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Foram encontradas 40 questões.

1313432 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A aprendizagem significativa está relacionada à possibilidade dos indivíduos aprenderem por múltiplos caminhos, usando diversos modos e meios de expressão. Nesse sentido, é correto afirmar que a aprendizagem significativa
 

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1309409 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
“Os cursos articulados com o Ensino Médio, organizados na forma integrada, são cursos de matrícula única, que conduzem os educandos à habilitação profissional técnica de nível médio ao mesmo tempo em que concluem a última etapa da Educação Básica” (Resolução CNE/CEB Nº 4/2010, Art. 32, § 1º).
Considerando o artigo acima, identifique as condições que possibilitam e justificam a conclusão da Educação Básica em um curso técnico integrado ao Ensino Médio.
I. Os cursos técnicos integrados apresentam uma carga horária que corresponde ao somatório da carga horária do Ensino Médio e da Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
II. As Diretrizes Curriculares para os Cursos Técnicos de Nível Médio garantem a ampliação da carga horária total do curso, assegurando o cumprimento das finalidades estabelecidas para a formação geral e as condições de preparação para o exercício de profissões técnicas.
III. Os projetos pedagógicos desses cursos observam tanto as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação para o Ensino Médio, quanto as Diretrizes Curriculares Nacionais definidas para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
IV. Um curso integrado entre Ensino Médio e Educação Profissional Técnica de Nível Médio deve ser entendido como um curso que representa o somatório de dois cursos distintos.
V. Os cursos técnicos integrados não precisam, obrigatoriamente, apresentar uma carga horária mínima que seja o resultado do somatório das 2400 horas do Ensino Médio e da carga horária da parte de formação específica definida no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.
Estão corretas, apenas:
 

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1157073 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Leia as proposições abaixo acerca de intenções, opiniões e valores do texto 1.
I. A tradução é uma atividade de leitura e interpretação, que confere ao seu realizador (o tradutor) possibilidades de escolha sem incorrer em desvios do original.
II. A etimologia é uma área dos estudos linguísticos que conserva o significado original das palavras, preservando a identidade da língua.
III. A tradução é uma recriação, dado o leque de palavras à disposição do tradutor que, ao escolher uma delas, realça uma face do significado do original.
IV. A etimologia permite-nos conhecer o significado das palavras em sua origem e ajuda-nos a compreender a mudança semântica dos termos.
V. O autor analisa o étimo da palavra trabalho e sua tradução nas línguas modernas, mas relativiza o sentido etimológico na contemporaneidade.
Estão corretas, apenas:
 

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1152895 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A Educação Profissional e Tecnológica abrange os cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional, os de educação profissional técnica de nível médio, e os de educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação.
No que se refere à Educação Profissional Técnica de Nível Médio, a legislação em vigor determina que será desenvolvida nas formas
 

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1145981 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A organização do trabalho docente planejado através de sequência didática pressupõe a elaboração de um conjunto de atividades pedagógicas relacionadas entre si, estrategicamente, para ensinar um conteúdo etapa por etapa e aprofundar um determinado conhecimento.
Com base nessa informação, analise as situações didáticas planejadas por quatro professoras que tinham como proposta elaborar resenhas críticas de obras literárias (contos) que seriam lidas pelos alunos do segundo ano do ensino médio.
Professora Situação Didática
Mônica 1. Diagnóstico dos conhecimentos prévios dos alunos; 2. Apresentação da situação-problema; 3. Apropriação das características do gênero a ser
estudado; 4. Etapa da produção inicial com exercícios individuais e em grupo; 5. Aprimoramento e reescrita do texto; 6. Publicação do texto produzido; 7. Análise dos resultados.
Suzana 1. Exposição oral do conteúdo; 2. Aplicação de exercícios de fixação; 3.
Correção coletiva da produção dos alunos; 4. Reescrita do texto como forma de fixar o conteúdo; 5. Exposição, em mural, da produção dos alunos; 6. Análise avaliativa da aprendizagem.
Helena 1. Mapear os conhecimentos prévios dos alunos; 2. Apresentar e compartilhar a proposta de trabalho; 3. Buscar informações sobre o tema; 4. Propor produção de textos individuais e coletivos; 5. Revisar e aprimorar os textos produzidos; 6. Publicar os textos; 7. Avaliar a aprendizagem.
Ana 1. Organizar atividades separadas para o ensino do conteúdo; 2. Expor aos alunos o que é uma resenha; 3. Propor exercício de fixação; 4. Corrigir individual e coletivamente os textos; 5. Elaborar e publicar o texto final; 6. Verificar se os objetivos e metas foram alcançados.
Considerando o conceito de sequência didática, identifique quais as professoras que adotaram no seu planejamento uma sequência de atividades que favoreceu a aprendizagem significativa.
 

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1141530 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) de uma instituição de ensino deve levar em consideração a análise dos elementos constitutivos da organização do trabalho pedagógico.
Nesse contexto, identifique a alternativa que indica os elementos constitutivos do P.P.P. corretamente.
 

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1125211 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
O discurso de inclusão social é apresentado nas justificativas de políticas com características de ações afirmativas e em programas que focalizam o acesso aos direitos constitucionais garantidos a todos; porém, as políticas de inclusão têm enfrentado desafios para implementar uma prática educativa inclusiva que trate de modo generalizante e indiferenciado as inúmeras identidades culturais.
Sobre esse aspecto, é correto considerar que
 

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1125202 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar(A) é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo(B), que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels(E), teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
A coesão textual também é responsável pela manutenção temática do texto. Assinale a alternativa em que se indica corretamente a função do recurso coesivo.
 

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1112621 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Considere o seguinte caso:
Um estudante do 8º período de um curso técnico de nível médio integrado passou no vestibular de uma importante universidade pública. Tendo concluído com aprovação todos os componentes curriculares de formação geral, vinculados ao Ensino Médio, e faltando apenas cumprir alguns componentes do currículo referentes à formação profissional específica, o estudante solicitou certificado de conclusão do Ensino Médio para fins de continuidade dos estudos.
Diante da situação relatada, é correto afirmar que a instituição de educação profissional
 

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1095365 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 2
Absorver mudança ortográfica não será difícil, diz linguista
Luisa Alcântara e Silva
De acordo com o Ministério da Educação, só 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado com o novo Acordo. Em Portugal e nos países que adotam a sua grafia - Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe -, a reforma será maior: abrange 1,5% das palavras usadas. Por isso, quando começar a valer, o Acordo - que ainda não foi regulamentado em Portugal - terá um período de cinco anos de transição.
Para Carlos Alberto Faraco, doutor em linguística e professor da Universidade Federal do Paraná, os brasileiros não terão tanta dificuldade para absorver as novas regras. "Se você observar o comportamento das pessoas hoje, você vai ver que elas nem usam mais boa parte dessas coisas que vão desaparecer", afirma.
Norberto Lourenço Nogueira Junior, professor de português do ensino médio, complementa, comparando a reforma atual com a última, da década de 70: "A adaptação vai ser mais fácil. Na de 1971, houve muito mais mudanças". Ele acredita que a mudança na forma como o hífen é utilizado gerará muitas dúvidas. "O jeito é comprar um dicionário novo e conferir sempre como a palavra ficou."
De acordo com Faraco, unificando a ortografia, os brasileiros terão uma preocupação a menos. "Se você for à esquina agora e comprar um romance do Saramago, você vai ver que ele está escrito na grafia lusitana. Nós aceitamos isso. Quando um brasileiro vai fazer pós-graduação em Portugal, ele tem que produzir a sua tese de acordo com a ortografia lusitana. Os portugueses são inflexíveis", afirma.
Sobre as críticas de que o Acordo não unifica a língua portuguesa, pois existem palavras com significados diferentes nos países lusófonos - "putos" em Portugal, por exemplo, significa rapazes -, José Carlos de Azeredo, doutor em letras e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, afirma que isso não é argumento. "O Acordo diz respeito à ortografia, não ao vocabulário de cada país", diz ele. Para Azeredo, "é impossível unificar o vocabulário".
(Texto publicado na Folha de São Paulo em 01 de janeiro
de 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u485116.shtml> Acesso em: 30 dez. 2011)
O professor Nogueira afirmou que as mudanças no uso do hífen trarão mais dúvidas aos falantes do Português. Marque a alternativa em que todas as palavras estejam escritas conforme o Novo Acordo Ortográfico.
 

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