Foram encontradas 60 questões.
O Texto III serve de base para responder às questões 9 e 10.
TEXTO III
Etarismo: entenda o que é esse tipo de discriminação
O etarismo corresponde à discriminação por idade contra indivíduos ou grupos etários com base em estereótipos. [ ... ]
A ofensa também é conhecida como idadismo ou ageísmo (do inglês: aging), ou seja, é o preconceito com relação à idade, definido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) como aquele que "surge quando a idade é usada para categorizar e dividir as pessoas por atributos que causam danos, desvantagens ou injustiças, e minam a solidariedade intergeracional", afirma Leonardo Pantaleão, especialista em Direito e Processo Penal, mestre em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Disponível em: https://www.terra.eom.br/nos/etarismo-ou-velhofobia-em-universidade-entenda-o-que-e-esse-tipo-de-discriminaca. Adaptado. Acesso em: 14 mar. 2023.
Acerca do conceito de etarismo contido no texto, analise as assertivas:
l. O etarismo ocorre apenas em relação a pessoas idosas.
ll. O etarismo é um preconceito que não ocorre em relação a faixas etárias.
Ill. Estereótipos em relação à idade de um indivíduo ou de grupos de determinada faixa etária baseiam o etarismo.
IV. A interação entre membros de diferentes gerações é prejudicada pelo etarismo.
Está correto o que se afirma em:
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O Texto III serve de base para responder às questões 9 e 10.
TEXTO III
Etarismo: entenda o que é esse tipo de discriminação
O etarismo corresponde à discriminação por idade contra indivíduos ou grupos etários com base em estereótipos. [ ... ]
A ofensa também é conhecida como idadismo ou ageísmo (do inglês: aging), ou seja, é o preconceito com relação à idade, definido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) como aquele que "surge quando a idade é usada para categorizar e dividir as pessoas por atributos que causam danos, desvantagens ou injustiças, e minam a solidariedade intergeracional", afirma Leonardo Pantaleão, especialista em Direito e Processo Penal, mestre em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Disponível em: https://www.terra.eom.br/nos/etarismo-ou-velhofobia-em-universidade-entenda-o-que-e-esse-tipo-de-discriminaca. Adaptado. Acesso em: 14 mar. 2023.
O objetivo do texto é:
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O Texto ll serve de base para responder às questões de 5 a 7.
TEXTO ll
Brasileiros têm deficiência ou insuficiência de vitamina D, até no verão
Uma pesquisa brasileira que acaba de ser publicada pelo jornal científico inglês Journal of the Endocrine Society comprovou que, mesmo em pleno verão, uma parcela significativa dos brasileiros apresenta insuficiência ou deficíência de vitamina D. Os índices foram de 50,7% e 15,3%, respectivamente, no grupo de 1.029 participantes.
O estudo, chamado Epidemiology of Vit amin D {EpiVida) - A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil, foi produzido por pesquisadores das Universidades Federais do Paraná e de São Paulo, Fundação Oswaldo Cruz e Obras Sociais Irmã Dulce. A amostra foi composta por adultos saudáveis, entre 18 e 45 anos, de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Salvador (BA).
O objetivo foi estimar a prevalência da vitamina D em associação a estilo de vida, demografia socioeconômica e hábitos culturais nestas três regiões metropolitanas. Para isso, foram avaliadas amostras de sangue e considerados dados de um questionário respondido pelos participantes.
A constatação de deficiência ou insuficiência de vit amina D em pleno verão - período de maior exposição solar e que favoreceria a síntese deste micronutriente pelo organismo - é explicada por diversos fatores.
"Variáveis como genética, demografia e estilo de vida influenciam a produção de vitamina D. Os hábitos recém-adquiridos durante a pandemia da COVID-19, que levou maioria da rotina da população para dentro de casa, por exemplo, também podem contribuir para este quadro", esclarece Marise Lazaretti Castro, endocrinologista, livre-docente, professora adjunta de endocrinologia e chefe do setor de osteometabolismo da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
Em São Paulo, 20% dos participantes apresentaram deficiência de vitamina D e em mais da metade (52%) foi constatada insuficiência desta vitamina. Em Curitiba, os índices são parecidos: 12% e 52% respectivamente. Já em Salvador, os índices de deficiência e insuficiência de vitamina D foram, respectivamente, de 12% e 47% do total de participantes locais do estudo. Já no inverno, a situação pode agravar em mais 10%, apontam os pesquisadores.
O estudo considerou como deficiência de vitamina D os níveis abaixo de 20ng/ml. Já a insuficiência do micronutriente foi considerada para níveis abaixo 30ng/ml.
Além da falta de atividades ao ar livre, a pesquisa constatou que a deficiência de vitamina D teve grandes correlações com a obesidade e o sobrepeso da população brasileira.
Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a exposição solar, atividades físicas e o uso de suplementos podem ajudar significativamente na reposição do hormônio. "A suplementação orientada por um profissional, por exemplo, diminui 60% de chances de os pacientes terem deficiência de vitamina D, de acordo com o estudo", ressalta o especialista.
Outro resultado da pesquisa se refere à questão étnico-racial. Embora Salvador tenha maior percentual de negros que Curitiba, a média dos níveis de vitamina D dos participantes não foram diferentes entre si, segundo o estudo.
"Esses achados sugerem que a maior abundância de radiação solar existente em Salvador, devido a sua maior proximidade com o Equador, pode ultrapassar a barreira da melanina na pele para produzir vitamina D. Então, a pele negra seria um fator de rísco para deficiência de vitamina D apenas em regiões com radiação solar limitada", afirmam os pesquisadores.
Dispo nível em: https:/ /www.correiobraziIiense.com.br/ciencia-e-saude/ 202 3/03/5079 602-brasiIeiros-tem-deficiencia-ou-insuficiencia-de-vitamina -d-ate-no-verao.html. Acesso em: 14 mar. 2023.
Assinale a alternativa em que a segunda assertiva não mantém o mesmo sentido que a primeira:
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O Texto ll serve de base para responder às questões de 5 a 7.
TEXTO ll
Brasileiros têm deficiência ou insuficiência de vitamina D, até no verão
Uma pesquisa brasileira que acaba de ser publicada pelo jornal científico inglês Journal of the Endocrine Society comprovou que, mesmo em pleno verão, uma parcela significativa dos brasileiros apresenta insuficiência ou deficíência de vitamina D. Os índices foram de 50,7% e 15,3%, respectivamente, no grupo de 1.029 participantes.
O estudo, chamado Epidemiology of Vit amin D {EpiVida) - A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil, foi produzido por pesquisadores das Universidades Federais do Paraná e de São Paulo, Fundação Oswaldo Cruz e Obras Sociais Irmã Dulce. A amostra foi composta por adultos saudáveis, entre 18 e 45 anos, de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Salvador (BA).
O objetivo foi estimar a prevalência da vitamina D em associação a estilo de vida, demografia socioeconômica e hábitos culturais nestas três regiões metropolitanas. Para isso, foram avaliadas amostras de sangue e considerados dados de um questionário respondido pelos participantes.
A constatação de deficiência ou insuficiência de vit amina D em pleno verão - período de maior exposição solar e que favoreceria a síntese deste micronutriente pelo organismo - é explicada por diversos fatores.
"Variáveis como genética, demografia e estilo de vida influenciam a produção de vitamina D. Os hábitos recém-adquiridos durante a pandemia da COVID-19, que levou maioria da rotina da população para dentro de casa, por exemplo, também podem contribuir para este quadro", esclarece Marise Lazaretti Castro, endocrinologista, livre-docente, professora adjunta de endocrinologia e chefe do setor de osteometabolismo da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
Em São Paulo, 20% dos participantes apresentaram deficiência de vitamina D e em mais da metade (52%) foi constatada insuficiência desta vitamina. Em Curitiba, os índices são parecidos: 12% e 52% respectivamente. Já em Salvador, os índices de deficiência e insuficiência de vitamina D foram, respectivamente, de 12% e 47% do total de participantes locais do estudo. Já no inverno, a situação pode agravar em mais 10%, apontam os pesquisadores.
O estudo considerou como deficiência de vitamina D os níveis abaixo de 20ng/ml. Já a insuficiência do micronutriente foi considerada para níveis abaixo 30ng/ml.
Além da falta de atividades ao ar livre, a pesquisa constatou que a deficiência de vitamina D teve grandes correlações com a obesidade e o sobrepeso da população brasileira.
Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a exposição solar, atividades físicas e o uso de suplementos podem ajudar significativamente na reposição do hormônio. "A suplementação orientada por um profissional, por exemplo, diminui 60% de chances de os pacientes terem deficiência de vitamina D, de acordo com o estudo", ressalta o especialista.
Outro resultado da pesquisa se refere à questão étnico-racial. Embora Salvador tenha maior percentual de negros que Curitiba, a média dos níveis de vitamina D dos participantes não foram diferentes entre si, segundo o estudo.
"Esses achados sugerem que a maior abundância de radiação solar existente em Salvador, devido a sua maior proximidade com o Equador, pode ultrapassar a barreira da melanina na pele para produzir vitamina D. Então, a pele negra seria um fator de rísco para deficiência de vitamina D apenas em regiões com radiação solar limitada", afirmam os pesquisadores.
Dispo nível em: https:/ /www.correiobraziIiense.com.br/ciencia-e-saude/ 202 3/03/5079 602-brasiIeiros-tem-deficiencia-ou-insuficiencia-de-vitamina -d-ate-no-verao.html. Acesso em: 14 mar. 2023.
Observe as palavras extraídas do texto e, em conformidade com a norma padrão da língua portuguesa e as regras de acentuação gráfica, assinale a alternativa correta.
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O Texto ll serve de base para responder às questões de 5 a 7.
TEXTO ll
Brasileiros têm deficiência ou insuficiência de vitamina D, até no verão
Uma pesquisa brasileira que acaba de ser publicada pelo jornal científico inglês Journal of the Endocrine Society comprovou que, mesmo em pleno verão, uma parcela significativa dos brasileiros apresenta insuficiência ou deficíência de vitamina D. Os índices foram de 50,7% e 15,3%, respectivamente, no grupo de 1.029 participantes.
O estudo, chamado Epidemiology of Vit amin D {EpiVida) - A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil, foi produzido por pesquisadores das Universidades Federais do Paraná e de São Paulo, Fundação Oswaldo Cruz e Obras Sociais Irmã Dulce. A amostra foi composta por adultos saudáveis, entre 18 e 45 anos, de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Salvador (BA).
O objetivo foi estimar a prevalência da vitamina D em associação a estilo de vida, demografia socioeconômica e hábitos culturais nestas três regiões metropolitanas. Para isso, foram avaliadas amostras de sangue e considerados dados de um questionário respondido pelos participantes.
A constatação de deficiência ou insuficiência de vit amina D em pleno verão - período de maior exposição solar e que favoreceria a síntese deste micronutriente pelo organismo - é explicada por diversos fatores.
"Variáveis como genética, demografia e estilo de vida influenciam a produção de vitamina D. Os hábitos recém-adquiridos durante a pandemia da COVID-19, que levou maioria da rotina da população para dentro de casa, por exemplo, também podem contribuir para este quadro", esclarece Marise Lazaretti Castro, endocrinologista, livre-docente, professora adjunta de endocrinologia e chefe do setor de osteometabolismo da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
Em São Paulo, 20% dos participantes apresentaram deficiência de vitamina D e em mais da metade (52%) foi constatada insuficiência desta vitamina. Em Curitiba, os índices são parecidos: 12% e 52% respectivamente. Já em Salvador, os índices de deficiência e insuficiência de vitamina D foram, respectivamente, de 12% e 47% do total de participantes locais do estudo. Já no inverno, a situação pode agravar em mais 10%, apontam os pesquisadores.
O estudo considerou como deficiência de vitamina D os níveis abaixo de 20ng/ml. Já a insuficiência do micronutriente foi considerada para níveis abaixo 30ng/ml.
Além da falta de atividades ao ar livre, a pesquisa constatou que a deficiência de vitamina D teve grandes correlações com a obesidade e o sobrepeso da população brasileira.
Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a exposição solar, atividades físicas e o uso de suplementos podem ajudar significativamente na reposição do hormônio. "A suplementação orientada por um profissional, por exemplo, diminui 60% de chances de os pacientes terem deficiência de vitamina D, de acordo com o estudo", ressalta o especialista.
Outro resultado da pesquisa se refere à questão étnico-racial. Embora Salvador tenha maior percentual de negros que Curitiba, a média dos níveis de vitamina D dos participantes não foram diferentes entre si, segundo o estudo.
"Esses achados sugerem que a maior abundância de radiação solar existente em Salvador, devido a sua maior proximidade com o Equador, pode ultrapassar a barreira da melanina na pele para produzir vitamina D. Então, a pele negra seria um fator de rísco para deficiência de vitamina D apenas em regiões com radiação solar limitada", afirmam os pesquisadores.
Dispo nível em: https:/ /www.correiobraziIiense.com.br/ciencia-e-saude/ 202 3/03/5079 602-brasiIeiros-tem-deficiencia-ou-insuficiencia-de-vitamina -d-ate-no-verao.html. Acesso em: 14 mar. 2023.
Analise as assertivas a seguir:
l. Os participantes com maior deficiência de vitamina D são os de São Paulo.
lI. A deficiência de vitamina D é a mesma nas três regiões metropolitanas estudadas.
llI. A pesquisa demonstrou que os percentuais de deficiência de vitamina D são 52, 52 e 47, respectivamente, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba e Salvador.
IV. Os participantes de Salvador são os que apresentaram menor insuficiência de vitamina D.
V. A pele negra pode ser um fator de risco de deficiência de vitamina D em regiões próximas ao Equador.
Está correto o que se afirma em:
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O Texto ll serve de base para responder às questões de 5 a 7.
TEXTO ll
Brasileiros têm deficiência ou insuficiência de vitamina D, até no verão
Uma pesquisa brasileira que acaba de ser publicada pelo jornal científico inglês Journal of the Endocrine Society comprovou que, mesmo em pleno verão, uma parcela significativa dos brasileiros apresenta insuficiência ou deficíência de vitamina D. Os índices foram de 50,7% e 15,3%, respectivamente, no grupo de 1.029 participantes.
O estudo, chamado Epidemiology of Vit amin D {EpiVida) - A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil, foi produzido por pesquisadores das Universidades Federais do Paraná e de São Paulo, Fundação Oswaldo Cruz e Obras Sociais Irmã Dulce. A amostra foi composta por adultos saudáveis, entre 18 e 45 anos, de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Salvador (BA).
O objetivo foi estimar a prevalência da vitamina D em associação a estilo de vida, demografia socioeconômica e hábitos culturais nestas três regiões metropolitanas. Para isso, foram avaliadas amostras de sangue e considerados dados de um questionário respondido pelos participantes.
A constatação de deficiência ou insuficiência de vit amina D em pleno verão - período de maior exposição solar e que favoreceria a síntese deste micronutriente pelo organismo - é explicada por diversos fatores.
"Variáveis como genética, demografia e estilo de vida influenciam a produção de vitamina D. Os hábitos recém-adquiridos durante a pandemia da COVID-19, que levou maioria da rotina da população para dentro de casa, por exemplo, também podem contribuir para este quadro", esclarece Marise Lazaretti Castro, endocrinologista, livre-docente, professora adjunta de endocrinologia e chefe do setor de osteometabolismo da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
Em São Paulo, 20% dos participantes apresentaram deficiência de vitamina D e em mais da metade (52%) foi constatada insuficiência desta vitamina. Em Curitiba, os índices são parecidos: 12% e 52% respectivamente. Já em Salvador, os índices de deficiência e insuficiência de vitamina D foram, respectivamente, de 12% e 47% do total de participantes locais do estudo. Já no inverno, a situação pode agravar em mais 10%, apontam os pesquisadores.
O estudo considerou como deficiência de vitamina D os níveis abaixo de 20ng/ml. Já a insuficiência do micronutriente foi considerada para níveis abaixo 30ng/ml.
Além da falta de atividades ao ar livre, a pesquisa constatou que a deficiência de vitamina D teve grandes correlações com a obesidade e o sobrepeso da população brasileira.
Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a exposição solar, atividades físicas e o uso de suplementos podem ajudar significativamente na reposição do hormônio. "A suplementação orientada por um profissional, por exemplo, diminui 60% de chances de os pacientes terem deficiência de vitamina D, de acordo com o estudo", ressalta o especialista.
Outro resultado da pesquisa se refere à questão étnico-racial. Embora Salvador tenha maior percentual de negros que Curitiba, a média dos níveis de vitamina D dos participantes não foram diferentes entre si, segundo o estudo.
"Esses achados sugerem que a maior abundância de radiação solar existente em Salvador, devido a sua maior proximidade com o Equador, pode ultrapassar a barreira da melanina na pele para produzir vitamina D. Então, a pele negra seria um fator de rísco para deficiência de vitamina D apenas em regiões com radiação solar limitada", afirmam os pesquisadores.
Dispo nível em: https:/ /www.correiobraziIiense.com.br/ciencia-e-saude/ 202 3/03/5079 602-brasiIeiros-tem-deficiencia-ou-insuficiencia-de-vitamina -d-ate-no-verao.html. Acesso em: 14 mar. 2023.
Acerca das informações contidas no Texto ll, só não podemos afirmar que:
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Analise os pares a seguir e marque a alternativa correta quanto à ocorrência de intertextualidade:
(I)

Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/portugues. Acesso em: 14 mar. 2023.
(ll)
|
Trecho do poema Canção do Exílio (1843) "Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores." |
Trecho do Hino Nacional Brasileiro (1909) "Do que a terra mais garrida, Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida no teu seio mais amores." |
Disponível em: https://mundoeducacaouol.com.br/redacao. Acesso em: 14 mar. 2023.
(III)

Disponível em: https://www.google.com/search?. Acesso em: 14 mar. 2023.
(IV)

Disponível em: https://www.google.com/search?. Acesso em: 14 mar. 2023.
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O Texto I serve de base para responder às questões de 1 a 3.
TEXTO I

Disponível em: https://br.pinterest.comlpin/345580971415789711/. Acesso em: 13 mar. 2023.
Na passagem: "Ué? Por quê?", o termo "por quê" é utilizado de maneira adequada, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa. Sabemos, todavia, que há outras formas do termo: porque, por que e porquê. Posto isto, analise as alternativas e assinale aquela em que um desses termos é usado incorretamente.
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O Texto I serve de base para responder às questões de 1 a 3.
TEXTO I

Disponível em: https://br.pinterest.comlpin/345580971415789711/. Acesso em: 13 mar. 2023.
Na passagem: ''Camilo, vamos apostar corrida até a Fê?", a vírgula é utilizada de forma adequada, conforme a norma padrão da língua portuguesa. Analise as alternativas e assinale aquela em que a vírgula é usada pelo mesmo motivo da passagem em destaque:
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O Texto I serve de base para responder às questões de 1 a 3.
TEXTO I

Disponível em: https://br.pinterest.comlpin/345580971415789711/. Acesso em: 13 mar. 2023.
Considerando o Texto 1, julgue as assertivas a seguir se verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A tira propõe uma reflexão acerca de que certas atividades podem ser perigosas para todas as crianças.
( ) Camilo muda de ideia quanto à corrida, pois tem medo de perder a aposta para Dinho.
( ) A tira tece uma crítica ao tratamento desigual que a polícia pode dar às pessoas negras.
( ) Para Camilo, correr não é uma atividade segura para nenhum dos personagens.
( ) O medo de Camilo é explicado pela imagem contida no terceiro quadro.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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