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“Vou voltar / Sei que ainda vou voltar / Para o meu lugar / Foi lá e é ainda lá / Que eu hei de ouvir cantar / Uma sabiá. / Vou deitar à sombra / De uma palmeira que já não há / Colher a flor que já não dá / E algum amor talvez possa espantar.” (Chico Buarque e Tom Jobim, “Sabiá”)
“Céu de vidro azul fumaça / Quatro graus de latitude / Rua estreita, praia e praça / Minha arena e ataúde / Não permita Deus que eu morra / Sem sair desse lugar / Sem que um dia eu vá embora / Pra depois poder voltar.” (Raimundo Fagner, “4 Graus”)
Os dois trechos transcritos acima servem como exemplo de intertextualidade, fenômeno que ocorre quando há uma referência explícita ou implícita de um texto em outro. No caso, a referência é ao poema
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Nesse trecho da canção gravada por Fafá de Belém, encontramos a seguinte figura de linguagem:
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I - ROMPIMENTO JATO. II - COM ACESSO EDUCAÇÃO.
III - AUMENTO DA GASOLINA VOLTA BAILA. IV - PRATO MODA ORIENTAL. V - FRIOZINHO BEM PROPÓSITO.
Quantas delas contêm erro no emprego do acento indicativo de crase?
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A questão tomará por base o trecho inicial da seguinte crônica, de Iran de Souza, publicada no sítio “kickante” em dezembro de 2015:
Gente que é a cara de Belém
O tempo passa, mas Belém ainda tem disso: difícil haver cidade mais fácil para se puxar conversa com um desconhecido. Quem quiser tirar a prova dos nove pode fazer o teste do bar, discreto e seguro como aquele da farmácia para comprovar gravidez.
É simples: você entra num bar, café ou restaurante seja lá onde for, em Portugal, nos Estados Unidos, na França ou mesmo no Brasil. Tenta, por exemplo, conversar com um lisboeta que ouve seu belo e triste fado numa adega do Bairro Alto, ou com um nova-iorquino atento ao seu concerto de jazz em Greenwich Village, ou com um parisiense que, de pernas cruzadas, lê e fuma numa mesa de calçada em Saint-Germain-des-Prés, ou com um paulistano e sua turma em rodada de cerveja, picanha e pagode em Vila Madalena.
Algum tempo depois, o suficiente para ir lá e voltar cá, você entra num lugar qualquer em Belém, num boteco de calçada na Cidade Velha ou num pub em Nazaré, numa casa de choro na Condor ou num bar da moda no Umarizal, num churrasquinho no Marco ou numa sorveteria em Batista Campos.
E assim, com sua própria vivência de cidades, você logo vai saber onde é mais fácil travar uma boa conversa e fazer um amigo de primeira hora, em último caso o próprio garçom.
(Fonte: http://www.kickante.com.br/campanhas/cronica-historica-e-sentimental-de-belem-3) – adaptado
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
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“De vez em quando, aquelas canoas passavam ao lado do barco grande, os ribeirinhos ficavam acenando e as pessoas retribuíam o aceno – é algo bastante único, que talvez só seja encontrado na região amazônica.” (Rudá Frias, “Crônicas da Cidade Morena”)
O comentário do narrador destaca uma cena comum na região, atestando
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- Arte e Cultura
- Questões SociaisMovimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade
- Sociedade e Comportamento
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