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Foram encontradas 30 questões.

Em relação ao Regime Próprio de Previdência Social dos servidores titulares de cargos efetivos, conforme disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, marque a alternativa incorreta:
 

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3774530 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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Defendendo a complexidade, a sofisticação e a profundidade do pensamento africano, Nei Lopes e Luiz Antônio Simas (2021) afirmam que:
 

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3774529 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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Sendo o conceito um operador sintagmático, conectivo e vicinal, isto é, que sempre se liga a outros conceitos e outras ideias para produzir novos sentidos, fica evidente que não se pode tomar a Filosofia de forma isolada.

GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. São Paulo: Scipione, 2016. Manual do Professor, p.338.

Sobre o caráter interdisciplinar da Filosofia, estão corretas as afirmativas:

I. Enquanto as ciências modernas ganharam autonomia à medida que afirmaram sua singularidade disciplinar, a autonomia da Filosofia reside justamente em sua percepção da multiplicidade, sem a definição de objetos únicos.

II. O que é pensado pela Filosofia, na maioria das vezes é pensado também por outras disciplinas, sendo importante para ela o diálogo com as outras maneiras de abordar o mesmo objeto.

III. O diálogo com as demais disciplinas do currículo do Ensino Médio enriquece a reflexão filosófica experimentada dentro e fora da sala de aula, deixando claro que a Filosofia não é um conhecimento isolado.

IV. A aproximação da Filosofia por meio de temas facilita reaver a vocação inicial interdisciplinar dos estudos filosóficos, que foi tão frutífera para a história do pensamento.

 

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3774528 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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O excerto a seguir serve de reflexão para a resolução da questão

[...] Ensinar filosofia é dar um lugar ao pensamento do outro. Não tem sentido transmitir “dados” filosóficos (isto é, informação extraída da história) como se fossem peças de uma loja de antiguidades com a qual os jovens não teriam qualquer relação. Não há sentido em tentar transmiti-los sem vivificá-los no perguntar dos alunos. A lógica do antiquário filosófico, que atesoura joias para oferecê-las a alguns poucos privilegiados, emudece o filosofar e mutila sua dimensão pública.


    A filosofia não é uma questão privada, ela se constrói no diálogo. Ensinar significa retirar a filosofia do mundo privado e exclusivo de uns poucos para colocá-la aos olhos de todos, na construção coletiva de um espaço público. Por certo, em última instância, cada um escolherá se filosofa ou não, mas deve saber que pode fazê-lo, que não é um mistério insondável que apenas alguns atesouram. E nisso, o professor tem uma tarefa fundamental em estimular a vontade.


CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.p.87.

Segundo Gallo (2014), um caminho esboçado para viabilizar a aprendizagem da Filosofia no Ensino Médio como uma experiência do e no pensamento está organizado em quatro etapas, partindo do problema e chegando ao conceito. Relacione as etapas a algumas ações a serem executadas em cada uma delas.

(1) Sensibilização
(2) Problematização
(3) Investigação
(4) Conceituação

( ) Trabalhar com uma história em quadrinhos, uma música ou um filme.
( ) Experimentar o pensamento, pensar por si mesmo o que já foi pensado e encontrar ferramentas para enfrentar os problemas.
( ) Dar visibilidade à questão, explicitá-la.
( ) Explorar autores e temas, trabalhando uma diversidade de elementos.

A sequência de numeração correta é:
 

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3774527 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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O excerto a seguir serve de reflexão para a resolução da questão

[...] Ensinar filosofia é dar um lugar ao pensamento do outro. Não tem sentido transmitir “dados” filosóficos (isto é, informação extraída da história) como se fossem peças de uma loja de antiguidades com a qual os jovens não teriam qualquer relação. Não há sentido em tentar transmiti-los sem vivificá-los no perguntar dos alunos. A lógica do antiquário filosófico, que atesoura joias para oferecê-las a alguns poucos privilegiados, emudece o filosofar e mutila sua dimensão pública.


    A filosofia não é uma questão privada, ela se constrói no diálogo. Ensinar significa retirar a filosofia do mundo privado e exclusivo de uns poucos para colocá-la aos olhos de todos, na construção coletiva de um espaço público. Por certo, em última instância, cada um escolherá se filosofa ou não, mas deve saber que pode fazê-lo, que não é um mistério insondável que apenas alguns atesouram. E nisso, o professor tem uma tarefa fundamental em estimular a vontade.


CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.p.87.

Assinale a alternativa em sintonia com a ideia defendida no texto:
 

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3774526 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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Quais os pensadores e filósofos utilizados em sala de aula fora do modelo universalista, moderno, europeu de conhecimento? A história do pensamento social e filosófico como é ensinado hoje permite traçar uma genealogia direta entre a Grécia Clássica e os pensadores modernos – como se houvesse apenas um percurso possível ao pensamento, e o racionalismo moderno ocidental fosse a única maneira viável e legítima de se construir o saber. Assim, há um continuum entre o mundo Helenístico, o Império Romano, o Renascimento e a Europa Moderna, como se fosse um percurso retilíneo, uniforme e o mundo eurocêntrico contemporâneo fosse a finalidade última de todos os povos (resultante da retórica da Modernidade); e/ou não fosse possível um pensamento fora dessa noção de paradigma.

FERNANDES, Estevão Rafael. Ruptura epistêmica, descolonidade e povos indígenas: reflexões sobre saberes-outros. In: DANNER, Leno Francisco; DANNER, Fernando. Ensino de Filosofia, gênero e diversidade: pensando o ensino de Filosofia na escola. Porto Alegre: Fi, 2014. P.68

Assinale a alternativa cuja conclusão deixa a afirmativa equivocada:

 

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3774525 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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Em geral, as disciplinas se definem por seus objetos de estudo. Com a Filosofia, porém é diferente, pois ela estuda de tudo: o ser, a humanidade, o pensamento, o universo, a morte e muito mais... Não existe nada no mundo – ou fora dele – que não possa ser objeto de indagação filosófica. A Filosofia assim, se caracteriza não pelo que estuda, mas como estuda. Trata-se de uma atividade em que a reflexão ocupa o primeiro plano. Esse caráter aberto da especulação filosófica aliado ao fato de que a Filosofia lida com as questões mais profundas da vida humana, questões para as quais não há respostas simples, permite-se pensar essa disciplina de muitas formas diferentes.

(Adaptado do Manual do Professor de: Vasconcelos, José Antônio. Reflexões: Filosofia e cotidiano – Ensino Médio, Volume único. São Paulo: Edições SM, 2016)

Pensando sobre o Ensino de Filosofia no Ensino Médio, julgue as afirmativas que se seguem em verdadeiras ou falsas, e assinale a alternativa correta:

I. A Filosofia aprendida na escola deve ser mais que um conjunto de informações necessárias para a aprovação no vestibular ou para um bom desempenho no ENEM, ela precisa contribuir de modo efetivo e duradouro para a formação geral dos estudantes.

II. No passado, geralmente a Filosofia era apresentada como um saber enciclopédico, uma disciplina na qual os estudantes tinham que aprender vários nomes – alguns bem difíceis – e relacioná-los a expressões enigmáticas e conceitos excessivamente abstratos, de pouca relevância para a vida cotidiana.

III. Não é possível combinar uma abordagem histórica e uma abordagem temática no ensino de Filosofia, pois é pelo estudo da tradição filosófica que os estudantes podem superar o senso comum em Filosofia.

IV. Adotar uma abordagem problematizadora no ensino de Filosofia é propiciar que o saber filosófico se construa a partir de vivências e conhecimentos cotidianos, não deixando que a reflexão perca de vista seus principais objetivos: formação ética, autonomia intelectual e pensamento crítico.

V. A Filosofia se expressa não só por meio de escritos filosóficos, mas também por textos literários, jurídicos, jornalísticos e outros. É importante desenvolver a capacidade de filosofar com base na leitura de documentos de natureza diversa.

 

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3774524 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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Nas Investigações Filosóficas, Wittgenstein desenvolve uma nova forma de compreender a linguagem, não como determinada pela relação entre linguagem e mundo, mas como uma atividade contextualizada em práticas estabelecidas. Quando considera o ensino ostensivo de uma palavra, o austríaco sugere que o treino é uma parte fundamental desse ensino.

Segundo ele,

Na práxis do uso da linguagem (2), um parceiro enuncia as palavras, o outro age de acordo com elas; na lição de linguagem, porém, encontrar-se-á este processo: o que aprende denomina os objetos (Investigações 7).


In: WITTGENSTEIN, L. Investigações Filosóficas. São Paulo: Abril Cultural, 1979.

Podemos inferir, a partir das Investigações de Wittgenstein que:

 

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3774523 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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Na primeira metade do Século XX, no Círculo de Viena, este movimento pretendeu esclarecer a contribuição da Filosofia para a compreensão do que seja uma atividade científica.

Nenhum dentre eles é o que se denomina um filósofo ‘puro’; todos trabalham em um domínio científico particular, e na verdade provêm de diferentes ramos da ciência e originariamente de diferentes atitudes filosóficas [...] Se há diferenças de opinião, um acordo é afinal possível e, portanto, também requerido. Mostrou-se cada vez mais nitidamente que o objetivo comum a todos era não apenas uma atitude livre de metafísica, mas antimetafísica.

In: HAHN, H; NEURATH, O; CARNAP, R. A concepção científica do mundo: o círculo de Viena. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, n. 10, 1992, p. 9.

Como o Círculo de Viena pensa a contribuição da Filosofia para uma atitude científica?

 

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3774522 Ano: 2024
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-MG
Orgão: IF-MG
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Marx diz que

Mesmo em seus mais recentes esforços, a crítica alemã não deixou o terreno da filosofia. Longe de examinar suas bases filosóficas, todas as questões, sem exceção, que ela formulou, brotaram do solo de um sistema filosófico determinado, o sistema hegeliano.


In: MARX, K. & ENGELS, F. A ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 1998, p. 7.

Como observa criticamente a filosofia hegeliana?

 

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