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Foram encontradas 270 questões.

670235 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Segundo a Lei Nº. 8.666, de 21 de Junho de 1993 que regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências; no seu artigo segundo; as obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações da Administração Pública, quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas de
 

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668942 Ano: 2014
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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A leitura técnica de um material é quando se observa e se retira deste as informações sem que seja necessário ler seu conteúdo total. Qual é o número mínimo de páginas para ser considerado um livro?
 

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668930 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A etiologia é a ciência que se ocupa de investigar as causas das diferentes formas de deficiência que acometem um número significativo da população mundial. A deficiência mental, assim como outras deficiências possui várias causas. Os estudos etiológicos relacionados à deficiência intelectual, por sua vez, apontam uma série de fatores que provocam tal deficiência. Sobre esses fatores, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As causas adultas são aquelas que irão incidir no final da juventude e início da idade madura e entre as causas mais comuns estão: exposição à radiação por produtos químicos; carga excessiva de atividades que envolvam o uso do raciocínio lógico; stress; fadiga; alimentação inadequada, etc.
II. As causas pré-natais são aquelas que vão incidir desde a concepção até o início do trabalho de parto, e podem ser: desnutrição materna; má assistência à gestante; doenças infecciosas: sífilis, rubéola, toxoplasmose; uso de produtos tóxicos como: alcoolismo, drogas, efeitos colaterais de medicamentos, poluição ambiental, tabagismo; alterações de ordem genética: alterações cromossômicas (numéricas ou estruturais), ex.: Síndrome de Down, Síndrome de Matin Bell; alterações gênicas, ex.: erros inatos do metabolismo (fenilcetonúria), Síndrome de Williams, esclerose tuberosa, etc.
III. As causas peri-natais são as que vão incidir do início do trabalho de parto até o 30º dia de vida do bebê, e podem ser divididas em: má assistência ao parto e traumas de parto; hipóxia ou anóxia (oxigenação cerebral insuficiente); prematuridade e baixo peso (PIG - Pequeno para idade Gestacional). Icterícia grave do recém-nascido - kernicterus (incompatibilidade RH/ABO).
IV. As causas pós-natais são as que vão incidir do 30º dia de vida até o final da adolescência e podem ser: desnutrição, desidratação grave, carência de estimulação global; infecções: meningoencefalites, sarampo, etc. intoxicações exógenas (envenenamento) remédios, inseticidas, produtos químicos (chumbo, mercúrio, etc.); acidentes: trânsito, afogamento, choque elétrico, asfixia, quedas, etc. infestações: neurocisticircose (larva da Taenia Solium).
 

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668883 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa correta. Nos termos do art. 7º da Lei nº 8.112/90 que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, a investidura em cargo público ocorrerá com a
 

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668841 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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A importância de ouvir histórias
Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse das pessoas em todas as idades. Se os adultos adoram ouvir uma boa história, um “bom causo”, a criança é capaz de se interessar e gostar ainda mais por elas, já que sua capacidade de imaginar é intensa.
A narrativa faz parte da vida da criança desde quando bebê, através da voz amada, dos acalantos e das canções de ninar, que mais tarde vão dando lugar às cantigas de roda, a narrativas curtas sobre crianças, animais ou natureza. Aqui, crianças bem pequenas, já demonstram seu interesse pelas histórias, batendo palmas, sorrindo, sentindo medo ou imitando algum personagem. Neste sentido, é fundamental para a formação da criança que ela ouça muitas histórias desde a mais tenra idade.
O primeiro contato da criança com um texto é realizado oralmente, quando o pai, a mãe, os avós ou outra pessoa conta-lhe os mais diversos tipos de histórias. A preferida, nesta fase, é a história da sua vida. A criança adora ouvir como foi que ela nasceu, ou fatos que aconteceram com ela ou com pessoas da sua família. À medida que cresce, já é capaz de escolher a história que quer ouvir, ou a parte da história que mais lhe agrada. É nesta fase, que as histórias vão tornando-se aos poucos mais extensas, mais detalhadas.
A criança passa a interagir com as histórias, acrescenta detalhes, personagens ou lembra de fatos que passaram despercebidos pelo contador. Essas histórias reais são fundamentais para que a criança estabeleça a sua identidade, compreender melhor as relações familiares. Outro fato relevante é o vínculo afetivo que se estabelece entre o contador das histórias e a criança. Contar e ouvir uma história aconchegado a quem se ama é compartilhar uma experiência gostosa, na descoberta do mundo das histórias e dos livros.
Algum tempo depois, as crianças passam a se interessar por histórias inventadas e pelas histórias dos livros, como: contos de fadas ou contos maravilhosos, poemas, ficção, etc. Têm, nesta perspectiva, a possibilidade de envolver o real e o imaginário que de acordo com Sandroni & Machado (1998, p.15) afirmam que “os livros aumentam muito o prazer de imaginar coisas. A partir de histórias simples, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência da vida real”.
É importante contar histórias mesmo para as crianças que já sabem ler, pois segundo Abramovich (1997, p.23) “quando a criança sabe ler é diferente sua relação com as histórias, porém, continua sentindo enorme prazer em ouvi-las”. Quando as crianças maiores ouvem as histórias, aprimoram a sua capacidade de imaginação, já que ouvi-las pode estimular o pensar, o desenhar, o escrever, o criar, o recriar. Num mundo hoje tão cheio de tecnologias, onde as informações estão tão prontas, a criança que não tiver a oportunidade de suscitar seu imaginário, poderá no futuro, ser um indivíduo sem criticidade, pouco criativo, sem sensibilidade para compreender a sua própria realidade.
[…] É importante que o livro seja tocado pela criança, folheado, de forma que ela tenha um contato mais íntimo com o objeto do seu interesse. A partir daí, ela começa a gostar dos livros, percebe que eles fazem parte de um mundo fascinante, onde a fantasia apresenta-se por meio de palavras e desenhos. De acordo com Sandroni & Machado (1998, p.16) “o amor pelos livros não é coisa que apareça de repente”. É preciso ajudar a criança a descobrir o que eles podem oferecer. Assim, pais e professores têm um papel fundamental nesta descoberta: serem estimuladores e incentivadores da leitura.
Adaptado de http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/a-importancia-
literatura-infantil-para-desenvolvimento.htm
A palavra “capacidade” é formada por
 

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668725 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
O Plano Escolar é
 

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668711 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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A importância de ouvir histórias
Ouvir histórias é um acontecimento tão prazeroso que desperta o interesse das pessoas em todas as idades. Se os adultos adoram ouvir uma boa história, um “bom causo”, a criança é capaz de se interessar e gostar ainda mais por elas, já que sua capacidade de imaginar é intensa.
A narrativa faz parte da vida da criança desde quando bebê, através da voz amada, dos acalantos e das canções de ninar, que mais tarde vão dando lugar às cantigas de roda, a narrativas curtas sobre crianças, animais ou natureza. Aqui, crianças bem pequenas, já demonstram seu interesse pelas histórias, batendo palmas, sorrindo, sentindo medo ou imitando algum personagem. Neste sentido, é fundamental para a formação da criança que ela ouça muitas histórias desde a mais tenra idade.
O primeiro contato da criança com um texto é realizado oralmente, quando o pai, a mãe, os avós ou outra pessoa conta-lhe os mais diversos tipos de histórias. A preferida, nesta fase, é a história da sua vida. A criança adora ouvir como foi que ela nasceu, ou fatos que aconteceram com ela ou com pessoas da sua família. À medida que cresce, já é capaz de escolher a história que quer ouvir, ou a parte da história que mais lhe agrada. É nesta fase, que as histórias vão tornando-se aos poucos mais extensas, mais detalhadas.
A criança passa a interagir com as histórias, acrescenta detalhes, personagens ou lembra de fatos que passaram despercebidos pelo contador. Essas histórias reais são fundamentais para que a criança estabeleça a sua identidade, compreender melhor as relações familiares. Outro fato relevante é o vínculo afetivo que se estabelece entre o contador das histórias e a criança. Contar e ouvir uma história aconchegado a quem se ama é compartilhar uma experiência gostosa, na descoberta do mundo das histórias e dos livros.
Algum tempo depois, as crianças passam a se interessar por histórias inventadas e pelas histórias dos livros, como: contos de fadas ou contos maravilhosos, poemas, ficção, etc. Têm, nesta perspectiva, a possibilidade de envolver o real e o imaginário que de acordo com Sandroni & Machado (1998, p.15) afirmam que “os livros aumentam muito o prazer de imaginar coisas. A partir de histórias simples, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência da vida real”.
É importante contar histórias mesmo para as crianças que já sabem ler, pois segundo Abramovich (1997, p.23) “quando a criança sabe ler é diferente sua relação com as histórias, porém, continua sentindo enorme prazer em ouvi-las”. Quando as crianças maiores ouvem as histórias, aprimoram a sua capacidade de imaginação, já que ouvi-las pode estimular o pensar, o desenhar, o escrever, o criar, o recriar. Num mundo hoje tão cheio de tecnologias, onde as informações estão tão prontas, a criança que não tiver a oportunidade de suscitar seu imaginário, poderá no futuro, ser um indivíduo sem criticidade, pouco criativo, sem sensibilidade para compreender a sua própria realidade.
[…] É importante que o livro seja tocado pela criança, folheado, de forma que ela tenha um contato mais íntimo com o objeto do seu interesse. A partir daí, ela começa a gostar dos livros, percebe que eles fazem parte de um mundo fascinante, onde a fantasia apresenta-se por meio de palavras e desenhos. De acordo com Sandroni & Machado (1998, p.16) “o amor pelos livros não é coisa que apareça de repente”. É preciso ajudar a criança a descobrir o que eles podem oferecer. Assim, pais e professores têm um papel fundamental nesta descoberta: serem estimuladores e incentivadores da leitura.
Adaptado de http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/a-importancia-
literatura-infantil-para-desenvolvimento.htm
Em um “bom causo”, as aspas foram utilizadas para
 

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668648 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre o uso de computadores na educação, analise as assertivas e em seguida, assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Uma das vantagens é que ele respeita o ritmo de aprendizagem de cada aluno.
II. Evita a defasagem entre os tempos propostos pela escola e o tempo particular do aluno em um determinado momento de vida.
III. Modo único de resolução do mesmo problema.
 

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668644 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre o sistema Braile Tatil, é correto afirmar que
 

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664441 Ano: 2014
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Aplicativos instalados geralmente em servidores, mas também em programas de leitura de e-mail, com a intenção de interceptar mensagens não requisitadas pelo destinatário. Esta é a definição de
 

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