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2212719 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
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Para o cálculo da indenização em virtude da instituição de servidão em lotes urbanos, pode-se aplicar o critério “antes e depois”, em que:
!$ V_i = V_t × k !$
onde:
!$ V_i !$ é o valor da indenização correspondente à perda do valor do terreno pela instituição da servidão;
!$ V_t !$ é o valor do terreno original, sem a existência da servidão e;
K é o coeficiente de servidão.
A fim de retratar a alteração havida ou que haverá nas condições de aproveitamento do lote, o coeficiente de servidão K é expresso por:
!$ K = { \large (AC_a - AC_d) \over AC_a} !$
onde:
!$ AC_a !$ é área construída existente, ou a legalmente permitida antes da instituição da servidão;
!$ AC_d !$ é a área construída que remanescer, ou a que legalmente seja permitida depois da instituição da servidão.
Sobre a aplicação desse critério, considere as afirmativas a seguir.
I. O valor da indenização (!$ V_i !$) obtido inclui os prejuízos causados às benfeitorias atingidas pela faixa de servidão, uma vez que se emprega o coeficiente de servidão K.
II. O valor da indenização (!$ V_i !$) corresponde à diferença entre as avaliações do imóvel original e do imóvel serviente, na mesma data de referência, considerando a alteração de aproveitamento.
III. O valor da indenização (!$ V_i !$) obtido supera o valor identificado para a área de servidão, pois inclui a depreciação da área remanescente.
IV. Toma-se por princípio que a redução da área do lote provoca uma diminuição no seu valor de mercado na mesma proporção da redução da área construída existente ou da permitida legalmente.
Assinale a alternativa correta.
 

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2212716 Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
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Um dos objetivos da Engenharia Econômica é a análise de investimentos. Quando se procede a tal análise, é necessário encontrar respostas para questões como: “Devemos comprar um caminhão, alugálo ou terceirizar o transporte?” ou “Seria melhor adquirir uma máquina mais barata, com manutenção mais cara, ou vice-versa?” e muitas outras que surgem durante o estudo de viabilidade de um projeto. Assim, a decisão sobre alternativas de projeto deve considerar critérios econômicos, como rentabilidade e retorno de investimento, aspectos financeiros, como disponibilidade e captação de recursos, e aspectos imponderáveis que não são conversíveis em dinheiro. Para a análise de investimento, destacam-se três métodos básicos: VAUE – Valor Anual Uniforme Equivalente; VPL – Valor Presente Líquido e TIR – Taxa Interna de Retorno.
Sobre esses três métodos, considere as afirmativas a seguir.
I. Para empresas ou pessoas físicas, a Taxa Mínima de Atratividade pode ser objetivamente auferida como aquela obtida pela aplicação do mesmo capital em aplicações de baixo risco, como a Caderneta de Poupança.
II. No método VAUE, determina-se uma série uniforme anual equivalente ao fluxo de caixa dos investimentos à Taxa Interna de Retorno, sendo o melhor projeto aquele que apresentar o melhor saldo positivo.
III. No método do VPL, usando a Taxa Mínima de Atratividade, calcula-se o valor presente dos termos futuros do fluxo de caixa somando-os ao investimento inicial de cada alternativa, escolhendo-se aquela que apresentar melhor Valor Presente Líquido.
IV. No método da TIR, para cada alternativa, determina-se a taxa que leva a zero o valor presente do fluxo de caixa, escolhendo-se aquele que apresenta maior Taxa Interna de Retorno, sendo esta superior à Taxa Mínima de Atratividade.
Assinale a alternativa correta.
 

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2212713 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
DESIGUALDADE
Homens têm 72% das mil melhores notas do Enem
Mais de 70% dos estudantes que tiraram as mil maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são meninos. No entanto, as meninas são maioria entre os candidatos. Dados tabulados pelo ‘Estado’ mostram ainda que o total de jovens do sexo masculino se sai melhor nas quatro áreas cobradas pela mais importante avaliação do país. A maior diferença está nos exames de Matemática e Ciências da Natureza. Os resultados indicam também disparidade de desempenho entre as raças. Garotas negras (pretas e pardas), que são a maior parte dos inscritos no Enem, representam só 6% das notas mais altas. Os meninos brancos são quase 50% dessa “elite” da prova e 15% dos candidatos.
Os números são de 2016 e se referem à parte objetiva do exame, que inclui ainda Ciências Humanas e Linguagens. O total considerado é de 4,8 milhões de candidatos. O ‘Estado’ checou também os mil melhores dos dois anos anteriores do Enem e o padrão se repete. Esse grupo tem perfil semelhante. As idades variam entre 17 e 19 anos, a maioria estudou em escolas particulares e possui renda familiar acima
de R$ 10 mil. Todos tiraram nota maior que 781,68, em uma escala que vai de 0 a 1.000. “Seria de se esperar que pelo menos no grupo dos mil, extremamente selecionado, as diferenças diminuíssem. E as 500 melhores meninas se equiparassem aos melhores 500 meninos”, diz a presidente do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
A análise das notas do grupo todo que fez o Enem mostra que, mesmo entre os brancos, há diferença de desempenho. Em Matemática, a nota de meninos brancos é 52 pontos maior que a de meninas brancas. Com relação às negras, são 81 pontos. Os jovens negros também têm desempenho melhor em Matemática e em Ciências da Natureza do que as brancas e as negras.
Segundo educadores e pesquisadores ouvidos pelo ‘Estado’, fatores sociais e culturais explicam o pior desempenho das mulheres especialmente em Matemática e Ciências da Natureza. “O que se espera, nas famílias e nas escolas, é que as meninas sejam melhores em se comunicar, em se expressar, e não que elas se saiam bem em Matemática. Essa expectativa sobre elas e delas mesmas influencia muito na aprendizagem”, afirma Priscila.
“A explicação não deve ser buscada na Biologia, embora cérebros de homens e mulheres não sejam iguais. Mas isso não afeta a cognição, em áreas do raciocínio lógico, muito menos na inteligência”, diz o professor titular de neurociência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent. Para ele, o que mais influencia são as posições da família e os estereótipos da sociedade.
Os resultados do Pisa, maior exame internacional do mundo, feito pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OC DE), mostram que a disparidade nas notas é comum também em outros países. A prova avalia estudantes de 15 anos em cerca de 70 países. Meninos se saem melhor do que meninas em exames de Matemática e Ciências na maioria deles.
O Brasil é um dos países em que há mais diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa. Para a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, a nova base curricular aprovada no País pode ajudar. “Se você tiver um currículo mais instigante, que desperte o espírito investigativo e a resolução de problemas, as meninas podem ter mais interesse pela Matemática e pela Ciência”.
“A escola brasileira produz desigualdades. Ela acolhe o padrão de desigualdade e ainda tem o efeito perverso de entregar, no fim da educação básica, com mais desigualdade ainda”, diz o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. Estudos brasileiros mostram que a diferença nas notas entre os gêneros é menor nos primeiros anos do ensino fundamental e vai aumentando. A entidade financia projetos que estimulem meninas a se envolver com Exatas.
Para Henriques, os estereótipos também são produzidos em casa. “Vai desde a primeira infância, com jogos e brincadeiras diferentes para meninos e meninas, que inibem a performance das jovens”. Brinquedos como blocos de montar e jogos de raciocínio acabam sendo mais direcionados aos meninos, enquanto as meninas ficam com as bonecas.
(Adaptado de: CAFARDO, R.; TOLEDO, L. F. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-degenero- e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018).
OPOSTO
Na prova de Redação, alunas do sexo feminino têm nota maior
Os resultados na prova de Redação do Enem 2016 são opostos do ponto de vista de gênero, se comparados aos da prova objetiva, que tem exames de Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Linguagens. A nota média das meninas foi 540, enquanto a dos meninos foi 520. Além disso, elas representam 70% das mil maiores notas. Quem se sai melhor são as brancas – 42,9% dessa lista.
Em seguida, vêm as negras, com 23,2%. Homens brancos e negros têm proporção semelhante, 14,6% e 13,4% respectivamente. Os resultados seguem o mesmo padrão nos exames de Redação de 2015 e 2014.
Na área de Linguagens da prova objetiva, os meninos se saem levemente melhor que as meninas, com 4,6 pontos a mais, em média. É a área com a menor diferença, mas considerada quase insignificante do ponto de vista estatístico. No Pisa (exame internacional), meninas se saem melhor na área de Leitura na maioria dos países. Mas, ao longo dos anos, os meninos têm aumentado suas notas e a distância entre eles é menor nos exames mais atuais.
Estudos brasileiros mostram que as mulheres abandonam menos a escola porque, entre outras razões, os homens são forçados a entrar mais cedo no mercado de trabalho. As estudantes do sexo feminino também já são maioria no ensino superior no país. Essa proporção muda em áreas como Engenharia e Construção, quando cerca de 35% apenas são mulheres. Na área de Educação, as alunas representam
cerca de 70%.
(CAFARDO, R. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-de-genero-e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018.)
Em relação aos textos, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) No primeiro parágrafo do texto I, o uso do termo “só” é subjetivo, marcando a opinião do produtor do texto.
( ) O termo “elite”, no primeiro parágrafo do texto I, está entre aspas para relativizar o sentido desse substantivo.
( ) A palavra “Estado” apresenta aspas simples, no texto I, para mostrar que se trata do Brasil, do País.
( ) No texto II, os termos “levemente” e “quase” marcam a subjetividade do produtor do texto.
( ) Os textos I e II, ao usarem os termos “maior parte”, “quase”, “maioria”, “cerca de”, têm sua credibilidade afetada e seus dados questionados.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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Com base na Resolução do Conselho Monetário Nacional nº. 2.828, datada de 30 de março de 2001, bem como suas respectivas alterações, que explicita as regras acerca da regulamentação das Agências de Fomento, assinale a alternativa correta.
 

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2212708 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
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A ABNT NBR 12722:1992 trata da discriminação de serviços para a construção de edifícios. Entre outros elementos que devem constar da fase de projetos na realização de um empreendimento, considere os relacionados nas afirmativas a seguir.
I. Cronograma geral da obra.
II. Projetos de instalações.
III. Projeto geotécnico.
IV. Previsão orçamentária.
Assinale a alternativa correta.
 

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2212704 Ano: 2018
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
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Com base no novo Código de Processo Civil brasileiro, de 2015, no que trata da ação de demarcação de terras particulares, considere as afirmativas a seguir.
I. É obrigatória a colocação de marcos tanto na estação inicial, dita marco primordial, quanto nos vértices dos ângulos, salvo se algum desses últimos pontos for assinalado por acidentes naturais de difícil remoção ou destruição.
II. A linha será percorrida pelos peritos, que examinarão os marcos e os rumos, consignando em relatório escrito a exatidão do memorial e da planta apresentados pelo agrimensor ou as divergências porventura encontradas.
III. Os peritos proporão a forma da divisão, devendo consultar, quanto possível, a comodidade das partes, respeitar, para adjudicação a cada condômino, a preferência dos terrenos contíguos às suas residências e benfeitorias e evitar o retalhamento dos quinhões em glebas separadas.
IV. Se qualquer linha do perímetro atingir benfeitorias permanentes dos confinantes feitas há mais de 1 ano, serão elas respeitadas, bem como os terrenos onde estiverem, os quais não se computarão na área dividenda.
Assinale a alternativa correta.
 

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2212697 Ano: 2018
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a denominação do “procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, a instalação, a ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais”.
 

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2212692 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
TEXTO I - DESIGUALDADE
Homens têm 72% das mil melhores notas do Enem
Mais de 70% dos estudantes que tiraram as mil maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são meninos. No entanto, as meninas são maioria entre os candidatos. Dados tabulados pelo ‘Estado’ mostram ainda que o total de jovens do sexo masculino se sai melhor nas quatro áreas cobradas pela mais importante avaliação do país. A maior diferença está nos exames de Matemática e Ciências da Natureza. Os resultados indicam também disparidade de desempenho entre as raças. Garotas negras (pretas e pardas), que são a maior parte dos inscritos no Enem, representam só 6% das notas mais altas. Os meninos brancos são quase 50% dessa “elite” da prova e 15% dos candidatos.
Os números são de 2016 e se referem à parte objetiva do exame, que inclui ainda Ciências Humanas e Linguagens. O total considerado é de 4,8 milhões de candidatos. O ‘Estado’ checou também os mil melhores dos dois anos anteriores do Enem e o padrão se repete. Esse grupo tem perfil semelhante. As idades variam entre 17 e 19 anos, a maioria estudou em escolas particulares e possui renda familiar acima
de R$ 10 mil. Todos tiraram nota maior que 781,68, em uma escala que vai de 0 a 1.000. “Seria de se esperar que pelo menos no grupo dos mil, extremamente selecionado, as diferenças diminuíssem. E as 500 melhores meninas se equiparassem aos melhores 500 meninos”, diz a presidente do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
A análise das notas do grupo todo que fez o Enem mostra que, mesmo entre os brancos, há diferença de desempenho. Em Matemática, a nota de meninos brancos é 52 pontos maior que a de meninas brancas. Com relação às negras, são 81 pontos. Os jovens negros também têm desempenho melhor em Matemática e em Ciências da Natureza do que as brancas e as negras.
Segundo educadores e pesquisadores ouvidos pelo ‘Estado’, fatores sociais e culturais explicam o pior desempenho das mulheres especialmente em Matemática e Ciências da Natureza. “O que se espera, nas famílias e nas escolas, é que as meninas sejam melhores em se comunicar, em se expressar, e não que elas se saiam bem em Matemática. Essa expectativa sobre elas e delas mesmas influencia muito na aprendizagem”, afirma Priscila.
“A explicação não deve ser buscada na Biologia, embora cérebros de homens e mulheres não sejam iguais. Mas isso não afeta a cognição, em áreas do raciocínio lógico, muito menos na inteligência”, diz o professor titular de neurociência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent. Para ele, o que mais influencia são as posições da família e os estereótipos da sociedade.
Os resultados do Pisa, maior exame internacional do mundo, feito pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OC DE), mostram que a disparidade nas notas é comum também em outros países. A prova avalia estudantes de 15 anos em cerca de 70 países. Meninos se saem melhor do que meninas em exames de Matemática e Ciências na maioria deles.
O Brasil é um dos países em que há mais diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa. Para a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, a nova base curricular aprovada no País pode ajudar. “Se você tiver um currículo mais instigante, que desperte o espírito investigativo e a resolução de problemas, as meninas podem ter mais interesse pela Matemática e pela Ciência”.
“A escola brasileira produz desigualdades. Ela acolhe o padrão de desigualdade e ainda tem o efeito perverso de entregar, no fim da educação básica, com mais desigualdade ainda”, diz o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. Estudos brasileiros mostram que a diferença nas notas entre os gêneros é menor nos primeiros anos do ensino fundamental e vai aumentando. A entidade financia projetos que estimulem meninas a se envolver com Exatas.
Para Henriques, os estereótipos também são produzidos em casa. “Vai desde a primeira infância, com jogos e brincadeiras diferentes para meninos e meninas, que inibem a performance das jovens”. Brinquedos como blocos de montar e jogos de raciocínio acabam sendo mais direcionados aos meninos, enquanto as meninas ficam com as bonecas.
(Adaptado de: CAFARDO, R.; TOLEDO, L. F. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-degenero- e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018).
TEXTO II - OPOSTO
Na prova de Redação, alunas do sexo feminino têm nota maior
Os resultados na prova de Redação do Enem 2016 são opostos do ponto de vista de gênero, se comparados aos da prova objetiva, que tem exames de Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Linguagens. A nota média das meninas foi 540, enquanto a dos meninos foi 520. Além disso, elas representam 70% das mil maiores notas. Quem se sai melhor são as brancas – 42,9% dessa lista.
Em seguida, vêm as negras, com 23,2%. Homens brancos e negros têm proporção semelhante, 14,6% e 13,4% respectivamente. Os resultados seguem o mesmo padrão nos exames de Redação de 2015 e 2014.
Na área de Linguagens da prova objetiva, os meninos se saem levemente melhor que as meninas, com 4,6 pontos a mais, em média. É a área com a menor diferença, mas considerada quase insignificante do ponto de vista estatístico. No Pisa (exame internacional), meninas se saem melhor na área de Leitura na maioria dos países. Mas, ao longo dos anos, os meninos têm aumentado suas notas e a distância entre eles é menor nos exames mais atuais.
Estudos brasileiros mostram que as mulheres abandonam menos a escola porque, entre outras razões, os homens são forçados a entrar mais cedo no mercado de trabalho. As estudantes do sexo feminino também já são maioria no ensino superior no país. Essa proporção muda em áreas como Engenharia e Construção, quando cerca de 35% apenas são mulheres. Na área de Educação, as alunas representam
cerca de 70%.
(CAFARDO, R. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-de-genero-e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018.)
Sobre o texto II, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o conectivo adequado para introduzir o segundo parágrafo, mantendo o sentido original do texto.
 

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2212677 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
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A ABNT NBR 14645-3:2005 trata do controle dimensional da geometria da obra de um edifício de múltiplos pavimentos, com as anotações de todas as alterações ocorridas na execução da obra. Sobre os diversos procedimentos exigidos para se chegar ao projeto “como construído” a partir de um projeto executivo, considere as afirmativas a seguir.
I. A verificação da verticalidade dos pilares, em cada pavimento selecionado, é feita através do levantamento planimétrico de dois pontos, um próximo ao piso e outro na metade da altura, em cada um dos pilares.
II. A verificação da geometria da obra deve ser realizada a cada três pavimentos, compreendendo a verificação dos níveis das lajes e a verticalidade dos pilares, após terminada a locação dos pilares.
III. As cotas obtidas na verificação dos níveis das lajes são comparadas com as cotas de projeto, sendo as diferenças encontradas anotadas nos relatórios diários de obra.
IV. Os pontos levantados dos pilares têm suas coordenadas calculadas e comparadas com as de projeto, possibilitando a apuração das diferenças, nos sentidos longitudinal e transversal da obra.
Assinale a alternativa correta.
 

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2212676 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Fomento PR
DESIGUALDADE
Homens têm 72% das mil melhores notas do Enem
Mais de 70% dos estudantes que tiraram as mil maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são meninos. No entanto, as meninas são maioria entre os candidatos. Dados tabulados pelo ‘Estado’ mostram ainda que o total de jovens do sexo masculino se sai melhor nas quatro áreas cobradas pela mais importante avaliação do país. A maior diferença está nos exames de Matemática e Ciências da Natureza. Os resultados indicam também disparidade de desempenho entre as raças. Garotas negras (pretas e pardas), que são a maior parte dos inscritos no Enem, representam só 6% das notas mais altas. Os meninos brancos são quase 50% dessa “elite” da prova e 15% dos candidatos.
Os números são de 2016 e se referem à parte objetiva do exame, que inclui ainda Ciências Humanas e Linguagens. O total considerado é de 4,8 milhões de candidatos. O ‘Estado’ checou também os mil melhores dos dois anos anteriores do Enem e o padrão se repete. Esse grupo tem perfil semelhante. As idades variam entre 17 e 19 anos, a maioria estudou em escolas particulares e possui renda familiar acima
de R$ 10 mil. Todos tiraram nota maior que 781,68, em uma escala que vai de 0 a 1.000. “Seria de se esperar que pelo menos no grupo dos mil, extremamente selecionado, as diferenças diminuíssem. E as 500 melhores meninas se equiparassem aos melhores 500 meninos”, diz a presidente do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
A análise das notas do grupo todo que fez o Enem mostra que, mesmo entre os brancos, há diferença de desempenho. Em Matemática, a nota de meninos brancos é 52 pontos maior que a de meninas brancas. Com relação às negras, são 81 pontos. Os jovens negros também têm desempenho melhor em Matemática e em Ciências da Natureza do que as brancas e as negras.
Segundo educadores e pesquisadores ouvidos pelo ‘Estado’, fatores sociais e culturais explicam o pior desempenho das mulheres especialmente em Matemática e Ciências da Natureza. “O que se espera, nas famílias e nas escolas, é que as meninas sejam melhores em se comunicar, em se expressar, e não que elas se saiam bem em Matemática. Essa expectativa sobre elas e delas mesmas influencia muito na aprendizagem”, afirma Priscila.
“A explicação não deve ser buscada na Biologia, embora cérebros de homens e mulheres não sejam iguais. Mas isso não afeta a cognição, em áreas do raciocínio lógico, muito menos na inteligência”, diz o professor titular de neurociência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent. Para ele, o que mais influencia são as posições da família e os estereótipos da sociedade.
Os resultados do Pisa, maior exame internacional do mundo, feito pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OC DE), mostram que a disparidade nas notas é comum também em outros países. A prova avalia estudantes de 15 anos em cerca de 70 países. Meninos se saem melhor do que meninas em exames de Matemática e Ciências na maioria deles.
O Brasil é um dos países em que há mais diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa. Para a secretária executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro, a nova base curricular aprovada no País pode ajudar. “Se você tiver um currículo mais instigante, que desperte o espírito investigativo e a resolução de problemas, as meninas podem ter mais interesse pela Matemática e pela Ciência”.
“A escola brasileira produz desigualdades. Ela acolhe o padrão de desigualdade e ainda tem o efeito perverso de entregar, no fim da educação básica, com mais desigualdade ainda”, diz o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. Estudos brasileiros mostram que a diferença nas notas entre os gêneros é menor nos primeiros anos do ensino fundamental e vai aumentando. A entidade financia projetos que estimulem meninas a se envolver com Exatas.
Para Henriques, os estereótipos também são produzidos em casa. “Vai desde a primeira infância, com jogos e brincadeiras diferentes para meninos e meninas, que inibem a performance das jovens”. Brinquedos como blocos de montar e jogos de raciocínio acabam sendo mais direcionados aos meninos, enquanto as meninas ficam com as bonecas.
(Adaptado de: CAFARDO, R.; TOLEDO, L. F. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-degenero- e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018).
OPOSTO
Na prova de Redação, alunas do sexo feminino têm nota maior
Os resultados na prova de Redação do Enem 2016 são opostos do ponto de vista de gênero, se comparados aos da prova objetiva, que tem exames de Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Linguagens. A nota média das meninas foi 540, enquanto a dos meninos foi 520. Além disso, elas representam 70% das mil maiores notas. Quem se sai melhor são as brancas – 42,9% dessa lista.
Em seguida, vêm as negras, com 23,2%. Homens brancos e negros têm proporção semelhante, 14,6% e 13,4% respectivamente. Os resultados seguem o mesmo padrão nos exames de Redação de 2015 e 2014.
Na área de Linguagens da prova objetiva, os meninos se saem levemente melhor que as meninas, com 4,6 pontos a mais, em média. É a área com a menor diferença, mas considerada quase insignificante do ponto de vista estatístico. No Pisa (exame internacional), meninas se saem melhor na área de Leitura na maioria dos países. Mas, ao longo dos anos, os meninos têm aumentado suas notas e a distância entre eles é menor nos exames mais atuais.
Estudos brasileiros mostram que as mulheres abandonam menos a escola porque, entre outras razões, os homens são forçados a entrar mais cedo no mercado de trabalho. As estudantes do sexo feminino também já são maioria no ensino superior no país. Essa proporção muda em áreas como Engenharia e Construção, quando cerca de 35% apenas são mulheres. Na área de Educação, as alunas representam
cerca de 70%.
(CAFARDO, R. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/educacao/enem/desigualdades-de-genero-e-raca/. Acesso em: 15 fev. 2018.)
Em relação ao texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Matemática e Ciências da Natureza são áreas mais complexas do que Ciências Humanas e Linguagens.
( ) Fatores socioculturais influenciam no desempenho das mulheres em Matemática e Ciências.
( ) O Brasil também apresenta diferença entre gêneros no desempenho de Matemática no Pisa.
( ) Por questões biológicas, a aprendizagem de meninos e meninas é diferente.
( ) Estereótipos produzidos em casa influenciam na aprendizagem de meninos e meninas.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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