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A questão refere-se ao texto 3
Texto 3
Dimenstein critica leitura apressada
Nathália Carvalho
A escolha de Juca Ferreira para ser secretário municipal da Cultura de São Paulo causou debate nesta semana e, ao publicar o texto “Haddad precisa importar um baiano?”, o jornalista da Folha, Gilberto Dimenstein, recebeu críticas e foi chamado de xenófobo.
Dimenstein explica que a postura de alguns internautas trata-se de dificuldade de interpretação e, ou, leitura apressada. “As pessoas não leem tudo. Isso já acontece no impresso, imagina no online. Olham apenas o título e leem o que querem, e não o que está escrito”. [...]
As críticas à coluna foram impulsionadas, também, por um texto publicado pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). Em relação à postura do parlamentar, Dimenstein afirma que “se fosse uma prova de interpretação, certamente o deputado não passaria”. “Ele é uma pessoa de caráter e creio que não fez de má fé. Mas acredito que ele não leu a coluna até o final”, diz o colunista.
Em resposta, Wyllys disse que “é uma saída fácil de Dimenstein para não assumir que seu texto contraditório flertava, sim, com o sentimento de xenofobia mal disfarçado”. “Ainda que eu e outros tivéssemos lido apenas o título – o que não aconteceu – este, por si, já justificava todos os questionamentos. A palavra “baiano” não foi parar no título por acaso. A língua não é neutra (o jornalismo menos)”, explicou.
Dimenstein conta ser importante para os jornalistas saberem lidar com a repercussão negativa de alguma opinião. “É importante que o colunista não tenha medo de críticas e estimule o debate”. Além disso, ele afirma ser interessante passar por isso pois quando trata-se de um erro é preciso pedir desculpas, mas quando a situação é o contrário, a conversa cresce no sentido de mostrar qual é a posição do profissional. “Aprofunda o tema e ajuda as pessoas a pensarem de maneiras diferentes”, contou.
Disponível em <http://www.osantooficio.com/page/2/>. Acesso em 30 jan 2012.
Um aspecto do comentário que NÃO está ligado à afirmação do deputado Jean Wyllys de que “A língua não é neutra” é
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O acolhimento como uma das diretrizes de Humanização do SUS, pode ser entendido como
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Considerando o contraponto palestriniano tal qual codificado por Fux é correto afirmar que
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O governo dos Estados Unidos declarou guerra ao Japão e aos países do eixo após o ataque japonês a Pearl Harbor no Pacífico. O episódio descrito faz parte do contexto de qual guerra?
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O sistema muscular tem como propriedade a contração de seus tecidos. Sobre o assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A contração muscular ocorre pela aproximação dos miofilamentos de actina e miosina.
II. Para que ocorra a contração de um grupo muscular é obrigatória uma ação voluntária do indivíduo.
III. É considerado músculo de contração sinergista o grupo muscular que auxilia na estabilização e controle de um movimento.
IV. Músculos agonistas são grupos musculares que facilitam determinados movimentos através do relaxamento e alongamento de seus ventres musculares.
V. Musculatura lisa e estriado cardíaco são tipos musculares de contração voluntária.
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READ TEXT III AND ANSWER QUESTION
TEXTO III
Digital Natives, Digital Immigrants
By Marc Prensky
What should we call these “new” students of today? Some refer to them as the N-[for Net]-gen or D-[for digital]-gen. But the most useful designation I have found for them is Digital Natives. Our students today are all “native speakers” of the digital language of computers, video games and the Internet.
So what does that make the rest of us? Those of us who were not born into the digital world but have, at some later point in our lives, become fascinated by and adopted many or most aspects of the new technology are, and always will be compared to them, Digital Immigrants.
The importance of the distinction is this: As Digital Immigrants learn – like all immigrants, some better than others – to adapt to their environment, they always retain, to some degree, their “accent,” that is, their foot in the past. The “digital immigrant accent” can be seen in such things as turning to the Internet for information second rather than first, or in reading the manual for a program rather than assuming that the program itself will teach us to use it. Today’s older folk were “socialized” differently from their kids, and are now in the process of learning a new language. And a language learned later in life, scientists tell us, goes into a different part of the brain.
There are hundreds of examples of the digital immigrant accent. They include printing out your email (or having your secretary print it out for you – an even “thicker” accent); needing to print out a document written on the computer in order to edit it (rather than just editing on the screen); and bringing people physically into your office to see an interesting web site (rather than just sending them the URL). I’m sure you can think of one or two examples of your own without much effort. My own favorite example is the “Did you get my email?” phone call. Those of us who are Digital Immigrants can, and should, laugh at ourselves and our “accent.”
But this is not just a joke. It’s very serious, because the single biggest problem facing education today is that our Digital Immigrant instructors, who speak an outdated language (that of the pre-digital age), are struggling to teach a population that speaks an entirely new language. This is obvious to the Digital Natives – school often feels pretty much as if we’ve brought in a population of heavily accented, unintelligible foreigners to lecture them. They often can’t understand what the Immigrants are saying.
Source: Prensky, M. On the Horizon. MCB University Press, Vol. 9 No. 5, October 2001
Consider the statement taken from the text: “As Digital Immigrants learn to adapt to their environment, they always retain, to some degree, their “accent,” that is, their foot in the past.” Mark the option that is NOT considered a digital accent as the text defines it.
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Qual o tumor maligno mais comum na criança?
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Sobre a disciplina e a violência escolar, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre as mudanças climáticas globais e as alterações climáticas locais, assinale a alternativa correta.
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Convencionou-se denominar História Oral ao uso de informações obtidas por meio de entrevistas na investigação histórica. O termo é bastante controverso e apresenta diversos problemas que demandam constantes debates por historiadores. Assinale a alternativa que NÃO se relaciona corretamente ao que é a História Oral como método de pesquisa histórica.
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