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Foram encontradas 970 questões.

2427558 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IBC
O primeiro termo de uma progressão geométrica é 3. Sabendo que essa sequência possui 5 termos, e o último é 48, qual é a razão?
 

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2427554 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 2.
Texto 2
Haddad precisa importar um baiano?
Gilberto Dimenstein
Está causando estranheza entre figuras da chamada inteligência paulistana(B). Fernando Haddad precisava importar um baiano – Juca Ferreira – para secretário da cultura? Não tinha ninguém aqui da cidade habilitado ao cargo(A), capaz de conhecer melhor os detalhes da cidade? O fato de ele ter sido ministro torna-o naturalmente competente para um cargo que, a rigor, tem um orçamento bem menor e, teoricamente, mais simples? É mesmo mais simples? Juca vai aprender rapidamente os códigos locais?
Lembremos que, neste ano, São Paulo(D) foi considerada uma das principais capitais culturais do mundo, segundo avaliações internacionais. E é um dos motores da vocação paulistana – e, mais do que isso, compõem a indústria da economia criativa. Ou seja, é um cargo estratégico(E) – ainda mais porque, na visão do futuro prefeito(C), o uso de espaços culturais devem ser integrados às escolas, formando uma malha educativa.
Se ele vai ser bom secretário, vamos observar. O fato de ter sido ministro da Cultura não significa um passaporte. É uma incógnita. Haddad resolveu apostar – e o risco é alto. É alguém que já vem com desvantagens.
Mas ser de fora, nesse caso, tem algumas vantagens. Primeiro, ele não é vinculado a nenhuma das panelinhas culturais locais. Segundo, Juca vem de uma cidade em que a cultura está nas ruas – e uma das coisas que mais precisamos nesta cidade é abrir mais e mais espaços na rua para as manifestações artísticas.
A São Paulo que se projeta como uma das capitais culturais do mundo deve ser cosmopolita, aberta, marcada pela diversidade. Não importa de onde o secretário venha. Importa se ele vai fazer uma boa gestão.
Quanto mais talentos atrairmos, melhor.
Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
gilbertodimenstein/1198806-haddad-precisa-importar-um-baiano. shtml>. Acesso em 20 dez 2012.
Todas as expressões a seguir apresentam um antecedente explícito no texto, EXCETO
 

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2427538 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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O Processador é um dos principais elementos que compõem um computador, pois sem ele não é possível realizar nenhum tipo de atividade. Qual das opções a seguir descreve suas funcionalidades?
 

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2427489 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 1
TEXTO 1
Tudo em javanês
J. R. Guzzo
O artigo 13 da Constituição em vigor determina que “a língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. É um mandamento de utilidade duvidosa, considerando-se que todo mundo sempre soube que aqui se fala o português ─ até 1988, aliás, o Brasil não tinha nenhum “idioma oficial” estabelecido em lei, e jamais se notou problema algum por causa disso durante os 500 anos anteriores. Tudo bem: numa Constituição que tem 250 artigos e mais uma prodigiosa quantidade de “incisos” ─ só o artigo 5° tem 78 ─, umas palavras a mais ou a menos não vão machucar ninguém.
Mas, já que nossa lei mais importante determina que o português é a língua oficial do país, obrigatória nos atos públicos, no ensino, nas placas de trânsito e assim por diante, imagina-se que ela deveria ser falada e escrita corretamente, ou pelo menos de maneira compreensível, por todos os que tenham a responsabilidade de resolver alguma coisa. Eis aqui, porém, mais uma questão na qual se faz, na vida prática, justamente o contrário do que a lei manda fazer.
O curioso é que esse tipo de postura comece justamente onde menos deveria começar ─ nas nossas altas cortes de Justiça. É o caso, como milhões de brasileiros estão sentindo justamente agora, e com direito a transmissão ao vivo, da linguagem utilizada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. Nunca, em toda a sua história, o STF viveu um momento de maior prestígio. Nunca tantos brasileiros viram com os próprios olhos o tribunal em ação. Nunca ele foi tão aplaudido por mostrar-se independente, capaz de condenar gente poderosa na máquina do governo e provar que não se assusta com ameaças ao tomar suas decisões.
Deveria ser uma oportunidade de ouro, assim, para a população entender como a Justiça pode de fato funcionar no Brasil. A chance foi desperdiçada. O STF realizou seu trabalho essencial, sem dúvida ─ mas os ministros fizeram tanta questão de falar “difícil” durante o julgamento que acabaram se tornando perfeitamente incompreensíveis para quem os via e ouvia.
Os dez ministros do STF sabem muito bem que três quartos da população brasileira não são capazes de entender direito o que leem ─ que esperança poderiam ter, então, de que alguém conseguisse entender o que estavam dizendo? Falou-se, no julgamento, em “vértice axiológico”, “crivo probatório” e “exordial acusatória”. Ouviram-se as palavras “subsunção”, “vênia” e “colendo”. Apareceu o verbo ”infirmar”. Em certo momento, um dos ministros falou em “egrégio sodalício”. Que raio de língua seria essa?
Latim não é, mesmo porque os ministros não sabem falar latim. Não é nenhum idioma estrangeiro que se conheça. Também não é português. Os sons lembram vagamente a língua falada no Brasil, e as palavras utilizadas estão nos dicionários do nosso idioma oficial. Mas, se nem o 1% mais instruído da população nacional entende algo desse patuá, o resultado prático é que o julgamento mais importante da história do STF acabou sendo feito numa linguagem desconhecida. Daria na mesma, no fundo, se tivessem falado em javanês ─ tanto que foi indispensável, para os meios de comunicação, armar uma espécie de serviço de tradução simultânea para as pessoas ficarem sabendo se o réu, afinal, estava sendo condenado ou absolvido.
O português tem cerca de 200 000 palavras ─ mais do que o suficiente, portanto, para Suas Excelências encontrarem termos de compreensão mais fácil. Decidiram fazer justo o contrário: não perderam uma única oportunidade de substituir toda e qualquer palavra clara por outra que ninguém entende. Para que isso? Uma sentença não fica mais justa porque é escrita nessa linguagem torturada. É óbvio que num congresso de física molecular, cirurgia neurológica ou prospecção de petróleo os participantes têm de usar termos técnicos em sua conversa; são até obrigados a isso, para trabalhar com eficiência. Juristas podem fazer exatamente o mesmo, nos seus encontros profissionais. Mas magistrados exercem uma função pública ─ e isso exige que falem para o público, e não apenas para si mesmos.
Um dos mais antigos princípios do direito universal determina que ninguém pode alegar, em sua defesa, que desconhece a lei. Mas para conhecer a lei é indispensável que o cidadão entenda o que está escrito nela ─ e nossos juristas, com o seu linguajar, fazem o possível para torná-la incompreensível. Imaginam, com isso, que estão exibindo sua sabedoria para o mundo. Estão apenas mostrando sua recusa, ou incapacidade, de se expressar no idioma oficial do país.
Revista Veja. Edição 2296, ano 45 n.°47, 21 de novembro de 2012. p. 152.
A partir das funções textual-discursivas dos elementos a seguir, assinale a alternativa correta.
 

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2427447 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Assinale a alternativa que indica a área, no plano cartesiano, da região limitada pela curva !$ y = \sqrt{ x + 1} !$ e pelas retas e !$ x =0,\,y=0 !$ e !$ x = 8 !$
 

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2427430 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Em relação às possibilidades de licença ao servidor conforme a Lei nº 8.112, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Por motivo de doença em pessoa da família.
2. Por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro.
3. Para o serviço militar.
4. Para atividade política.
5. Para capacitação.
6. Para tratar de interesses particulares.
7. Para desempenho de mandato classista.
( ) Após cada quinquênio de efetivo exercício, o servidor poderá, no interesse da Administração, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por até três meses.
( ) O servidor terá até 30 (trinta) dias sem remuneração para reassumir o exercício do cargo.
( ) A critério da Administração, poderão ser concedidas ao servidor ocupante de cargo efetivo, desde que não esteja em estágio probatório, licenças pelo prazo de até três anos consecutivos, sem remuneração, podendo ser interrompida, a qualquer tempo, a pedido do servidor ou no interesse do serviço.
( ) A licença será concedida, sem prejuízo da remuneração do cargo efetivo, por até 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogada por até 30 (trinta) dias e, excedendo estes prazos, sem remuneração, por até 90 (noventa) dias.
( ) Somente poderão ser licenciados servidores eleitos em entidades cadastradas no Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado e por duração igual à do período para o qual foi eleito, podendo ser prorrogada, no caso de reeleição, e por uma única vez.
( ) A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição, o servidor fará jus à licença, sendo assegurados os vencimentos do cargo efetivo, somente pelo período de três meses.
( ) A licença será por prazo indeterminado e sem remuneração.
 

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2427426 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Com relação ao contexto social, à escola e à educação, NÃO é correto afirmar que
 

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2427416 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. De acordo com a Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999 que regulou o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, são deveres do administrado perante a Administração, sem prejuízo de outros previstos em ato normativo:
I. expor os fatos conforme a verdade.
II. proceder com lealdade, urbanidade e boa-fé.
III. não agir de modo temerário.
IV. prestar as informações que lhe forem solicitadas e colaborar para o esclarecimento dos fatos.
 

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2427415 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das causas mais comuns da disfonia infantil.
 

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2427356 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A utilização de recursos ópticos e não- ópticos devem ser definidos a partir da conciliação de inúmeros fatores. Entre eles, podemos destacar
 

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