Foram encontradas 910 questões.
A coluna da esquerda apresenta as condições de motricidade e a da direita, suas formas de aplicação no treinamento da coordenação motora. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Pressão de sequência
2 - Pressão de precisão
3 - Pressão de carga
4 - Pressão de tempo
5 - Pressão de organização
6 - Pressão de variabilidade
( ) A maior exatidão possível.
( ) Maximizar a velocidade de execução.
( ) Resolver exigências sucessivas.
( ) Superar exigências simultâneas.
( ) Superar exigências em situações ambientais diferentes.
( ) Superar exigências físicas ou psíquicas.
Marque a sequência correta.
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Curvas de aquecimento podem ser obtidas na prática plotando-se um gráfico a partir dos dados de aquecimento ou resfriamento versus o tempo em que ocorre a mudança de estado. Sendo assim, observe a figura abaixo.

(Adaptado de SARDELLA, A. Química. Livro do professor, volume único, 5ªedição, São Paulo: Editora Ática, 2005.)
Com base na figura, é correto afirmar:
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Nós, os escravos
Faço compras no supermercado. Encho o tanque do automóvel. Compro um livro, um filme, um CD. Vou almoçar, pago a conta, saio. E então reparo que não encontrei um único ser humano em todo o processo. Só máquinas. Eu, o meu cartão de crédito – e uma máquina. Então penso: será que Paul Lafargue (1842 – 1911) tinha razão?
[...]
Genro do famoso Karl, Lafargue escreveu "O Direito à Preguiça" em finais do século 19. Para deixar uma mensagem otimista: a humanidade deixará o trabalho para trás porque o progresso tecnológico vai libertar os homens da condenação da jornada. A mensagem de Lafargue é uma espécie de profecia bíblica do avesso: quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, Deus condenou o par desobediente a ganhar a vida com o suor do rosto. As máquinas, escreveu Lafargue, permitirão que os homens regressem ao paraíso, deixando as canseiras da labuta para os brinquedos da tecnologia.
Não sei quantas vezes li o opúsculo de Lafargue. Umas dez. Umas cem. Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer.
Esse dia pode estar mais próximo do que imaginamos. Derek Thompson, na revista "The Atlantic", revela alguns números: em 2013, a Universidade de Oxford previu que as máquinas, daqui a 20 anos, farão metade dos trabalhos nos Estados Unidos da América. Essa previsão, como todas as previsões, tem um valor relativo: se a história ensina alguma coisa é que por cada trabalho destruído haverá sempre um trabalho inventado. Melhor: inventado e imprevisto pelo horizonte estreito do nosso presente.
Mas existem sinais de alguns limites: o número de empregos disponíveis (e tradicionais) começou a escassear nas últimas gerações, sobretudo para homens e jovens graduados. Porque a tecnologia faz mais e os homens têm cada vez menos para fazer. O meu coração hedonista rejubila com a notícia, partindo do pressuposto de que as máquinas também irão gerar recursos capazes de sustentar a minha nostalgia pela vadiagem.
Mas depois, como uma Cassandra moderna, Derek Thompson relembra o "paradoxo do trabalho" que define a nossa miserável condição: toda gente amaldiçoa as horas passadas no escritório; mas, ao mesmo tempo, toda gente amaldiçoa as horas passadas em casa. Sem trabalhar, a maioria perde um "sentido" para a vida que não consegue encontrar em mais nada.
E não me refiro a situações dramáticas de desemprego, que jogam em outro campeonato. Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade.
Puro engano. Um mundo onde as máquinas trabalham e os homens têm tempo livre (e remunerado) soa mais a distopia do que a utopia. Será que a infame frase "o trabalho liberta" esconde uma verdade profunda?
Admito que sim. Mas também admito que o "paradoxo do trabalho" é o resultado de uma sociedade enlouquecida pelo próprio trabalho.
Quando todas as áreas da vida estão invadidas por prazos a respeitar, e-mails para responder, fins de semana para arruinar, filhos para ignorar, vida pessoal para adiar – enfim, sobra pouco espaço para descobrir o que gostamos de fazer quando não estamos a fazer nada.
[...]
Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas. E quando nos vemos livres das correntes, nem sabemos o que fazer sem elas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2015/07/1655226-nos-os-escravos.shtml. Acesso em 17/07/2015.)
Em relação ao uso da linguagem, analise as afirmativas abaixo.
I - No trecho Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade, a expressão em destaque, empregada no sentido conotativo, sugere entretenimento, prazer.
II - No trecho Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer., a forma verbal destacada expressa certeza com relação a expectativas futuras.
III - No primeiro parágrafo, o autor emprega predominantemente formas verbais no tempo presente do indicativo, para fazer referência a ações que fazem parte do seu cotidiano.
IV - No trecho Será que a infame frase o trabalho liberta, o adjetivo destacado corresponde, semanticamente, à locução adjetiva de mau gosto.
V - Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas., o substantivo escravos está no sentido denotativo nas duas vezes em que é empregado.
Está correto o que se afirma em
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É um fito-hormônio gasoso associado ao amadurecimento de frutos:
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A soma do valor do Ativo Circulante é:
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Analise as Contas constantes do quadro abaixo.

Com base nas informações acima, qual a Necessidade de Capital de Giro da empresa?
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A primeira coluna apresenta a simbologia, por meio de letras, dos esquemas de aterramento utilizados em baixa tensão e a segunda, a descrição de cada um. Numere as colunas correspondentes.
1 - TN-C
2 - TT
3 - IT
4 - TN-S
( ) Possui um ponto da fonte de alimentação diretamente aterrado e as massas metálicas possuem aterramento próprio, distinto do aterramento da alimentação.
( ) A alimentação não possui um ponto diretamente aterrado ou é aterrada por meio de uma impedância e, as massas metálicas, possuem eletrodos de aterramento próprios.
( ) Possui um ponto da alimentação diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a esse ponto de aterramento por meio de um condutor de proteção.
( ) Possui um ponto de alimentação diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a esse ponto de aterramento por meio do condutor de proteção e neutro.
Assinale a sequência correta.
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A respeito da Teoria Burocrática, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O desenvolvimento da Teoria da Burocracia deu-se na Administração por volta de 1940 e um dos aspectos considerados foi a necessidade de um modelo de organização racional.
( ) A organização burocrática baseia-se em normas e regulamentos, legislação própria; define antecipadamente como a organização deverá funcionar.
( ) Na Teoria Burocrática, as atividades em termos de cargos e funções são distribuídas de forma pessoal.
( )A internalização das regras e o apego às normas, resistência às mudanças, excesso de formalismo, despersonalização do relacionamento, exibição de sinais de autoridade são algumas das disfunções da Burocracia.
Assinale a sequência correta.
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Transbording
Triste o país que tem vergonha da própria língua.
Fico pensando num corretor de imóveis tendo que mostrar, para compradores em potencial, um apartamento no edifício Golden Tower, ou similar, em algum lugar do Brasil.
– Isto é o que nós chamamos de “entrance”.
– “Entrance”?
– Ou “front door”. Porta da frente.
– Ah.
– Aqui temos o “living room” e o “dining room” conjugados. Ou “conjugated”. Por aqui, a “gourmet kitchen”.
– “Kitchen” é...?
– Cozinha, mas nós não gostamos do termo. Isto aqui é interessante: é o que chamamos de “coffee corner”, onde a família pode tomar seu “breakfast” de manhã. A “gourmet kitchen” vem com todos os “appliances”, e o prédio tem uma “smart laundry” comunitária.
– O que é “smart laundry”?
– Não tenho a menor ideia, mas é o que está escrito no “flyer”. E passamos para o “corridor”, que leva ao “master bedroom”, ou “suíte”, em português. As camas podem ser “king size” ou “queen size”. Aqui temos o “closet”, que em português também é “closet”. E aqui temos esta “giant window”, que dá para o “garden” do prédio, e o “playground”. Você tem “kids”?
– O quê?
– “Kids”. Crianças.
– Ah. Não.
– O “garden” também tem uma “green walk”, que é uma trilha para passear entre as “trees and tropical plants”, e uma “infinity pool”, que é uma piscina que parece que está sempre transbordando, ou “transbording”. Além disto, claro, existe um “indoor pool”, que faz parte do “fitness center”. Ah, e se comprarem o apartamento, vocês automaticamente passam a fazer parte do “party club”, onde tem um “barbecue pit”.
– “Barbecue pit”?
– Churrasqueira. E podem usar o “working hub”, que eu também não sei o que é, mas com esse nome só pode ser coisa fina.
– E a segurança...?
– Garantida dia e noite, ou “twenty-four/seven”.
– Porteiro?
– Sim, mas não chamamos de porteiro. Ele é um “hall concierge”.
– Tudo ótimo, mas não sei se vamos comprar o apartamento.
– Por que não?
– Ter que mostrar o passaporte, sempre, para entrar em casa... Sei não.
(VERÍSSIMO, L. F. O Estado de S. Paulo, 21 de maio de 2015.)
– O “garden” também tem uma “green walk”, que é uma trilha para passear entre as “trees and tropical plants”, e uma “infinity pool”, que é uma piscina que parece que está sempre transbordando, ou “transbording”. Além disto, claro, existe um “indoor pool”, que faz parte do “fitness center”. Ah, e se comprarem o apartamento, vocês automaticamente passam a fazer parte do “party club”, onde tem um “barbecue pit”.
Esse parágrafo utiliza a palavra que cinco vezes. Sua função morfossintática nessas ocorrências é, respectivamente:
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Lea el siguiente texto.
[…] tengo que hablar con mi hija, no sé en qué diablos anda metida, ni quiénes son esos pinganillas que la acompañan. ¿Por qué no va al Club a jugar tenis y de paso conoce a jóvenes de su misma clase? Con la disculpa de su trabajo hace lo que le da la gana, el periodismo siempre me ha parecido un asunto sospechoso, propio de gente de medio pelo; si su novio supiera las cosas que se le ocurren a Irene, no lo aguantaría, porque la futura esposa de un oficial del ejército no puede darse esos lujos ¿cuántas veces se lo habré dicho? Y no me digan que cuidar la reputación está pasado de moda, los tiempos cambian, pero no tanto. Por otra parte, Rosa, ahora los militares pertenecen a la mejor sociedad, no son como antes. Estoy cansada de las extravagancias de Irene, tengo muchas preocupaciones, mi vida no es fácil, tú lo sabes de sobra.
(ALLENDE, I. (1985). De amor y de sombra. Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 2001.)
De amor y de sombra, novela de la escritora chilena Isabel Allende, es una narrativa ambientada en Chile en los primeros años de la dictadura tras el golpe militar de 1973. En este fragmento, el personaje Beatriz, madre de la protagonista Irene, emplea la expresión idiomática gente de medio pelo. Esa expresión, propia del español del cono sur de América, es utilizada en el contexto de la obra para referirse a
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