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Foram encontradas 502 questões.

Atenção: o caso seguinte se refere às questões 99 e 100:

Mulher de 28 anos refere manchas vermelhas e dores articulares sem sinais inflamatórios em membros inferiores há 20 dias, após quadro gripal ocorrido há um mês. Exame clínico: petéquias confluentes em membros inferiores e parede abdominal. Exames complementares: Hb 12,5 g/dL; leucócitos 11.200/mm3, plaquetas 220.000/mm3, PCR 5,25 mg/dL, creatinina 1,5 mg/dL, ureia 48 mg/dL, FAN 1/160 pontilhado fino, C3 e C4 normais; Urina I: proteínas ++, leucócitos 10.000/ml, eritrócitos 150.000/ml, com dismorfismo ++; proteinúria de 24 h 2,20 g. Biópsia de pele: vasculite leucocitoclástica. Biópsia renal: Glomerulonefrite proliferativa mesangial com 10% de crescentes epiteliais; imunoflourescência do tecido renal: depósitos mesangiais de IgG+ IgA++. Depósitos negativos de C3 e fibrinogênio.

O diagnóstico final poderá ser confirmado por:

 

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Atenção: o caso seguinte se refere às questões 99 e 100:

Mulher de 28 anos refere manchas vermelhas e dores articulares sem sinais inflamatórios em membros inferiores há 20 dias, após quadro gripal ocorrido há um mês. Exame clínico: petéquias confluentes em membros inferiores e parede abdominal. Exames complementares: Hb 12,5 g/dL; leucócitos 11.200/mm3, plaquetas 220.000/mm3, PCR 5,25 mg/dL, creatinina 1,5 mg/dL, ureia 48 mg/dL, FAN 1/160 pontilhado fino, C3 e C4 normais; Urina I: proteínas ++, leucócitos 10.000/ml, eritrócitos 150.000/ml, com dismorfismo ++; proteinúria de 24 h 2,20 g. Biópsia de pele: vasculite leucocitoclástica. Biópsia renal: Glomerulonefrite proliferativa mesangial com 10% de crescentes epiteliais; imunoflourescência do tecido renal: depósitos mesangiais de IgG+ IgA++. Depósitos negativos de C3 e fibrinogênio.

O diagnóstico mais provável é:
 

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Um clínico geral de 70 anos, que atende pacientes ambulatoriais diariamente, recebe uma notificação para agendar o seu exame médico periódico ocupacional.

A abordagem de prevenção à saúde deve incluir:

 

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Mulher de 68 anos, totalmente sedentária há décadas, conta que tem intenção de iniciar um programa de atividade física em academia, mas está na dúvida em relação ao melhor tipo de exercício, a intensidade e a duração por semana. Diz também que a sua maior motivação é a insistência das amigas, que querem companhia para elas também, começarem a se exercitar.

A recomendação mais adequada para esta paciente é:

 

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Um homem branco de 54 anos de idade, assintomático e sem doenças conhecidas, refere que, há anos, corre 8 km duas vezes por semana, em esteira, e mantém uma dieta saudável. Para prevenir riscos durante uma corrida de rua de 16 km da qual participará, pretende fazer um check-up do coração.

O(s) exame(s) indicado(s) para essa finalidade é(são):

 

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Mulher de 42 anos vem ao Pronto-Socorro com episódios de sudorese e dispneia progressiva há sete dias. Negava febre, dor, palpitação e síncope. Tem prótese biológica mitral há oito anos por valvulopatia reumática. Exame clínico: regular estado geral, descorada +/+4, ictérica+2/+4, afebril, FC = 90 bpm, FR = 24 irpm, SatO2 = 92%, PA = 110x60 mmHg, tempo de enchimento capilar < 3 segundos. Bulhas rítmicas com hipofonese de B1, sopro holossistólico +4/+6 em foco mitral. Estertores finos bibasais. Fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito doloroso e homogêneo, baço percutível e não palpável e edema +2/+4 bilateral indolor em membros inferiores. Hb = 10,2 g/dL; leucograma = 9.800 leucócitos/mm3; plaquetas = 87.000/mm3, Na+ = 132mg/dl, K+ = 4,5 mg/dL, Cr = 1,3mg/dL, U = 40mg/dL, PCR = 47mg/dL. Urina I: proteínas = 1,2g/L, leucócitos = 43.000/mm3 e presença de cilindros hemáticos. Eletrocardiograma: ritmo sinusal e sobrecarga de câmaras esquerdas. Radiografia de tórax: aumento de área cardíaca e duplo contorno atrial com aumento da vascularização peri-hilar e cefalização de trama vascular bilateral. Ecocardiograma transtorácico: regurgitação periprotética mitral importante, sem vegetações ou trombos.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta a ser adotada são:

 

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Mulher de 31 anos vem para avaliação de um nódulo tireoidiano recém-descoberto. Nega quaisquer sintomas. Exame clínico: PA = 120x70 mmHg; FC = 72 bpm. Nódulo firme e móvel à deglutição em lobo esquerdo da tireoide, medindo cerca de 3 cm. Ausência de linfadenopatia cervical. Sem outras alterações. Exames laboratoriais: TSH = 0,18 mUI / L.

A conduta mais adequada é:

 

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Homem de 51 anos apresenta nas duas últimas consultas médicas pressão arterial de 150x100 e 146x94 mmHg respectivamente. Nega quaisquer sintomas. Nega doenças crônicas e refere que ambos os pais estão vivos e que a mãe é sabidamente hipertensa. Não fuma, eventualmente faz uso de bebida alcoólica. Exame clínico: PA = 148x96 mmHg, IMC = 30,7 kg/m2, fundo de olho normal, sem outras alterações. Exames complementares: Cr = 0,9mg/dL, K+ = 4,4 mEq/L, Urina tipo 1 normal e eletrocardiograma normal.

Na avaliação diagnóstica deste paciente, o próximo exame a ser realizado é:

 

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Mulher de 91 anos com demência avançada é avaliada em uma instituição de longa permanência para idosos. Ela não contactua e tem incontinência fecal e urinária. Nos últimos dois anos ela continua perdendo peso. Faz uso regular de losartana para hipertensão arterial. Exame clínico: pressão arterial = 126x84 mmHg; outros sinais vitais normais. Caquética, desorientada no tempo e no espaço. Hidratada, corada, acianótica, anictérica e eupneica. Ela não parece ter nenhuma dor. Há contraturas em seus tornozelos e nos membros superiores.

A melhor abordagem para prevenção de úlcera de pressão nessa paciente é:

 

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Homem de 59 anos com doença renal crônica dialítica, hipertensão e diabetes mellitus teve falha de fístula arterio-venosa e está em uso de cateter venoso de longa permanência há três meses. Nas duas últimas sessões de hemodiálise, apresentou tremores e febre de 39°C. Foram coletadas hemoculturas pareadas (sangue e cateter). Na sessão seguinte de hemodiálise, apresentou hipotensão e febre, sendo então encaminhado ao pronto-socorro. Na admissão, foram checados os resultados das culturas:

- Sangue Periférico (Tempo de positivação = 8h): Staphylococcus aureus: oxacilina R, clindamicina R, sulfametoxazol-trimetoprim R, vancomicina S, linezolida S.

- Sangue de cateter (Tempo de positivação = 5h30m): Staphylococcus aureus: oxacilina R, clindamicina R, sulfametoxazol-trimetoprim R, vancomicina S, linezolida S.

A conduta terapêutica inicial mais adequada é:

 

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