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Na atual conjuntura brasileira, as reformas do Estado implementadas a partir da segunda metade da década de 1990, sob as orientações dos organismos financeiros internacionais, têm sido denominadas por alguns autores de “contrarreformas”. A justificativa desses autores para essa denominação é porque tais reformas implementadas pelo Estado
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
Na Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948, e no Programa de Ação de Viena, adotado em 1993, bem como em todos os documentos internacionais e nacionais a respeito de Direitos Humanos, a educação é reconhecida como meio fundamental para sua promoção e defesa. Diante disso, é correto afirmar que
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Admitamos a seguinte condição: a de um assistente social que intervenha tomando por base o indivíduo deslocado de sua condição de classe. Nessa situação, é correto afirmar que sua postura corresponde à(ão)
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Podemos afirmar que a principal conquista do Movimento de Reconceituação para o assistente social resulta na mudança de paradigma de seu perfil: de mero executor para planejador de políticas sociais. Esse legado exigiu uma formação profissional abrangente e plural. O conjunto de conhecimentos requeridos constitui-se a partir de três núcleos de fundamentação (ABESS, 1997), a saber:
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TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado(A), quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro(B). No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier,(E) do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera(C).
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras(D), mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Quanto às normas de regência culta escrita, assinale a alternativa que explica de forma correta um fragmento do texto.
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Martinelli (1993) aponta que as mediações são categorias instrumentais do modo dialético, através das quais se processa a operacionalização da ação profissional. É a passagem da teoria para a prática e se desenvolve através do conjunto de instrumentos, recursos, técnicas e estratégias pelos quais a ação profissional ganha operacionalidade e concretude. A ação profissional voltada para a defesa de direitos poderá se utilizar da mediação para
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TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias(A).
Deonísio da Silva*
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer(B). “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor(C).
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado(D) que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels(E), teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Abaixo, encontram-se fragmentos retirados do texto 1. Observe o valor semântico atribuído ao conectivo em destaque e marque a alternativa que estabelece a relação correta.
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Em relação às críticas formuladas sobre os conceitos de exclusão e vulnerabilidade sociais, é correto afirmar:
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TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Cada ato de fala é uma forma de se posicionar perante o mundo, o que torna a argumentação inerente a todos os textos. A respeito dos tipos de argumentos utilizados no texto 1, analise as proposições abaixo.
I. O significado etimológico da palavra “trabalho” reforça o argumento do senso comum, que o associa à fadiga e ao desgaste físico-mental.
II. As acepções etimológicas dos termos vinculados ao campo do trabalho reforçam uma posição negativa acerca dessa atividade.
III. Os termos de outros idiomas, destacados em itálico no texto, constroem a argumentação por competência linguística, o que dá credibilidade ao autor.
IV. A recorrência à etimologia da palavra é um argumento por prova concreta da tese defendida ao final do texto de que o trabalho pode ser alegre.
V. O autor faz uma citação de autoridade (terceira e quarta linhas do último parágrafo) e, em seguida, põe em xeque esse argumento.
Estão corretas, apenas:
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Para a CELATS (1985), os estudos sobre a história do Serviço Social são apresentados com diferentes graus de rigor técnico e potencialidade explicativa. Para a compreensão de sua história, faz-se necessário conectá-la às relações sociais de produção e ao(à)
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