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Nas últimas décadas, surgiram programas educacionais voltados ao atendimento de crianças com deficiência múltipla, como o Programa Hilton Perkins (EUA), para crianças surdas e cegas e com alterações neuromotoras, o Conselho Internacional de Educação de Pessoas com Deficiência Visual e Múltipla (ICEVI - 1992), o SHI (Suécia) e o Instituto Bartiméus (Holanda) recomendam para a educação de alunos com deficiência múltipla uma proposta pedagógica com abordagem ecológica voltada à modificação do meio e participação ativa da família e do sistema comunitário. Nessa perspectiva, alguns teóricos definem a intervenção precoce como um programa destinado a promover ações direcionadas a ampliar e manter o desenvolvimento da criança em ambientes naturais e como membro da família. Nessa abordagem social e ecológica, o programa de intervenção precoce possui um foco central. Que foco é esse?
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Quando o trabalho é transdisciplinar, no qual o professor do ensino regular identifica e registra as necessidades educacionais especiais em conjunto com o professor especializado de apoio, a família e a equipe de suporte (fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, psicólogo), avaliando as necessidades específicas e sugerindo ajudas, adaptações e recursos que facilitam o processo de interação, comunicação e aprendizagem da criança, é possível identificar um modelo de educação conhecido com o nome de
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As estratégias pedagógicas direcionadas aos alunos com múltipla deficiência devem priorizar a formação das habilidades cognitivas e aquisição do conhecimento, incentivando a criança a fazer escolhas, manifestar suas ideias, expressar pensamentos, dúvidas para serem discutidas com os colegas e professor. Nesse sentido, o planejamento das ações assume importância vital para alcançar as habilidades cognitivas desejadas. Qual das alternativas a seguir apresenta como deve ser esse planejamento?
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A etiologia é a ciência que se ocupa de investigar as causas das diferentes formas de deficiência que acometem um número significativo da população mundial. A deficiência mental, assim como outras deficiências possui várias causas. Os estudos etiológicos relacionados à deficiência intelectual, por sua vez, apontam uma série de fatores que provocam tal deficiência. Sobre esses fatores, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As causas adultas são aquelas que irão incidir no final da juventude e início da idade madura e entre as causas mais comuns estão: exposição à radiação por produtos químicos; carga excessiva de atividades que envolvam o uso do raciocínio lógico; stress; fadiga; alimentação inadequada, etc.
II. As causas pré-natais são aquelas que vão incidir desde a concepção até o início do trabalho de parto, e podem ser: desnutrição materna; má assistência à gestante; doenças infecciosas: sífilis, rubéola, toxoplasmose; uso de produtos tóxicos como: alcoolismo, drogas, efeitos colaterais de medicamentos, poluição ambiental, tabagismo; alterações de ordem genética: alterações cromossômicas (numéricas ou estruturais), ex.: Síndrome de Down, Síndrome de Matin Bell; alterações gênicas, ex.: erros inatos do metabolismo (fenilcetonúria), Síndrome de Williams, esclerose tuberosa, etc.
III. As causas peri-natais são as que vão incidir do início do trabalho de parto até o 30º dia de vida do bebê, e podem ser divididas em: má assistência ao parto e traumas de parto; hipóxia ou anóxia (oxigenação cerebral insuficiente); prematuridade e baixo peso (PIG - Pequeno para idade Gestacional). Icterícia grave do recém-nascido - kernicterus (incompatibilidade RH/ABO).
IV. As causas pós-natais são as que vão incidir do 30º dia de vida até o final da adolescência e podem ser: desnutrição, desidratação grave, carência de estimulação global; infecções: meningoencefalites, sarampo, etc. intoxicações exógenas (envenenamento) remédios, inseticidas, produtos químicos (chumbo, mercúrio, etc.); acidentes: trânsito, afogamento, choque elétrico, asfixia, quedas, etc. infestações: neurocisticircose (larva da Taenia Solium).
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Pesquisa da USP desenvolve aparelho que detecta dengue
em 20 minutos
Camila Maciel
Um aparelho portátil e de baixo custo, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da USP (Universidade de São Paulo), é capaz diagnosticar com precisão os pacientes com o vírus da dengue em apenas 20 minutos, já a partir dos primeiros sintomas. A novidade está sendo possível porque um estudo mostrou alta concentração da proteína NS1, produzida pelo vírus.
Atualmente, o exame para detectar a doença só pode ser feito no sexto dia, o que faz com que ela seja confundida com outras infecções e nem sempre tratada da forma adequada. A demora no diagnóstico pode levar, especialmente nos casos de reincidência, à morte.
“O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias”, disse o professor Francisco Guimarães, responsável pelo estudo.
O dispositivo, similar ao que é utilizado na medição de glicemia, funciona da seguinte forma: o anticorpo que reage à proteína NS1 é cultivado na gema do ovo. Em seguida, ele é colocado em alta concentração sobre uma membrana metálica, a qual em contato com o sangue infectado, reage eletricamente.
Guimarães destaca que a utilização de ovos de galinha para produzir os anticorpos foi uma das formas encontradas para baratear o custo do produto. “A gente gerou fora do corpo humano, sem usar animal, e isso faz com que o preço fique muito baixo. Apesar de o corpo ter milhões de proteínas, só aquela do vírus da dengue se liga ao anticorpo”, explicou.
O aparelho deve custar entre R$ 100 e R$ 200. “A ideia é que todo posto de saúde, mesmo em lugares mais remotos, possam fazer o teste rápido, sem que o sangue tenha que ser levado para grandes centros. Evita-se a demora no resultado, pois é um teste direto”.
O professor espera que, em no máximo dois anos, o dispositivo esteja disponível para venda. “Fizemos o protótipo, mas ele tem que passar ainda pela etapa de desenvolvimento do produto, de validação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de produção e só então a etapa de venda. Esse é o prazo mais otimista”, avaliou.
A próxima fase da pesquisa é desenvolver biossensores que identifiquem o tipo de vírus da dengue. “Se o paciente pegou o tipo 1 e na cidade está alastrando o tipo 3, a chance dele ter hemorrágica é grande, pois é preciso ser infectado por vírus distintos. Por isso a importância de identificar o tipo”.
Texto adaptado – Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pesquisa-
da-usp-desenvolve-aparelho-que-detecta-dengue-em-20
O excerto ‘“O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias”...’, no texto está entre aspas indicando
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Nos termos do art. 58 da Lei nº 9394/96 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.
II. O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
III. A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de um a sete anos, durante a educação infantil.
IV. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
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Pesquisa da USP desenvolve aparelho que detecta dengue
em 20 minutos
Camila Maciel
Um aparelho portátil e de baixo custo, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da USP (Universidade de São Paulo), é capaz diagnosticar com precisão os pacientes com o vírus da dengue em apenas 20 minutos, já a partir dos primeiros sintomas. A novidade está sendo possível porque um estudo mostrou alta concentração da proteína NS1, produzida pelo vírus.
Atualmente, o exame para detectar a doença só pode ser feito no sexto dia, o que faz com que ela seja confundida com outras infecções e nem sempre tratada da forma adequada. A demora no diagnóstico pode levar, especialmente nos casos de reincidência, à morte.
“O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias”, disse o professor Francisco Guimarães, responsável pelo estudo.
O dispositivo, similar ao que é utilizado na medição de glicemia, funciona da seguinte forma: o anticorpo que reage à proteína NS1 é cultivado na gema do ovo. Em seguida, ele é colocado em alta concentração sobre uma membrana metálica, a qual em contato com o sangue infectado, reage eletricamente.
Guimarães destaca que a utilização de ovos de galinha para produzir os anticorpos foi uma das formas encontradas para baratear o custo do produto. “A gente gerou fora do corpo humano, sem usar animal, e isso faz com que o preço fique muito baixo. Apesar de o corpo ter milhões de proteínas, só aquela do vírus da dengue se liga ao anticorpo”, explicou.
O aparelho deve custar entre R$ 100 e R$ 200. “A ideia é que todo posto de saúde, mesmo em lugares mais remotos, possam fazer o teste rápido, sem que o sangue tenha que ser levado para grandes centros. Evita-se a demora no resultado, pois é um teste direto”.
O professor espera que, em no máximo dois anos, o dispositivo esteja disponível para venda. “Fizemos o protótipo, mas ele tem que passar ainda pela etapa de desenvolvimento do produto, de validação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de produção e só então a etapa de venda. Esse é o prazo mais otimista”, avaliou.
A próxima fase da pesquisa é desenvolver biossensores que identifiquem o tipo de vírus da dengue. “Se o paciente pegou o tipo 1 e na cidade está alastrando o tipo 3, a chance dele ter hemorrágica é grande, pois é preciso ser infectado por vírus distintos. Por isso a importância de identificar o tipo”.
Texto adaptado – Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pesquisa-
da-usp-desenvolve-aparelho-que-detecta-dengue-em-20
Em “‘Apesar de o corpo ter milhões de proteínas, só aquela do vírus da dengue se liga ao anticorpo”’, a oração em destaque pode ser substituída, sem prejuízo semântico e sintático ao período, por
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Pesquisa da USP desenvolve aparelho que detecta dengue
em 20 minutos
Camila Maciel
Um aparelho portátil e de baixo custo, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da USP (Universidade de São Paulo), é capaz diagnosticar com precisão os pacientes com o vírus da dengue em apenas 20 minutos, já a partir dos primeiros sintomas. A novidade está sendo possível porque um estudo mostrou alta concentração da proteína NS1, produzida pelo vírus.
Atualmente, o exame para detectar a doença só pode ser feito no sexto dia, o que faz com que ela seja confundida com outras infecções e nem sempre tratada da forma adequada. A demora no diagnóstico pode levar, especialmente nos casos de reincidência, à morte.
“O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias”, disse o professor Francisco Guimarães, responsável pelo estudo.
O dispositivo, similar ao que é utilizado na medição de glicemia, funciona da seguinte forma: o anticorpo que reage à proteína NS1 é cultivado na gema do ovo. Em seguida, ele é colocado em alta concentração sobre uma membrana metálica, a qual em contato com o sangue infectado, reage eletricamente.
Guimarães destaca que a utilização de ovos de galinha para produzir os anticorpos foi uma das formas encontradas para baratear o custo do produto. “A gente gerou fora do corpo humano, sem usar animal, e isso faz com que o preço fique muito baixo. Apesar de o corpo ter milhões de proteínas, só aquela do vírus da dengue se liga ao anticorpo”, explicou.
O aparelho deve custar entre R$ 100 e R$ 200. “A ideia é que todo posto de saúde, mesmo em lugares mais remotos, possam fazer o teste rápido, sem que o sangue tenha que ser levado para grandes centros. Evita-se a demora no resultado, pois é um teste direto”.
O professor espera que, em no máximo dois anos, o dispositivo esteja disponível para venda. “Fizemos o protótipo, mas ele tem que passar ainda pela etapa de desenvolvimento do produto, de validação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de produção e só então a etapa de venda. Esse é o prazo mais otimista”, avaliou.
A próxima fase da pesquisa é desenvolver biossensores que identifiquem o tipo de vírus da dengue. “Se o paciente pegou o tipo 1 e na cidade está alastrando o tipo 3, a chance dele ter hemorrágica é grande, pois é preciso ser infectado por vírus distintos. Por isso a importância de identificar o tipo”.
Texto adaptado – Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pesquisa-
da-usp-desenvolve-aparelho-que-detecta-dengue-em-20
De acordo com o texto, pode-se afirmar que
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Fundamentada nos princípios da autonomia pessoal, social e intelectual, as Diretrizes nacionais para educação especial na educação básica (Brasil, 2001) recomendam a inclusão de crianças com deficiência, inclusive as com deficiência múltipla desde cedo em programas de creche e pré-escola. Quais são os objetivos destes programas?
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Nos termos do caput do art. 19 da Lei nº 8.112/90 que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos, respeitada a duração máxima do trabalho semanal de
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