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Foram encontradas 60 questões.

Sobre as diferentes mídias de armazenamento, considere as seguintes afirmações:
I. CDs e DVDs podem conter documentos, aplicativos, músicas e vídeos, e apesar de dimensões parecidas o CD possui maior capacidade de armazenamento que um DVD.
II. Dispositivos USB, como pen-drives, tornaram os antigos disquetes obsoletos, por causa da maior capacidade de armazenamento e por serem mais rápidos, compactos e resistentes.
III. Um CD-ROM é um disco somente-leitura, não podendo ter seus dados alterados. Um CD-R permite gravar arquivos permanentemente, mas não excluí-los. Já um CD-RW, além de gravar arquivos, permite excluir e formatar o disco diversas vezes.
Quais das afirmações estão corretas?
 

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1407383 Ano: 2013
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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A Mecanização Agrícola, como ramo da Engenharia Rural, estuda, dentre outros temas, a capacidade de trabalho de máquinas e implementos agrícolas. A relação entre a área trabalhada ou mobilizada pelo conjunto mecanizado e a unidade de tempo é denominada de Capacidade de Campo (CC). Assim, nesta relação, quando se considera no cálculo o tempo máquina como unidade de tempo e não o tempo de produção, o resultado que se obtém é conceituado como:
 

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1407276 Ano: 2013
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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Erosão é um conjunto de processos causados por agentes naturais, segundo os quais o solo ou material rochoso é desagregado, removido e transportado de um lugar para outro na superfície da terra, alterando-a localmente a diferentes taxas de mudança com produção de sedimentos. Tais alterações estão associadas a ações antrópicas e a fenômenos naturais. Sobre esse tema, pode-se afirmar que os principais agentes erosivos são:
 

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1406673 Ano: 2013
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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A soja é uma espécie que apresenta uma grande plasticidade quanto à resposta ao arranjo espacial de plantas. Variações na população de plantas, normalmente, não influenciam a produtividade da cultura ou o faz muito pouco, dependendo do local e condições climáticas. Em regiões de clima como a Região Centro Oeste do Brasil populações entre 400 e 450 mil plantas/ha podem contribuir para aumentar o porte das plantas e, principalmente, melhorar a produtividade. Quanto ao espaço entre fileiras de plantas, de modo geral, os resultados mais favoráveis são entre 40 e 50 cm. Ao vistoriar determinada lavoura você verificou a ocorrência entre 28 e 30 plantas por metro linear e espaçamento entre linhas de 0,50 m. É correto afirmar que a lavoura vistoriada:
 

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Suponha que uma esfera de raio 3 m está completamente cheia de água e deseja-se despejar toda a água em cilindros de altura 2 m, com base de um círculo de 3 m de raio. Quantos cilindros serão necessários?
 

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1405640 Ano: 2013
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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O comportamento físico do solo, como drenagem e capacidade de armazenamento de água no perfil, está relacionado com as características de seu espaço poroso, denominado de macro e microporosidade.
A distribuição do tamanho dos poros e sua continuidade no perfil do solo são determinadas, basicamente, pela:
 

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1405539 Ano: 2013
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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O Brasil é grande produtor e exportador de commodities. Elas são produzidas por diferentes produtores e possuem características uniformes. Geralmente podem ser estocados por um determinado período de tempo sem que haja perda de qualidade. Existem quatro tipos de commodities: agrícolas; minerais; financeiras e ambientais.
Assinale a alternativa que contém apenas commodities agrícolas:
 

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1405243 Ano: 2013
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFMS
Orgão: IF-MS
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O feijoeiro comum é cultivado em todo o Brasil. O adequado controle de pragas e doenças que atacam esta leguminosa é fundamental para o aumento da produtividade. As principais doenças são de origem fúngica, bacteriana ou virótica. A doença causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum é comumente conhecida como:
 

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Como se sabe, a vírgula determina uma pausa breve no discurso, separando elementos de uma oração ou orações entre si em uma mesma frase. Assim sendo, assinale dentre as alternativas abaixo, a que apresenta INADEQUADAMENTE o uso da vírgula.
 

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Leia o texto que segue, escrito por Julia Michaels, retirado do sítio www.revistagalileu.globo.com, em 18/09/2013. Em seguida, responda à questão.
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou "fi-lo porque qui-lo". Tradução: fiz porque quis - e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala de Aids, a sigla em inglês. Outro dia li "bêbado como um gambá" numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão "drunk as a skunk". Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como "vc" (você) "rs" (risos), "pq" (por que) e "tranks" (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: "Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...", para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o "tu", e não o "vous", quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever "como eu te disse há pouco", "como eu lhe disse há pouco" ou "como eu disse há pouco".
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização de linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: "Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia". Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: "Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo".
No último parágrafo do texto, a palavra “eruditos” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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