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Paciente de 54 anos, procura seu consultório médico com queixa de fluxo papilar avermelhado em mama esquerda há 4 meses. Menopausada há 5 anos. Nega antecedente familiar de câncer de mama e ovário. Solicitados mamografia e ultrassonografia de mamas, ambos sem achados dignos de nota (BIRADS 2). expressão papilar apresentava saída de fluxo sero-sanguinolento, espontâneo, em pequena quantidade, uniductal a esquerda. Sem nódulos palpáveis. Axilas livres. Qual a conduta mais adequada neste caso:
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Paciente de 56 anos, com diagnóstico de doença de Chagas, apresenta quadro de parada de eliminação de gases e fezes há um dia, associado a dor e distensão abdominal. Nega episódios prévios semelhantes. Radiografia de abdome é sugestiva de volvo de sigmóide, sem outros achados importantes.
Qual a melhor conduta para o caso nesse momento?
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Homem, 42 anos, apresenta dor e sangramento anal há 6 meses. Ao exame físico, lesão endurecida e ulcerada de 5cm de diâmetro em borda anal, friável e dolorosa ao toque retal. Biópsia de lesão confirma carcinoma espino-celular pouco diferenciado. Estadiamento clínico-radiológico afasta metástases e invasão de órgãos adjacentes.
Qual o melhor tratamento?
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Paciente de 56 anos com perda de peso nos últimos 8 meses e cansaço aos médios esforços. Realizada colonoscopia que revelou lesão ulcerada em cólon direito, próximo à válvula íleo-cecal, de 4cm de diâmetro. Biópsia confirmou adenocarcinoma pouco diferenciado. Qual a melhor conduta para o caso nesse momento?
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Paciente no 5º dia de pós-operatório de retossigmoidectomia com anastomose colorretal por adenocarcinoma de cólon sigmóide evolui com quadro de distensão abdominal importante, vômitos biliosos e parada de eliminação de gases e fezes. Tomografia de abdome total demonstra distensão importante de intestino delgado e achado de localização de intestino delgado à esquerda de cólon abaixado. Com relação ao caso, qual a principal hipótese diagnóstica?
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Paciente de 58 anos, vem ao pronto atendimento com quadro de dor abdominal e parada de eliminação de gases e fezes há 3 dias. Ao exame físico apresenta distensão abdominal importante, sem peritonismo e ao toque retal encontra-se lesão endurecida tocável a 5cm da borda anal. Realizada tomografia de abdome total que mostra distensão importante de cólon até altura de reto médio, onde se vê massa concêntrica na luz do órgão. Qual a melhor conduta?
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Paciente de 15 anos inicia seu acompanhamento em ambulatório de aconselhamento familiar por antecedente de pai e avô com diagnóstico confirmado de polipose adenomatosa familiar. Realizou colonoscopia que mostra incontáveis pólipos adenomatosos desde o reto até o cólon direito.
Qual a melhor conduta no caso?
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Mulher de 38 anos, em uso de anticoncepcional oral há 20 anos, com lesão hepática sólida de 2,5cm em segmento 2 detectada ao exame de ultrassonografia de abdome superior. Realizou exame de ressonância nuclear magnética com contraste hepatoespecífico que confirmou o diagnóstico de adenoma hepático.
Qual a melhor conduta?
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Homem, 72 anos, com quadro de icterícia obstrutiva e prurido intenso há 1 mês. Realizou exame de ressonância magnética que demonstrou dilatação das vias biliares intra-hepáticas e lesão compatível com colangiocarcinoma hilar tipo Bismuth IV acometendo a artéria hepática direita e tronco da veia porta.
Qual a melhor conduta para o caso?
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Paciente de 45 anos com antecedente de cirrose hepática de etiologia alcoólica compensada (Child-Pugh A6, Model for End-Stage Liver Disease [MELD]= 7) apresentou, em seguimento ambulatorial, nódulo em lobo hepático esquerdo à ultrassonografia. Realizou tomografia de abdome com contraste que evidenciou lesão hepática hipervascular com fluxo rápido em segmentos 2 e 3, medindo 4,3cm.
Qual o tratamento mais indicado para o caso?
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