Foram encontradas 420 questões.
Texto I
SARAMAGO - A resposta está na pergunta. Pretendo tocar os leitores, criar polêmicas, estimular discussões. Mas isto não significa que a literatura tenha poder para mudar o mundo. Já não é pouco que seja capaz de exercer influência sobre algumas pessoas. O mundo é demasiado grande, somos mais de sete bilhões os que habitamos neste planeta, e o poder real está nas mãos das grandes multinacionais que evidentemente não nasceram para ser agentes da nossa felicidade.[...]” (O Globo. Rio de Janeiro. 20 mar. 2004.)
Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br/ news/view/cecilia-giannetti>. Acesso em: 30 out. 2023). (Fragmento).
Texto Il
“[...] ser escritor não é apenas escrever livros, é muito mais uma atitude perante a vida, uma exigência e uma intervenção [...] Creio mais na possibilidade da transformação ética do ser humano na prática cotidiana da convivência. Que a arte e a literatura podem ajudar? Sim, mas só ajudar.” (In.: AGUILERA, 2010, p.123-126).
AGUILERA, F. G. As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
Ao estudarmos e/ou ensinarmos Literatura, em muitos momentos há dúvidas se os textos literários têm o poder de transformar a realidade ou existem apenas para nos aliviar do peso da vida cotidiana. Será que a arte existe porque a nossa vida não basta? De acordo com o que pensa José Saramago (1922-2010), escritor português contemporâneo que recebeu o Nobel de Literatura em 1998, em entrevistas concedidas aos jornais “O Globo” (texto |) e Jornal de Lisboa (texto Il), é CORRETO afirmar que a literatura:
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O texto abaixo é base para responder a questão 60.
Texto XIII
“Pensaste no sogro e nos cunhados que te esperavam. Estás empapado de crepúsculo, por dentro e por fora. Já é de noite. As noites sempre nascem dentro dos crepúsculos.
[...]. As sombras violetas se desfizeram no esterco de morcego da grande noite. A solidão se parece com a morte: região dos caminhos onde vagam os que já morreram e nos deixaram sós. Eles também estarão sós... A morte com seus caminhos de sombra. Os que sentem nos lábios e na língua o silêncio único e profundo da terra. Depois da existência ficam vagando nos lugares por onde se viveu, silenciosamente, as últimas palavras dos que viveram. Depois da existência: quando a lua deixa voarem as borboletas de cinza brumosa... E olhaste devagar: em torno tudo estava vazio, deserto, silencioso, só as estrelas estremeciam. Era noite.” (DICKE, 1995, p.9)
(DICKE, Ricardo Guilherme. Cerimônias do esquecimento. Cuiabá: EDUFMT, 1995).
Filho de pai alemão e mãe brasileira, Ricardo Guilherme Dicke nasceu em Vila Raizama, no município de Chapada dos Guimarães/MT. Aos 29 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou filosofia na UFR), especializando-se em “Heidegger e o Problema do Absoluto” e “Fenomenologia” de Merleau Ponty, além de cursar o mestrado em filosofia da arte, tendo frequentado, ainda, a Escola Superior de Museologia. Dicke publicou seu primeiro livro, Caminhos de Sol e de Lua, no começo da década de 1960. Em 1968 publicou O Deus de Caim, obra que alcançou o quarto lugar no Prêmio Walmap de Literatura. Ao voltar para Cuiabá/ MT, aliou o seu trabalho como professor e romancista. Dentre as suas obras, destaca-se Cerimônias do esquecimento (1995). A partir da leitura de seu excerto, só NÃO se pode afirmar que:
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O texto abaixo é base para responder as questões 50 e 51.
TEXTO IV
Buscando a Cristo
A vós correndo vou, braços sagrados,
Nessa cruz sacrossanta descobertos,
Que, para receber-me, estais abertos,
E, por não castigar-me, estais cravados.
A vós, divinos olhos, eclipsados
De tanto sangue e lágrimas abertos,
Pois, para perdoar-me, estais despertos,
E, por não condenar-me, estais fechados.
A vós, pregados pés, por não deixar-me,
A vós, sangue vertido, para ungir-me,
A vós, cabeça baixa, p'ra cnamar-me
A vós, lado patente, quero unir-me,
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,
Para ficar unido, atado e firme.
(MATOS, Gregório de. Poemas escolhidos. São Paulo: Cultrix, 1981.)
No soneto de Gregório de Matos, destaca-se a importância da visualidade, evidenciada na escolha das palavras que descrevem o corpo de Cristo em agonia e na imagem vívida do Cristo crucificado, que é retratada com detalhes na composição poética. Portanto, poesia e pintura, utilizando seus materiais distintos (palavras e tintas, tropos e cores, papel e tela), convergem para criar uma única representação que inspira a elaboração tanto do soneto quanto do quadro que é descrito ou pintado por Gregório. Assim, a partir dessa informação, é CORRETO concluir que:
|- O jogo de palavras antitéticas (“receber"/"castigar”, “abertos"/"fechados”, “eclipsados"/"despertos”, “perdoar"/"condenar”) dialoga com o jogo claro-escuro da pintura barroca, acentuado pelas cores contrastantes dos elementos “sangue” e “lágrimas”, presentes no poema.
Il - Sobre o jogo de luz e sombras (sagrado e profano) trabalhado pelo poeta e pintor barroco, pode-se dizer que elas estão centradas na figura do Cristo em união com o próprio eu lírico, como se evidencia no último verso do poema, em que os três adjetivos (“unido”, “atado”, "firme”) se unem não só no plano semântico como também no visual e plástico: o eu lírico se une em palavra e em figura à imagem de Cristo.
IIl- O jogo de palavras antitéticas (“receber"/"castigar”, “abertos"/"fechados”, “eclipsados"/"despertos”, “perdoar"/"condenar” dialoga com a dicotomia claro-escuro da pintura barroca, acentuado pelas cores contrastantes dos elementos “sangue” e “lágrimas”, presentes no poema.
IV - Uma das principais características desse poema centra-se na união entre o sentimento e a razão que os artistas renascentistas procuraram realizar. Assim, no poema barroco, sublimam-se as emoções, aproximando-o do racionalismo da arte do Renascimento.
Estão CORRETAS somente as afirmativas:
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TEXTO 2
Yong Zhao, experto en la educación del siglo XXI: “El profesor del futuro se parecerá a un 'coach'
Un 35% de los estudiantes y el 51% de los docentes de Estados Unidos utilizan ChatGPT, el 'chatbot' de inteligencia artificial desarrollado por OpenAl. El avance de la inteligencia artificial (IA) en las aulas será imparable, subrayó en el Edtech Congress Barcelona Yong Zhao, experto en educación en el siglo XXI de las universidades de Kansas y Melbourne que, asombrosamente, nació durante la revolución cultural en una pequefia población de Sichuan, al suroeste de China.
Dibuje la escuela del 2050.
¿Lo que ocurrirá o lo que deseo que ocurra?
¿Lo que ocurrirá primero?
La IA transformará definitivamente la vida de los estudiantes, pero no necesariamente las escuelas. Los profesores siguen las directrices del director, que recibe instrucciones del Gobierno sobre los contenidos; los padres quieren que se evalúe a sus hijos con notas y detrás están los intereses de los editores de textos y los preparadores de exámenes. Eso es muy difícil de cambiar.
¿Qué tal si explica cómo desea que fuera?
Trato de explicar a las escuelas que los estudiantes deben ser dueños de su aprendizaje, con la asistencia dela IA y la colaboración global.
¿Y el profesor qué haría?
Solo se podrá competir con las máquinas inteligentes siendo aún más humanos. Somos seres sociales y creativos, y debemos entender las consecuencias de nuestro comportamiento. El profesor del futuro se parecerá al 'coach': alguien que verá en qué eres bueno y cuáles son tus intereses, y te ayudará a potenciar tus fortalezas para crear valor para los demás.
ChatGPT se nutre de información humana. ;No le ve pegas?
En educación el peligro son los sesgos de género, de religión y de raza. Pero es algo que ya existe en internet, y existía en los libros de texto. El gran problema es, a mi juicio, que no sabemos si las máquinas podrán alcanzar la autoconciencia.
La máquina tendrá un perfil de cada alumno útil para futuros empleadores.
Por eso el alumno debe tomar el control de la IA, o será controlado por ella. ;Ahí es donde la educación es muy importante! Hay que explicarles cómo utilizarla, fortalecer su sentido ético, hacerles ver que están en manos de unas pocas compafiías.
Podría darse el caso de que supieran más que sus maestros.
iYa saben más sobre videojuegos, nuevas tecnologias, redes sociales! Y con ChatGPT, eso irá a más. Si ensefiamos de la misma manera, la escuela acabará siendo irrelevante. Muchos jóvenes ya se descuelgan del sistema.
Dé un consejo de urgencia.
iHay que liberar a los estudiantes! Dejarles tomar el control. Los niÃos van a la escuela a aprender, pero tienen el derecho a la autodeterminación. Profesor y alumno deben negociar y desarrollar soluciones de manera colaborativa. La educación debe ayudar a evitar aquello en lo que no eres bueno.
A todo esto, da por sentado que los chavales quieren aprender.
Todo nifÃo está interesado en aprender para sobrevivir. Todo ser humano es un aprendiz. ;Por qué el 'smartphone' es adictivo? Porque permite aprender algo nuevo.
¿Qué será de Shakespeare, Mozart o Confucio?
Habrá quien esté interesado en ellos, pero no todo el mundo. Somos 7,9 mil millones, con vidas e intereses distintos. Hoy la escuela solo te juzga por ser buen o mal estudiantes, pero no por ser diferente, cuando la realidad dice que lo somos.
Defiende personalizar la educación, pero en una clase de 30 ya me dirá.
Ese punto de partida es erróneo. Hay que pensar en el profesor como mentor de un grupo de estudiantes, que desarrolle sus fortalezas, y si no, ahí estarán ChatGPT y la colaboración de estudiantes de más edad. Eso exige una gran reordenación. En Australia hay una escuela donde los estudiantes de todas las edades comparten espacio, trabajan grupos que identifican problemas y buscan soluciones, y los profesores se van moviendo.
Vale. Pero, ¿cómo se evalúa?
No hay puntuación. En EEUU un centenar de escuelas siguen lo que se Ilama 'mastery transcript”, que valora en lo que eres bueno, y muchas universidades han eliminado las pruebas SAT ('Scholastic Aptitude Test) y aceptan ese criterio.
En la sociedad del rendimiento, la meritocracia sigue funcionando.
La idea de meritocracia es falsa. Para empezar, «qué es mérito? El logro de los futbolistas de élite es distinto del de los artistas. Además, no se basa en quién eres, sino en quienes son tus padres. Si tienen dinero, tendrás más mérito. El problema es que mucha gente se queja del sistema, pero no actúa.
Yong Zhao, experto educación en tiempos de IA /RICARD CUGAT. Disponible en:
https://www.elperiodico.com/es/la-contra/20230430/y0ng-zhao-experto-educacion-siglo-86267796 Acceso en 25 ago. 2023.
Yong Zhao afirma que, a pesar de la transformación que la Inteligencia Artificial provocará en la vida de los estudiantes, algunos aspectos tradicionales de la ensefanza no cambiarán el proceso de aprendizaje. En este sentido, y teniendo en cuenta la formación docente convencional, indique la opción en la que se confirma este hecho.
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TEXTO 1
Los motivos del lobo
Rubén Darío
El varón que tiene corazón de lis,
alma de querube, lengua celestial,
el mínimo y dulce Francisco de Asís,
está con un rudo y torvo animal,
5 bestia temerosa, de sangre y de robo,
las fauces de furia, los ojos de mal:
jel lobo de Gubbia, el terrible lobo!
Rabioso, ha asolado los alrededores;
cruel, ha deshecho todos los rebahos,
10 devoró corderos, devoró pastores,
y son incontables sus muertes y dafios.
Fuertes cazadores armados de hierros
fueron destrozados. Los duros colmillos
dieron cuenta de los más bravos perros,
15 como de cabritos o de corderillos.
Francisco salió:
al lobo buscó
en su madriguera.
Cerca de la cueva encontró a la fiera
20 enorme, que al verle se lanzó feroz
contra él. Francisco, con su dulce voz,
alzando la mano,
al lobo furioso dijo: -;Paz, hermano
lobo! El animal
25 contempló al varón de tosco sayal;
dejó su aire arisco,
cerró las abiertas fauces agresivas,
y dijo: - “;Está bien, hermano Francisco!”
- “Cómo! -exclamó el Santo-. cEs ley que tú vivas
30 de horror y de muerte?
La sangre que vierte
tu hocico diabólico, el duelo y espanto
que esparces, el Ilanto
de los campesinos, el grito, el dolor
35 de tanta criatura de Nuestro Sefior,
éno ha de contener tu encono infernal?
éVienes del infierno?
éTe ha infundido acaso su rencor eterno
Luzbel o Belial?”
40 Y el gran lobo, humilde: —- “Es duro el invierno,
y es horrible el hambre! En el bosque helado
no hallé qué comer; y busqué el ganado,
y en veces comí ganado y pastor.
éLa sangre? Yo vi más de un cazador
45 sobre su caballo Ilevando el azor
al puÃo; o correr tras el jabalí,
el oso o el ciervo; y a más de uno vi
mancharse de sangre, herir, torturar,
de las roncas trompas al sordo clamor,
50 a los animales de Nuestro SeÃor.
iY no era por hambre, que iban a cazar!”
Francisco responde: - “En el hombre existe
mala levadura.
Cuando nace viene con pecado. Es triste.
55 Mas el alma simple de la bestia es pura.
Tú vas a tener
desde hoy qué comer.
Dejarás en paz
rebahos y gentes en este país.
60 jQue Dios melifique tu ser montaraz!”
- “Está bien, hermano Francisco de Asís”.
- “Ante el SeÃor, que todo ata y desata,
en fe de promesa, tiéndeme la pata”.
El lobo tendió la pata al hermano
65 de Asís, que a su vez le alargó la mano.
Fueron a la aldea. La gente veía
y lo que miraba casi no creia.
Tras el religioso iba el lobo fiero,
y, baja la testa, quieto le seguía
70 como un can de casa, o como un cordero.
Francisco Ilamó la gente a la plaza
y allí predicó,
y dijo: - “He aquí una amable caza.
El hermano lobo se viene conmigo;
75 me juró no ser ya nuestro enemigo,
y no repetir su ataque sangriento.
Vosotros, en cambio, daréis su alimento
a la pobre bestia de Dios. - “Así sea!”,
contestó la gente toda de la aldea.
80 Y luego, en sefial
de contentamiento,
movió testa y cola el buen animal,
y entró con Francisco de Asís al convento.
Algún tiempo estuvo el lobo tranquilo
85 en el santo asilo.
Sus bastas orejas los salmos oían
y los claros ojos se le humedecian.
Aprendió mil gracias y hacía mil juegos
cuando a la cocina iba con los legos.
90 Y cuando Francisco su oración hacia,
el lobo las pobres sandalias lamía.
Salía a la calle,
iba por los montes, descendiía al valle,
entraba a las casas y le daban algo
95 de comer. Mirábanle como a un manso galgo.
Un día, Francisco se ausentó. Y el lobo
dulce, el lobo manso y bueno, el lobo probo,
desapareció, tornó a la montafia,
y recomenzaron su aullido y su safa.
100 Otra vez sintióse el temor, la alarma,
entre los vecinos y entre los pastores;
colmaba el espanto los alrededores,
de nada servían el valor y elarma,
pues la bestia fiera
105 no dio tregua a su furor jamás,
como si tuviera
fuego de Moloch y de Satanás.
Cuando volvió al pueblo el divino Santo,
todos le buscaron con quejas y Ilanto,
110 y con mil querellas dieron testimonio
de los que sufrían y perdían tanto
por aquel infame lobo del demonio.
Francisco de Asís se puso severo.
Se fue a la montafa
115 a buscar al falso lobo carnicero.
Y junto a su cueva halló a la alimafia.
- “En nombre del Padre del sacro universo,
conjúrote -dijo-, joh lobo perverso!,
a que me respondas: ;Por qué has vuelto al mal?
120 Contesta. Te escucho”.
Como en sorda lucha habló el animal,
la boca espumosa y el ojo fatal:
-"Hermano Francisco, no te acerques mucho...
Yo estaba tranquilo allá en el convento;
125 al pueblo salía,
y si algo me daban estaba contento
y manso comia.
Mas empecé a ver que en todas las casas
estaba la Envidia, la Sara, la Ira,
130 y en todos los rostros ardían las brasas
de odio, de lujuria, de infamia y mentira.
Hermanos a hermanos haciían la guerra,
perdían los débiles, ganaban los malos,
hembra y macho eran como perro y perra,
135 y un buen día todos me dieron de palos.
Me vieron humilde, lamía las manos
y los pies. Seguí tus sagradas leyes,
todas las criaturas eran mis hermanos:
los hermanos hombres, los hermanos bueyes,
140 hermanas estrellas y hermanos gusanos.
Y así me apalearon y me echaron fuera,
y su risa fue como un agua hirviente,
y entre mis entrafias revivió la fiera,
y me sentí lobo malo de repente,
145 mas siempre mejor que esa mala gente.
Y recomencé a luchar aquí,
a me defender y a me alimentar,
como el oso hace, como el jabalí,
que para vivir tienen que matar.
150 Déjame en el monte, déjame en el risco,
déjame existir en mi libertad,
vete a tu convento, hermano Francisco,
sigue tu camino y tu santidad”.
El Santo de Asís no le dijo nada.
155 Le miró con una profunda mirada,
y partió con lágrimas y con desconsuelos,
y habló al Dios eterno con su corazón.
El viento del bosque Ilevó su oración,
que era: “Padre nuestro, que estás en los cielos...”
Disponible en: https://www.poeticous.com/dario/los-motivos-del-lobo?locale=es Acceso en 20 ago. 2023.
Al leer el poema de Rubén Darío, “Los motivos del lobo", se entienden dos temas centrales que contrastan entre sí. Seleccione la opción CORRECTA que confirme este contraste.
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Uma criança brinca com um balão contendo gás hélio. A brincadeira consiste em amarrar uma âncora no bal ao ão e deixá-lo subir. Essa âncora é um anel de massa m = 0,5 kg. O anel envolve um cano e pode se mover longo dele sem se prender ou se atritar de forma considerável. O cano é torto e está inclinado, formando um segmento de parábola, preso em um poste vertical (Figura 1). O poste delimita a distância e altura que pode ser atingida pelo anel. O ângulo 6 entre o chão (horizontal) e uma linha reta ligando os pontos de saída e a altura máxima atingida pelo anel é de 60º. A distância horizontal entre o ponto de saída do anele o poste e 2,0 m. Considere sen 60º = 0,87; cos 60º = 0,50; eg = 9,8 m/s2. Qual será o trabalho realizado pela força gravitacional sobre o anel ao ser deslocado do ponto inicial ao ponto final descritos? Considere o valor mais aproximado.
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Um empreendedor, observando a existência de cultivo de uvas em sua região, decide planejar uma indústria artesanal de vinho. Um dos problemas que encontrou foi a questão da dilatação do vinho. Mesmo procurando na internet, não encontrou um valor para o coeficiente de dilatação volumétrica para o vinho. Sabendo que o vinho é composto por 15% de álcool e o restante por água, basicamente, decidiu, portanto, determinar o coeficiente de dilatação do vinho a partir dos coeficientes de dilatação do álcool e da água, na esperança de que, na prática, a diferença seria pequena. Os coeficientes de dilatação volumétrica \( \gamma \) são:
Água: \( \gamma \)agua = 210,0 x 10-6 °C-1
Álcool: \( \gamma \)alcool = 1100 x 10-6 °C-1
Qual será o coeficiente de dilatação volumétrica do vinho? (Considere os dois líquidos um sobre o outro, sem necessariamente misturá-los).
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Durante um longo voo de avião, um passageiro entediado usa elásticos, desses de prender dinheiro, para pendurar um objeto (seu telefone celular) na poltrona em sua frente, de modo que o objeto e o elástico só têm contato com os pontos em que estão afixados. Por um tempo, o objeto fica em repouso em relação ao acento. Porém, em certo momento, o passageiro percebe que o objeto se desloca para cima e o elástico se encurta sem que nada esteja em contato com o objeto, além do elástico. Assinale a afirmação física válida, considerando o referencial do passageiro:
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Um treinador de futebol faz seus atletas correrem uma volta em torno do campo no início do treino e outra volta no final. Considere o atleta Alberto, que teve os valores vmi = 12 km/h (velocidade escalar média da volta no início do treino) e vmf = 8 km/h (velocidade escalar média da volta no final do treino). Caso ele tivesse corrido duas voltas sem parar, mas com as medições de velocidade em cada volta iguais (vmi = 12 km/h durante a primeira volta e vmf = 8 km/h durante a segunda volta), qual seria a velocidade escalar média de Alberto durante as duas voltas?
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TEXTO 2
Yong Zhao, experto en la educación del siglo XXI: “El profesor del futuro se parecerá a un 'coach'
Un 35% de los estudiantes y el 51% de los docentes de Estados Unidos utilizan ChatGPT, el 'chatbot' de inteligencia artificial desarrollado por OpenAl. El avance de la inteligencia artificial (IA) en las aulas será imparable, subrayó en el Edtech Congress Barcelona Yong Zhao, experto en educación en el siglo XXI de las universidades de Kansas y Melbourne que, asombrosamente, nació durante la revolución cultural en una pequefia población de Sichuan, al suroeste de China.
Dibuje la escuela del 2050.
¿Lo que ocurrirá o lo que deseo que ocurra?
¿Lo que ocurrirá primero?
La IA transformará definitivamente la vida de los estudiantes, pero no necesariamente las escuelas. Los profesores siguen las directrices del director, que recibe instrucciones del Gobierno sobre los contenidos; los padres quieren que se evalúe a sus hijos con notas y detrás están los intereses de los editores de textos y los preparadores de exámenes. Eso es muy difícil de cambiar.
¿Qué tal si explica cómo desea que fuera?
Trato de explicar a las escuelas que los estudiantes deben ser dueños de su aprendizaje, con la asistencia dela IA y la colaboración global.
¿Y el profesor qué haría?
Solo se podrá competir con las máquinas inteligentes siendo aún más humanos. Somos seres sociales y creativos, y debemos entender las consecuencias de nuestro comportamiento. El profesor del futuro se parecerá al 'coach': alguien que verá en qué eres bueno y cuáles son tus intereses, y te ayudará a potenciar tus fortalezas para crear valor para los demás.
ChatGPT se nutre de información humana. ;No le ve pegas?
En educación el peligro son los sesgos de género, de religión y de raza. Pero es algo que ya existe en internet, y existía en los libros de texto. El gran problema es, a mi juicio, que no sabemos si las máquinas podrán alcanzar la autoconciencia.
La máquina tendrá un perfil de cada alumno útil para futuros empleadores.
Por eso el alumno debe tomar el control de la IA, o será controlado por ella. ;Ahí es donde la educación es muy importante! Hay que explicarles cómo utilizarla, fortalecer su sentido ético, hacerles ver que están en manos de unas pocas compafiías.
Podría darse el caso de que supieran más que sus maestros.
iYa saben más sobre videojuegos, nuevas tecnologias, redes sociales! Y con ChatGPT, eso irá a más. Si ensefiamos de la misma manera, la escuela acabará siendo irrelevante. Muchos jóvenes ya se descuelgan del sistema.
Dé un consejo de urgencia.
iHay que liberar a los estudiantes! Dejarles tomar el control. Los niÃos van a la escuela a aprender, pero tienen el derecho a la autodeterminación. Profesor y alumno deben negociar y desarrollar soluciones de manera colaborativa. La educación debe ayudar a evitar aquello en lo que no eres bueno.
A todo esto, da por sentado que los chavales quieren aprender.
Todo nifÃo está interesado en aprender para sobrevivir. Todo ser humano es un aprendiz. ;Por qué el 'smartphone' es adictivo? Porque permite aprender algo nuevo.
¿Qué será de Shakespeare, Mozart o Confucio?
Habrá quien esté interesado en ellos, pero no todo el mundo. Somos 7,9 mil millones, con vidas e intereses distintos. Hoy la escuela solo te juzga por ser buen o mal estudiantes, pero no por ser diferente, cuando la realidad dice que lo somos.
Defiende personalizar la educación, pero en una clase de 30 ya me dirá.
Ese punto de partida es erróneo. Hay que pensar en el profesor como mentor de un grupo de estudiantes, que desarrolle sus fortalezas, y si no, ahí estarán ChatGPT y la colaboración de estudiantes de más edad. Eso exige una gran reordenación. En Australia hay una escuela donde los estudiantes de todas las edades comparten espacio, trabajan grupos que identifican problemas y buscan soluciones, y los profesores se van moviendo.
Vale. Pero, ¿cómo se evalúa?
No hay puntuación. En EEUU un centenar de escuelas siguen lo que se Ilama 'mastery transcript”, que valora en lo que eres bueno, y muchas universidades han eliminado las pruebas SAT ('Scholastic Aptitude Test) y aceptan ese criterio.
En la sociedad del rendimiento, la meritocracia sigue funcionando.
La idea de meritocracia es falsa. Para empezar, «qué es mérito? El logro de los futbolistas de élite es distinto del de los artistas. Además, no se basa en quién eres, sino en quienes son tus padres. Si tienen dinero, tendrás más mérito. El problema es que mucha gente se queja del sistema, pero no actúa.
Yong Zhao, experto educación en tiempos de IA /RICARD CUGAT. Disponible en:
https://www.elperiodico.com/es/la-contra/20230430/y0ng-zhao-experto-educacion-siglo-86267796 Acceso en 25 ago. 2023.
En la frase “Puede ser que estas buenas notas en algún grupo no se cumplan, pero en conjunto, [...]", se puede ver, en el análisis de los aspectos léxicos, la presencia de un fenómeno Ilamado apócope. Podemos decir que hay apócope en todas las oraciones, EXCEPTO en:
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