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Paciente de 38 anos em seguimento pós-operatório de retossigmoidectomia por adenocarcinoma de cólon sigmoide realizada há um ano. Em tomografia de abdome foram evidenciadas 3 lesões hepáticas periféricas sugestivas de metástases em segmentos 5, 6 e 7, medindo 2,5cm, 2,1cm e 1,9cm, respectivamente. Foi submetido à quimioterapia sistêmica com FOLFOX apresentando reposta parcial das lesões (medidas atuais: 2,0cm, 0,9cm e 1,1cm). Foi indicada resseção e durante o procedimento cirúrgico realizada ultrassonografia intraoperatória que confirmou a existência apenas das 3 lesões subcapsulares citadas.
Qual a conduta cirúrgica mais adequada para o caso?
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Mulher, 27 anos, apresenta queixa de empachamento pós-prandial importante. Realizou ultrassonografia de abdome que mostra lesão compatível com hemangioma hepático em segmentos 2 e 3, com diâmetro de aproximadamente 18 cm. Realizou tomografia computadorizada que confirma a hipótese diagnóstica e demonstra compressão extrínseca do estômago. Qual a melhor conduta para o caso?
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Mulher de 26 anos, assintomática, realizou ultrassonografia abdominal de rotina que evidenciou nódulo hepático heterogêneo em segmento 6, medindo 3,8 cm. Em uso de anticoncepcional oral há 4 anos. Realizou ressonância magnética com contraste hepatoespecífico que mostrou nódulo hipervascular com cicatriz central e na fase hepatobiliar observou-se a captação intensa do meio contraste pela lesão.
Baseado nestas informações, qual o diagnóstico mais provável do nódulo da paciente e a melhor conduta?
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Durante colecistectomia eletiva por colecistopatia crônica calculosa, realiza-se colangiografia transcística que mostra esvaziamento de contraste adequado para duodeno, ausência de coledocolitíase e não contrastação da via biliar intra-hepática. Pode-se afirmar que:
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Homem, 49 anos, ex-etilista (cessou etilismo há 6 anos, antes fazia ingesta de 6 doses de destilado por dia, por 20 anos), em acompanhamento ambulatorial por dor abdominal importante secundária a pancreatite crônica. Vem apresentando piora da dor, apesar de tratamento com medicação analgésica e reposição oral de enzimas pancreáticas. Qual possível conduta cirúrgica para o tratamento da dor?
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Paciente de 48 anos apresenta crises de pancreatite aguda de repetição. Ressonância nuclear magnética de abdome mostra lesão de 4 cm em região do corpo do pâncreas, sugestiva de tumor intraductal papilar mucinoso com acometimento de ducto pancreático principal. Qual a melhor conduta para o caso?
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Paciente em acompanhamento pós-operatório de derivação biliodigestiva em Y de Roux realizada como paliação cirúrgica por adenocarcinoma de cabeça de pâncreas avançado. Vem ao pronto socorro com quadro de icterícia, febre e dor abdominal em hipocôndrio direito. Realizou tomografia de abdome com contraste endovenoso que demonstra dilatação importante de vias biliares até altura de colédoco distal, onde se observa volumosa massa em cabeça de pâncreas com acometimento da anastomose. Qual a melhor conduta nesse momento?
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Paciente no 2º dia pós-operatório de gastroplastia em Y de Roux evolui com frequência cardíaca entre 120 e 130bpm. Eletrocardiograma confirma taquicardia sinusal. Diurese presente e clara. Dentre as condutas abaixo, assinale a INCORRETA:
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Paciente de 44 anos submetida à gastroplastia em Y de Roux (bypass) há cerca de 5 anos, apresenta-se com náuseas e dor abdominal intensa. Ao exame físico geral apresenta-se taquicárdica (frequência cardíaca = 120 batimentos/min), hipotensa (PA: 100x60 mmHg), FR: 18; ao exame abdominal apresenta abdome distendido, dor difusa à palpação, porém sem sinais de irritação peritoneal, com ruídos hidroaéreos pouco aumentados. Exames laboratoriais mostram Hb: 13g/dl, Leucócitos de 8500/mm³, Cr: 1,2 mg/dl, U: 45mg/dl; Na: 143mg/dl; K 4,5mg/dl. Realizou tomografia computadorizada de abdome que demonstra importante distensão da câmara gástrica exclusa, duodeno e primeiras porções do jejuno associada a ingurgitamento dos vasos mesentéricos deste segmento. Assinale melhor conduta:
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Paciente no 4º dia pós-operatório de gastrectomia vertical para tratamento de obesidade mórbida com sialorreia e regurgitação da dieta líquida oferecida. Estudo radiológico contrastado mostra estreitamento importante do estômago na incisura angularis e a endoscopia evidencia região intransponível ao aparelho na região do antro e torção do órgão sobre seu próprio eixo.
Qual a melhor conduta frente ao caso?
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