Foram encontradas 50 questões.
A respeito dos testes de processamento auditivo (Central), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Devido à complexa natureza do PA (C), nenhum teste pode ser elaborado para avaliar uma função do PA (C) de forma isolada excluindo todas as outras.
( ) Da mesma forma, nenhum teste avaliará todas as habilidades do PA (C) de uma só vez.
( ) Os testes podem ser elaborados de tal forma que avaliarão de modo mais efetivo um grupo de habilidades de PA (C) que outro.
( ) Os testes comportamentais do PA (C) podem ser categorizados, de acordo com a tarefa auditiva geral.
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
“Entendemos por a habilidade de um falante em usar a dinâmica vocal na fala encadeada intensamente, por um determinado período, sem mostrar sinais de cansaço, mantendo a inicial”.
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Assinale a alternativa correta a respeito da faixa etária em que geralmente ocorre a maior expansão do sistema fonológico das crianças brasileiras.
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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
“...Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública.”
No fragmento acima, temos um exemplo de figura de
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde a alguns dos mecanismos fisiológicos auditivos, levando-se em conta os testes comportamentais da avaliação do processamento auditivo.
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde aos aspectos que dependem o desenvolvimento do comportamento auditivo.
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A respeito da avaliação da mastigação e deglutição de acordo com MARCHESAN (2010), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A avaliação da mastigação e da deglutição deve ser realizada de forma isolada.
( ) O fonoaudiólogo deve oferecer alimentos e líquidos para o paciente ingerir e observar como este paciente mastiga e deglute.
( ) O alimento oferecido deve ser sempre diferente na avaliação inicial e das reavaliações após a terapia.
( ) A deglutição será observada nas provas específicas para a deglutição e também nas provas de mastigação.
( ) O fonoaudiólogo deve oferecer alimentos e líquidos para o paciente ingerir e observar como este paciente mastiga e deglute.
( ) O alimento oferecido deve ser sempre diferente na avaliação inicial e das reavaliações após a terapia.
( ) A deglutição será observada nas provas específicas para a deglutição e também nas provas de mastigação.
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Assinale a alternativa INCORRETA, de acordo com FURIA (2010), a respeito dos objetivos da reabilitação fonoaudiológica em indivíduos portadores de Disfagia Mecânica.
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Assinale a alternativa que NÃO caracteriza as experiências da Fonoaudiologia na área educacional.
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De acordo com SILVA (1999), um dos tópicos abordados durante a avaliação clínica da Disfagia Neurogênica é o mecanismo laríngeo. Assinale a alternativa que NÃO corresponde aos achados clínicos do mecanismo laríngeo.
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