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Alice no país das maravilhas
Tim Burton e um daqueles diretores com estilo próprio, tem marca registrada em todas as suas produções. Dono de uma criatividade peculiar, ele é o responsável por algumas obras-primas do cinema, como Edward, mãos de tesoura e A lenda do cavaleiro sem cabeça, além de ter transformado o galã Johnny Depp no mais performático ator americano. A dupla volta às telas com um projeto ousado: levar Alice - a personagem imortalizada nos livros de Lewis Carrol - de volta ao País das Maravilhas, 13 anos depois de sua primeira aventura por lá.
Fazendo boa bilheteria nos EUA e chegando ao Brasil no feriado do dia 21 de abril, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é um dos filmes mais esperados do ano. Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol, nada além disso.
A primeira hora do filme é chata pra caramba. [...] Alice (a pálida e insossa Mia Wasikowska), agora uma jovem que vai ser pedida em casamento, não se lembra do País das Maravilhas, mas é visitada pelo coelho e acaba sendo Ievada para lá novamente. Em Wonderland reencontra velhos amigos como o Chapeleiro Louco (Johnny Depp, pouco expressivo) e descobre que a malvada Rainha Veemelha (a ótima Helena Bonhan-Carter) está dominando o lugar. Visualmente o filme é bacana, com direção e fotografla impecáveis. Aliás, a parte técnica é um luxo, dando ao longe um status de grande produção que fez valer cada centavo investido. Alice usa uns vestidos deslumbrantes, o que torna o figurino da personagem um dos mais originais já vistos no cinema.
O roteiro demora a engrenar, mas quando acontece não faz de Depp o protagonista, mantendo o foco em Mia, que mesmo não sendo lá essas coisas até fica bonitinha diante de tantos personagens feios. Mas o grande momento do longe é mesmo a Rainha de Helena Bonhan Carter. A 'cabeçuda' literalmente salva o filme, com as melhores cenas e diálogos excelentes. O 3D dá uma noção de profundidade interessante em algumas cenas, mas não chega a ser fundamental como em Avatar. Ao contrário de James Cameron, Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história.
Se você não tem muita expectativa, Alice no País das Maravilhas vai divertir na medida certa. [...] De qualquer forme, o filme cumpre o que Burton sempre faz em suas produções: é uma ode ao cinema esteticamente perfeito. Em outros tempos, em se tratando de Tim Burton, isso também significava um cinema inesquecível e encantador.
Mas dessa vez ficou só na estética mesmo.
Disponível em: http://www.cinepop.com.br/criticas/alicenopaisdasmaravilhas_
101.htm. Acesso em 10 abr. 2010.
Ao falar sobre o filme de Tim Burton como “esteticamente perfeito”, o autor considera que
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Na síndrome nefrótica por lesão glomerular mínima, em caso de resistência à prednisona ou de recidivas frequentes, qual o medicamento de escolha?
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O dilema ético da publicidade é representado pelo conflito entre os objetivos mercadológicos e o interesse público. O profissional de publicidade deve comprometer-se em utilizar seus instrumentos de trabalho orientado por princípios éticos. Para garantir o pleno exercício da profissão, eliminando a fronteira entre o consumidor e o cidadão, o publicitário tem à sua disposição um conjunto de leis e regulamentos. Desse modo, as situações apresentadas nas peças publicitárias
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A globalização insere as formas de relacionamento das organizações em um contexto de constantes transformações. As alterações se estendem ao público interno das organizações, à sociedade e aos processos culturais. A função do profissional de relações públicas consiste em perceber a complexidade da organização, seus inter-relacionamentos institucionais e mercadológicos, o fenômeno comunicacional e suas relações com a sociedade. O gerenciamento de relações públicas nas organizações pode ser fundamentado
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A contabilidade de custos tem como objetivo determinar o custo dos produtos, dos serviços ou das mercadorias. O Custeio por Absorção e o Custeio Direto são os dois principais métodos de custeamento. O método de Custeio Direto ou Variável aloca aos produtos os custos de produção que podem ser atribuídos sem margem de erro. E uma característica do custo variável:
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Iamamoto (1998) considera a construção do Código de Ética de 1986 como um marco na história do serviço social, pois representa uma significativa ruptura política com o tradicionalismo profissional. Entretanto, reconhece a existência de alguns limites em seu texto. Dentre eles, destaca-se
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O bem-estar animal foi definido por Broom (1986) como o “estado de um dado organismo durante suas tentativas de se ajustar com o seu ambiente”. Com base nessa definição, pode-se concluir que o bem-estar animal é:
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A avaliação desempenha diversas funções, isto é, serve a múltiplos objetivos relativos não apenas ao sujeito avaliado, mas também ao professor, à instituição escolar, à família e ao sistema social. Para Sacristán (1998),
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Pretende-se concretar uma viga de concreto com 15 cm de espessura e 70 cm de altura, que tem as armaduras espaçadas de 3 cm. O comprimento da viga é de 10 m. O tamanho máximo característico do agregado graúdo (Dmáx) que pode ser utilizado na confecção do concreto dessa viga é de
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Alice no país das maravilhas
Tim Burton e um daqueles diretores com estilo próprio, tem marca registrada em todas as suas produções. Dono de uma criatividade peculiar, ele é o responsável por algumas obras-primas do cinema, como Edward, mãos de tesoura e A lenda do cavaleiro sem cabeça, além de ter transformado o galã Johnny Depp no mais performático ator americano. A dupla volta às telas com um projeto ousado: levar Alice - a personagem imortalizada nos livros de Lewis Carrol - de volta ao País das Maravilhas, 13 anos depois de sua primeira aventura por lá.
Fazendo boa bilheteria nos EUA e chegando ao Brasil no feriado do dia 21 de abril, Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) é um dos filmes mais esperados do ano. Em versão 3D e com visual pop, o longa deve ser encarado como uma respeitosa homenagem ao clássico de Carrol, nada além disso.
A primeira hora do filme é chata pra caramba. [...] Alice (a pálida e insossa Mia Wasikowska), agora uma jovem que vai ser pedida em casamento, não se lembra do País das Maravilhas, mas é visitada pelo coelho e acaba sendo Ievada para lá novamente. Em Wonderland reencontra velhos amigos como o Chapeleiro Louco (Johnny Depp, pouco expressivo) e descobre que a malvada Rainha Veemelha (a ótima Helena Bonhan-Carter) está dominando o lugar. Visualmente o filme é bacana, com direção e fotografla impecáveis. Aliás, a parte técnica é um luxo, dando ao longe um status de grande produção que fez valer cada centavo investido. Alice usa uns vestidos deslumbrantes, o que torna o figurino da personagem um dos mais originais já vistos no cinema.
O roteiro demora a engrenar, mas quando acontece não faz de Depp o protagonista, mantendo o foco em Mia, que mesmo não sendo lá essas coisas até fica bonitinha diante de tantos personagens feios. Mas o grande momento do longe é mesmo a Rainha de Helena Bonhan Carter. A 'cabeçuda' literalmente salva o filme, com as melhores cenas e diálogos excelentes. O 3D dá uma noção de profundidade interessante em algumas cenas, mas não chega a ser fundamental como em Avatar. Ao contrário de James Cameron, Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história.
Se você não tem muita expectativa, Alice no País das Maravilhas vai divertir na medida certa. [...] De qualquer forme, o filme cumpre o que Burton sempre faz em suas produções: é uma ode ao cinema esteticamente perfeito. Em outros tempos, em se tratando de Tim Burton, isso também significava um cinema inesquecível e encantador.
Mas dessa vez ficou só na estética mesmo.
Disponível em: http://www.cinepop.com.br/criticas/alicenopaisdasmaravilhas_
101.htm. Acesso em 10 abr. 2010.
Na frase: “Burton trabalha com o visual, mas sabe contar uma história”, o uso da conjunção mas introduz o pressuposto de que
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