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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
“...Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública.”
No fragmento acima, temos um exemplo de figura de
 

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2443781 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
O Sistema Braille possui algumas especificidades que são próprias desse sistema, uma delas é a representação do que conhecemos como escrita em caixa alta ou bastão. Assinale a alternativa que, em Braille, representa está escrita.
 

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2443506 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Os “Símbolos Universais do Sistema Braille” representam, não só as letras do alfabeto, mas também os sinais de pontuação, números, notações musicais e científicas, símbolos e sinais de informática, enfim, tudo o que se utiliza na grafia comum. Esses símbolos estão dispostos em uma sequência de sete séries denominada ordem braille. Em relação a essa disposição, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Os sinais da primeira série são as dez primeiras letras do alfabeto romano (a-j). Esses mesmos sinais, na mesma ordem, assumem características de valores numéricos 1-0, quando precedidos do sinal do número, formado pelos pontos (3456).
( ) A segunda série do Sistema Braille é formada dos pontos da primeira série acrescentando-se o ponto 5.
( ) Os sinais da quinta série, além de representarem sinais de pontuação e alguns outros, também quando precedidas do sinal do número, representam os números ordinais.
( ) O ponto 3, que aparece na quinta série dos Símbolos Universais do Sistema Braille representando o ponto final, pode também ser utilizado como asterisco.
( ) Na sétima série estão apresentados os sinais de maiúscula, caixa alta, reticências representada pelos pontos (3, 3, 3) e o travessão (36, 36, 36).
 

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2443131 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Em relação ao uso de abreviaturas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. As abreviaturas por representação inicial silábica total – quando todas as sílabas da palavra estão representadas.
II. Abreviaturas por representação parcial – quando nem todas as sílabas da palavra estão representadas na abreviatura.
III. Abreviaturas por contração – aquelas que contêm geralmente a primeira e a última letra da palavra representada.
IV. Abreviatura por contração pura – quando apenas estão presentes a primeira e a última letra da palavra.
 

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2440921 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). O Código Matemático Unificado - CMU traz como recomendação:
I. as expressões matemáticas se escrevem, geralmente, sem celas vazias intermediárias.
II. na transcrição de fórmulas inseridas em um texto comum, a norma é deixar uma cela em branco antes e uma cela em branco depois da fórmula.
III. em textos de ciências exatas e naturais, recomenda-se não utilizar estenografia Braille, no sentido de se evitarem possíveis confusões na leitura.
 

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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida(B). E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria?(E) Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula(A) sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos(C). Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula?(D) Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
Em “não será possível ultrapassar o número mágico de 35.”, a função sintática da oração destacada é a mesma encontrada em
 

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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
1.§ Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis(C) que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos(C) três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
2.§ Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim(B), a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
3.§ A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja(B) o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos(E). Desde que(A) se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano(D) negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
4.§ Tais(C) análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que(A) temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante(D). Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a seguir.
 

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2435700 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A respeito da história da utilização do Sistema Braille, no Brasil, e sua divisão em quatro períodos distintos, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. 1854 a 1942.
2. 1942 a 1963.
3. 1963 a 1995.
4. 1995 a 2002.
( ) Os fatos marcantes desse período podem ser assim destacados: - convênio luso- brasileiro, entre as mais importantes entidades dos dois países, para a padronização do Braille integral (grau 1) e para a adoção no Brasil de símbolos do código de abreviaturas usado em Portugal; - em relação à Matemática, principalmente educadores e técnicos da hoje Fundação Dorina Nowill para Cegos e do Instituto Benjamin Constant complementaram a tabela Taylor com o acréscimo de símbolos Braille aplicáveis à teoria de conjuntos.
( ) Nesse período, verificaram-se algumas alterações na simbologia Braille em uso no Brasil para atender à reforma ortográfica da Língua Portuguesa. Destaca-se, também, a adoção da tabela Taylor de sinais matemáticos, de origem inglesa, em substituição à simbologia francesa até então empregada.
( ) Necessidade em adotar para todo o país uma política de Diretrizes e Normas para o uso, o ensino, a produção e a difusão do Sistema Braille em todas as modalidades de aplicação, levando em conta a evolução técnico-científica que passa a exigir sistemática avaliação, alteração e modificação dos códigos e simbologia Braille. Devido a necessidade do estabelecimento de permanente intercâmbio com Comissões de Braille de outros países, de acordo com a política de unificação do Sistema Braille em nível internacional, o Ministério da Educação, vinculada à Secretaria de Educação Especial institui a Comissão Brasileira do Braille.
( ) O Sistema Braille foi adotado no Imperial Instituto dos Meninos Cegos (hoje, Instituto Benjamin Constant), criado pelo então imperador D. Pedro I, sendo assim, a primeira instituição na América Latina a utilizá-lo. Deve-se isso aos esforços de José Álvares de Azevedo, um jovem cego brasileiro que o havia aprendido na França.
 

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2435444 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Os verbetes dos glossários devem ser escritos da seguinte forma, EXCETO
 

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2434596 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A Comissão Brasileira do Braille instituída pela portaria nº 319 do MEC/SEESP, foi formada por oito membros com vasto conhecimento e experiência do Sistema Braille em várias áreas. Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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