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Texto
O Rio Severino
Um tísico à míngua espera a tarde inteira
Pela assistência que não vem
Mas vem de tudo n'água suja, escura e espessa deste
Rio Severino, Morte e Vida vêm
Mas quem não tem ABC não pode entender HIV
Nem cobrir, evitar e ferver
O rio é um rosário cujas contas são cidades
À espera de Deus que dê
Quem possa lhes dizer
Me diz o que é que você tem
O que é que eu posso te dizer?
Me diz o que é que você tem
É muita gente ingrata reclamando de barriga d'água cheia
São maus cidadãos
É essa gente analfabeta interessada em denegrir
A boa imagem da nossa nação
És tu Brasil, ó pátria amada, idolatrada
Por quem tem acesso fácil a todos os teus bens
Enquanto o resto se agarra no rosário, e sofre e reza
À espera de um Deus que não vem
(Herbert Vianna. © Edições Musicais Tapajós.)
Compare os versos:
“Um tísico à míngua espera a tarde inteira / Pela assistência que não vem”
“À espera de um Deus que não vem”
Em relação aos termos em destaque, podemos afirmar que:
I - A palavra “espera” rege preposições diferentes nas duas ocorrências. Na primeira ocorrência, “espera” é uma forma verbal que rege a preposição “de”, enquanto, na segunda, é um substantivo, que rege a preposição “por”.
II - Os complementos do termo “espera” em destaque nas duas ocorrências são “pela assistência” e “de um Deus”, respectivamente.
III - Tendo em vista o contexto exposto no texto, poderíamos afirmar que os possíveis termos regidos pelo nome “assistência” podem ser, entre outros, “à saúde” e “do governo”.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
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Disponível em: http://www.tudosobrexanxere.com.br/index.php/desc_noticias/o_natal_ja_chegou_na_agua_de_cheiro. Acesso em: 10 fev. 2022.
Como falante nativo da língua portuguesa, você certamente conhece as preposições que complementam determinados verbos e quais são seus respectivos sentidos. E importante saber, entretanto, que, na norma-padrão, existem regras que se diferem do uso corrente e usual da língua falada. Assim, analise as afirmativas abaixo:
I - Segundo as regras da gramática normativa, quando o verbo “chegar” indicar movimento, assim como os verbos “ir” e “vir”, regerá a preposição “a”.
II -O complemento do verbo “chegar”, antes de expressões locativas, é regido pela preposição “a”, o que geraria a construção, de acordo com a norma culta, da sentença “O Natal já chegou à Agua de Cheiro”.
III - Na fala corrente do português brasileiro, o complemento do verbo “chegar” é, em geral, iniciado pela preposição “em”, o que dá origem a construções como “O Natal já chegou na Água de Cheiro”.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
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Disponível em: http://www.universohg.com/noticias/jbc-faz-campanha-para-doacao-de-sangue/. Acesso em: 10 fev. 2022.
Compare as frases abaixo e marque a única alternativa CORRETA em relação a elas:
I - "Seus heróis dão o sangue para salvar a humanidade.”
II - “Os heróis dão esperança para seus fãs.”
III - “Os heróis dão o sangue por seus fãs.”
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Disponível em: http://www.universohg.com/noticias/jbc-faz-campanha-para-doacao-de-sangue/. Acesso em: 10 fev. 2022.
Ao lermos as frases do cartaz, é possível considerar que há aquelas que exploram sentidos metafóricos e outras que são mais objetivas e diretas. Dessa forma, a expressão abaixo que pode ser lida como uma metáfora é:
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Disponível em: http://www.universohg.com/noticias/jbc-faz-campanha-para-doacao-de-sangue/. Acesso em: 10 fev. 2022.
O cartaz acima divulga uma campanha de doação de sangue. Partindo desse princípio, a respeito da construção de sentido no texto da propaganda, só NÃO podemos afirmar que:
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Para que atenda aos princípios da Administração Pública, a Redação Oficial deve conter alguns atributos. Nesse sentido, relacione as colunas e marque a alternativa que contém a sequência CORRETA.
(1) Impessoalidade.
(2) Clareza e concisão.
(3) Objetividade.
(4) Formalidade.
(5) Coesão e coerência.
( ) "Possibilita imediata compreensão pelo leitor, pois evita os excessos linguísticos que nada acrescentam ao texto.”
( ) “Conduz o leitor ao contato mais direto com o assunto e com as informações, sem subterfúgios, voltas, redundâncias, excessos de palavras e de ideias e sem, no entanto, tornar o texto rude.”
( ) "Ausência de impressões individuais de quem comunica e destinatário concebido de forma homogênea.”
( ) “Percebe-se esse atributo quando se lê um texto e se verifica que as palavras, as frases e os parágrafos estão entrelaçados, dando continuidade uns aos outros e estabelecendo relações de sentido entre si.”
( ) "Diz respeito à polidez e à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.”
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Disponível em: https://revistastatto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/003-41 .jpg. Acesso em: 10 fev. 2022.
A partir da leitura da tira, pode-se afirmar que:
I - A palavra “devia” (pretérito imperfeito do indicativo) poderia ser substituída por “deveria” (futuro do pretérito do indicativo) sem prejuízo para a significação do texto.
II - Está explícito no texto que os noticiários só veiculam notícias ruins.
III - O verbo “ter” poderia ser substituído por “haver” sem prejuízo gramatical para o texto.
Está(ão) CORRETA(S):
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Síndrome de Burnout é reconhecida como doença ocupacional
A Síndrome do Esgotamento Profissional é resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso e tem as seguintes características: sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; redução da eficácia profissional.
De acordo com a neurocientista Ana Carolina Souza, a Síndrome de Burnout é um quadro psicológico associado a uma percepção de exaustão que ocorre de forma prolongada, ou seja, não é uma fadiga pontual. “Esse cansaço excessivo é associado a uma forte perda de interesse e engajamento nas atividades de trabalho. Além disso, a percepção grande de esforço é somada a sentimentos negativos, como frustração, depressão ou a ausência de significado associado ao trabalho. Ou seja, a pessoa entende que se esforça ao máximo, mas não consegue ver nenhum fruto associado ao seu trabalho, não vê para onde vai toda essa dedicação. Muitas vezes a percepção é que se alcançou muito pouco ou que o que foi conquistado não tem valor”, diz.
“A Síndrome de Burnout está associada a uma desconexão entre aspectos importantes como o volume de trabalho, a percepção de controle do indivíduo sobre a situação, seu reconhecimento e as relações com as pessoas, inclusive os gestores”, afirma Ana Carolina.
Além disso, a diversidade de canais de comunicação disponíveis pode levar a uma sensação de sobrecarga. Isso pode gerar dificuldade de alinhamento de prioridades, excesso de cobrança, erros de comunicação, sentimentos negativos e percepção de maior distanciamento e frieza por parte dos gestores ou da empresa, salienta a neurocientista.
“Ao mesmo tempo que a tecnologia permite mais autonomia, pode gerar a sensação de que as pessoas devem estar disponíveis para o trabalho constantemente, uma vez que podem responder e-mails e mensagens facilmente do seu celular. Isso traz um excesso de carga horária, mesmo quando a pessoa está fora do escritório o que, associado às cobranças e pressão, pode piorar ou favorecer um quadro de burnout”, afirma.
Texto adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2022/01/11/sindrome-de-burnout-e-reconhecida-como-doenca-ocupacional-veja-o-que-muda-para-o-trabalhador.ghtml. Acesso em: 10 fev. 2022.
“A Síndrome do Esgotamento Profissional é resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso e tem as seguintes características: sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; redução da eficácia profissional.”
No excerto acima, os termos em destaque podem ser substituídos, sem prejuízo de significado para o texto, respectivamente, por:
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Texto
Síndrome de Burnout é reconhecida como doença ocupacional
A Síndrome do Esgotamento Profissional é resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso e tem as seguintes características: sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; redução da eficácia profissional.
De acordo com a neurocientista Ana Carolina Souza, a Síndrome de Burnout é um quadro psicológico associado a uma percepção de exaustão que ocorre de forma prolongada, ou seja, não é uma fadiga pontual. “Esse cansaço excessivo é associado a uma forte perda de interesse e engajamento nas atividades de trabalho. Além disso, a percepção grande de esforço é somada a sentimentos negativos, como frustração, depressão ou a ausência de significado associado ao trabalho. Ou seja, a pessoa entende que se esforça ao máximo, mas não consegue ver nenhum fruto associado ao seu trabalho, não vê para onde vai toda essa dedicação. Muitas vezes a percepção é que se alcançou muito pouco ou que o que foi conquistado não tem valor”, diz.
“A Síndrome de Burnout está associada a uma desconexão entre aspectos importantes como o volume de trabalho, a percepção de controle do indivíduo sobre a situação, seu reconhecimento e as relações com as pessoas, inclusive os gestores”, afirma Ana Carolina.
Além disso, a diversidade de canais de comunicação disponíveis pode levar a uma sensação de sobrecarga. Isso pode gerar dificuldade de alinhamento de prioridades, excesso de cobrança, erros de comunicação, sentimentos negativos e percepção de maior distanciamento e frieza por parte dos gestores ou da empresa, salienta a neurocientista.
“Ao mesmo tempo que a tecnologia permite mais autonomia, pode gerar a sensação de que as pessoas devem estar disponíveis para o trabalho constantemente, uma vez que podem responder e-mails e mensagens facilmente do seu celular. Isso traz um excesso de carga horária, mesmo quando a pessoa está fora do escritório o que, associado às cobranças e pressão, pode piorar ou favorecer um quadro de burnout”, afirma.
Texto adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2022/01/11/sindrome-de-burnout-e-reconhecida-como-doenca-ocupacional-veja-o-que-muda-para-o-trabalhador.ghtml. Acesso em: 10 fev. 2022.
Quanto à função da linguagem, é CORRETO afirmar sobre o texto que:
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Texto
Síndrome de Burnout é reconhecida como doença ocupacional
A Síndrome do Esgotamento Profissional é resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso e tem as seguintes características: sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; redução da eficácia profissional.
De acordo com a neurocientista Ana Carolina Souza, a Síndrome de Burnout é um quadro psicológico associado a uma percepção de exaustão que ocorre de forma prolongada, ou seja, não é uma fadiga pontual. “Esse cansaço excessivo é associado a uma forte perda de interesse e engajamento nas atividades de trabalho. Além disso, a percepção grande de esforço é somada a sentimentos negativos, como frustração, depressão ou a ausência de significado associado ao trabalho. Ou seja, a pessoa entende que se esforça ao máximo, mas não consegue ver nenhum fruto associado ao seu trabalho, não vê para onde vai toda essa dedicação. Muitas vezes a percepção é que se alcançou muito pouco ou que o que foi conquistado não tem valor”, diz.
“A Síndrome de Burnout está associada a uma desconexão entre aspectos importantes como o volume de trabalho, a percepção de controle do indivíduo sobre a situação, seu reconhecimento e as relações com as pessoas, inclusive os gestores”, afirma Ana Carolina.
Além disso, a diversidade de canais de comunicação disponíveis pode levar a uma sensação de sobrecarga. Isso pode gerar dificuldade de alinhamento de prioridades, excesso de cobrança, erros de comunicação, sentimentos negativos e percepção de maior distanciamento e frieza por parte dos gestores ou da empresa, salienta a neurocientista.
“Ao mesmo tempo que a tecnologia permite mais autonomia, pode gerar a sensação de que as pessoas devem estar disponíveis para o trabalho constantemente, uma vez que podem responder e-mails e mensagens facilmente do seu celular. Isso traz um excesso de carga horária, mesmo quando a pessoa está fora do escritório o que, associado às cobranças e pressão, pode piorar ou favorecer um quadro de burnout”, afirma.
Texto adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2022/01/11/sindrome-de-burnout-e-reconhecida-como-doenca-ocupacional-veja-o-que-muda-para-o-trabalhador.ghtml. Acesso em: 10 fev. 2022.
Tendo como referência o texto, julgue as assertivas abaixo.
I - A Síndrome de Burnout está associada exclusivamente ao uso das tecnologias contemporâneas, que possibilitam o fácil acesso ao trabalhador fora do ambiente de trabalho.
II - Os sentimentos de exaustão e de negativismo, a redução da eficácia profissional, a pressão no ambiente de trabalho e a ausência de significado associado ao trabalho são resultados da Síndrome de Burnout.
III - A Síndrome de Burnout é consequência da incapacidade temporária do trabalhador de se sentir motivado no trabalho. Este não oferece resultados em seus afazeres e acaba se frustrando.
Assinale a alternativa CERTA:
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