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1685625 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Redes sociais obrigam empresas a mudar forma de relacionamento com os consumidores

Cidadãos descontentes estão expondo a sua insatisfação em blogs, twits e vídeos

FLÁVIO ILHA flavio.ilha@zerohora.com.br

A união de tecnologia acessível - e de muita criatividade - com os recursos de mobilização das redes sociais têm revolucionado a forma como os consumidores estão se relacionando com as empresas. Antes limitados à inércia dos serviços de atendimento ao cliente ou à burocracia dos órgãos oficiais de proteção. cidadãos descontentes estão expondo a sua insatisfação em blogs, twits e vídeos que têm cada vez mais repercussão pública. E estão, com isso. levando as empresas a adotar novas posturas. Posição ainda não muito expressiva, mas que começa a ganhar corpo ,ias estratégias de comunicação com os clientes.

O caso mais recente envolveu a fabricante de calçados e bolsas Arezzo, que lançou há duas semanas uma coleção confeccionada com peles de raposas e coelhos e teve de tirá-la de circulação O apenas dois dias depois, tamanha a indignação de internautas preocupados com e sofrimento dos animais. Em apenas 24 horas, uma página no Facebook criada para criticar a coleção recebeu mais- amigos do que a empresa angariou na rede social em dois anos de atuação. A avalanche de mensagens se estendeu também para outras duas marcas que usaram a polêmica tendência de moda em seus produtos. Todas tiveram de se desdobrar em explicações e justificativas e mesmo assim não conseguiram afastar completamente o fantasma de prejuízo.

É um fenômeno extremamente positivo consumidor está mostrando sua insatisfação com os canais convencionais de comunicação oferecidos pelas empresas. que costumam não funcionar. Aliás, mostrando isso de forma veemente As redes multiplicam instantaneamente essa insatisfação a milhares de usuários - constata consultor redes sociais e novas mídias Luciano Palma.

Mudança no marketing

Jovem, comunicativo, usuário de várias redes sociais, com educação superior. As características que descrevem o publicitário Wílliam Carneiro, responsável por gerenciar os perfis da indústria de bebidas Vonpar em sites de relacionamento, é comum ;;, maioria dos profissionais dessa nova função. William, 26 anos. conta que navega na internet desde que ganhou o primeiro computador, aos 12 anos.

Mesmo quando estou fora do escritório, eu assimilo experiências, agrego conteúdos Parte desse trabalho é ficar muito antenado ao que está surgindo de tendências. de comportamento, novas redes, novas ferramentas.

Nos últimos dois anos, o marketing voltado para as redes sociais perdeu o caráter amador e ganhou complexidade. Agências de publicidade criaram equipes para promover a imagem de seus clientes na internet. A função de monitorar as redes sociais fica a cargo dos analistas. Acima deles. existem coordenadores que reúnem e analisam dados e ajudam a traçar estratégias e criar campanhas específicas para as marcas. Os times também contam com gestores de equipe e diretores de área, que captam tendências e direcionam os projetos.

FONTE: Zero Hora, publicado em 1 ° de maio de 2011.

http :/ /zerohora. clicrbs.com. br /rs/econom ia/notíc1a/2011 /05/redes-soclals-obríga:n-Eimpresas-a-m uda~ -form a .. dE!·· relacionamento-com-os-consumidores-3293079.html Acessa em15 de março de 2012

O texto apresenta corno substitutos para consumidores as seguintes expressões

I. cidadãos descontentes
lI. clientes
IlI usuários
IV analistas

Marque a opção adequada:

 

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1685624 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Redes sociais obrigam empresas a mudar forma de relacionamento com os consumidores

Cidadãos descontentes estão expondo a sua insatisfação em blogs, twits e vídeos

FLÁVIO ILHA flavio.ilha@zerohora.com.br

A união de tecnologia acessível - e de muita criatividade - com os recursos de mobilização das redes sociais têm revolucionado a forma como os consumidores estão se relacionando com as empresas. Antes limitados à inércia dos serviços de atendimento ao cliente ou à burocracia dos órgãos oficiais de proteção. cidadãos descontentes estão expondo a sua insatisfação em blogs, twits e vídeos que têm cada vez mais repercussão pública. E estão, com isso. levando as empresas a adotar novas posturas. Posição ainda não muito expressiva, mas que começa a ganhar corpo ,ias estratégias de comunicação com os clientes.

O caso mais recente envolveu a fabricante de calçados e bolsas Arezzo, que lançou há duas semanas uma coleção confeccionada com peles de raposas e coelhos e teve de tirá-la de circulação O apenas dois dias depois, tamanha a indignação de internautas preocupados com e sofrimento dos animais. Em apenas 24 horas, uma página no Facebook criada para criticar a coleção recebeu mais- amigos do que a empresa angariou na rede social em dois anos de atuação. A avalanche de mensagens se estendeu também para outras duas marcas que usaram a polêmica tendência de moda em seus produtos. Todas tiveram de se desdobrar em explicações e justificativas e mesmo assim não conseguiram afastar completamente o fantasma de prejuízo.

É um fenômeno extremamente positivo consumidor está mostrando sua insatisfação com os canais convencionais de comunicação oferecidos pelas empresas. que costumam não funcionar. Aliás, mostrando isso de forma veemente As redes multiplicam instantaneamente essa insatisfação a milhares de usuários - constata consultor redes sociais e novas mídias Luciano Palma.

Mudança no marketing

Jovem, comunicativo, usuário de várias redes sociais, com educação superior. As características que descrevem o publicitário Wílliam Carneiro, responsável por gerenciar os perfis da indústria de bebidas Vonpar em sites de relacionamento, é comum ;;, maioria dos profissionais dessa nova função. William, 26 anos. conta que navega na internet desde que ganhou o primeiro computador, aos 12 anos.

Mesmo quando estou fora do escritório, eu assimilo experiências, agrego conteúdos Parte desse trabalho é ficar muito antenado ao que está surgindo de tendências. de comportamento, novas redes, novas ferramentas.

Nos últimos dois anos, o marketing voltado para as redes sociais perdeu o caráter amador e ganhou complexidade. Agências de publicidade criaram equipes para promover a imagem de seus clientes na internet. A função de monitorar as redes sociais fica a cargo dos analistas. Acima deles. existem coordenadores que reúnem e analisam dados e ajudam a traçar estratégias e criar campanhas específicas para as marcas. Os times também contam com gestores de equipe e diretores de área, que captam tendências e direcionam os projetos.

FONTE: Zero Hora, publicado em 1 ° de maio de 2011.

http :/ /zerohora. clicrbs.com. br /rs/econom ia/notíc1a/2011 /05/redes-soclals-obríga:n-Eimpresas-a-m uda~ -form a .. dE!·· relacionamento-com-os-consumidores-3293079.html Acessa em15 de março de 2012

Grife a opção que expressa respectivamente as ideia:; estabelecidas entre as orações sublinhadas nos períodos que seguem e suas antecessoras.

"Todas tiveram ,se se desdobrar em explicações e justificativas e mesmo assim não conseguiram afastar completamente o fantasma do prejuízo.''

Agências de publicidade criaram equipes para promover a imagem de seus clientes na internet.

 

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1685623 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Redes sociais obrigam empresas a mudar forma de relacionamento com os consumidores

Cidadãos descontentes estão expondo a sua insatisfação em blogs, twits e vídeos

FLÁVIO ILHA flavio.ilha@zerohora.com.br

A união de tecnologia acessível - e de muita criatividade - com os recursos de mobilização das redes sociais têm revolucionado a forma como os consumidores estão se relacionando com as empresas. Antes limitados à inércia dos serviços de atendimento ao cliente ou à burocracia dos órgãos oficiais de proteção. cidadãos descontentes estão expondo a sua insatisfação em blogs, twits e vídeos que têm cada vez mais repercussão pública. E estão, com isso. levando as empresas a adotar novas posturas. Posição ainda não muito expressiva, mas que começa a ganhar corpo ,ias estratégias de comunicação com os clientes.

O caso mais recente envolveu a fabricante de calçados e bolsas Arezzo, que lançou há duas semanas uma coleção confeccionada com peles de raposas e coelhos e teve de tirá-la de circulação O apenas dois dias depois, tamanha a indignação de internautas preocupados com e sofrimento dos animais. Em apenas 24 horas, uma página no Facebook criada para criticar a coleção recebeu mais- amigos do que a empresa angariou na rede social em dois anos de atuação. A avalanche de mensagens se estendeu também para outras duas marcas que usaram a polêmica tendência de moda em seus produtos. Todas tiveram de se desdobrar em explicações e justificativas e mesmo assim não conseguiram afastar completamente o fantasma de prejuízo.

É um fenômeno extremamente positivo consumidor está mostrando sua insatisfação com os canais convencionais de comunicação oferecidos pelas empresas. que costumam não funcionar. Aliás, mostrando isso de forma veemente As redes multiplicam instantaneamente essa insatisfação a milhares de usuários - constata consultor redes sociais e novas mídias Luciano Palma.

Mudança no marketing

Jovem, comunicativo, usuário de várias redes sociais, com educação superior. As características que descrevem o publicitário Wílliam Carneiro, responsável por gerenciar os perfis da indústria de bebidas Vonpar em sites de relacionamento, é comum ;;, maioria dos profissionais dessa nova função. William, 26 anos. conta que navega na internet desde que ganhou o primeiro computador, aos 12 anos.

Mesmo quando estou fora do escritório, eu assimilo experiências, agrego conteúdos Parte desse trabalho é ficar muito antenado ao que está surgindo de tendências. de comportamento, novas redes, novas ferramentas.

Nos últimos dois anos, o marketing voltado para as redes sociais perdeu o caráter amador e ganhou complexidade. Agências de publicidade criaram equipes para promover a imagem de seus clientes na internet. A função de monitorar as redes sociais fica a cargo dos analistas. Acima deles. existem coordenadores que reúnem e analisam dados e ajudam a traçar estratégias e criar campanhas específicas para as marcas. Os times também contam com gestores de equipe e diretores de área, que captam tendências e direcionam os projetos.

FONTE: Zero Hora, publicado em 1 ° de maio de 2011.

http :/ /zerohora. clicrbs.com. br /rs/econom ia/notíc1a/2011 /05/redes-soclals-obríga:n-Eimpresas-a-m uda~ -form a .. dE!·· relacionamento-com-os-consumidores-3293079.html Acessa em15 de março de 2012

O sentido global do texto aponta que as sociais são meios eficazes de comunicação entre consumidores e empresas, urna vez que

 

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1685622 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Executivos são a favor do uso de redes sociais

Segundo estudo da Gentis Panel, 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes no

ambiente corporativo

Cláudio Martins do Enunciado 1685622-1

Entre os benefícios apontados pelos profissionais a favor dos sites, estão a melhora da comunicação entre os funcionário e a oportunidade de descobrir novos negócios.

São Paulo - Um total de 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes sociais no ambiente corporativo. A informação é de um estudo da Gentis Painel, que verificou como a ferramentas interfere nos negócios das empresas e no trabalho dos funcionários. Cerca de 29% dos profissionais não concordam com o uso das redes sociais durante o expediente e 15% estão indecisos sobre o assunto.

Entre as justificativas para se permitir o acesso a sites como Facebook, LinkedIn e Twitter no ambiente de trabalho está a crença de que melhora o network e possibilita a geração de novos negócios, segundo 80% dos entrevistados.

Para 43% dos pesquisados, navegar nas redes sociais pode ajudar a aliviar o stress do dia a dia, mantendo o profissional em contato com amigos e parentes. Já 56% dos participantes acreditam que o uso das ferramentas facilita a comunicação e a socialização entre os funcionários.

Entre os pesquisados que são contra as redes sociais durante o expediente, 94% apontam que os colaboradores não seriam capaz de separa a vida profissional de assuntos pessoais. Outros 30% acreditam que os sites não proporcionam informações relevantes para o trabalho, enquanto 26% afirmam que as redes sociais expõem inadequadamente a vida pessoal dos funcionários.

O levantamento indica ainda que 63% das empresas possuem um regulamento sobre o acesso aos sites no ambiente de trabalho, contra 26% negam a existência de algum código que regule a navegação nas redes sociais.

Os departamentos de Marketing, Comunicação e Produto são apontados como os que mais navegação no sites (57%), seguidos por Tecnologia da Informação (54%) e Atendimento ao Cliente e Suporte (49%).

FONTE: Revista EXAME, publicado em 09 de março de 2012.

http: //exame. abril.com. br/tecnolog ia/noticias/executivos-sao-a-favor-do-uso-de-redes-sociais Acesso em 12 de março de 2012

Observe a passagem a seguir:

"Cerca de 29% dos profissionais não concordam com o uso das redes sociais durante o expediente e 15% estão indecisos sobre o assunto."

Em todas as opções abaixo, o constituinte em destaque exerce a mesma função sintática que o constituinte sublinhado na passagem acima, exceto em·

 

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1685621 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Executivos são a favor do uso de redes sociais

Segundo estudo da Gentis Panel, 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes no

ambiente corporativo

Cláudio Martins do Enunciado 1685621-1

Entre os benefícios apontados pelos profissionais a favor dos sites, estão a melhora da comunicação entre os funcionário e a oportunidade de descobrir novos negócios.

São Paulo - Um total de 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes sociais no ambiente corporativo. A informação é de um estudo da Gentis Painel, que verificou como a ferramentas interfere nos negócios das empresas e no trabalho dos funcionários. Cerca de 29% dos profissionais não concordam com o uso das redes sociais durante o expediente e 15% estão indecisos sobre o assunto.

Entre as justificativas para se permitir o acesso a sites como Facebook, LinkedIn e Twitter no ambiente de trabalho está a crença de que melhora o network e possibilita a geração de novos negócios, segundo 80% dos entrevistados.

Para 43% dos pesquisados, navegar nas redes sociais pode ajudar a aliviar o stress do dia a dia, mantendo o profissional em contato com amigos e parentes. Já 56% dos participantes acreditam que o uso das ferramentas facilita a comunicação e a socialização entre os funcionários.a

Entre os pesquisados que são contra as redes sociais durante o expediente, 94% apontam que os colaboradores não seriam capaz de separa a vida profissional de assuntos pessoaisc. Outros 30% acreditam que os sites não proporcionam informações relevantes para o trabalho, enquanto 26% afirmam que as redes sociais expõem inadequadamente a vida pessoal dos funcionários.e

O levantamento indica ainda que 63% das empresas possuem um regulamento sobre o acesso aos sites no ambiente de trabalho, contra 26% negam a existência de algum código que regule a navegação nas redes sociais.d

Os departamentos de Marketing, Comunicação e Produto são apontados como os que mais navegação no sites (57%), seguidos por Tecnologia da Informação (54%) e Atendimento ao Cliente e Suporte (49%).b

FONTE: Revista EXAME, publicado em 09 de março de 2012.

http: //exame. abril.com. br/tecnolog ia/noticias/executivos-sao-a-favor-do-uso-de-redes-sociais Acesso em 12 de março de 2012

Em todas as opções, os termos destacados pertencem à mesma classe gramatical exceto em:

 

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1685620 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Executivos são a favor do uso de redes sociais

Segundo estudo da Gentis Panel, 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes no

ambiente corporativo

Cláudio Martins do Enunciado 1685620-1

Entre os benefícios apontados pelos profissionais a favor dos sites, estão a melhora da comunicação entre os funcionário e a oportunidade de descobrir novos negócios.

São Paulo - Um total de 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes sociais no ambiente corporativo. A informaçãob d é de um estudoa c d da Gentis Painel, que verificou como a ferramentas interfere nos negócios das empresas e no trabalho dos funcionários. Cerca de 29% dos profissionais não concordam com o uso das redes sociais durante o expediente e 15% estão indecisos sobre o assunto.

Entre as justificativas para se permitir o acesso a sites como Facebook, LinkedIn e Twitter no ambiente de trabalho está a crença de que melhora o network e possibilita a geração de novos negócios, segundo 80% dos entrevistados.

Para 43% dos pesquisados, navegar nas redes sociais pode ajudar a aliviar o stress do dia a dia, mantendo o profissional em contato com amigos e parentes. Já 56% dos participantes acreditam que o uso das ferramentas facilita a comunicação e a socialização entre os funcionários.

Entre os pesquisados que são contra as redes sociais durante o expediente, 94% apontam que os colaboradores não seriam capaz de separa a vida profissional de assuntos pessoais. Outros 30% acreditam que os sites não proporcionam informações relevantes para o trabalho, enquanto 26% afirmam que as redes sociais expõem inadequadamente a vida pessoal dos funcionários.

O levantamento indica ainda que 63% das empresasc e possuem um regulamento sobre o acesso aos sitesa no ambiente de trabalho, contra 26%b d negam a existência de algum código que regule a navegação nas redes sociais.

Os departamentos de Marketing, Comunicação e Produto são apontados como os que mais navegação no sites (57%), seguidos por Tecnologia da Informação (54%) e Atendimento ao Cliente e Suporte (49%).

FONTE: Revista EXAME, publicado em 09 de março de 2012.

http: //exame. abril.com. br/tecnolog ia/noticias/executivos-sao-a-favor-do-uso-de-redes-sociais Acesso em 12 de março de 2012

Os pronomes relativos sublinhados nas linhas 4 e 18 do texto refere-se, respectivamente. aos termos

 

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1685619 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Executivos são a favor do uso de redes sociais

Segundo estudo da Gentis Panel, 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes no

ambiente corporativo

Cláudio Martins do Enunciado 1685619-1

Entre os benefícios apontados pelos profissionais a favor dos sites, estão a melhora da comunicação entre os funcionário e a oportunidade de descobrir novos negócios.

São Paulo - Um total de 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes sociais no ambiente corporativo. A informação é de um estudo da Gentis Painel, que verificou como a ferramentas interfere nos negócios das empresas e no trabalho dos funcionários. Cerca de 29% dos profissionais não concordam com o uso das redes sociais durante o expediente e 15% estão indecisos sobre o assunto.

Entre as justificativas para se permitir o acesso a sites como Facebook, LinkedIn e Twitter no ambiente de trabalho está a crença de que melhora o network e possibilita a geração de novos negócios, segundo 80% dos entrevistados.

Para 43% dos pesquisados, navegar nas redes sociais pode ajudar a aliviar o stress do dia a dia, mantendo o profissional em contato com amigos e parentes. Já 56% dos participantes acreditam que o uso das ferramentas facilita a comunicação e a socialização entre os funcionários.

Entre os pesquisados que são contra as redes sociais durante o expediente, 94% apontam que os colaboradores não seriam capaz de separa a vida profissional de assuntos pessoais. Outros 30% acreditam que os sites não proporcionam informações relevantes para o trabalho, enquanto 26% afirmam que as redes sociais expõem inadequadamente a vida pessoal dos funcionários.

O levantamento indica ainda que 63% das empresas possuem um regulamento sobre o acesso aos sites no ambiente de trabalho, contra 26% negam a existência de algum código que regule a navegação nas redes sociais.

Os departamentos de Marketing, Comunicação e Produto são apontados como os que mais navegação no sites (57%), seguidos por Tecnologia da Informação (54%) e Atendimento ao Cliente e Suporte (49%).

FONTE: Revista EXAME, publicado em 09 de março de 2012.

http: //exame. abril.com. br/tecnolog ia/noticias/executivos-sao-a-favor-do-uso-de-redes-sociais Acesso em 12 de março de 2012

No texto, são apresentados corno substitutos do termo "executivos" as seguintes palavras:

l. profissionais

lI. participantes

IlI. pesquisados

IV. colaboradores

V. entrevistados

Aponte a opnião adequada.

 

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1685618 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Executivos são a favor do uso de redes sociais

Segundo estudo da Gentis Panel, 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes no

ambiente corporativo

Cláudio Martins do Enunciado 1685618-1

Entre os benefícios apontados pelos profissionais a favor dos sites, estão a melhora da comunicação entre os funcionário e a oportunidade de descobrir novos negócios.

São Paulo - Um total de 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes sociais no ambiente corporativo. A informação é de um estudo da Gentis Painel, que verificou como a ferramentas interfere nos negócios das empresas e no trabalho dos funcionários. Cerca de 29% dos profissionais não concordam com o uso das redes sociais durante o expediente e 15% estão indecisos sobre o assunto.

Entre as justificativas para se permitir o acesso a sites como Facebook, LinkedIn e Twitter no ambiente de trabalho está a crença de que melhora o network e possibilita a geração de novos negócios, segundo 80% dos entrevistados.

Para 43% dos pesquisados, navegar nas redes sociais pode ajudar a aliviar o stress do dia a dia, mantendo o profissional em contato com amigos e parentes. Já 56% dos participantes acreditam que o uso das ferramentas facilita a comunicação e a socialização entre os funcionários.

Entre os pesquisados que são contra as redes sociais durante o expediente, 94% apontam que os colaboradores não seriam capaz de separa a vida profissional de assuntos pessoais. Outros 30% acreditam que os sites não proporcionam informações relevantes para o trabalho, enquanto 26% afirmam que as redes sociais expõem inadequadamente a vida pessoal dos funcionários.

O levantamento indica ainda que 63% das empresas possuem um regulamento sobre o acesso aos sites no ambiente de trabalho, contra 26% negam a existência de algum código que regule a navegação nas redes sociais.

Os departamentos de Marketing, Comunicação e Produto são apontados como os que mais navegação no sites (57%), seguidos por Tecnologia da Informação (54%) e Atendimento ao Cliente e Suporte (49%).

FONTE: Revista EXAME, publicado em 09 de março de 2012.

http: //exame. abril.com. br/tecnolog ia/noticias/executivos-sao-a-favor-do-uso-de-redes-sociais Acesso em 12 de março de 2012

Observe as afirmações a seguir:

I. O texto aponta que 55% dos executivos brasileiros são, favor do acesso ás redes sociais no ambiente de trabalho. A grande maioria dos entrevistados justifica na prática porque as redes sociais melhoram e network e oportunizam novos negócios.

II. O principal motivo para os 29% dos executivos resquisados reprovarem o uso das redes sociais no ambiente corporativo, de acordo com a pesquisa, decorria da dificuldade de os funcionários separam vida profissional de vida pessoal.

III. De acordo com a pesquisa realizada, 26% das empresas não admitem a existência de um regulamento para a navegação nas redes sociais.

Assinale a opção adequada.

 

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1685617 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
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Executivos são a favor do uso de redes sociais

Segundo estudo da Gentis Panel, 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes no

ambiente corporativo

Cláudio Martins do Enunciado 1685617-1

Entre os benefícios apontados pelos profissionais a favor dos sites, estão a melhora da comunicação entre os funcionário e a oportunidade de descobrir novos negócios.

São Paulo - Um total de 55% dos executivos brasileiros são a favor do acesso às redes sociais no ambiente corporativo. A informação é de um estudo da Gentis Painel, que verificou como a ferramentas interfere nos negócios das empresas e no trabalho dos funcionários. Cerca de 29% dos profissionais não concordam com o uso das redes sociais durante o expediente e 15% estão indecisos sobre o assunto.

Entre as justificativas para se permitir o acesso a sites como Facebook, LinkedIn e Twitter no ambiente de trabalho está a crença de que melhora o network e possibilita a geração de novos negócios, segundo 80% dos entrevistados.

Para 43% dos pesquisados, navegar nas redes sociais pode ajudar a aliviar o stress do dia a dia, mantendo o profissional em contato com amigos e parentes. Já 56% dos participantes acreditam que o uso das ferramentas facilita a comunicação e a socialização entre os funcionários.

Entre os pesquisados que são contra as redes sociais durante o expediente, 94% apontam que os colaboradores não seriam capaz de separa a vida profissional de assuntos pessoais. Outros 30% acreditam que os sites não proporcionam informações relevantes para o trabalho, enquanto 26% afirmam que as redes sociais expõem inadequadamente a vida pessoal dos funcionários.

O levantamento indica ainda que 63% das empresas possuem um regulamento sobre o acesso aos sites no ambiente de trabalho, contra 26% negam a existência de algum código que regule a navegação nas redes sociais.

Os departamentos de Marketing, Comunicação e Produto são apontados como os que mais navegação no sites (57%), seguidos por Tecnologia da Informação (54%) e Atendimento ao Cliente e Suporte (49%).

FONTE: Revista EXAME, publicado em 09 de março de 2012.

http: //exame. abril.com. br/tecnolog ia/noticias/executivos-sao-a-favor-do-uso-de-redes-sociais
Acesso em 12 de março de 2012

A Gentis Painel, empresa de pesquisa de mercado via internet, realizou estudo referente ao uso de redes sociais no ambiente de trabalho. Em reportagem da Revista Exame de março do corrente ano sobre a pesquisa realizada, estão dados estatísticos divulgados pela Gentis sobre o acesso de trabalhadores ás redes sociais em ambientes corporativos. Assinale a opção que não apresenta informação em conformidade com o texto:

 

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1685616 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Quanto aos atos administrativos pode-se afirmar.

 

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