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Foram encontradas 50 questões.

2212740 Ano: 2018
Disciplina: Marketing
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
Em mercados amplos e diversificados, as empresas não conseguem atender todos os clientes-alvo ou potenciais. A solução é dividir esses mercados em grupos de consumidores ou segmentos que apresentem desejos e necessidades semelhantes. Para desenvolver o plano de marketing, é necessário que haja a distinção de cada segmento. Sobre a segmentação de mercado e seleção de mercados-alvo, assinale a alternativa correta.
 

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2212734 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
É comum que as organizações passem por tempos de crise, seja por uma questão de conjuntura política ou econômica de seu país, seja por acidentes e acontecimentos que possam desencadear crises de imagem. Em relação à comunicação de crise e relações com a imprensa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Em momentos de acidentes e crises de imagens, é recomendável que a equipe de comunicação esteja preparada para atender a imprensa com declarações previamente elaboradas.
( ) O atendimento à imprensa em tempos de crise deve ser condicionado ao bom relacionamento com os meios de comunicação, em que os parceiros comerciais têm prioridade nas informações.
( ) No planejamento estratégico de comunicação, as ações de reação às crises são previstas e estruturadas para que, no momento da deflagração, as tomadas de decisão sejam facilitadas e alinhadas com os valores organizacionais.
( ) A identidade organizacional, que engloba missão, visão e valores, bem como a cultura organizacional, são fatores simbólicos fundamentais na manutenção e no direcionamento da comunicação em situações delicadas.
( ) A pressão exercida por grupos organizados – comunidades, sindicatos e outros afetados pelos acidentes e crises organizacionais – deve ser direcionada à imprensa, isentando-se a empresa de maiores responsabilidades.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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2212721 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
A Escola de Frankfurt foi uma corrente teórica sobre comunicação conhecida pela Teoria Crítica da Comunicação e por um alinhamento ideológico com Marx e seu pensamento de classes. Em relação à Escola de Frankfurt e suas principais ideias, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) O conceito de Indústria Cultural diz respeito à noção comercial das manifestações culturais e de como são absorvidas pela lógica do mercado.
( ) Adorno e Horkheimer, alguns dos principais pensadores da Escola de Frankfurt, concentram críticas à perspectiva dialética da comunicação.
( ) A comunicação de massa, de acordo com os postulados da Escola de Frankfurt, era responsável pela homogeneização da sociedade.
( ) O intuito do pensamento crítico era alertar a sociedade sobre os malefícios que a televisão causava nas crianças e adolescentes da época.
( ) Os conceitos de Indústria Cultural e de Comunicação de Massa são a base para o pensamento da Escola de Frankfurt e estão alinhados à ideologia capitalista.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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2212713 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
DESIGUALDADE
Homens têm 72% das mil melhores notas do Enem
Mais de 70% dos estudantes que tiraram as mil maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são meninos. No entanto, as meninas são maioria entre os candidatos. Dados tabulados pelo ‘Estado’ mostram ainda que o total de jovens do sexo masculino se sai melhor nas quatro áreas cobradas pela mais importante avaliação do país. A maior diferença está nos exames de Matemática e Ciências da Natureza. Os resultados indicam também disparidade de desempenho entre as raças. Garotas negras (pretas e pardas), que são a maior parte dos inscritos no Enem, representam só 6% das notas mais altas. Os meninos brancos são quase 50% dessa “elite” da prova e 15% dos candidatos.
Os números são de 2016 e se referem à parte objetiva do exame, que inclui ainda Ciências Humanas e Linguagens. O total considerado é de 4,8 milhões de candidatos. O ‘Estado’ checou também os mil melhores dos dois anos anteriores do Enem e o padrão se repete. Esse grupo tem perfil semelhante. As idades variam entre 17 e 19 anos, a maioria estudou em escolas particulares e possui renda familiar acima
de R$ 10 mil. Todos tiraram nota maior que 781,68, em uma escala que vai de 0 a 1.000. “Seria de se esperar que pelo menos no grupo dos mil, extremamente selecionado, as diferenças diminuíssem. E as 500 melhores meninas se equiparassem aos melhores 500 meninos”, diz a presidente do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
A análise das notas do grupo todo que fez o Enem mostra que, mesmo entre os brancos, há diferença de desempenho. Em Matemática, a nota de meninos brancos é 52 pontos maior que a de meninas brancas. Com relação às negras, são 81 pontos. Os jovens negros também têm desempenho melhor em Matemática e em Ciências da Natureza do que as brancas e as negras.
Segundo educadores e pesquisadores ouvidos pelo ‘Estado’, fatores sociais e culturais explicam o pior desempenho das mulheres especialmente em Matemática e Ciências da Natureza. “O que se espera, nas famílias e nas escolas, é que as meninas sejam melhores em se comunicar, em se expressar, e não que elas se saiam bem em Matemática. Essa expectativa sobre elas e delas mesmas influencia muito na aprendizagem”, afirma Priscila.
“A explicação não deve ser buscada na Biologia, embora cérebros de homens e mulheres não sejam iguais. Mas isso não afeta a cognição, em áreas do raciocínio lógico, muito menos na inteligência”, diz o professor titular de neurociência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent. Para ele, o que mais influencia são as posições da família e os estereótipos da sociedade.
Os resultados do Pisa, maior exame internacional do mundo, feito pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OC DE), mostram que a disparidade nas notas é comum também em outros países. A prova avalia estudantes de 15 anos em cerca de 70 países. Meninos se saem melhor do que meninas em exames de Matemática e Ciências na maioria deles.
O Brasil é um dos países em que há mais diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa. Para a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, a nova base curricular aprovada no País pode ajudar. “Se você tiver um currículo mais instigante, que desperte o espírito investigativo e a resolução de problemas, as meninas podem ter mais interesse pela Matemática e pela Ciência”.
“A escola brasileira produz desigualdades. Ela acolhe o padrão de desigualdade e ainda tem o efeito perverso de entregar, no fim da educação básica, com mais desigualdade ainda”, diz o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. Estudos brasileiros mostram que a diferença nas notas entre os gêneros é menor nos primeiros anos do ensino fundamental e vai aumentando. A entidade financia projetos que estimulem meninas a se envolver com Exatas.
Para Henriques, os estereótipos também são produzidos em casa. “Vai desde a primeira infância, com jogos e brincadeiras diferentes para meninos e meninas, que inibem a performance das jovens”. Brinquedos como blocos de montar e jogos de raciocínio acabam sendo mais direcionados aos meninos, enquanto as meninas ficam com as bonecas.
(Adaptado de: CAFARDO, R.; TOLEDO, L. F. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-degenero- e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018).
OPOSTO
Na prova de Redação, alunas do sexo feminino têm nota maior
Os resultados na prova de Redação do Enem 2016 são opostos do ponto de vista de gênero, se comparados aos da prova objetiva, que tem exames de Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Linguagens. A nota média das meninas foi 540, enquanto a dos meninos foi 520. Além disso, elas representam 70% das mil maiores notas. Quem se sai melhor são as brancas – 42,9% dessa lista.
Em seguida, vêm as negras, com 23,2%. Homens brancos e negros têm proporção semelhante, 14,6% e 13,4% respectivamente. Os resultados seguem o mesmo padrão nos exames de Redação de 2015 e 2014.
Na área de Linguagens da prova objetiva, os meninos se saem levemente melhor que as meninas, com 4,6 pontos a mais, em média. É a área com a menor diferença, mas considerada quase insignificante do ponto de vista estatístico. No Pisa (exame internacional), meninas se saem melhor na área de Leitura na maioria dos países. Mas, ao longo dos anos, os meninos têm aumentado suas notas e a distância entre eles é menor nos exames mais atuais.
Estudos brasileiros mostram que as mulheres abandonam menos a escola porque, entre outras razões, os homens são forçados a entrar mais cedo no mercado de trabalho. As estudantes do sexo feminino também já são maioria no ensino superior no país. Essa proporção muda em áreas como Engenharia e Construção, quando cerca de 35% apenas são mulheres. Na área de Educação, as alunas representam
cerca de 70%.
(CAFARDO, R. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-de-genero-e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018.)
Em relação aos textos, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) No primeiro parágrafo do texto I, o uso do termo “só” é subjetivo, marcando a opinião do produtor do texto.
( ) O termo “elite”, no primeiro parágrafo do texto I, está entre aspas para relativizar o sentido desse substantivo.
( ) A palavra “Estado” apresenta aspas simples, no texto I, para mostrar que se trata do Brasil, do País.
( ) No texto II, os termos “levemente” e “quase” marcam a subjetividade do produtor do texto.
( ) Os textos I e II, ao usarem os termos “maior parte”, “quase”, “maioria”, “cerca de”, têm sua credibilidade afetada e seus dados questionados.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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Com base na Resolução do Conselho Monetário Nacional nº. 2.828, datada de 30 de março de 2001, bem como suas respectivas alterações, que explicita as regras acerca da regulamentação das Agências de Fomento, assinale a alternativa correta.
 

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2212692 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
TEXTO I - DESIGUALDADE
Homens têm 72% das mil melhores notas do Enem
Mais de 70% dos estudantes que tiraram as mil maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são meninos. No entanto, as meninas são maioria entre os candidatos. Dados tabulados pelo ‘Estado’ mostram ainda que o total de jovens do sexo masculino se sai melhor nas quatro áreas cobradas pela mais importante avaliação do país. A maior diferença está nos exames de Matemática e Ciências da Natureza. Os resultados indicam também disparidade de desempenho entre as raças. Garotas negras (pretas e pardas), que são a maior parte dos inscritos no Enem, representam só 6% das notas mais altas. Os meninos brancos são quase 50% dessa “elite” da prova e 15% dos candidatos.
Os números são de 2016 e se referem à parte objetiva do exame, que inclui ainda Ciências Humanas e Linguagens. O total considerado é de 4,8 milhões de candidatos. O ‘Estado’ checou também os mil melhores dos dois anos anteriores do Enem e o padrão se repete. Esse grupo tem perfil semelhante. As idades variam entre 17 e 19 anos, a maioria estudou em escolas particulares e possui renda familiar acima
de R$ 10 mil. Todos tiraram nota maior que 781,68, em uma escala que vai de 0 a 1.000. “Seria de se esperar que pelo menos no grupo dos mil, extremamente selecionado, as diferenças diminuíssem. E as 500 melhores meninas se equiparassem aos melhores 500 meninos”, diz a presidente do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
A análise das notas do grupo todo que fez o Enem mostra que, mesmo entre os brancos, há diferença de desempenho. Em Matemática, a nota de meninos brancos é 52 pontos maior que a de meninas brancas. Com relação às negras, são 81 pontos. Os jovens negros também têm desempenho melhor em Matemática e em Ciências da Natureza do que as brancas e as negras.
Segundo educadores e pesquisadores ouvidos pelo ‘Estado’, fatores sociais e culturais explicam o pior desempenho das mulheres especialmente em Matemática e Ciências da Natureza. “O que se espera, nas famílias e nas escolas, é que as meninas sejam melhores em se comunicar, em se expressar, e não que elas se saiam bem em Matemática. Essa expectativa sobre elas e delas mesmas influencia muito na aprendizagem”, afirma Priscila.
“A explicação não deve ser buscada na Biologia, embora cérebros de homens e mulheres não sejam iguais. Mas isso não afeta a cognição, em áreas do raciocínio lógico, muito menos na inteligência”, diz o professor titular de neurociência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent. Para ele, o que mais influencia são as posições da família e os estereótipos da sociedade.
Os resultados do Pisa, maior exame internacional do mundo, feito pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OC DE), mostram que a disparidade nas notas é comum também em outros países. A prova avalia estudantes de 15 anos em cerca de 70 países. Meninos se saem melhor do que meninas em exames de Matemática e Ciências na maioria deles.
O Brasil é um dos países em que há mais diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa. Para a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, a nova base curricular aprovada no País pode ajudar. “Se você tiver um currículo mais instigante, que desperte o espírito investigativo e a resolução de problemas, as meninas podem ter mais interesse pela Matemática e pela Ciência”.
“A escola brasileira produz desigualdades. Ela acolhe o padrão de desigualdade e ainda tem o efeito perverso de entregar, no fim da educação básica, com mais desigualdade ainda”, diz o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. Estudos brasileiros mostram que a diferença nas notas entre os gêneros é menor nos primeiros anos do ensino fundamental e vai aumentando. A entidade financia projetos que estimulem meninas a se envolver com Exatas.
Para Henriques, os estereótipos também são produzidos em casa. “Vai desde a primeira infância, com jogos e brincadeiras diferentes para meninos e meninas, que inibem a performance das jovens”. Brinquedos como blocos de montar e jogos de raciocínio acabam sendo mais direcionados aos meninos, enquanto as meninas ficam com as bonecas.
(Adaptado de: CAFARDO, R.; TOLEDO, L. F. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-degenero- e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018).
TEXTO II - OPOSTO
Na prova de Redação, alunas do sexo feminino têm nota maior
Os resultados na prova de Redação do Enem 2016 são opostos do ponto de vista de gênero, se comparados aos da prova objetiva, que tem exames de Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Linguagens. A nota média das meninas foi 540, enquanto a dos meninos foi 520. Além disso, elas representam 70% das mil maiores notas. Quem se sai melhor são as brancas – 42,9% dessa lista.
Em seguida, vêm as negras, com 23,2%. Homens brancos e negros têm proporção semelhante, 14,6% e 13,4% respectivamente. Os resultados seguem o mesmo padrão nos exames de Redação de 2015 e 2014.
Na área de Linguagens da prova objetiva, os meninos se saem levemente melhor que as meninas, com 4,6 pontos a mais, em média. É a área com a menor diferença, mas considerada quase insignificante do ponto de vista estatístico. No Pisa (exame internacional), meninas se saem melhor na área de Leitura na maioria dos países. Mas, ao longo dos anos, os meninos têm aumentado suas notas e a distância entre eles é menor nos exames mais atuais.
Estudos brasileiros mostram que as mulheres abandonam menos a escola porque, entre outras razões, os homens são forçados a entrar mais cedo no mercado de trabalho. As estudantes do sexo feminino também já são maioria no ensino superior no país. Essa proporção muda em áreas como Engenharia e Construção, quando cerca de 35% apenas são mulheres. Na área de Educação, as alunas representam
cerca de 70%.
(CAFARDO, R. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-de-genero-e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018.)
Sobre o texto II, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o conectivo adequado para introduzir o segundo parágrafo, mantendo o sentido original do texto.
 

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2212680 Ano: 2018
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
As mídias sociais, em especial as redes sociais digitais, sãomuito utilizadas na comunicação organizacional, com o intuito de criar e aproximar relacionamentos com os públicos de interesse da marca, e são potencializadas por uma gestão dessas mídias de forma especializada. Sobre a gestão de mídias sociais, considere as afirmativas a seguir.
I. A gestão das mídias sociais promove um estreitamento da marca com seus públicos estratégicos, em especial com os acionistas.
II. No processo de gestão de mídias sociais, são trabalhados e considerados, em primeiro plano, os públicos que geram lucro para a marca.
III. A promoção de relacionamento é o foco da gestão de mídias sociais, com o objetivo de aproximar pessoas da marca e estabelecer um conceito de atuação.
IV. No processo de gestão de mídias sociais, o monitoramento e a regularidade são fatores que auxiliam a construção de relacionamentos.
Assinale a alternativa correta.
 

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2212678 Ano: 2018
Disciplina: Economia
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
Sobre a política monetária em uma economia fechada, considere as afirmativas a seguir.
I. Uma política expansionista, tudo o mais constante, no modelo IS-LM, quando a demanda por moeda é inelástica à taxa de juros, é pouco eficaz no que tange à capacidade de aumentar a renda agregada de equilíbrio.
II. No modelo IS-LM, uma política expansionista, tudo o mais constante, é tanto mais eficaz, quanto maior for a sensibilidade do investimento em relação à taxa de juros.
III. Uma política expansionista, no modelo clássico, tudo o mais constante, aumenta a demanda agregada, mas, no longo prazo, provoca apenas aumento do nível de preços, pois não afeta as variáveis que determinam o produto potencial da economia.
IV. Uma política expansionista, na versão aceleracionista da curva de Phillips, sob a hipótese de que os indivíduos têm expectativas adaptativas, tudo o mais constante, deve diminuir a taxa de desemprego à custa de um aumento da taxa de inflação, mas apenas no curto prazo.
Assinale a alternativa correta.
 

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2212676 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
DESIGUALDADE
Homens têm 72% das mil melhores notas do Enem
Mais de 70% dos estudantes que tiraram as mil maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são meninos. No entanto, as meninas são maioria entre os candidatos. Dados tabulados pelo ‘Estado’ mostram ainda que o total de jovens do sexo masculino se sai melhor nas quatro áreas cobradas pela mais importante avaliação do país. A maior diferença está nos exames de Matemática e Ciências da Natureza. Os resultados indicam também disparidade de desempenho entre as raças. Garotas negras (pretas e pardas), que são a maior parte dos inscritos no Enem, representam só 6% das notas mais altas. Os meninos brancos são quase 50% dessa “elite” da prova e 15% dos candidatos.
Os números são de 2016 e se referem à parte objetiva do exame, que inclui ainda Ciências Humanas e Linguagens. O total considerado é de 4,8 milhões de candidatos. O ‘Estado’ checou também os mil melhores dos dois anos anteriores do Enem e o padrão se repete. Esse grupo tem perfil semelhante. As idades variam entre 17 e 19 anos, a maioria estudou em escolas particulares e possui renda familiar acima
de R$ 10 mil. Todos tiraram nota maior que 781,68, em uma escala que vai de 0 a 1.000. “Seria de se esperar que pelo menos no grupo dos mil, extremamente selecionado, as diferenças diminuíssem. E as 500 melhores meninas se equiparassem aos melhores 500 meninos”, diz a presidente do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
A análise das notas do grupo todo que fez o Enem mostra que, mesmo entre os brancos, há diferença de desempenho. Em Matemática, a nota de meninos brancos é 52 pontos maior que a de meninas brancas. Com relação às negras, são 81 pontos. Os jovens negros também têm desempenho melhor em Matemática e em Ciências da Natureza do que as brancas e as negras.
Segundo educadores e pesquisadores ouvidos pelo ‘Estado’, fatores sociais e culturais explicam o pior desempenho das mulheres especialmente em Matemática e Ciências da Natureza. “O que se espera, nas famílias e nas escolas, é que as meninas sejam melhores em se comunicar, em se expressar, e não que elas se saiam bem em Matemática. Essa expectativa sobre elas e delas mesmas influencia muito na aprendizagem”, afirma Priscila.
“A explicação não deve ser buscada na Biologia, embora cérebros de homens e mulheres não sejam iguais. Mas isso não afeta a cognição, em áreas do raciocínio lógico, muito menos na inteligência”, diz o professor titular de neurociência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent. Para ele, o que mais influencia são as posições da família e os estereótipos da sociedade.
Os resultados do Pisa, maior exame internacional do mundo, feito pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OC DE), mostram que a disparidade nas notas é comum também em outros países. A prova avalia estudantes de 15 anos em cerca de 70 países. Meninos se saem melhor do que meninas em exames de Matemática e Ciências na maioria deles.
O Brasil é um dos países em que há mais diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa. Para a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, a nova base curricular aprovada no País pode ajudar. “Se você tiver um currículo mais instigante, que desperte o espírito investigativo e a resolução de problemas, as meninas podem ter mais interesse pela Matemática e pela Ciência”.
“A escola brasileira produz desigualdades. Ela acolhe o padrão de desigualdade e ainda tem o efeito perverso de entregar, no fim da educação básica, com mais desigualdade ainda”, diz o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. Estudos brasileiros mostram que a diferença nas notas entre os gêneros é menor nos primeiros anos do ensino fundamental e vai aumentando. A entidade financia projetos que estimulem meninas a se envolver com Exatas.
Para Henriques, os estereótipos também são produzidos em casa. “Vai desde a primeira infância, com jogos e brincadeiras diferentes para meninos e meninas, que inibem a performance das jovens”. Brinquedos como blocos de montar e jogos de raciocínio acabam sendo mais direcionados aos meninos, enquanto as meninas ficam com as bonecas.
(Adaptado de: CAFARDO, R.; TOLEDO, L. F. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-degenero- e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018).
OPOSTO
Na prova de Redação, alunas do sexo feminino têm nota maior
Os resultados na prova de Redação do Enem 2016 são opostos do ponto de vista de gênero, se comparados aos da prova objetiva, que tem exames de Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Linguagens. A nota média das meninas foi 540, enquanto a dos meninos foi 520. Além disso, elas representam 70% das mil maiores notas. Quem se sai melhor são as brancas – 42,9% dessa lista.
Em seguida, vêm as negras, com 23,2%. Homens brancos e negros têm proporção semelhante, 14,6% e 13,4% respectivamente. Os resultados seguem o mesmo padrão nos exames de Redação de 2015 e 2014.
Na área de Linguagens da prova objetiva, os meninos se saem levemente melhor que as meninas, com 4,6 pontos a mais, em média. É a área com a menor diferença, mas considerada quase insignificante do ponto de vista estatístico. No Pisa (exame internacional), meninas se saem melhor na área de Leitura na maioria dos países. Mas, ao longo dos anos, os meninos têm aumentado suas notas e a distância entre eles é menor nos exames mais atuais.
Estudos brasileiros mostram que as mulheres abandonam menos a escola porque, entre outras razões, os homens são forçados a entrar mais cedo no mercado de trabalho. As estudantes do sexo feminino também já são maioria no ensino superior no país. Essa proporção muda em áreas como Engenharia e Construção, quando cerca de 35% apenas são mulheres. Na área de Educação, as alunas representam
cerca de 70%.
(CAFARDO, R. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-de-genero-e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018.)
Em relação ao texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Matemática e Ciências da Natureza são áreas mais complexas do que Ciências Humanas e Linguagens.
( ) Fatores socioculturais influenciam no desempenho das mulheres em Matemática e Ciências.
( ) O Brasil também apresenta diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa.
( ) Por questões biológicas, a aprendizagem de meninos e meninas é diferente.
( ) Estereótipos produzidos em casa influenciam na aprendizagem de meninos e meninas.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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Leia o texto a seguir.
A Inflação é tão importante que foi preciso estabelecer uma meta para estabilizá-la, um objetivo que é perseguido todos os anos pelo Banco Central (BC). Para manter o custo de vida em um nível tolerável, o BC precisa mexer nos juros da economia.
(Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2018/01/entenda-como-a-inflacao-afeta-o-seu-dia-a-dia>. Acesso em: 4 jan. 2018.)
Sobre as consequências da inflação no Brasil, considere as afirmativas a seguir.
I. Afeta o poder de compra da população.
II. Resulta no aumento geral de preços.
III. A diminuição de taxas de juros é recurso usado no controle da inflação.
IV. A emissão de papel-moeda pelo governo é alternativa para conter a inflação.
Assinale a alternativa correta.
 

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