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Foram encontradas 970 questões.

2441010 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Dado o algoritmo a seguir:
int num=1;
int res=0;
for (int i = 0; i < 5; i++) {
num = num*i;
res = res+num;
}
Qual o resultado da variável res?
 

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2441009 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A energia interna de um sistema é função da pressão e, não existindo variação da pressão interna, não existe também variação da sua energia interna.
( ) Termodinâmica é a parte da física que estuda as relações entre calor e temperatura que ocorrem em um sistema isolado.
( ) A primeira lei da termodinâmica afirma que não é possível transformar calor em trabalho.
( ) Num ciclo fechado, o trabalho é dado pelo aumento de temperatura do sistema.
 

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2441007 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Penas sem pena
Carlos Heitor Cony
Em crônica recente, publicada na página 2 da Folha, elogiei como um todo, e com entusiasmo, o Supremo Tribunal Federal, sobretudo o ministro presidente e relator Joaquim Barbosa, que atuou, com dignidade e sabedoria, na apelidada Ação 470, codinome providencial para tentar esconder o escândalo do Mensalão. Contudo, no mesmo texto, questionei as penas de prisão para os numerosos réus, por uma razão muito antiga em minha formação. Acredito que mais cedo ou mais tarde, a sociedade encontrará outra forma, mais humana e eficaz, para condenar criminosos.
A primeira vez que fui conhecer Veneza, como não podia deixar de ser, visitei as prisões ao lado do palácio dos Doges, que é ligado pela Ponte dos Suspiros às masmorras daquela época, não muito diferentes de algumas penitenciárias ainda existentes no século 21. Conheci outras prisões medievais, em Londres, em Perúgia, e até mesmo algumas recentes, do Brasil Colonial. Reconheço que para o instinto primitivo de homens também primitivos, a prisão era alternativa misericordiosa da pena de morte. Retirava o criminoso da sociedade, trancafiava-o como um animal selvagem, como castigo ou (tese bastante furada) como início de uma possível recuperação social.
Nelson Hungria, o grande penalista brasileiro, cunhou uma etiqueta definitiva nas penitenciárias: “São as universidades do crime”. Reconheço que o assunto é complexo, sobretudo quando se aplica aos réus do mensalão que já foram julgados, condenados e penalizados.
É certo que mereciam punições severas, acredito que dois ou três da numerosa quadrilha, pela dinâmica do crime praticado, deveriam ser recolhidos à prisão na forma que o Código Penal em vigor estabelece. Mas a maioria dos mensaleiros podia ser punida com a perda dos direitos políticos por cinco, dez ou mesmo vinte anos, além do ressarcimento dos valores roubados, acrescidos de juros e correção monetária, sem esquecer a multa proporcional ao lucro criminoso que conseguiram. Tal como acontece com os débitos fiscais que os sonegadores do imposto de renda podem pagar até parceladamente, os criminosos, que acima de tudo passariam a ser clientes compulsórios da ficha suja, teriam de se virar em condições precárias para zerar a soma das dívidas e multas. O mercado estatal, que inclui cargos públicos no executivo, legislativo e judiciário, ficaria vedado a todos eles, não apenas pela ostensiva ficha suja como pela perda dos direitos políticos. Mesmo nas empresas privadas teriam dificuldades para arranjar empregos, pois o estrago na imagem de todos eles está feito de forma que parece irreparável. O castigo que receberiam seria no mesmo território em que praticaram o crime: dinheiro. As sentenças levariam em conta o patrimônio de cada um deles para efeito de estabelecer o pagamento integral ou parcelado do débito, digamos de 30% da renda total do criminoso.
Pessoalmente, acredito que todos os réus, mesmo condenados a prisão em seus vários regimes (aberto, semiaberto, fechado) daqui a alguns anos (ou meses) estarão em liberdade condicional ou plena. Dois deles, talvez os principais (Dirceu e Genoíno), não podem ser considerados marinheiros de primeira viagem. Já passaram por muitas e más durante o regime militar. Mas tinham o consolo moral e psicológico de estarem combatendo o bom combate. Voltarem os dois a uma cela, por mais confortável que seja, seria colocar dois homens errados num lugar errado. Na prisão, eles poderiam até se consolar, lendo o tempo todo os grandes teóricos como Gramsci, Lênin, Guevara, Mao, teriam até o consolo de ler a excelente e volumosa biografia de Marighela muito bem escrita por Mauro Magalhães. Creio que sofreriam mais, refletiriam melhor, se purgassem os malfeitos que o Supremo atribuiu a eles, gozando a terrível liberdade de dever ao país e ao povo um dinheiro que terão de arranjar, mas sem assaltar as burras da nação.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/carlosheitorcony/1206984- penas-sem-pena.shtml (adaptado)
Em “É certo que mereciam punições severas...”, a oração destacada tem função de
 

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2440995 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 3
Texto 3
Dimenstein critica leitura apressada
Nathália Carvalho
A escolha de Juca Ferreira para ser secretário municipal da Cultura de São Paulo causou debate nesta semana e, ao publicar o texto “Haddad precisa importar um baiano?”, o jornalista da Folha, Gilberto Dimenstein, recebeu críticas e foi chamado de xenófobo.
Dimenstein explica que a postura de alguns internautas trata-se de dificuldade de interpretação e, ou, leitura apressada. “As pessoas não leem tudo. Isso já acontece no impresso, imagina no online. Olham apenas o título e leem o que querem, e não o que está escrito”. [...]
As críticas à coluna foram impulsionadas, também, por um texto publicado pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). Em relação à postura do parlamentar, Dimenstein afirma que “se fosse uma prova de interpretação, certamente o deputado não passaria”. “Ele é uma pessoa de caráter e creio que não fez de má fé. Mas acredito que ele não leu a coluna até o final”, diz o colunista.
Em resposta, Wyllys disse que “é uma saída fácil de Dimenstein para não assumir que seu texto contraditório flertava, sim, com o sentimento de xenofobia mal disfarçado”. “Ainda que eu e outros tivéssemos lido apenas o título – o que não aconteceu – este, por si, já justificava todos os questionamentos. A palavra “baiano” não foi parar no título por acaso. A língua não é neutra (o jornalismo menos)”, explicou.
Dimenstein conta ser importante para os jornalistas saberem lidar com a repercussão negativa de alguma opinião. “É importante que o colunista não tenha medo de críticas e estimule o debate”. Além disso, ele afirma ser interessante passar por isso pois quando trata-se de um erro é preciso pedir desculpas, mas quando a situação é o contrário, a conversa cresce no sentido de mostrar qual é a posição do profissional. “Aprofunda o tema e ajuda as pessoas a pensarem de maneiras diferentes”, contou.
Disponível em <http://www.osantooficio.com/page/2/>. Acesso em 30 jan 2012.
“As críticas à coluna foram impulsionadas, também, por um texto publicado pelo deputado federal...” As expressões destacadas funcionam, respectivamente, como
 

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2440968 Ano: 2012
Disciplina: Educação Física
Banca: AOCP
Orgão: IBC
No que diz respeito às lesões musculares mais frequentes em atividades físicas, assinale a alternativa correta.
 

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2440949 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). Considerando que a estimulação precoce é um conjunto dinâmico de atividades e de recursos humanos e ambientais incentivadores que são destinados a proporcionar à criança, nos seus primeiros anos de vida, experiências significativas para alcançar pleno desenvolvimento no seu processo evolutivo, podemos afirmar que
I. incluem-se nessa perspectiva a sequenciação de contatos humanos adequados.
II. nesses procedimentos são incluídos os processos de avaliação e intervenção.
III. nesse processo busca-se transformar em normais as crianças com necessidades especiais.
 

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2440921 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). O Código Matemático Unificado - CMU traz como recomendação:
I. as expressões matemáticas se escrevem, geralmente, sem celas vazias intermediárias.
II. na transcrição de fórmulas inseridas em um texto comum, a norma é deixar uma cela em branco antes e uma cela em branco depois da fórmula.
III. em textos de ciências exatas e naturais, recomenda-se não utilizar estenografia Braille, no sentido de se evitarem possíveis confusões na leitura.
 

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2440879 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Provas:
Considerando a tonalidade de Si bemol maior, assinale a alternativa correspondente aos tons vizinhos diretos e indiretos.
 

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2440837 Ano: 2012
Disciplina: Educação Artística
Banca: AOCP
Orgão: IBC
As características marcantes da pintura cubista são:
 

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2440832 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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O Jardim Botânico do Rio de Janeiro dispõe de um jardim sensorial cujo objetivo é atender às pessoas com deficiência visual. Sobre as funções e outros fatores associados à ideia do jardim sensorial e dos lugares topofílicos ou desejáveis, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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