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A questão refere-se ao texto abaixo.
MOLAMBO
Jayme Florence e Augusto Mesquita
Eu sei que vocês vão dizer
Que é tudo mentira que não pode ser
Porque depois de tudo que ela me fez
Eu jamais deveria aceitá-la outra vez
Bem sei que assim procedendo
Me exponho ao desprezo
De todos vocês lamento, mas fiquem sabendo
Que ela voltou e comigo ficou
Ficou pra matar a saudade a tremenda saudade
Que não me deixou, que não me deu sossego
Um momento sequer
Desde o dia em que ela me abandonou
Ficou pra impedir que a loucura fizesse de mim
Um molambo qualquer
Ficou desta vez para sempre
Se Deus quiser.
Em relação ao trecho “Eu jamais deveria aceitá-la outra vez”, marque a opção que explica corretamente o emprego do pronome pessoal oblíquo átono.
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Considerando as proposições sobre o poema de Mário Quintana,
Seiscentos e sessenta e seis
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente...
e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.
I. O autor, nos três primeiros versos, faz referência, respectivamente, à infância, à adolescência e à velhice.
II. O eu-lírico revela que, se renascesse, viveria sem se preocupar com a passagem do tempo.
III. No texto, predominam verbos no presente do indicativo.
IV. Passando os verbos do 7º e do 8º verso para o futuro do presente, teremos “eu nem olharia o relógio / seguiria sempre em frente...” observamos que
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Devagar com andor que o santo é de barro A expressão que recomenda cuidado teria nascido da preocupação de vigários com a imagem de santos em procissões. É razoável acreditar que, ao sair da igreja, a estátua levada nos ombros de fiéis que andavam apressadamente, algum preocupado vigário tenha gritado a frase. Atualmente, a expressão é usada em sua forma reduzida, sendo mais frequente o uso apenas da primeira parte. Provérbio “da mesma família” dele é o “Devagar se vai ao longe” e “Quem depressa caminha se consome”. Do francês, trata-se de uma variação da frase Qui veut voyager loin ménage ses forces (Quem quer ter vida longa deve cuidar-se), lembra Roberto Cortez Lacerda, em Dicionário de provérbios. Em crônica sobre os defeitos da televisão, a atriz Lílian Blanc parodiou: “Leve com cuidado o cântaro à fonte, pois, tal qual o santo é de barro, e porque essa idéia não é minha”. Também o compositor Chico Buarque, num trecho da música Bom Conselho, satirizou: “[...] Devagar é que não se vai longe [...].”
(Hudinílson Urbano, Revista Língua Portuguesa, n. 25, 2007)
A classificação correta das palavras em negrito no trecho “A expressão que recomenda cuidado teria nascido da preocupação de vigários com a imagem de santos em procissões. É razoável acreditar que, ao sair da igreja, a estátua levada nos ombros de fiéis que andavam apressadamente” encontra-se na alínea
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Devagar com andor que o santo é de barro A expressão que recomenda cuidado teria nascido da preocupação de vigários com a imagem de santos em procissões. É razoável acreditar que, ao sair da igreja, a estátua levada nos ombros de fiéis que andavam apressadamente, algum preocupado vigário tenha gritado a frase. Atualmente, a expressão é usada em sua forma reduzida, sendo mais frequente o uso apenas da primeira parte. Provérbio “da mesma família” dele é o “Devagar se vai ao longe” e “Quem depressa caminha se consome”. Do francês, trata-se de uma variação da frase Qui veut voyager loin ménage ses forces (Quem quer ter vida longa deve cuidar-se), lembra Roberto Cortez Lacerda, em Dicionário de provérbios. Em crônica sobre os defeitos da televisão, a atriz Lílian Blanc parodiou: “Leve com cuidado o cântaro à fonte, pois, tal qual o santo é de barro, e porque essa idéia não é minha”. Também o compositor Chico Buarque, num trecho da música Bom Conselho, satirizou: “[...] Devagar é que não se vai longe [...].”
(Hudinílson Urbano, Revista Língua Portuguesa, n. 25, 2007)
De acordo com as regras de concordâncias nominal e verbal, quais as construções adequadas ao português padrão?
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Qual das orações subordinadas adjetivas a seguir é explicativa, devendo, portanto, ficar entre vírgulas?
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- Lei 8.112/1990: RJUDo Provimento, Vacância, Remoção, Redistribuição e SubstituiçãoRemoção, Redistribuição e Substituição
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