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- Microbiologia nas Técnicas em Laboratório
- Aplicação e Execução de Técnicas Bacteriológicas Para o Diagnóstico das Doenças Infecciosas
A estrutura adequada de um laboratório que trabalha
com Mycobacterium tuberculosis deve ter um sistema de
exaustão de ar independente, de modo que em caso de
acidente com gerações de aerossóis fora da cabine de
segurança biológica haja contenção adequada. A recomendação do MANUAL DE RECOMENDAÇÕES PARA O
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE TUBERCULOSE E
MICOBACTÉRIAS NÃO TUBERCULOSAS DE INTERESSE
EM SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL é a instalação de exaustor, com capacidade de:
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Um dos indicadores de qualidade do laboratório de
micobactérias é o índice de contaminação de culturas de
amostras do trato respiratório, em meio sólido, submetidas
a descontaminação. Esse índice de ser aferido e avaliado
mensalmente, e deve ser de:
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Em função da posologia de dose única diária, frequentemente é solicitado ao laboratório avaliar a sensibilidade
ao ertapenem para micobactérias de crescimento rápido.
O médico solicitante deve ser informado de que:
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Segundo o documento M24 do CLSI algumas cepas M.
abscessus necessitam de incubação por até 14 dias para
que possa ser feita a leitura dos testes de sensibilidade.
Nesses casos, em função da instabilidade de alguns antimicrobianos, deve ser incluída nota explicativa no laudo e
devem ser interpretados e reportados apenas:
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- Microbiologia nas Técnicas em Laboratório
- Preparação de Meios de Cultura, Soluções, Reagentes e Corantes
Segundo as normas vigentes do Ministério da Saúde
e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, os testes
de sensibilidade a antimicrobianos no Brasil devem ser
realizados seguindo as normas da versão brasileira do
European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing, o BrCAST. Entretanto, ainda não foram definidos pelo
BrCAST pontos de corte para os testes de sensibilidade para
micobactérias de crescimento rápido, e para o complexo M.
tuberculosis ainda não há pontos de corte para os fármacos
de primeira e segunda linhas. Enquanto não há critérios
definidos pelo BrCAST, os métodos e critérios utilizados
no Brasil para os testes de sensibilidade de micobactérias
têm sido aqueles preconizados pelo Clinical and Laboratory
Standards Institute no documento M24. Para as micobactérias de crescimento rápido o teste deve ser realizado com:
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A resistência à claritromicina NÃO é comum na espécie:
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A correta identificação molecular das espécies de micobactérias de crescimento rápido é essencial para guiar a
terapia antimicrobiana empírica, e serve como um controle
de qualidade dos resultados dos testes de sensibilidade in
vitro. A expressão de resistência indutiva à claritromicina é
frequente em:
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A taxonomia de micobactérias de crescimento rápido tem
sido objeto de grande discussão, face às novas evidências
geradas pelo sequenciamento completo dos genomas. Por
outro lado, a segurança do paciente impõe uma limitação
nas alterações taxonômicas. A nomenclatura vigente no
“List of Prokaryotic names with Standing in Nomenclature”
para o Complexo M. abscessus é:
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O Brasil, apesar da grande biodiversidade, consta na
literatura indexada, como origem infrequente de relatos de
novas espécies bacterianas. A espécie de micobactéria de
crescimento rápido descrita por autor brasileiro (Costa Cruz
em 1938) e isolada no Brasil, frequentemente detectada em
infecções secundárias a mamoplastias é:
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A cepa de controle de qualidade a ser utilizada nos testes
de sensibilidade do Complexo M. tuberculosis é:
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