Magna Concursos

Foram encontradas 110 questões.

1937130 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Enunciado 2931957-1

(https://cultura.estadao.com.br/galerias/geral,20-tiras-de-calvin-e-haroldo- -para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-o-mundo,28507. Acesso em 27.03.2020)

A alternativa que substitui a fala do tigre, sem alteração do sentido da tira e de acordo com a norma-padrão quanto à pontuação, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937129 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Enunciado 2931956-1

(https://cultura.estadao.com.br/galerias/geral,20-tiras-de-calvin-e-haroldo- -para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-o-mundo,28507. Acesso em 27.03.2020)

Mas agora você um carro movido a energia nuclear que se transformar num avião com mísseis rastreadores de calor.”

No 2º quadro da tira, substituindo-se a expressão “ontem” por “agora”, os verbos que podem preencher as lacunas no tempo presente, respectivamente, sem perda de sentido e de acordo com a norma-padrão são:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937128 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Enunciado 2931955-1

(https://cultura.estadao.com.br/galerias/geral,20-tiras-de-calvin-e-haroldo- -para-refletir-sobre-a-vida-e-sobre-o-mundo,28507. Acesso em 27.03.2020)

Na contexto da tira, a última fala do menino expressa

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937127 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Preocupados com os próprios narizes

Diante do espelho, na terceira semana de quarentena, corto os pelos do nariz. Uso, para esta tarefa tão comezinha, uma moderna máquina da Panasonic. Sua função principal é cortar cabelo e barba, mas, removendo-se a peça com as lâminas paralelas, encaixa-se um tubinho preto e a traquitana dá às minhas fossas nasais um tratamento digno de “Brazilian wax” (eficiente forma de depilação introduzida em Nova York em 1987 por sete irmãs brasileiras). Custou menos de R$ 100.

Olho a máquina e lembro do Napoleão: do alto destas engrenagens, 40 séculos me contemplam. Arquimedes, Aristóteles, Euclides, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Rutherford, George Ohm, Thomas Edison, Linus Pauling e Nicola Tesla são apenas alguns dos nomes diretamente envolvidos no corte preciso dos pelos do meu nariz.

Não nos esqueçamos, porém, das ciências humanas, pois sem um mundo estável, sem sociedades relativamente prósperas e pacíficas, esses gênios estariam cavoucando a terra atrás de tubérculos ou se matando com tacapes e não poderiam dedicar-se à ciência. Meu nariz deve agradecer também, portanto, a Sócrates, Platão, Aristófanes, Sófocles, Ésquilo, Ovídeo, Virgílio, Sêneca, Cervantes, Shakespeare, Hobbes, Locke, Rousseau, Montesquieu, Descartes, Camões. A lista vai longe.

Agora, com o mundo de pernas pro ar, percebo o absurdo contido nesta maquininha. Faltam máscaras hospitalares em diversos países. Faltam reagentes para testes. Faltam leitos e respiradores nos hospitais. Falta coordenação nas ações globais contra a pandemia. Não tínhamos um plano sobre o que fazer diante de um vírus contagioso e letal, mas temos uma fantástica máquina da Panasonic para cortar os pelos do nariz.

Onde nós estávamos com a cabeça nos últimos cem anos que não fomos capazes de nos preparar? Estávamos concentrados em produzir coisas como, por exemplo, minha máquina de cortar pelos.

Bilhões de dólares são gastos em comida para cachorro enquanto falta dinheiro para pesquisa em remédios para humanos. O Brasil gastou bilhões com a Copa e a Olimpíada antes de garantir saneamento básico à população. Imagino que mais tempo, dinheiro e neurônios foram depositados na logística que torna possível a entrega da minha maquininha Panasonic do que na preparação do mundo para esta pandemia. Tá muito errado.

Uma das oportunidades que surgem quando tudo deixa de ser como era é que não dá mais para normalizar bizarrices alegando que “é assim que as coisas são”. As coisas são como quisermos que sejam. Nós escolhemos narizes bonitinhos para alguns em vez de saúde para todos. Podemos desescolher.

(www1.folha.uol.com.br. Adaptado)

No trecho do 1o parágrafo ─ Uso, para esta tarefa tão comezinha, uma moderna máquina da Panasonic. ─, a expressão em destaque possui como antônimo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937126 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Preocupados com os próprios narizes

Diante do espelho, na terceira semana de quarentena, corto os pelos do nariz. Uso, para esta tarefa tão comezinha, uma moderna máquina da Panasonic. Sua função principal é cortar cabelo e barba, mas, removendo-se a peça com as lâminas paralelas, encaixa-se um tubinho preto e a traquitana dá às minhas fossas nasais um tratamento digno de “Brazilian wax” (eficiente forma de depilação introduzida em Nova York em 1987 por sete irmãs brasileiras). Custou menos de R$ 100.

Olho a máquina e lembro do Napoleão: do alto destas engrenagens, 40 séculos me contemplam. Arquimedes, Aristóteles, Euclides, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Rutherford, George Ohm, Thomas Edison, Linus Pauling e Nicola Tesla são apenas alguns dos nomes diretamente envolvidos no corte preciso dos pelos do meu nariz.

Não nos esqueçamos, porém, das ciências humanas, pois sem um mundo estável, sem sociedades relativamente prósperas e pacíficas, esses gênios estariam cavoucando a terra atrás de tubérculos ou se matando com tacapes e não poderiam dedicar-se à ciência. Meu nariz deve agradecer também, portanto, a Sócrates, Platão, Aristófanes, Sófocles, Ésquilo, Ovídeo, Virgílio, Sêneca, Cervantes, Shakespeare, Hobbes, Locke, Rousseau, Montesquieu, Descartes, Camões. A lista vai longe.

Agora, com o mundo de pernas pro ar, percebo o absurdo contido nesta maquininha. Faltam máscaras hospitalares em diversos países. Faltam reagentes para testes. Faltam leitos e respiradores nos hospitais. Falta coordenação nas ações globais contra a pandemia. Não tínhamos um plano sobre o que fazer diante de um vírus contagioso e letal, mas temos uma fantástica máquina da Panasonic para cortar os pelos do nariz.

Onde nós estávamos com a cabeça nos últimos cem anos que não fomos capazes de nos preparar? Estávamos concentrados em produzir coisas como, por exemplo, minha máquina de cortar pelos.

Bilhões de dólares são gastos em comida para cachorro enquanto falta dinheiro para pesquisa em remédios para humanos. O Brasil gastou bilhões com a Copa e a Olimpíada antes de garantir saneamento básico à população. Imagino que mais tempo, dinheiro e neurônios foram depositados na logística que torna possível a entrega da minha maquininha Panasonic do que na preparação do mundo para esta pandemia. Tá muito errado.

Uma das oportunidades que surgem quando tudo deixa de ser como era é que não dá mais para normalizar bizarrices alegando que “é assim que as coisas são”. As coisas são como quisermos que sejam. Nós escolhemos narizes bonitinhos para alguns em vez de saúde para todos. Podemos desescolher.

(www1.folha.uol.com.br. Adaptado)

No 2o e 3o parágrafos, é possível perceber o emprego de ironia pelo autor quando ele

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937125 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Preocupados com os próprios narizes

Diante do espelho, na terceira semana de quarentena, corto os pelos do nariz. Uso, para esta tarefa tão comezinha, uma moderna máquina da Panasonic. Sua função principal é cortar cabelo e barba, mas, removendo-se a peça com as lâminas paralelas, encaixa-se um tubinho preto e a traquitana dá às minhas fossas nasais um tratamento digno de “Brazilian wax” (eficiente forma de depilação introduzida em Nova York em 1987 por sete irmãs brasileiras). Custou menos de R$ 100.

Olho a máquina e lembro do Napoleão: do alto destas engrenagens, 40 séculos me contemplam. Arquimedes, Aristóteles, Euclides, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Rutherford, George Ohm, Thomas Edison, Linus Pauling e Nicola Tesla são apenas alguns dos nomes diretamente envolvidos no corte preciso dos pelos do meu nariz.

Não nos esqueçamos, porém, das ciências humanas, pois sem um mundo estável, sem sociedades relativamente prósperas e pacíficas, esses gênios estariam cavoucando a terra atrás de tubérculos ou se matando com tacapes e não poderiam dedicar-se à ciência. Meu nariz deve agradecer também, portanto, a Sócrates, Platão, Aristófanes, Sófocles, Ésquilo, Ovídeo, Virgílio, Sêneca, Cervantes, Shakespeare, Hobbes, Locke, Rousseau, Montesquieu, Descartes, Camões. A lista vai longe.

Agora, com o mundo de pernas pro ar, percebo o absurdo contido nesta maquininha. Faltam máscaras hospitalares em diversos países. Faltam reagentes para testes. Faltam leitos e respiradores nos hospitais. Falta coordenação nas ações globais contra a pandemia. Não tínhamos um plano sobre o que fazer diante de um vírus contagioso e letal, mas temos uma fantástica máquina da Panasonic para cortar os pelos do nariz.

Onde nós estávamos com a cabeça nos últimos cem anos que não fomos capazes de nos preparar? Estávamos concentrados em produzir coisas como, por exemplo, minha máquina de cortar pelos.

Bilhões de dólares são gastos em comida para cachorro enquanto falta dinheiro para pesquisa em remédios para humanos. O Brasil gastou bilhões com a Copa e a Olimpíada antes de garantir saneamento básico à população. Imagino que mais tempo, dinheiro e neurônios foram depositados na logística que torna possível a entrega da minha maquininha Panasonic do que na preparação do mundo para esta pandemia. Tá muito errado.

Uma das oportunidades que surgem quando tudo deixa de ser como era é que não dá mais para normalizar bizarrices alegando que “é assim que as coisas são”. As coisas são como quisermos que sejam. Nós escolhemos narizes bonitinhos para alguns em vez de saúde para todos. Podemos desescolher.

(www1.folha.uol.com.br. Adaptado)

No 2o e 3o parágrafos, é possível perceber o emprego de ironia pelo autor quando ele

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937124 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Preocupados com os próprios narizes

Diante do espelho, na terceira semana de quarentena, corto os pelos do nariz. Uso, para esta tarefa tão comezinha, uma moderna máquina da Panasonic. Sua função principal é cortar cabelo e barba, mas, removendo-se a peça com as lâminas paralelas, encaixa-se um tubinho preto e a traquitana dá às minhas fossas nasais um tratamento digno de “Brazilian wax” (eficiente forma de depilação introduzida em Nova York em 1987 por sete irmãs brasileiras). Custou menos de R$ 100.

Olho a máquina e lembro do Napoleão: do alto destas engrenagens, 40 séculos me contemplam. Arquimedes, Aristóteles, Euclides, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Rutherford, George Ohm, Thomas Edison, Linus Pauling e Nicola Tesla são apenas alguns dos nomes diretamente envolvidos no corte preciso dos pelos do meu nariz.

Não nos esqueçamos, porém, das ciências humanas, pois sem um mundo estável, sem sociedades relativamente prósperas e pacíficas, esses gênios estariam cavoucando a terra atrás de tubérculos ou se matando com tacapes e não poderiam dedicar-se à ciência. Meu nariz deve agradecer também, portanto, a Sócrates, Platão, Aristófanes, Sófocles, Ésquilo, Ovídeo, Virgílio, Sêneca, Cervantes, Shakespeare, Hobbes, Locke, Rousseau, Montesquieu, Descartes, Camões. A lista vai longe.

Agora, com o mundo de pernas pro ar, percebo o absurdo contido nesta maquininha. Faltam máscaras hospitalares em diversos países. Faltam reagentes para testes. Faltam leitos e respiradores nos hospitais. Falta coordenação nas ações globais contra a pandemia. Não tínhamos um plano sobre o que fazer diante de um vírus contagioso e letal, mas temos uma fantástica máquina da Panasonic para cortar os pelos do nariz.

Onde nós estávamos com a cabeça nos últimos cem anos que não fomos capazes de nos preparar? Estávamos concentrados em produzir coisas como, por exemplo, minha máquina de cortar pelos.

Bilhões de dólares são gastos em comida para cachorro enquanto falta dinheiro para pesquisa em remédios para humanos. O Brasil gastou bilhões com a Copa e a Olimpíada antes de garantir saneamento básico à população. Imagino que mais tempo, dinheiro e neurônios foram depositados na logística que torna possível a entrega da minha maquininha Panasonic do que na preparação do mundo para esta pandemia. Tá muito errado.

Uma das oportunidades que surgem quando tudo deixa de ser como era é que não dá mais para normalizar bizarrices alegando que “é assim que as coisas são”. As coisas são como quisermos que sejam. Nós escolhemos narizes bonitinhos para alguns em vez de saúde para todos. Podemos desescolher.

(www1.folha.uol.com.br. Adaptado)

Uma frase que exemplifica uma das bizarrices referidas no último parágrafo do texto é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937123 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Preocupados com os próprios narizes

Diante do espelho, na terceira semana de quarentena, corto os pelos do nariz. Uso, para esta tarefa tão comezinha, uma moderna máquina da Panasonic. Sua função principal é cortar cabelo e barba, mas, removendo-se a peça com as lâminas paralelas, encaixa-se um tubinho preto e a traquitana dá às minhas fossas nasais um tratamento digno de “Brazilian wax” (eficiente forma de depilação introduzida em Nova York em 1987 por sete irmãs brasileiras). Custou menos de R$ 100.

Olho a máquina e lembro do Napoleão: do alto destas engrenagens, 40 séculos me contemplam. Arquimedes, Aristóteles, Euclides, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Rutherford, George Ohm, Thomas Edison, Linus Pauling e Nicola Tesla são apenas alguns dos nomes diretamente envolvidos no corte preciso dos pelos do meu nariz.

Não nos esqueçamos, porém, das ciências humanas, pois sem um mundo estável, sem sociedades relativamente prósperas e pacíficas, esses gênios estariam cavoucando a terra atrás de tubérculos ou se matando com tacapes e não poderiam dedicar-se à ciência. Meu nariz deve agradecer também, portanto, a Sócrates, Platão, Aristófanes, Sófocles, Ésquilo, Ovídeo, Virgílio, Sêneca, Cervantes, Shakespeare, Hobbes, Locke, Rousseau, Montesquieu, Descartes, Camões. A lista vai longe.

Agora, com o mundo de pernas pro ar, percebo o absurdo contido nesta maquininha. Faltam máscaras hospitalares em diversos países. Faltam reagentes para testes. Faltam leitos e respiradores nos hospitais. Falta coordenação nas ações globais contra a pandemia. Não tínhamos um plano sobre o que fazer diante de um vírus contagioso e letal, mas temos uma fantástica máquina da Panasonic para cortar os pelos do nariz.

Onde nós estávamos com a cabeça nos últimos cem anos que não fomos capazes de nos preparar? Estávamos concentrados em produzir coisas como, por exemplo, minha máquina de cortar pelos.

Bilhões de dólares são gastos em comida para cachorro enquanto falta dinheiro para pesquisa em remédios para humanos. O Brasil gastou bilhões com a Copa e a Olimpíada antes de garantir saneamento básico à população. Imagino que mais tempo, dinheiro e neurônios foram depositados na logística que torna possível a entrega da minha maquininha Panasonic do que na preparação do mundo para esta pandemia. Tá muito errado.

Uma das oportunidades que surgem quando tudo deixa de ser como era é que não dá mais para normalizar bizarrices alegando que “é assim que as coisas são”. As coisas são como quisermos que sejam. Nós escolhemos narizes bonitinhos para alguns em vez de saúde para todos. Podemos desescolher.

(www1.folha.uol.com.br. Adaptado)

A partir da leitura, é correto afirmar que o texto

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937122 Ano: 2020
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

Conforme dispõe o artigo 38 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no 9.394/96, os cursos e exames supletivos compreenderão a base nacional comum do currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1937121 Ano: 2020
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: FUMEC Campinas
Provas:

De acordo com o art. 37, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no 9.394/96, a EJA – Educação de Jovens e Adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental e médio na idade própria. No parágrafo 1o desse artigo, a Lei estabelece que assegurarão gratuitamente a esses jovens e adultos oportunidades educacionais apropriadas, considerando-se as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho.

Assinale a alternativa cujos termos preenchem corretamente a lacuna deixada na frase, em consonância com a referida Lei.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas