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Foram encontradas 970 questões.

2427757 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Foi prescrito 500 ml de Soro Glicosado 5 % que será infundido a uma velocidade de 10 gotas/ min. Neste caso, qual o tempo aproximado para o término da solução?
 

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2427749 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Assinale a alternativa correta.
 

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2427745 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Qual método é usado para reparar descolamentos de retina em pacientes imunodeficientes portadores de citomegalovírus?
 

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2427744 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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READ TEXT I AND ANSWER QUESTION
TEXTO I
What makes a successful business person?
Business people who are tops in their field have a lot in common, and art professionals can learn a lot from their successes and strategies
By Murray Raphel
I have a theory on doing business. If my business is good, it’s not because of the weather, the time of year or the economy. It’s because of me. I’m doing something right. If my business is bad, it’s not because of the weather, the time of the year or the economy. It’s because of me. I’m doing something wrong. Somebody is always buying something from somebody, so how can I make them buy from me?
First of all, you need confidence in yourself and your merchandise with clear goals and knowledge of the products you are selling. Only then can you inspire dedication from your staff and a willingness to buy from customers.
Successful business people, no matter what their industry, have been found to share similar traits. Today’s world is no longer satisfied with simply success – we want to know how the successful get to the top. The Russians developed a concept called “anthropomaximology,” in which they try to answer the question of why some individuals outperform others. Through the years I’ve done some anthropomaximology of my own and found there are certain qualities that describe successful business people. Here are a few:
1) They constantly set higher goals.
Successful business people are mountain climbers who, having climbed one peak, look beyond to the next highest. They are the retailers who send 1,500 mailers to their customers and yield a good turnout of 100. But instead of being satisfied with 100, they ask how they can increase that number to 150 the next time. […]
2) They avoid “comfort zones”
To a successful person, standing still feels like going backwards. People who stay in their comfort zones do what they did before because it’s “the way we’ve always done it:”[…] They blame any lack of business on the weather, the time of the year, the economy – anything except for themselves. […]
3) They rehearse the future as they see it
“I believe our future is a one-stop shop for decorating. In addition to limited-edition prints and posters, we now offer collectibles, gift items and small occasional furniture pieces,” said Christine Knoll of the Art Gallery of Hog Hollow in Chesterfield, Mo. Successful people move towards the pictures they create in their mind. They can rehearse coming actions or events as they “see” them. […]
Many successful athletes will say they practice “seeing” themselves winning the race, hitting the home run or scoring the touchdown. They actually visualize a future event which gives them the impetus to achieve the goal. […]
Source: <www.findarticles.com/p/articles/mi_
m0HMU/is_9_30/ ai_108785318/pg_2/?tag=content;col1> Acesso em: 21/07/2010.
According to the second paragraph, what is the first thing a business person need in order to be successful?
 

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2427735 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 1
TEXTO 1
Tudo em javanês
J. R. Guzzo
O artigo 13 da Constituição em vigor determina que “a língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. É um mandamento(A) de utilidade duvidosa, considerando-se que todo mundo sempre soube que aqui se fala o português ─ até 1988, aliás, o Brasil não tinha nenhum “idioma oficial” estabelecido em lei, e jamais se notou problema(B) algum por causa disso durante os 500 anos anteriores. Tudo bem: numa Constituição que tem 250 artigos e mais uma prodigiosa quantidade de “incisos” ─ só o artigo 5° tem 78 ─, umas palavras a mais ou a menos não vão machucar ninguém.
Mas, já que nossa lei mais importante determina que o português é a língua oficial do país, obrigatória nos atos públicos, no ensino, nas placas de trânsito e assim por diante, imagina-se que ela deveria ser falada e escrita corretamente, ou pelo menos de maneira compreensível, por todos os que tenham a responsabilidade de resolver alguma coisa. Eis aqui, porém, mais uma questão(E) na qual se faz, na vida prática, justamente o contrário do que a lei manda fazer.
O curioso é que esse tipo de postura(C) comece justamente onde menos deveria começar ─ nas nossas altas cortes de Justiça. É o caso, como milhões de brasileiros estão sentindo justamente agora, e com direito a transmissão ao vivo, da linguagem utilizada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. Nunca, em toda a sua história, o STF viveu um momento de maior prestígio. Nunca tantos brasileiros viram com os próprios olhos o tribunal em ação. Nunca ele foi tão aplaudido por mostrar-se independente, capaz de condenar gente poderosa na máquina do governo e provar que não se assusta com ameaças ao tomar suas decisões.
Deveria ser uma oportunidade de ouro, assim, para a população entender como a Justiça pode de fato funcionar no Brasil. A chance foi desperdiçada. O STF realizou seu trabalho essencial, sem dúvida ─ mas os ministros fizeram tanta questão de falar “difícil” durante o julgamento que acabaram se tornando perfeitamente incompreensíveis para quem os via e ouvia.
Os dez ministros do STF sabem muito bem que três quartos da população brasileira não são capazes de entender direito o que leem ─ que esperança poderiam ter, então, de que alguém conseguisse entender o que estavam dizendo? Falou-se, no julgamento, em “vértice axiológico”, “crivo probatório” e “exordial acusatória”. Ouviram-se as palavras “subsunção”, “vênia” e “colendo”. Apareceu o verbo ”infirmar”. Em certo momento, um dos ministros falou em “egrégio sodalício”. Que raio de língua seria essa?
Latim não é, mesmo porque os ministros não sabem falar latim. Não é nenhum idioma estrangeiro que se conheça. Também não é português. Os sons lembram vagamente a língua falada no Brasil, e as palavras utilizadas estão nos dicionários do nosso idioma oficial. Mas, se nem o 1% mais instruído da população nacional entende algo desse patuá(D), o resultado prático é que o julgamento mais importante da história do STF acabou sendo feito numa linguagem desconhecida. Daria na mesma, no fundo, se tivessem falado em javanês ─ tanto que foi indispensável, para os meios de comunicação, armar uma espécie de serviço de tradução simultânea para as pessoas ficarem sabendo se o réu, afinal, estava sendo condenado ou absolvido.
O português tem cerca de 200 000 palavras ─ mais do que o suficiente, portanto, para Suas Excelências encontrarem termos de compreensão mais fácil. Decidiram fazer justo o contrário: não perderam uma única oportunidade de substituir toda e qualquer palavra clara por outra que ninguém entende. Para que isso? Uma sentença não fica mais justa porque é escrita nessa linguagem torturada. É óbvio que num congresso de física molecular, cirurgia neurológica ou prospecção de petróleo os participantes têm de usar termos técnicos em sua conversa; são até obrigados a isso, para trabalhar com eficiência. Juristas podem fazer exatamente o mesmo, nos seus encontros profissionais. Mas magistrados exercem uma função pública ─ e isso exige que falem para o público, e não apenas para si mesmos.
Um dos mais antigos princípios do direito universal determina que ninguém pode alegar, em sua defesa, que desconhece a lei. Mas para conhecer a lei é indispensável que o cidadão entenda o que está escrito nela ─ e nossos juristas, com o seu linguajar, fazem o possível para torná-la incompreensível. Imaginam, com isso, que estão exibindo sua sabedoria para o mundo. Estão apenas mostrando sua recusa, ou incapacidade, de se expressar no idioma oficial do país.
Revista Veja. Edição 2296, ano 45 n.°47, 21 de novembro de 2012. p. 152.
Todas as expressões a seguir retomam uma expressão antecedente ou uma porção maior de texto, EXCETO
 

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2427688 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Para que a pessoa com deficiência visual consiga se movimentar, praticar o direito de ir e vir, além de ler rotas, ter noção de espaço, lateralidade, estar alerta, ela tem que aprender as técnicas próprias que permitem e facilitam sua locomoção independente. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma dessas ajudas e/ou técnicas
 

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2427677 Ano: 2012
Disciplina: Física
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A dilatação aparente de um líquido mede a razão entre o volume interno do recipiente e o volume que o líquido ocupa no recipiente.
( ) A massa específica de uma substância varia na razão inversa do binômio de dilatação volumétrica.
( ) Tem maior resistência a choques térmicos, vidros que possuem pequeno coeficiente de dilatação térmica.
( ) Corpos homogêneos ocos se dilatam mais que os maciços, de mesmo material, porque se aquecem mais rapidamente.
 

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2427672 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Quais pacientes são beneficiados com a cirurgia de descompressão orbitária na presença de sinais de lesão ao nervo óptico?
 

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2427659 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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De acordo com a tabela a seguir, assinale a alternativa que apresenta corretamente a sequência crescente do ponto de ebulição.
Enunciado 2748582-1
 

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2427639 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Para compreender a higienização das mãos, é necessário conhecer a microbiota da pele. Sobre isso, é correto afirmar que
 

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