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Dada a sequência (1, 4, 13, ...) onde o termo é formado pelo triplo do anterior mais um, determine o sétimo termo da sequência.
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A FUNEC, para realizar o Concurso Público para ingresso de colaboradores no seu quadro de pessoal, fará um treinamento para aprimorar a fiscalização e a aplicação das provas. Serão 100 pessoas que participarão dos treinamentos. Sabendo que 40 colaboradores participarão do treinamento de fiscalização de provas e 70 colaboradores participarão do treinamento de aplicação de provas, qual o número de pessoas que participará dos dois treinamentos?
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Determine a negação da proposição composta “O cachorro late se e somente se o gato mia.”
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Quantos anagramas podem ser formados com a sigla FUNEC?
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Ciberameaças: uma corrida sem fim
Eduardo Hiro
Sócio-fundador da 5F Soluções em TI. Especialista em cibersegurança, atua como diretor
responsável pela área de Produtos e Soluções da empresa.
À medida que o mundo avança na era digital, uma realidade inquietante se revela: as ciberameaças estão em constante evolução, criando um desafio cada vez maior para a segurança cibernética em todo o mundo. O cenário atual é marcado por uma corrida incessante entre os defensores da cibersegurança e os atacantes, e é uma corrida que nunca termina.
As ameaças cibernéticas não são mais apenas sobre vírus e malwares simples. Elas evoluíram para um ecossistema complexo de ataques sofisticados, incluindo ataques de phishing* altamente direcionados e até mesmo ameaças baseadas em inteligência artificial. Os criminosos cibernéticos estão usando tecnologias avançadas para explorar vulnerabilidades e criar estratégias de ataque cada vez mais eficazes.
O que torna essa evolução ainda mais perigosa é a crescente interconexão de dispositivos e sistemas em nossa sociedade. Com a Internet das Coisas (IoT) e a automação desempenhando papéis cada vez mais importantes em nossas vidas, o número de pontos de entrada para possíveis ataques aumentou exponencialmente. Da sua geladeira inteligente à sua conta bancária on-line, nenhum aspecto da vida moderna está imune a ameaças cibernéticas.
Além disso, os atacantes cibernéticos estão se tornando mais astutos em suas táticas. Eles exploram não apenas falhas técnicas, mas também a falibilidade humana. Os ataques de engenharia social, nos quais os atacantes manipulam as pessoas para revelar informações sensíveis ou realizar ações prejudiciais, estão se tornando cada vez mais comuns e eficazes.
Segundo o portal Kaspersky, ao final de 2021, estimava-se que a cada 11 segundos, pelo menos um negócio seria alvo de um ataque ransomware*, causando um prejuízo de até 20 bilhões de dólares.
Os criminosos cibernéticos não apenas bloqueiam o acesso a sistemas críticos, mas também exigem resgates astronômicos em criptomoedas, tornando-se um negócio lucrativo que incentiva ainda mais ataques.
Então, como podemos enfrentar essa evolução constante das ciberameaças?
Em primeiro lugar, é imperativo que empresas, governos e indivíduos invistam na educação e conscientização sobre segurança cibernética. As pessoas precisam entender os riscos e saber como se proteger contra ameaças. Elas devem implementar políticas de segurança robustas e treinar seus funcionários para identificar e relatar possíveis ameaças.
Em segundo lugar, a colaboração é essencial. A cibersegurança não é apenas uma responsabilidade individual ou organizacional, mas também compartilhada. Governos, empresas e organizações internacionais devem trabalhar juntos para compartilhar informações sobre ameaças e desenvolver estratégias de defesa conjuntas.
Em terceiro lugar, a inovação em segurança cibernética deve continuar avançando. À medida que as ameaças evoluem, também devem evoluir as soluções de segurança. A inteligência artificial e a análise de big data desempenharão um papel fundamental na detecção precoce e na resposta a ataques cibernéticos.
Em última análise, a batalha contra as ciberameaças em evolução é uma corrida que nunca termina. No entanto, com educação, colaboração e inovação contínua, podemos estar melhor preparados para enfrentar os desafios que o mundo digital nos apresenta. A segurança cibernética não é uma opção, mas sim uma necessidade para proteger nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2023/11/6662965-
ciberameacas-uma-corrida-semfim. html#google_vignette (Adaptado) Acesso em: 27 jan. 2024.)
Vocabulário: *Phishing é o crime de enganar as pessoas para que compartilhem informações confidenciais, como senhas e número de cartões de crédito.
*Ransomware é um software de extorsão que pode bloquear o seu computador e depois exigir um resgate para desbloqueá-lo.
Em: “Os ataques de engenharia social, nos quais os atacantes manipulam as pessoas para revelar informações sensíveis ou realizar ações prejudiciais, estão se tornando cada vez mais comuns e eficazes.”, o articulador sintático destacado, “nos quais”, pode ser corretamente substituído por:
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Ciberameaças: uma corrida sem fim
Eduardo Hiro
Sócio-fundador da 5F Soluções em TI. Especialista em cibersegurança, atua como diretor
responsável pela área de Produtos e Soluções da empresa.
À medida que o mundo avança na era digital, uma realidade inquietante se revela: as ciberameaças estão em constante evolução, criando um desafio cada vez maior para a segurança cibernética em todo o mundo. O cenário atual é marcado por uma corrida incessante entre os defensores da cibersegurança e os atacantes, e é uma corrida que nunca termina.
As ameaças cibernéticas não são mais apenas sobre vírus e malwares simples. Elas evoluíram para um ecossistema complexo de ataques sofisticados, incluindo ataques de phishing* altamente direcionados e até mesmo ameaças baseadas em inteligência artificial. Os criminosos cibernéticos estão usando tecnologias avançadas para explorar vulnerabilidades e criar estratégias de ataque cada vez mais eficazes.
O que torna essa evolução ainda mais perigosa é a crescente interconexão de dispositivos e sistemas em nossa sociedade. Com a Internet das Coisas (IoT) e a automação desempenhando papéis cada vez mais importantes em nossas vidas, o número de pontos de entrada para possíveis ataques aumentou exponencialmente. Da sua geladeira inteligente à sua conta bancária on-line, nenhum aspecto da vida moderna está imune a ameaças cibernéticas.
Além disso, os atacantes cibernéticos estão se tornando mais astutos em suas táticas. Eles exploram não apenas falhas técnicas, mas também a falibilidade humana. Os ataques de engenharia social, nos quais os atacantes manipulam as pessoas para revelar informações sensíveis ou realizar ações prejudiciais, estão se tornando cada vez mais comuns e eficazes.
Segundo o portal Kaspersky, ao final de 2021, estimava-se que a cada 11 segundos, pelo menos um negócio seria alvo de um ataque ransomware*, causando um prejuízo de até 20 bilhões de dólares.
Os criminosos cibernéticos não apenas bloqueiam o acesso a sistemas críticos, mas também exigem resgates astronômicos em criptomoedas, tornando-se um negócio lucrativo que incentiva ainda mais ataques.
Então, como podemos enfrentar essa evolução constante das ciberameaças?
Em primeiro lugar, é imperativo que empresas, governos e indivíduos invistam na educação e conscientização sobre segurança cibernética. As pessoas precisam entender os riscos e saber como se proteger contra ameaças. Elas devem implementar políticas de segurança robustas e treinar seus funcionários para identificar e relatar possíveis ameaças.
Em segundo lugar, a colaboração é essencial. A cibersegurança não é apenas uma responsabilidade individual ou organizacional, mas também compartilhada. Governos, empresas e organizações internacionais devem trabalhar juntos para compartilhar informações sobre ameaças e desenvolver estratégias de defesa conjuntas.
Em terceiro lugar, a inovação em segurança cibernética deve continuar avançando. À medida que as ameaças evoluem, também devem evoluir as soluções de segurança. A inteligência artificial e a análise de big data desempenharão um papel fundamental na detecção precoce e na resposta a ataques cibernéticos.
Em última análise, a batalha contra as ciberameaças em evolução é uma corrida que nunca termina. No entanto, com educação, colaboração e inovação contínua, podemos estar melhor preparados para enfrentar os desafios que o mundo digital nos apresenta. A segurança cibernética não é uma opção, mas sim uma necessidade para proteger nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2023/11/6662965-
ciberameacas-uma-corrida-semfim. html#google_vignette (Adaptado) Acesso em: 27 jan. 2024.)
Vocabulário: *Phishing é o crime de enganar as pessoas para que compartilhem informações confidenciais, como senhas e número de cartões de crédito.
*Ransomware é um software de extorsão que pode bloquear o seu computador e depois exigir um resgate para desbloqueá-lo.
“A segurança cibernética não é uma opção, mas sim uma necessidade para proteger nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia.”
A ideia expressa pela expressão “mas sim” é de:
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Ciberameaças: uma corrida sem fim
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Sócio-fundador da 5F Soluções em TI. Especialista em cibersegurança, atua como diretor
responsável pela área de Produtos e Soluções da empresa.
À medida que o mundo avança na era digital, uma realidade inquietante se revela: as ciberameaças estão em constante evolução, criando um desafio cada vez maior para a segurança cibernética em todo o mundo. O cenário atual é marcado por uma corrida incessante entre os defensores da cibersegurança e os atacantes, e é uma corrida que nunca termina.
As ameaças cibernéticas não são mais apenas sobre vírus e malwares simples. Elas evoluíram para um ecossistema complexo de ataques sofisticados, incluindo ataques de phishing* altamente direcionados e até mesmo ameaças baseadas em inteligência artificial. Os criminosos cibernéticos estão usando tecnologias avançadas para explorar vulnerabilidades e criar estratégias de ataque cada vez mais eficazes.
O que torna essa evolução ainda mais perigosa é a crescente interconexão de dispositivos e sistemas em nossa sociedade. Com a Internet das Coisas (IoT) e a automação desempenhando papéis cada vez mais importantes em nossas vidas, o número de pontos de entrada para possíveis ataques aumentou exponencialmente. Da sua geladeira inteligente à sua conta bancária on-line, nenhum aspecto da vida moderna está imune a ameaças cibernéticas.
Além disso, os atacantes cibernéticos estão se tornando mais astutos em suas táticas. Eles exploram não apenas falhas técnicas, mas também a falibilidade humana. Os ataques de engenharia social, nos quais os atacantes manipulam as pessoas para revelar informações sensíveis ou realizar ações prejudiciais, estão se tornando cada vez mais comuns e eficazes.
Segundo o portal Kaspersky, ao final de 2021, estimava-se que a cada 11 segundos, pelo menos um negócio seria alvo de um ataque ransomware*, causando um prejuízo de até 20 bilhões de dólares.
Os criminosos cibernéticos não apenas bloqueiam o acesso a sistemas críticos, mas também exigem resgates astronômicos em criptomoedas, tornando-se um negócio lucrativo que incentiva ainda mais ataques.
Então, como podemos enfrentar essa evolução constante das ciberameaças?
Em primeiro lugar, é imperativo que empresas, governos e indivíduos invistam na educação e conscientização sobre segurança cibernética. As pessoas precisam entender os riscos e saber como se proteger contra ameaças. Elas devem implementar políticas de segurança robustas e treinar seus funcionários para identificar e relatar possíveis ameaças.
Em segundo lugar, a colaboração é essencial. A cibersegurança não é apenas uma responsabilidade individual ou organizacional, mas também compartilhada. Governos, empresas e organizações internacionais devem trabalhar juntos para compartilhar informações sobre ameaças e desenvolver estratégias de defesa conjuntas.
Em terceiro lugar, a inovação em segurança cibernética deve continuar avançando. À medida que as ameaças evoluem, também devem evoluir as soluções de segurança. A inteligência artificial e a análise de big data desempenharão um papel fundamental na detecção precoce e na resposta a ataques cibernéticos.
Em última análise, a batalha contra as ciberameaças em evolução é uma corrida que nunca termina. No entanto, com educação, colaboração e inovação contínua, podemos estar melhor preparados para enfrentar os desafios que o mundo digital nos apresenta. A segurança cibernética não é uma opção, mas sim uma necessidade para proteger nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2023/11/6662965-
ciberameacas-uma-corrida-semfim. html#google_vignette (Adaptado) Acesso em: 27 jan. 2024.)
Vocabulário: *Phishing é o crime de enganar as pessoas para que compartilhem informações confidenciais, como senhas e número de cartões de crédito.
*Ransomware é um software de extorsão que pode bloquear o seu computador e depois exigir um resgate para desbloqueá-lo.
Sobre a constituição do texto, é correto afirmar EXCETO que:
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Eduardo Hiro
Sócio-fundador da 5F Soluções em TI. Especialista em cibersegurança, atua como diretor
responsável pela área de Produtos e Soluções da empresa.
À medida que o mundo avança na era digital, uma realidade inquietante se revela: as ciberameaças estão em constante evolução, criando um desafio cada vez maior para a segurança cibernética em todo o mundo. O cenário atual é marcado por uma corrida incessante entre os defensores da cibersegurança e os atacantes, e é uma corrida que nunca termina.
As ameaças cibernéticas não são mais apenas sobre vírus e malwares simples. Elas evoluíram para um ecossistema complexo de ataques sofisticados, incluindo ataques de phishing* altamente direcionados e até mesmo ameaças baseadas em inteligência artificial. Os criminosos cibernéticos estão usando tecnologias avançadas para explorar vulnerabilidades e criar estratégias de ataque cada vez mais eficazes.d
O que torna essa evolução ainda mais perigosa é a crescente interconexão de dispositivos e sistemas em nossa sociedade. Com a Internet das Coisas (IoT) e a automação desempenhando papéis cada vez mais importantes em nossas vidas, o número de pontos de entrada para possíveis ataques aumentou exponencialmenteb. Da sua geladeira inteligente à sua conta bancária on-line, nenhum aspecto da vida moderna está imune a ameaças cibernéticas.
Além disso, os atacantes cibernéticos estão se tornando mais astutos em suas táticas.a Eles exploram não apenas falhas técnicas, mas também a falibilidade humanac. Os ataques de engenharia social, nos quais os atacantes manipulam as pessoas para revelar informações sensíveis ou realizar ações prejudiciais, estão se tornando cada vez mais comuns e eficazes.
Segundo o portal Kaspersky, ao final de 2021, estimava-se que a cada 11 segundos, pelo menos um negócio seria alvo de um ataque ransomware*, causando um prejuízo de até 20 bilhões de dólares.
Os criminosos cibernéticos não apenas bloqueiam o acesso a sistemas críticos, mas também exigem resgates astronômicos em criptomoedas, tornando-se um negócio lucrativo que incentiva ainda mais ataques.
Então, como podemos enfrentar essa evolução constante das ciberameaças?
Em primeiro lugar, é imperativo que empresas, governos e indivíduos invistam na educação e conscientização sobre segurança cibernética. As pessoas precisam entender os riscos e saber como se proteger contra ameaças. Elas devem implementar políticas de segurança robustas e treinar seus funcionários para identificar e relatar possíveis ameaças.
Em segundo lugar, a colaboração é essencial. A cibersegurança não é apenas uma responsabilidade individual ou organizacional, mas também compartilhada. Governos, empresas e organizações internacionais devem trabalhar juntos para compartilhar informações sobre ameaças e desenvolver estratégias de defesa conjuntas.
Em terceiro lugar, a inovação em segurança cibernética deve continuar avançando. À medida que as ameaças evoluem, também devem evoluir as soluções de segurança. A inteligência artificial e a análise de big data desempenharão um papel fundamental na detecção precoce e na resposta a ataques cibernéticos.
Em última análise, a batalha contra as ciberameaças em evolução é uma corrida que nunca termina. No entanto, com educação, colaboração e inovação contínua, podemos estar melhor preparados para enfrentar os desafios que o mundo digital nos apresenta. A segurança cibernética não é uma opção, mas sim uma necessidade para proteger nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2023/11/6662965-
ciberameacas-uma-corrida-semfim. html#google_vignette (Adaptado) Acesso em: 27 jan. 2024.)
Vocabulário: *Phishing é o crime de enganar as pessoas para que compartilhem informações confidenciais, como senhas e número de cartões de crédito.
*Ransomware é um software de extorsão que pode bloquear o seu computador e depois exigir um resgate para desbloqueá-lo.
Todas as palavras em destaque estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em:
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responsável pela área de Produtos e Soluções da empresa.
À medida que o mundo avança na era digital, uma realidade inquietante se revela: as ciberameaças estão em constante evolução, criando um desafio cada vez maior para a segurança cibernética em todo o mundo. O cenário atual é marcado por uma corrida incessante entre os defensores da cibersegurança e os atacantes, e é uma corrida que nunca termina.
As ameaças cibernéticas não são mais apenas sobre vírus e malwares simples. Elas evoluíram para um ecossistema complexo de ataques sofisticados, incluindo ataques de phishing* altamente direcionados e até mesmo ameaças baseadas em inteligência artificial. Os criminosos cibernéticos estão usando tecnologias avançadas para explorar vulnerabilidades e criar estratégias de ataque cada vez mais eficazes.
O que torna essa evolução ainda mais perigosa é a crescente interconexão de dispositivos e sistemas em nossa sociedade. Com a Internet das Coisas (IoT) e a automação desempenhando papéis cada vez mais importantes em nossas vidas, o número de pontos de entrada para possíveis ataques aumentou exponencialmente. Da sua geladeira inteligente à sua conta bancária on-line, nenhum aspecto da vida moderna está imune a ameaças cibernéticas.
Além disso, os atacantes cibernéticos estão se tornando mais astutos em suas táticas. Eles exploram não apenas falhas técnicas, mas também a falibilidade humana. Os ataques deengenharia social, nos quais os atacantes manipulam as pessoas para revelar informações sensíveis ou realizar ações prejudiciais, estão se tornando cada vez mais comuns e eficazes.
Segundo o portal Kaspersky, ao final de 2021, estimava-se que a cada 11 segundos, pelo menos um negócio seria alvo de um ataque ransomware*, causando um prejuízo de até 20 bilhões de dólares.
Os criminosos cibernéticos não apenas bloqueiam o acesso a sistemas críticos, mas também exigem resgates astronômicos em criptomoedas, tornando-se um negócio lucrativo que incentiva ainda mais ataques.
Então, como podemos enfrentar essa evolução constante das ciberameaças?
Em primeiro lugar, é imperativo que empresas, governos e indivíduos invistam na educação e conscientização sobre segurança cibernética. As pessoas precisam entender os riscos e saber como se proteger contra ameaças. Elas devem implementar políticas de segurança robustas e treinar seus funcionários para identificar e relatar possíveis ameaças.
Em segundo lugar, a colaboração é essencial. A cibersegurança não é apenas uma responsabilidade individual ou organizacional, mas também compartilhada. Governos, empresas e organizações internacionais devem trabalhar juntos para compartilhar informações sobre ameaças e desenvolver estratégias de defesa conjuntas.
Em terceiro lugar, a inovação em segurança cibernética deve continuar avançando. À medida que as ameaças evoluem, também devem evoluir as soluções de segurança. A inteligência artificial e a análise de big data desempenharão um papel fundamental na detecção precoce e na resposta a ataques cibernéticos.
Em última análise, a batalha contra as ciberameaças em evolução é uma corrida que nunca termina. No entanto, com educação, colaboração e inovação contínua, podemos estar melhor preparados para enfrentar os desafios que o mundo digital nos apresenta. A segurança cibernética não é uma opção, mas sim uma necessidade para proteger nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia.
(Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2023/11/6662965-
ciberameacas-uma-corrida-semfim. html#google_vignette (Adaptado) Acesso em: 27 jan. 2024.)
Vocabulário:
*Phishing é o crime de enganar as pessoas para que compartilhem informações confidenciais, como senhas e número de cartões de crédito.
*Ransomware é um software de extorsão que pode bloquear o seu computador e depois exigir um resgate para desbloqueá-lo.
O propósito do texto é, EXCETO:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG
A Constituição Federal (1988) foi um marco importante no reconhecimento dos direitos das crianças no Brasil e trouxe avanços significativos na proteção dos direitos das crianças, ao estabelecer, em seu texto, o princípio da prioridade absoluta para as políticas públicas. Esses avanços implicam na garantia de atendimento prioritário aos direitos das crianças e adolescentes, assegurando-lhes condições adequadas para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social. Dessa forma, uma nova concepção de infância e sua prioridade absoluta foram incorporadas à legislação brasileira, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 1990. O ECA é uma lei que tem como objetivo garantir os direitos fundamentais das crianças e adolescentes, baseando-se nos princípios estabelecidos nas legislações internacionais, como a Declaração dos Direitos da Criança de 1959 e a Convenção sobre os Direitos da Criança de 1989. Hoje, o ECA possui reconhecimento internacional e é avaliado como um dos melhores conjuntos de normas do mundo, pois acolhe crianças e adolescentes, como sujeitos de direitos, com necessidades de cuidados especiais por estarem em desenvolvimento psicológico, físico, moral e social, e que devem ter direito à voz e proteção integral.
Analise as afirmativas a seguir sobre o ECA.
I. A criança e o adolescente têm direito à educação, sendo-lhes garantido o acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência.
II. É direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.
III. É assegurada a disponibilidade de vagas no mesmo estabelecimento para irmãos que frequentem etapa ou ciclo iguais ou diferentes do ensino da educação básica.
IV. É dever da instituição de ensino, clubes e agremiações recreativas e de estabelecimentos congêneres assegurar medidas de conscientização, prevenção e enfrentamento ao uso ou dependência de drogas ilícitas.
V. O Poder Público incentivará pesquisas, experiências e novas propostas relacionadas ao calendário, seriação, currículo, metodologia, didática e avaliação, visando à inclusão de crianças e adolescentes incluídos do ensino fundamental obrigatório.
VI. As instituições sociais públicas ou privadas que desenvolvam atividades com crianças e adolescentes e que recebam recursos públicos devem exigir e manter certidões de antecedentes criminais de todos os seus colaboradores, as quais deverão ser atualizadas a cada seis meses.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), está CORRETO o que se afirma em
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