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Com a última versão, editada em 2008, o modelo de sistema de gestão da qualidade definido pela ISO baseia-se fortemente nos princípios de gestão estabelecidos pela qualidade total, são eles (NBR ISO 9000:2005):
I. Foco no cliente.
II. Liderança.
III. Controle estatístico.
IV. Melhoria contínua.
V. Abordagem de processo.
II. Liderança.
III. Controle estatístico.
IV. Melhoria contínua.
V. Abordagem de processo.
Estão CORRETAS, apenas:
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A qualidade de um produto pode ser definida através de variáveis, de atributos, ou de uma combinação de ambos. Neste contexto, assinale a alternativa CORRETA.
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Numa empresa petroquímica, a viscosidade do material em processamento é uma característica da qualidade medida e se distribui normalmente, conforme a figura abaixo.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o processo controlado é
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Uma siderúrgica verifica a qualidade das chapas de aço produzidas, através de cartas de controle, conforme mostrado na figura abaixo. As chapas devem possuir espessura entre 1,95 mm e 2,05 mm.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que
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Uma fábrica planejou a produção de determinado produto acabado, para ser produzido em lotes de 60 unidades, sempre que o estoque projetado para o final do mês for igual ou menor que 10 unidades. O lead time para produzir um lote desse produto é de um mês. O estoque atual é de 20 unidades. A previsão de vendas para os próximos quatro meses é mostrada no quadro abaixo.
| Mês | 1 | 2 | 3 | 4 |
| Previsão de Vendas | 10 | 50 | 50 | 10 |
Qual é o estoque ao final do mês 2?
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Texto 1
Os que não comem e os que não dormem
Em nenhum outro país, os ricos demonstraram mais ostentação que no Brasil. Apesar disso, os brasileiros ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos ônibus de subúrbio. E, às vezes, são assaltados, sequestrados ou mortos nos sinais de trânsito. Presenteiam com belos carros seus filhos, e não voltam a dormir tranquilos enquanto eles não chegam em casa. Pagam fortunas para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em turnos.
Os ricos brasileiros usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não conseguiriam frequentar, mas perdem o apetite diante da pobreza, que, ali por perto, arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a ir a restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados. Quando terminam de comer escondidos, são obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar até um bar para conversar sobre o que viram.
Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada, a caminho de casa. Felizmente, isso nem sempre acontece, mas, certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o sobressalto continua, mesmo dentro de casa. Os ricos brasileiros são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em que os filhos crescerão. Os ricos brasileiros continuam pobres de tanto gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam: insegurança e ineficiência.
No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas. Por causa da pobreza ao redor, os brasileiros ricos vivem um paradoxo: para ficar mais ricos, têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente.
Quando viajam ao exterior, os ricos sabem que, no hotel onde se hospedarão, serão vistos como assassinos de crianças na Candelária, destruidores da Floresta Amazônica, usurpadores da maior concentração de renda do planeta, portadores de malária, de dengue e de verminoses. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.
Na verdade, a maior pobreza dos ricos brasileiros está na incapacidade de verem a riqueza que há nos pobres. Foi essa pobreza de visão que impediu os ricos brasileiros de perceberem, cem anos atrás, a riqueza que havia nos braços dos escravos libertos se lhes fosse dado direito de trabalhar a imensa quantidade de terra ociosa de que o País dispunha. Se tivessem percebido essa riqueza e libertado a terra junto com os escravos, os ricos brasileiros teriam abolido a pobreza que os acompanha ao longo de mais de um século. Se os latifúndios tivessem sido colocados à disposição dos braços dos ex-escravos, a riqueza criada teria chegado aos ricos de hoje, que viveriam em cidades sem o peso da imigração descontrolada e com uma população sem miséria. A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na cabeça de um povo educado. Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza que seria só deles e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos. Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem educados.
Para poder usar os seus caros automóveis, os ricos construíram viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres. Esqueceram-se de que precisam desses pobres e não podem contar com eles todos os dias e com toda a saúde, porque eles (os pobres) vivem sem água e sem esgoto. Montam modernos hospitais, mas têm dificuldades em evitar infecções porque os pobres trazem de casa os germes que os contaminam. Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos sozinhos, construíram um país doente e vivem no meio da doença.
Há um grave quadro de pobreza entre os ricos brasileiros. E essa pobreza é tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso, a pobreza de espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das pobres ricas elites brasileiras. Se percebessem a riqueza potencial que há nos braços e nos cérebros dos pobres, os ricos brasileiros poderiam reorientar o modelo de desenvolvimento em direção aos interesses de nossas massas populares. Liberariam a terra para os trabalhadores rurais, realizariam um programa de construção de casas e implantação de redes de água e esgoto, contratariam centenas de milhares de professores e colocariam o povo para produzir para o próprio povo.
Essa seria uma decisão que enriqueceria o Brasil inteiro – os pobres que sairiam da pobreza e os ricos que sairiam da vergonha, da insegurança e da insensatez. Mas isso é esperar demais. Os ricos são tão pobres que não percebem a triste pobreza em que usufruem suas malditas riquezas.
(BUARQUE, Cristovam. Os que não comem e os que não dormem. O Globo, 12/03/2001.)
Em relação à ideia defendida pelo autor, é CORRETO afirmar que
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Em Simpósio realizado pela JUSE, no Japão, em 1968, o controle da qualidade total no estilo japonês foi caracterizado pelos seguintes pontos, EXCETO
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A certificação de um sistema da qualidade ISO é um processo de avaliação pelo qual uma empresa certificadora avalia o sistema da qualidade de uma empresa interessada em obter um certificado. Quanto a isso, é CORRETO afirmar que
I. a obtenção da certificação da norma serve apenas como passaporte para iniciar a internacionalização da empresa.
II. a empresa certificadora atesta que o sistema de gestão da qualidade da empresa interessada contempla todos os requisitos estabelecidos pela norma, além de ser encontradas evidências de que a empresa implementa as atividades de gestão.
III. o processo de avaliação conduzido pela empresa certificadora é chamado de auditoria de terceira parte, essa auditoria é uma avaliação que tem valor oficial.
IV. a empresa certificadora, que audita e emite o certificado, é normalmente chamada de empresa associada e tem vínculo com a empresa interessada, por exemplo, uma filial.
Estão CORRETAS, apenas:
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Um trem viaja de uma cidade A para uma cidade D, fazendo paradas apenas nas cidades B e C, antes de chegar a D. Certo dia, esse trem partiu da cidade A com um total de N passageiros, fez sua parada habitual na cidade B, onde desceram !$ { \Large { 4 \over 5}} !$ dos seus passageiros. Em seguida, subiram 120 novos viajantes, e o trem seguiu viagem. Na cidade C, desceram !$ { \Large { 3 \over 4}} !$ dos passageiros presentes, em seguida, subiram 100 novos passageiros, e novamente o trem seguiu viagem. Ao chegar a D, desceram todos os 145 passageiros presentes, ficando o trem com nenhum passageiro. Qual o valor de N?
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Entre os objetivos operacionais para se manter estoques é possível destacar os que
I. Estimulam mudanças previstas no suprimento.
II. Protegem contra incertezas
III. Permitem produção ou compra econômica.
IV. Agregam valor ao produto.
II. Protegem contra incertezas
III. Permitem produção ou compra econômica.
IV. Agregam valor ao produto.
Está(ão) CORRETA(S), apenas:
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