Foram encontradas 70 questões.
As alternativas abaixo mostram uma notícia publicada no Jornal do Commercio de 01/05/2015 transcrita com pontuações
diferentes. Qual a única transcrição que está rigorosamente correta quanto ao uso dos sinais de pontuação?
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As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. (Manual de Redação da Presidência da República)
Sobre o trecho transcrito acima é correto afirmar que seu terceiro período tem uma oração
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Retrato da 'velha Bahia mundana'
O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos
do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam
entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida
dos municípios baianos foi produzida desta forma.
A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada
"Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São
crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada
profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor
literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias,
os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com
circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que
desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é
deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa
crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus
diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol,
vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a
ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando
o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da
Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html)
- adaptado
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As placas transcritas a seguir contêm erro no emprego do acento indicativo de crase, exceto esta:
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De acordo com as regras ortográficas em vigor, a única dupla de palavras corretamente hifenizadas é
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Retrato da 'velha Bahia mundana'
O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos
do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam
entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida
dos municípios baianos foi produzida desta forma.
A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada
"Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São
crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada
profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor
literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias,
os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com
circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que
desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é
deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa
crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus
diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol,
vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a
ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando
o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da
Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html)
- adaptado
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Duas missões estrangeiras vieram ao Brasil para negociar com o governo novas parcerias econômicas. O nome oficial dado
pela assessoria de imprensa a esse encontro, que tinha a China e a Alemanha como países convidados, foi
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Assinale a única alternativa que mostra uma frase escrita inteiramente de acordo com as regras de acentuação gráfica vigentes.
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Retrato da 'velha Bahia mundana'
O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos
do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam
entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida
dos municípios baianos foi produzida desta forma.
A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada
"Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São
crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada
profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor
literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias,
os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com
circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que
desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é
deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa
crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus
diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol,
vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a
ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando
o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da
Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html)
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Retrato da 'velha Bahia mundana'
O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos
do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam
entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida
dos municípios baianos foi produzida desta forma.
A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada
"Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São
crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada
profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor
literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias,
os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com
circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que
desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é
deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa
crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus
diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol,
vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a
ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando
o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da
Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html)
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