Foram encontradas 170 questões.
No âmbito da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, a Lei nº 11.892/2008 estabelece as finalidades
e características que devem orientar a atuação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Nesse contexto, tendo
em vista os objetivos institucionais previstos na legislação, assinale a afirmativa correta.
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Roberto, cidadão brasileiro maior de idade, tomou conhecimento da instauração de um processo administrativo no âmbito da
Administração Pública Federal, cujo resultado poderá impactar diretamente um direito que lhe é assegurado. Embora ele não tenha
iniciado o processo, Roberto pretende intervir como interessado. Considerando as disposições da Lei nº 9.784/1999 acerca da
legitimação para participação no processo administrativo, marque a opção correta.
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Luísa, servidora pública federal, apresentou uma denúncia formal à Comissão de Ética de seu órgão contra um colega, alegando
que ele teria praticado conduta incompatível com os princípios da Administração Pública. Durante a apuração, Luísa solicitou que sua
identidade fosse mantida em sigilo. No curso do procedimento, foi observado que um dos membros da comissão possuía relação de
amizade pessoal com o investigado. Ainda assim, ele decidiu participar das deliberações, alegando que sua imparcialidade estava
garantida. Considerando as disposições do Decreto nº 6.029/2007 acerca dos princípios aplicáveis às Comissões de Ética, assinale
a opção correta.
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Joana é professora ocupante de cargo no Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal. Ela deseja afastar-se de suas
funções para colaborar temporariamente em outro órgão. Levando em conta as disposições da Lei nº 12.772/2012, acerca dos
afastamentos concedidos a servidores do magistério federal, marque a alternativa correta.
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Daniela, servidora pública federal, foi submetida à inspeção
médica oficial após apresentar limitações físicas que a impediram
de continuar exercendo plenamente as atribuições de seu cargo.
Considerando as regras da Lei nº 8.112/1990 sobre readaptação
de servidores públicos civis da União, assinale a alternativa
correta.
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Nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, a educação infantil constitui a primeira etapa da
educação básica, sendo organizada de acordo com regras
específicas. Considerando o disposto na Lei, indique a alternativa
correta.
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do
Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto nº 1.171/1994,
estabelece a publicidade como um princípio essencial da
Administração Pública. Considerando as exceções previstas
no referido diploma e os limites éticos aplicáveis aos atos
administrativos, assinale a alternativa correta.
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Artur, servidor público federal ocupante do cargo de
professor, no exercício de suas funções, adotou condutas
que resultaram em prejuízo financeiro para a instituição de
ensino onde atua, vinculada à administração pública federal.
Considerando as disposições da Lei nº 8.112/1990, no que
tange à responsabilidade do servidor, analise as afirmativas a
seguir e assinale a alternativa correta.
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Texto para a questão.
AS MOSCAS TAMBÉM AMAM
A mosca estava profundamente depressiva. E como não estar? Seu corpo expelia tristeza e angústia. Mal nascera, e a
brevidade dos seus instantes já anunciavam: sua morte a esperava em apenas alguns dias. Em 15, 20 ou no máximo 30 dias jazeria
esquecida, servindo apenas de alimento para outros insetos, se é que teria tal utilidade!
Pobre sina! Voando entre decomposições, alimentando-se de podridões, a escolha perfeita para todos os males e imperfeições.
Uma constante atração por tudo o que é desprezado pela espécie dominante na Terra.
Ó, pobre mosca! Seu coração palpitava calor, um estômago que regurgitava boas intenções, um cérebro que planejava uma
vida cheia de objetivos.
Fazer o bem. Salvar vidas. Gravar seu nome na história. Será que esperava demais de si mesma? O que fazer, afinal? Concluiu
ser uma mosca diferente de todas aquelas que a precederam. E como tal, iria em busca do seu destino alternativo.
Começou a voar aleatoriamente em busca de um sentido na vida. Sentiu um atrativo odor de carniça ao sobrevoar um terreno
baldio, mas resistiu à tentação.
Precisava lutar contra suas inclinações, contra cada traço instintivo.
Continuou vagando em direção ao tudo e nada, e chegou a uma casa de humanos. Entrou calmamente pela janela, e começou
a inspecionar o local. Voou por toda a casa para descobrir que, no total, havia quatro pessoas ali. Cada qual ocupava um cômodo
diferente. Ao inspecionar cada um, a mosca compadeceu-se ao ver seus rostos. Embora parecessem distraídos com aqueles
pequenos aparelhos em mãos, emitindo uma estranha luz fosca, na verdade, havia um vazio em cada semblante.
A mosca percebeu muita dor em cada traço daquelas faces. E concluiu que, mesmo em sua vida curta e sem objetivo, jamais
sentira tamanha solidão como aqueles humanos pareciam padecer. Seu pequenino coração condoeu-se com tanto sofrimento
contido. Todos eles eram seres mortos, apesar de ainda respirarem.
Em busca de fazer a diferença, a mosca resolveu fazer-lhes companhia. Por que sobrevoar materiais em decomposição se
poderia consolar aqueles que ainda respiravam? Quem sabe sua presença pudesse trazer um pouco de calor e ânimo para aquelas
pessoas. Ela não poderia abanar o rabo como um cachorro, nem se esfregaria nos humanos como um gato. Mas encontraria uma
forma de expressar seu carinho.
Cheia de amor e boas intenções, a mosca tentou uma tímida aproximação. Para que fosse vista, aproximou-se dos olhos do
humano. Não soube o porquê, mas ele afastou-a com um gesto brusco. Talvez não estivesse acostumado com expressões de
carinho. Talvez estivesse simplesmente assustado.
Talvez fosse melhor uma aproximação mais gentil. Na nova tentativa, pousou nos lábios do humano. Foi quase um beijo,
uma expressão de “estou aqui se precisar”. Aquele foi seu último ato. Em um movimento rápido e certeiro, o humano se afastou e
esmagou a mosca com as duas palmas.
Aquela mosca imaginava ser a única em busca de um objetivo na vida. Enganou-se. Morreu sem ao menos saber que outros
milhares de sua espécie tiveram (e ainda teriam) o mesmo fim, ao tentar consolar aqueles seres que estavam mortos, apesar de
ainda respirarem.
MARTINZ, Juliano. “Crônicas Narrativas”; Literatura Corrosiva. Adaptado.
A oração em destaque, no excerto do texto, tem a mesma equivalência semântica da oração em negrito na alternativa:
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Texto para a questão.
AS MOSCAS TAMBÉM AMAM
A mosca estava profundamente depressiva. E como não estar? Seu corpo expelia tristeza e angústia. Mal nascera, e a
brevidade dos seus instantes já anunciavam: sua morte a esperava em apenas alguns dias. Em 15, 20 ou no máximo 30 dias jazeria
esquecida, servindo apenas de alimento para outros insetos, se é que teria tal utilidade!
Pobre sina! Voando entre decomposições, alimentando-se de podridões, a escolha perfeita para todos os males e imperfeições.
Uma constante atração por tudo o que é desprezado pela espécie dominante na Terra.
Ó, pobre mosca! Seu coração palpitava calor, um estômago que regurgitava boas intenções, um cérebro que planejava uma
vida cheia de objetivos.
Fazer o bem. Salvar vidas. Gravar seu nome na história. Será que esperava demais de si mesma? O que fazer, afinal? Concluiu
ser uma mosca diferente de todas aquelas que a precederam. E como tal, iria em busca do seu destino alternativo.
Começou a voar aleatoriamente em busca de um sentido na vida. Sentiu um atrativo odor de carniça ao sobrevoar um terreno
baldio, mas resistiu à tentação.
Precisava lutar contra suas inclinações, contra cada traço instintivo.
Continuou vagando em direção ao tudo e nada, e chegou a uma casa de humanos. Entrou calmamente pela janela, e começou
a inspecionar o local. Voou por toda a casa para descobrir que, no total, havia quatro pessoas ali. Cada qual ocupava um cômodo
diferente. Ao inspecionar cada um, a mosca compadeceu-se ao ver seus rostos. Embora parecessem distraídos com aqueles
pequenos aparelhos em mãos, emitindo uma estranha luz fosca, na verdade, havia um vazio em cada semblante.
A mosca percebeu muita dor em cada traço daquelas faces. E concluiu que, mesmo em sua vida curta e sem objetivo, jamais
sentira tamanha solidão como aqueles humanos pareciam padecer. Seu pequenino coração condoeu-se com tanto sofrimento
contido. Todos eles eram seres mortos, apesar de ainda respirarem.
Em busca de fazer a diferença, a mosca resolveu fazer-lhes companhia. Por que sobrevoar materiais em decomposição se
poderia consolar aqueles que ainda respiravam? Quem sabe sua presença pudesse trazer um pouco de calor e ânimo para aquelas
pessoas. Ela não poderia abanar o rabo como um cachorro, nem se esfregaria nos humanos como um gato. Mas encontraria uma
forma de expressar seu carinho.
Cheia de amor e boas intenções, a mosca tentou uma tímida aproximação. Para que fosse vista, aproximou-se dos olhos do
humano. Não soube o porquê, mas ele afastou-a com um gesto brusco. Talvez não estivesse acostumado com expressões de
carinho. Talvez estivesse simplesmente assustado.
Talvez fosse melhor uma aproximação mais gentil. Na nova tentativa, pousou nos lábios do humano. Foi quase um beijo,
uma expressão de “estou aqui se precisar”. Aquele foi seu último ato. Em um movimento rápido e certeiro, o humano se afastou e
esmagou a mosca com as duas palmas.
Aquela mosca imaginava ser a única em busca de um objetivo na vida. Enganou-se. Morreu sem ao menos saber que outros
milhares de sua espécie tiveram (e ainda teriam) o mesmo fim, ao tentar consolar aqueles seres que estavam mortos, apesar de
ainda respirarem.
MARTINZ, Juliano. “Crônicas Narrativas”; Literatura Corrosiva. Adaptado.
“Mal¹ nascera, e a brevidade dos seus instantes já anunciavam [...]”
“Será que esperava demais de si mesma²?”
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