mentais.
III. Embora se possa dizer que avanços tecnológicos e biomédicos foram alcançados em relação à epidemia de HIV/aids, no Brasil, o estigma e a discriminação estão entre as principais barreiras para o acesso a serviços de prevenção e testagem para o HIV.
Das afirmativas acima:
I. terapia antirretroviral (TARV) revolucionou o curso da doença, transformando a infecção pelo HIV de potencialmente fatal para doença crônica passível de tratamento. A TARV é o tratamento padrão para pacientes com HIV/aids. Contudo, requer taxas de adesão da ordem de 80%-90% para ser efetiva.
II. A adesão é um fenômeno multidimensional, que engloba o sistema e a equipe de saúde, fatores relacionados ao paciente, além de variáveis relacionadas ao tratamento, à doença, a aspectos culturais e socioeconômicas. Dentre os fatores psicossociais que têm sido associados a não adesão à TARV, pode-se citar a ausência de suporte social e a presença de transtornos mentais.
III. Embora se possa dizer que avanços tecnológicos e biomédicos foram alcançados em relação à epidemia de HIV/aids, no Brasil, o estigma e a discriminação estão entre as principais barreiras para o acesso a serviços de prevenção e testagem para o HIV.
Das afirmativas acima:
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A família, estrutura constituída como um todo organizado, sofre mudanças importantes e impacto emocional relevante, durante a hospitalização de um de seus
membros. As angústias, medos, sofrimentos e dúvidas
aí estarão presentes, assim como as incertezas do tratamento e prognóstico. O contato com a equipe de saúde se
torna relevante e o trabalho da Psicologia Hospitalar tem
fundamental papel junto a este grupo (LUSTOSA, 2007).
Assim, como o paciente, a família também se depara com
dificuldades no enfrentamento da situação de adoecimento/
hospitalização de um de seus membros.
I. Falta de informações adequadas sobre o estado do paciente: nem sempre a equipe de saúde sabe o que informar à família sobre o estado do paciente, ou mesmo tem disponibilidade interna e/ou externa para tal.
II. A família se vê frente a desafios na hora de eleger quem acompanhará em sua estada no hospital. A maioria dos hospitais tem horários de visita que não são sempre compatíveis com a vida dos membros da família que tem seus empregos, afazeres, tarefas, etc.
III. Responsabilidade frente a decisões difíceis: não raro, a família se vê frente a exigências de tomadas de decisões angustiantes (amputações, medicamentos, procedimentos invasivos, internação em CTI etc), enfrentando situações com intenso nível de ansiedade e dúvidas.
Sobre as dificuldades que as famílias podem encontrar, pode-se dizer que:
I. Falta de informações adequadas sobre o estado do paciente: nem sempre a equipe de saúde sabe o que informar à família sobre o estado do paciente, ou mesmo tem disponibilidade interna e/ou externa para tal.
II. A família se vê frente a desafios na hora de eleger quem acompanhará em sua estada no hospital. A maioria dos hospitais tem horários de visita que não são sempre compatíveis com a vida dos membros da família que tem seus empregos, afazeres, tarefas, etc.
III. Responsabilidade frente a decisões difíceis: não raro, a família se vê frente a exigências de tomadas de decisões angustiantes (amputações, medicamentos, procedimentos invasivos, internação em CTI etc), enfrentando situações com intenso nível de ansiedade e dúvidas.
Sobre as dificuldades que as famílias podem encontrar, pode-se dizer que:
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No Brasil, o hospital como cenário de atuação de
psicólogos relacionados à assistência e práticas em saúde
é ainda recente, principalmente quando compararmos com
o tempo de regulamentação da profissão. A implementação
deste novo campo profissional, denominado Psicologia
Hospitalar, suscitou a utilização de recursos técnicos e
metodológicos de diversas áreas do saber psicológico.
(SCHNEIDER; MOREIRA, 2017). Leia as afirmativas
abaixo e avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. A inserção obrigatória do psicólogo na equipe de saúde atuante nas UTIs é recente. Ele é chamado de intensivista, e algumas de suas funções junto ao paciente consistem em: a) assistência psicológica, atentando a fatores que podem influenciar sua estabilidade emocional; e, b) a avaliação da adaptação do paciente à hospitalização, considerando seu estado psíquico e sua compreensão do diagnóstico, além de suas reações emocionais diante da doença.
II. O psicólogo de UTI não atua junto à família acolhendo, orientando e informando as rotinas da UTI a seus familiares e visitantes, mas sim junto à equipe multiprofissional. Sua tarefa é apenas atender a solicitações dos profissionais da equipe, promover a adesão e compreensão do tratamento por parte dos envolvidos no processo de hospitalização.
III. A atuação do psicólogo na UTI deve se ater apenas ao suporte psicoterapêutico que o paciente necessita em virtude da possibilidade de apresentar uma série de transtornos/distúrbios psicológicos, relacionados ou não ao processo do adoecimento e da internação na UTI.
IV. Na UTI, onde a iminência da morte está sempre presente, as interferências emocionais da hospitalização no paciente e seus familiares tornam-se ainda mais extremadas podendo configurar um luto antecipatório. O atendimento psicológico pode ajudar o familiar a lidar com questões não resolvidas com a pessoa que está morrendo, a identificar e expressar sentimentos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. A inserção obrigatória do psicólogo na equipe de saúde atuante nas UTIs é recente. Ele é chamado de intensivista, e algumas de suas funções junto ao paciente consistem em: a) assistência psicológica, atentando a fatores que podem influenciar sua estabilidade emocional; e, b) a avaliação da adaptação do paciente à hospitalização, considerando seu estado psíquico e sua compreensão do diagnóstico, além de suas reações emocionais diante da doença.
II. O psicólogo de UTI não atua junto à família acolhendo, orientando e informando as rotinas da UTI a seus familiares e visitantes, mas sim junto à equipe multiprofissional. Sua tarefa é apenas atender a solicitações dos profissionais da equipe, promover a adesão e compreensão do tratamento por parte dos envolvidos no processo de hospitalização.
III. A atuação do psicólogo na UTI deve se ater apenas ao suporte psicoterapêutico que o paciente necessita em virtude da possibilidade de apresentar uma série de transtornos/distúrbios psicológicos, relacionados ou não ao processo do adoecimento e da internação na UTI.
IV. Na UTI, onde a iminência da morte está sempre presente, as interferências emocionais da hospitalização no paciente e seus familiares tornam-se ainda mais extremadas podendo configurar um luto antecipatório. O atendimento psicológico pode ajudar o familiar a lidar com questões não resolvidas com a pessoa que está morrendo, a identificar e expressar sentimentos.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
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Desenvolver habilidades para coordenar grupos é requisito importante do trabalho desenvolvido por psicólogos,
especialmente quando vinculados a instituições de saúde
pública. O dispositivo “grupo” pode ser pensado como
ferramenta possível de ser empregada para facilitar transformações e fomentar potenciais encontros humanos. Leia
as afirmativas abaixo sobre grupos operativos:
I. Todo grupo operativo é terapêutico, mas nem todo grupo terapêutico é operativo. O grupo operativo é um instrumento de trabalho, um método de investigação e cumpre, além disto, uma função terapêutica.
II. Grupo operativo é um conjunto restrito de pessoas, que, ligadas por constante de tempo e espaço e articuladas por sua mútua representação interna, propõe-se, de forma explícita ou implícita, a uma tarefa que constitui a sua finalidade, interatuando através de complexos mecanismos de assunção e de adjudicação de papéis.
III. O papel de coordenador no grupo operativo é de coopensor, aquele que pensa junto com o grupo ao mesmo tempo que integra o pensamento grupal, facilitando a dinâmica de comunicação grupal.
IV. A técnica de grupo operativo propõe a presença e intervenção de um coordenador, que nem indaga nem problematiza, as falas dos integrantes, e de um observador que, posteriormente, analisa com o coordenador os pontos emergentes, o movimento do grupo em torno da tarefa e os papéis desempenhados pelos integrantes.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. Todo grupo operativo é terapêutico, mas nem todo grupo terapêutico é operativo. O grupo operativo é um instrumento de trabalho, um método de investigação e cumpre, além disto, uma função terapêutica.
II. Grupo operativo é um conjunto restrito de pessoas, que, ligadas por constante de tempo e espaço e articuladas por sua mútua representação interna, propõe-se, de forma explícita ou implícita, a uma tarefa que constitui a sua finalidade, interatuando através de complexos mecanismos de assunção e de adjudicação de papéis.
III. O papel de coordenador no grupo operativo é de coopensor, aquele que pensa junto com o grupo ao mesmo tempo que integra o pensamento grupal, facilitando a dinâmica de comunicação grupal.
IV. A técnica de grupo operativo propõe a presença e intervenção de um coordenador, que nem indaga nem problematiza, as falas dos integrantes, e de um observador que, posteriormente, analisa com o coordenador os pontos emergentes, o movimento do grupo em torno da tarefa e os papéis desempenhados pelos integrantes.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
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Para se trabalhar em uma instituição, faz-se importante
conhecer alguns conceitos básicos da análise institucional,
tais como análise da demanda e de implicação, oferta,
analisador, equipamentos, dentre outros. A partir disso,
pode-se afirmar, EXCETO, que:
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“O Movimento Institucionalista é um conjunto heterogêneo, heterológico e polimorfo de orientações, entre as quais
é possível encontrar-se pelo menos uma característica
comum: sua aspiração a deflagrar, apoiar e aperfeiçoar
os processos autoanalíticos e autogestivos dos coletivos
sociais” (BAREMBLITT, 1992, p.11). Em uma perspectiva
institucionalista, pode-se afirmar que:
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O termo Cuidados Paliativos (CP), foi definido pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), como uma abordagem que visa promover a melhora da qualidade de vida
dos pacientes e de suas famílias que encaram dificuldades
em virtude de doenças que ameaçam a vida, por meio da
prevenção e do alívio do sofrimento, através de técnicas
que promovam a identificação precoce, avaliação de excelência e tratamento da dor, e dos problemas advindos de
aspectos espirituais, psicossociais e físicos (WHO, 2018). A
Resolução no. 41, de 31 de outubro de 2018, dispõe sobre
as diretrizes para a organização dos CP, à luz dos cuidados
continuados integrados, no âmbito Sistema Único de Saúde
(SUS). Sobre os Cuidados Paliativos, é correto afirmar que:
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O luto é uma reação natural e esperada ao rompimento
de um vínculo, é um processo de elaboração de uma perda
significativa, que não se aplica apenas a casos de morte,
mas também a outras situações. Sobre o luto e o trabalho
de luto, NÃO podemos afirmar que:
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