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1890504 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Observe a tirinha que segue e responda à questão 14.

Enunciado 1890504-1

Disponível em <https://i.embed.ly/1/display/resize?key=1e6a1a1efdb011df84894040444cdc60&url=http%3A%2F%2Fwww.ecolatino.com%2Fsites%2F>Acesso em 8 nov.2016

Fernandez (2005, p. 173) defende que a falta de uma correspondência biunívoca entre o português e o espanhol tem levado professores não nativos e alunos brasileiros a confusões e usos inadequados. “Por añadidura, gran parte de los libros de texto de E/LE no siempre trata el asunto con la debida atención y detenimiento”.

Considerando o uso de textos autênticos em sala de aula, como a tirinha, e os apontamentos de Fernandez, é correto afirmar que:

 

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1890503 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Redes antissociais

Ruy Castro

A publicação de jornais e revistas on-line abriu um importante canal de comunicação com os leitores. Assim que leem um artigo ou reportagem, eles podem enviar seu comentário sobre o texto ou o assunto de que este trata. Publicado ao pé da matéria, o dito comentário desperta a opinião de outros leitores e, em poucos minutos, está criado um fórum de discussão entre pessoas que nunca se viram, nunca se verão e podem estar a milhares de quilômetros umas das outras.

Ainda bem. Pelo teor de alguns desses comentários, é bom mesmo que não se encontrem. Se um leitor discorda enfaticamente do que leu, pode atrair a resposta raivosa de um terceiro, o repique quase hidrófobo de um quarto e um bombardeio de opiniões homicidas na sequência. Lá pelo décimo comentário, o texto original já terá sido esquecido e as pessoas estarão brigando on-line entre si.

O anonimato desses comentários estimula a que elas se sintam livres para passar da opinião aos insultos e até às ameaças. Na verdade, são um fórum de bravatas, já que seus autores sabem que nunca se verão frente a frente com os alvos de seus maus bofes.

Já com as "redes sociais" é diferente. Elas também podem ser um festival de indiscrições, fofocas, agressões, conspirações e, mais grave, denúncias sem fundamento. E, como acolhem e garantem a impunidade de todo tipo de violência verbal, induzem a que as pessoas levem esse comportamento para as CONCURSO PÚBLICO DOCENTE IFMS EDITAL Nº 003/2016 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO DO SUL 9 de 17 ruas. Será por acaso a crescente incidência, nos últimos anos, de quebra-quebras em manifestações, brigas em estádios, arrastões em praias e, última contribuição das galeras, os "rolezinhos" nos shoppings?

São algumas das atividades que as turbas combinam pelas "redes sociais" –expressão que, desde sempre, preferi escrever entre aspas, por enxergar nelas um componente intrinsecamente antissocial.

Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2014/01/1397733-redes-antissociais.shtml. Acesso em 22.jan.2014.

A progressão referencial do texto é garantida pela retomada de termos já dados e inserção de novos. Para a retomada endofórica, autores ligados à Linguística Textual apontam dois tipos: a anáfora (retrospectiva) e catáfora (prospectiva). A palavra ‘rede social’, a partir do penúltimo parágrafo, é retomada, ordenadamente, por meio dos seguintes recursos coesivos:

 

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1890502 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Leia o texto abaixo e responda às questões 12 e 13.


Redes antissociais


Ruy Castro


A publicação de jornais e revistas on-line abriu um importante canal de comunicação com os leitores. Assim que leem um artigo ou reportagem, eles podem enviar seu comentário sobre o texto ou o assunto de que este trata. Publicado ao pé da matéria, o dito comentário desperta a opinião de outros leitores e, em poucos minutos, está criado um fórum de discussão entre pessoas que nunca se viram, nunca se verão e podem estar a milhares de quilômetros umas das outras.


Ainda bem. Pelo teor de alguns desses comentários, é bom mesmo que não se encontrem. Se um leitor discorda enfaticamente do que leu, pode atrair a resposta raivosa de um terceiro, o repique quase hidrófobo de um quarto e um bombardeio de opiniões homicidas na sequência. Lá pelo décimo comentário, o texto original já terá sido esquecido e as pessoas estarão brigando on-line entre si.


O anonimato desses comentários estimula a que elas se sintam livres para passar da opinião aos insultos e até às ameaças. Na verdade, são um fórum de bravatas, já que seus autores sabem que nunca se verão frente a frente com os alvos de seus maus bofes.


Já com as "redes sociais" é diferente. Elas também podem ser um festival de indiscrições, fofocas, agressões, conspirações e, mais grave, denúncias sem fundamento. E, como acolhem e garantem a impunidade de todo tipo de violência verbal, induzem a que as pessoas levem esse comportamento para as ruas. Será por acaso a crescente incidência, nos últimos anos, de quebra-quebras em manifestações, brigas em estádios, arrastões em praias e, última contribuição das galeras, os "rolezinhos" nos shoppings?


São algumas das atividades que as turbas combinam pelas "redes sociais" –expressão que, desde sempre, preferi escrever entre aspas, por enxergar nelas um componente intrinsecamente antissocial.


Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2014/01/1397733-redes-antissociais.shtml. Acesso em 22.jan.2014.

O texto de Ruy Castro pode exemplificar e provocar uma reflexão sobre os usos da linguagem mediados pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC). Sobretudo no que se refere ao citado “fórum de bravatas” e considerando a obra Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos, de Rojo e Barbosa (2015), pode-se afirmar que tal fato somente torna-se possível devido ao advento da

 

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1890501 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Observe a imagem abaixo e responda à questão 11:

Enunciado 1890501-1

Folha de São Paulo, Ilustrada, E12 – Sábado, 21/06/2008.

O texto veiculado ao jornal Folha de São Paulo poderia ser usado em aula de língua portuguesa, conforme reflexões apontadas por Irandé Antunes, em “Aula de português: encontro e interação”, principalmente por

 

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1890500 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

A hipercorreção é um interessante fenômeno sociolinguístico que se observa quando um(a) falante ou uma comunidade de falantes, ao tentar se aproximar de um padrão ideal imaginário de língua “boa”, acaba “acertando demais” e se desviando tanto da gramática intuitiva da língua quanto da gramática normativa. Por isso é uma hiper- (do grego hyper, correspondente ao latim super-, isto é, “sobre, acima de; demais; para além de; excessivo etc”) –correção, uma correção excessiva, exagerada que acaba resvalando, a contragosto, no “erro”.

BAGNO, M. Gramática de bolso do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola, 2013. p. 247-248.

Considerando o conceito citado anteriormente, é correto afirmar que houve o fenômeno da hipercorreção no seguinte excerto de artigo científico:

 

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1890499 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Leia o fragmento de texto abaixo e responda à questão:

Nariz, consciência sem remorsos, tu me valeste muito na vida... Já meditaste alguma vez no destino do nariz, amado leitor? A explicação do Doutor Pangloss é que o nariz foi criado para uso dos óculos, — e tal explicação confesso que até certo tempo me pareceu definitiva; mas veio um dia, em que, estando a ruminar esse e outros pontos obscuros de filosofia, atinei com a única, verdadeira e definitiva explicação.

Com efeito, bastou-me atentar no costume do faquir. Sabe o leitor que o faquir gasta longas horas a olhar para a ponta do nariz, com o fim único de ver a luz celeste. Quando ele finca os olhos na ponta do nariz, perde o sentimento das coisas externas, embeleza-se no invisível, aprende o impalpável, desvincula-se da terra, dissolve-se, eteriza-se. Essa sublimação do ser pela ponta do nariz é o fenômeno mais excelso do espírito, e a faculdade de a obter não pertence ao faquir somente: é universal. Cada homem tem necessidade e poder de contemplar o seu próprio nariz, para o fim de ver a luz celeste, e tal contemplação, cujo efeito é a subordinação do universo a um nariz somente, constitui o equilíbrio das sociedades. Se os narizes se contemplassem exclusivamente uns aos outros, o gênero humano não chegaria a durar dois séculos: extinguia-se com as primeiras tribos.

Disponível em <http://memoriaspostumasbrascubas.com.br/PT/Silveira/Livro/Machado-de-Assis/Memorias-Postumas-de-Bras-Cubas-049> Acesso em 31 out.2016

A obra "Memórias Póstumas de Brás Cubas", publicada em 1881, inaugura o Realismo no Brasil. Machado de Assis inova ao usar a linguagem inscrevendo seu interlocutor no texto. Do excerto acima, pode-se exemplificar uma visão de leitura, defendida por Koch e Elias (2006) focada

 

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1890498 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

El “lo”, en el texto, fue empleado con la misma regla de “lo lacrimógeno” en:

 

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1890497 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

"Truman": Amigos son los amigos

Pablo O. Scholz

Es toda una incógnita saber cómo responderá el público ante Truman. Porque si el tema que encara - la muerte inminente de un hombre que decide no seguir con su tratamiento contra un cancer - es claramente espantaespectadores, en verdad el centro de la película es otro.

La decisión de Julián (Ricardo Darín) es lo que sirve para que Truman desarrolle, sí, su principal inquietud, o interés: la amistad masculina.

“Lo que queda en la vida son las relaciones”, dice Julián, un personaje querible pero no por lo que está atravesando. Darín lo compone como ha hecho a tantos: el suyo es un ser con dobleces, al que se le perdona casi todo por su simpatía. Pero es un tipo que va al frente. Tomás (Javier Cámara) es como su contrapeso. Se adivina que la relación que mantuvieron en el pasado fue fortísima, y que se complementan.

Eso no está en la pantalla, en palabras ni en flashbacks, y representa un mérito. Lograr que el espectador sienta y no escuche cómo es una relación entre dos personajes no es para nada común.

Tampoco lo es en el cine de Cesc Gay, que suele ser coral (En la ciudad, Una pistola en cada mano), que haya una trama intimista, que apuesta a la emoción. Y si hay instantes en los que es difícil que no se escape un lagrimón, la película no apela a lo lacrimógeno, ni a los clisés del hombre ante la muerte. No transforma a Julián en un mártir ni en un héroe que se rebela ante lo inevitable. Julián es por momentos detestable, como cualquier hijo de vecino, y Darín, al interpretarlo sin apelar a gestos, mohínes o cambios en su figura física, acertó. Ya sabemos cómo se comunica con quien está del otro lado de la pantalla. Su actuación le sale de las entrañas, aunque a veces tanta naturalidad lo acerca al Darín que reconocemos como persona, no como personaje.

Truman tiene a tres protagonistas: Julián, un actor argentino que vive en Madrid, trabaja en teatro, está separado y su hijo vive en Amsterdam; Tomás, amigo de Julián que viaja desde Canadá para pasar cuatro días con él; y Truman, el perro de Julián. La excusa del encuentro entre los amigos es acompañar a Julián, y también ayudarlo a encontrar un nuevo hogar al perro.

Gay muestra con acidez el comercio alrededor de la muerte, pinceladas de humor negro, pero le pifia en el vínculo entre Tomás y la prima de Julián (Dolores Fonzi, un tanto desaprovechada: siempre molesta o enojada).

El director decidió abrir y cerrar Truman con un plano de Tomás, determinación que no habrá sido sin meditar, y que refuerza lo antes dicho. Más que la muerte, Truman trata sobre lo que nos deja una relación.

Disponible em < http://www.clarin.com/extrashow/cine/Truman-Critica_de_cine-Ricardo_Darin-Scholz-Javier_Camara-Dolores_FonziCesc_Gay_0_1436256827.html> Acceso en 31 oct.2016.

Koch e Elias (2009, p.62), endossando autores de perspectiva sociointeracionista da linguagem, defendem que um gênero textual “é formado de sequências, esquemas linguísticos básicos que entram na constituição de diversos gêneros e variam menos em função das circunstâncias sociais”.

A partir da relação entre “Truman: amigos son los amigos”, a citação das autoras e sua aplicabilidade em aula de espanhol, é possível inferir que o texto se trata de

 

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1890496 Ano: 2016
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Quería dormir una siesta de perro mientras llegaba la hora del almuerzo de gala del doctor Lácides Olivella, pero encontró la servidumbre alborotada, tratando de coger el loro que había volado hasta la rama más alta del palo de mango cuando lo sacaron de la jaula para cortarle las alas. Era un loro desplumado y maniático, que no hablaba cuando se lo pedían sino en las ocasiones menos pensadas, pero entonces lo hacía con una claridad y un uso de razón que no eran muy comunes en los seres humanos. Había sido amaestrado por el doctor Urbino en persona, y eso le había valido privilegios que nadie tuvo nunca en la familia, ni siquiera los hijos cuando eran niños.

El amor en los tempos de cólera – Gabriel García Marquez

Disponible en <http://www.rulit.me/books/el-amor-en-los-tiempos-del-c-read-255586-6.html> Acceso 11 out.2016

La palabra “maniático” tiene el mismo sentido de

 

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1890417 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS

Em um trecho de 100 m de uma instalação hidráulica, cujo fator de atrito vale 0,020, e o diâmetro nominal da tubulação vale 100 mm, escoa uma vazão de 10 litros por segundo. Desprezando as perdas de carga localizadas, a perda de carga distribuída ao longo dos 100 m equivale a:

 

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