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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
Se a concentração média anual de dióxido de enxofre no ar em Cubatão for hoje de 120 microgramas por metro cúbico de ar, a saúde da população deve estar comprometida, de acordo com os parâmetros do CONAMA.
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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
A qualidade do ar é verificada de acordo com padrões primários e secundários, definidos pela combinação das concentrações de seis principais parâmetros de poluição: partículas totais em suspensão, fumaça, partículas inaláveis, SO2, CO e NO2.
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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
A situação apresentada no texto pode remeter a questionamentos acerca de vantagens e desvantagens de criar-se distritos industriais que concentrem as atividades industriais em um pequeno espaço geográfico, sem adequado planejamento ambiental.
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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
A situação descrita conjuga poluição atmosférica, poluição do solo e poluição dos corpos de água.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
O texto permite inferir que a reciclagem não consome energia.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
A reciclagem, defendida pela equação de Calderoni, faz parte da política dos 3R, na gestão de resíduos voltada para a sustentabilidade.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
A equação de Calderoni pode ser um excelente instrumento de integração entre diferentes políticas públicas no setor ambiental, com vínculos com a Agenda 21 (internacional e brasileira), a Política Nacional de Recursos Hídricos e a Política Nacional de Educação Ambiental.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
A variável Z representa, na realidade brasileira, uma quimera, pois ainda não é viável do ponto de vista tecnológico nem tampouco do ponto de vista econômico.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
A variável C engloba a triagem dos materiais, o preparo (trituração, enfardamento, prensagem) e os custos de operação dos equipamentos ligados à produção de composto orgânico e de energia elétrica, excluindo-se os custos administrativos, normalmente presentes na contabilidade das empresas, por não se tratar de atividade empresarial formal.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
Na classe de matéria-prima, são enquadrados como geração de renda somente B, U, Z e V, ficando M e H1 como custos evitados.
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