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O jornal O Globo, na edição de 30/03/2016, publicou a seguinte notícia: “A partir de medições que apontaram discrepâncias nos serviços de terraplanagem de obras no Complexo Esportivo de Deodoro, a 3 ª Vara Criminal do Rio determinou o bloqueio de R$ 128,5 milhões que seriam pagos pela Caixa Econômica Federal às empreiteiras OAS e Queiroz Galvão.” A manchete, irônica e criativa, tinha apenas uma palavra, DUVIDEODORO, formada pela junção do verbo “duvidar” e do substantivo “Deodoro”, sob a influência da forma popular “duvideodó”.
A mídia costuma usar esse recurso para denominar fatos que são notícia. Nas opções abaixo, há cinco dessas palavras. Assinale a única que não é formada pelo mesmo processo das demais.
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A questão tomará por base o trecho inicial da seguinte crônica, de Iran de Souza, publicada no sítio “kickante” em dezembro de 2015:
Gente que é a cara de Belém
O tempo passa, mas Belém ainda tem disso: difícil haver cidade mais fácil para se puxar conversa com um desconhecido. Quem quiser tirar a prova dos nove pode fazer o teste do bar, discreto e seguro como aquele da farmácia para comprovar gravidez.
É simples: você entra num bar, café ou restaurante seja lá onde for, em Portugal, nos Estados Unidos, na França ou mesmo no Brasil. Tenta, por exemplo, conversar com um lisboeta que ouve seu belo e triste fado numa adega do Bairro Alto, ou com um nova-iorquino atento ao seu concerto de jazz em Greenwich Village, ou com um parisiense que, de pernas cruzadas, lê e fuma numa mesa de calçada em Saint-Germain-des-Prés, ou com um paulistano e sua turma em rodada de cerveja, picanha e pagode em Vila Madalena.
Algum tempo depois, o suficiente para ir lá e voltar cá, você entra num lugar qualquer em Belém, num boteco de calçada na Cidade Velha ou num pub em Nazaré, numa casa de choro na Condor ou num bar da moda no Umarizal, num churrasquinho no Marco ou numa sorveteria em Batista Campos.
E assim, com sua própria vivência de cidades, você logo vai saber onde é mais fácil travar uma boa conversa e fazer um amigo de primeira hora, em último caso o próprio garçom.
(Fonte: http://www.kickante.com.br/campanhas/cronica-historica-e-sentimental-de-belem-3) – adaptado
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A questão tomará por base o trecho inicial da seguinte crônica, de Iran de Souza, publicada no sítio “kickante” em dezembro de 2015:
Gente que é a cara de Belém
O tempo passa, mas Belém ainda tem disso: difícil haver cidade mais fácil para se puxar conversa com um desconhecido. Quem quiser tirar a prova dos nove pode fazer o teste do bar, discreto e seguro como aquele da farmácia para comprovar gravidez.
É simples: você entra num bar, café ou restaurante seja lá onde for, em Portugal, nos Estados Unidos, na França ou mesmo no Brasil. Tenta, por exemplo, conversar com um lisboeta que ouve seu belo e triste fado numa adega do Bairro Alto, ou com um nova-iorquino atento ao seu concerto de jazz em Greenwich Village, ou com um parisiense que, de pernas cruzadas, lê e fuma numa mesa de calçada em Saint-Germain-des-Prés, ou com um paulistano e sua turma em rodada de cerveja, picanha e pagode em Vila Madalena.
Algum tempo depois, o suficiente para ir lá e voltar cá, você entra num lugar qualquer em Belém, num boteco de calçada na Cidade Velha ou num pub em Nazaré, numa casa de choro na Condor ou num bar da moda no Umarizal, num churrasquinho no Marco ou numa sorveteria em Batista Campos.
E assim, com sua própria vivência de cidades, você logo vai saber onde é mais fácil travar uma boa conversa e fazer um amigo de primeira hora, em último caso o próprio garçom.
(Fonte: http://www.kickante.com.br/campanhas/cronica-historica-e-sentimental-de-belem-3) – adaptado
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“HORÓSCOPO. É possível que você esteja inclinado a agir com tolerância e paciência, movido pela vontade de proporcionar o bem-estar. É tempo de se colocar no lugar do outro e compreender suas necessidades.” (O GLOBO, 02 de abril de 2016)
Qual o papel sintático dos dois termos sublinhados no trecho acima. “com tolerância e paciência” e “pela vontade”?
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“Eram de mármore branco as escadarias que subíamos e descíamos correndo, na casa-grande onde nascemos – o nosso mundo, cercado de jardins e, aos fundos, o imenso quintal. As escadas brancas nos levavam para outro país, para a rua, aquela pacata rua chamada Benjamim Constant, em Belém do Pará, que para nós parecia apenas um trecho sem importância, diante de nosso mundo povoado de tanta gente, muita árvores.”(Eneida de Moraes, “Muitas Árvores”)
Como se explica a afirmação da narradora de que as escadas brancas os levavam para outro país?
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Sobre o processo de formação das palavras “enlouquecer / sensualidade / ardente”, é correto afirmar que
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