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Respondida
O setor de hospedagem utiliza uma terminologia específica para descrever seus espaços e serviços. A
clareza nesses conceitos é fundamental para a compreensão da estrutura hoteleira. No contexto da
hotelaria, Unidade Habitacional (UH) é o termo usado para designar o lugar destinado ao uso
Respondida
Em um hotel, o termo "no show" é uma ocorrência que impacta diretamente a gestão de reservas e a
ocupação das unidades habitacionais. Compreender seu significado é fundamental para o planejamento e
a otimização dos serviços. O "no show" refere-se
Respondida
O Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass) foi criado por meio de uma
colaboração entre o Ministério do Turismo, Inmetro, Sociedade Brasileira de Metrologia e a sociedade
civil. Ele serve como um instrumento para promover a concorrência justa e auxiliar os turistas na escolha
dos serviços de hospedagem. De acordo com o SBClass, a adesão dos meios de hospedagem a este
sistema de classificação, é caracterizada por ser
Respondida
Mesmo após a colheita, frutas e hortaliças mantêm seus processos biológicos naturais ativos, seja respirando,
perdendo água e frescor, como também amadurecendo e envelhecendo. O branqueamento é uma técnica que
A
tem por objetivo alterar a coloração e a textura dos vegetais, melhorando o aspecto sensorial e estético
desses alimentos, além de preservar os nutrientes e aumentar o tempo de vida útil.
B
é classificada como método de cocção principal, aplicado durante o preparo de vegetais, e visa a
inativação de enzimas ao submeter os alimentos à imersão em água quente ou exposição ao vapor de
água.
C
visa intensificar o sabor e a cor dos vegetais, por meio da fermentação ocasionada pelo choque térmico,
em que a presença de água elimina o ar presente nos interstícios celulares desses alimentos.
D
inativa enzimas que provocam alterações na cor, no aroma, na textura e no sabor de vegetais, reduzindo
perdas e danos pós-colheita, além de preservar os nutrientes e reduzir a velocidade de deterioração.
E
é considerada um pré-tratamento térmico e visa a ativação da enzima polifenoloxidase (PPO) presente
nos vegetais e cogumelos, antes de serem submetidos ao congelamento ou ao resfriamento.
Respondida
Em unidades de produção de alimentos, o armazenamento adequado é essencial para garantir a conservação
e qualidade dos produtos. A respeito desse assunto, é correto afirmar que,
A
em unidades de produção de alimentos de médio ou grande porte, a área de estocagem de material e de
alimentos secos se divide em no mínimo cinco subáreas distintas: alimentos não perecíveis; alimentos
perecíveis; utensílios; materiais descartáveis e produtos de limpeza.
B
as matérias-primas e as embalagens deverão ser armazenadas sobre paletes de madeira, estrados ou
prateleiras resistentes, antiderrapantes e laváveis, respeitando-se o espaçamento mínimo entre o chão e
as paredes, distância importante para garantir a ventilação, limpeza e desinfecção do local.
C
as matérias-primas precisam ser inspecionadas minuciosamente, conforme critério amplo e geral,
devendo possuir rótulos e datas de validade impressos, inclusive em produtos hortifrutigranjeiros. Após o
recebimento, deverão ser armazenadas conforme critérios pré-estabelecidos para cada produto.
D
quando houver necessidade de armazenamento sob refrigeração, de diversos gêneros alimentícios ao
mesmo tempo, o armazenamento deverá ser feito considerando que alimentos prontos, semi-prontos e
pré-preparados, deverão ficar nas prateleiras superiores, enquanto os alimentos crus, deverão ficar
distribuídos entre as prateleiras centrais e inferiores.
E
quando as matérias-primas não forem utilizadas em sua totalidade, deverão ser adequadamente
acondicionadas e identificadas com, no mínimo, as seguintes informações: designação do produto, data
de fracionamento e prazo de validade após a abertura ou retirada da embalagem original.
Respondida
A ingestão de alimentos que não atendem aos padrões higiênico-sanitários é um risco iminente à segurança
de alimentos, sendo um grave problema de saúde pública no Brasil. Alimentos contaminados por
microrganismos patogênicos podem não apresentar alterações nas características sensoriais, ocasionando
dificuldades para rastreabilidade dos alimentos causadores de surtos e seus respectivos agentes causadores.
É possível evitar a contaminação dos alimentos por meio
A
da higiene pessoal do manipulador, com ênfase na lavagem frequente de mãos e antebraços, ação
essencial para combater Salmonella spp. , microrganismo encontrado naturalmente na pele dos seres
humanos e que pode gerar contaminação cruzada.
B
da cocção adequada de produtos avícolas, tais como frangos; produtos à base de ovos, como molhos
cremosos e bases de sobremesa, visando eliminar o risco ocasionado pelo Staphylococcus aureus ,
microrganismo presente naturalmente nesses alimentos.
C
do controle da temperatura durante a cocção, que auxilia na eliminação de Campylobacter spp. ,
microrganismo que contamina produtos de origem animal e costuma estar presente em produtos avícolas,
carnes suínas, bovinas e ovinas cruas ou mal cozidas.
D
da higiene pessoal básica do manipulador, com ênfase na lavagem correta das mãos após utilização do
sanitário, que auxilia na eliminação do risco de Bacillus cereus , coliforme de origem fecal que pode ser
transportado aos alimentos por meio do contato com as mãos contaminadas.
E
da higienização correta das embalagens de produtos enlatados, evitando a presença de Listeria
monocytogenes e de Clostridium botulinum , produtores de toxinas que geram toxinfecções alimentares,
ambas possuindo alto grau de letalidade e sendo responsáveis pela doença conhecida como botulismo.
Respondida
O descarte de resíduos orgânicos e inorgânicos deve ser uma rotina dentro das unidades de produção de
alimentos, devendo seguir padrões com o objetivo de evitar contaminações. A respeito desse tema, é possível
afirmar que, o estabelecimento deve dispor de recipientes
A
íntegros e com capacidade suficiente para conter os resíduos orgânicos e inorgânicos, no interior do
estabelecimento, e que os recipientes possuam tampas acionadas por contato manual, devidamente
identificadas e higienizadas com frequência, além disso, os resíduos embalados devem ser direcionados
para a área de processamento de alimentos, evitando focos de contaminação.
B
para coleta de resíduos, no interior do estabelecimento, que sejam de fácil higienização e transporte,
devidamente identificados e higienizados constantemente, além de fazer uso de sacos de lixo
apropriados, em que é feita a retirada frequente dos resíduos da área de processamento de alimentos,
direcionando-os para área adequada de estocagem de resíduos, evitando os focos de contaminação.
C
para a coleta de resíduos gerados pela unidade produtora de alimentos, que deverão ser armazenados
sem contato com os alimentos, em sacos de lixo apropriados, de modo a evitar focos de contaminação. O
fluxo de descarte dos resíduos orgânicos deve seguir, preferencialmente, o mesmo fluxo de entrada de
hortifrutigranjeiros, evitando a passagem pelas áreas de distribuição de alimentos.
D
laváveis para coleta de resíduos, no interior do estabelecimento, possuindo caixa de gordura, que deve
seguir as mesmas regras de descarte direcionadas aos resíduos orgânicos, sendo retirados
periodicamente de modo a evitar seu acúmulo e, ao retirar, seguir o fluxo através da área de
processamento de alimentos, evitando focos de contaminação.
E
para a coleta de resíduos, no interior do estabelecimento, priorizando a remoção dos rejeitos que são os
resíduos orgânicos gerados pela unidade produtora de alimentos, e que não podem ser reaproveitados,
devendo ser acondicionados em locais apropriados, protegidos e em embalagens fechadas até o
momento da coleta, que deve ser realizada por empresa especializada.
Respondida
A RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004, é um dos principais documentos norteadores no que diz respeito
às boas práticas para serviços de alimentação no Brasil. Cantinas, bufês, comissarias, confeitarias, cozinhas
industriais, cozinhas institucionais, delicatéssens, lanchonetes, padarias, pastelarias, restaurantes, rotisserias e
congêneres devem dispor de Manual de Boas Práticas e de Procedimentos Operacionais Padronizados
(POPs). O Manual de Boas Práticas é o documento que descreve as operações realizadas pelo
estabelecimento, incluindo, no mínimo,
A
os requisitos higiênico-sanitários dos edifícios, a manutenção e higienização das instalações, dos
equipamentos, dos utensílios e do mobiliário; o controle da água do estabelecimento; o controle de
estoque e validade de insumos como garantia de qualidade do alimento preparado; o controle da higiene,
saúde e capacitação dos manipuladores; o controle e gerenciamento de resíduos para descarte.
B
os requisitos higiênico-sanitários dos edifícios, a manutenção e higienização das instalações, dos
equipamentos e dos utensílios; o controle da água de abastecimento, o controle integrado de vetores e
pragas urbanas; a gestão de compras e fornecedores com controle de estoque, o controle da higiene e
saúde dos manipuladores; o manejo de resíduos com garantia de separação entre resíduos orgânicos e
inorgânicos.
C
os requisitos higiênico-sanitários dos edifícios, a manutenção e higienização das instalações, dos
equipamentos e dos utensílios; o controle da água de abastecimento; o controle integrado de vetores e
pragas urbanas; a capacitação profissional; o controle da higiene e saúde dos manipuladores; o manejo
de resíduos, o controle e garantia de qualidade do alimento preparado.
D
os requisitos higiênico-sanitários dos edifícios, a manutenção e higienização dos equipamentos,
utensílios, instalações e mobiliário; o controle da água de abastecimento; o controle integrado de pragas e
vetores; o controle da higiene, capacitação e saúde dos manipuladores; o manejo de resíduos;
elaboração de cardápios com enfoque no controle de compras e estoque.
E
os requisitos higiênico-sanitários dos edifícios, a manutenção e higienização das instalações, dos
equipamentos e dos utensílios; o controle da água de abastecimento; o controle integrado de vetores e
pragas urbanas; o controle de custos operacionais; o controle da higiene e saúde dos manipuladores; o
manejo de resíduos; o controle e garantia nutricional do alimento preparado.
Respondida
A cozinha profissional dispõe de equipamentos e utensílios que automatizam tarefas e geram maior eficiência,
reduzindo o tempo de execução das atividades. Contudo, a operação dos equipamentos exige conhecimento
prévio para a utilização correta. A respeito do liquidificador, é possível afirmar que,
A
antes do liquidificador, os preparos que incluíam ingredientes sólidos utilizavam o almofariz para
processar de forma manual os ingredientes que eram dispostos em pedaços grandes, enquanto bebidas
líquidas como milkshakes, eram produzidas com auxílio de coqueteleiras.
B
o liquidificador é um equipamento popular, que além de liquidificar, ou seja, tornar líquidos ingredientes,
também é útil para misturar, emulsionar, auxiliar na preparação de molhos variados, triturar frutas
oleaginosas, transformar ingredientes secos (como pães) em pós, entre outras tarefas.
C
no Brasil, a maior parte dos estabelecimentos opta por modelos de liquidificadores para uso doméstico,
em detrimento dos liquidificadores industriais, pois a versão doméstica, apesar de exigir maior
investimento financeiro, tem maior durabilidade e possui jarras desmontáveis, que são mais fáceis de
higienizar
D
os liquidificadores de ‘alta potência’ também são chamados de ‘alta rotação’ e são adequados para a
produção de purês, ainda que seja necessário cuidado durante o processo, uma vez que a pressão de
vapor poderá fazer a tampa abrir, ocasionando risco ao profissional de cozinha.
E
vitaminas, sucos de polpa de fruta, shakes, smoothies, açaís e preparações líquidas, podem ser
elaboradas utilizando um liquidificador industrial de baixa rotação, equipamento elaborado para este fim,
uma vez que não precisa lidar com ingredientes densos, sólidos e pesados, pois esse equipamento não
possui alta potência.
Respondida
O sistema de armazenamento nos serviços de alimentação tem por objetivo a administração eficiente das
matérias-primas, contemplando a preservação da qualidade dos alimentos. Diferentes tipos de produtos são
gerenciados nos estoques, de modo que
A
no estoque seco, os produtos não-perecíveis utilizam o sistema “primeiro que entra, primeiro que sai”
(PEPS), conforme sequência organizada nas prateleiras, priorizando utilizar o produto que está mais à
frente. Nas câmaras frias e congeladas, prioriza-se a utilização do “primeiro que vence, primeiro que sai”
(PVPS), por se tratar de produtos mais perecíveis.
B
o sistema “primeiro que entra, primeiro que sai“ (PEPS), é aplicado para insumos resfriados e hortifruti,
enquanto o sistema “primeiro que vence, primeiro que sai” (PVPS) é mais utilizado para produtos com
maior durabilidade, tais como matérias-primas congeladas e ingredientes não-perecíveis.
C
alimentos perecíveis como hortifruti in natura, insumos resfriados e insumos congelados, assim também
como alimentos não-perecíveis, são gerenciados pelo sistema “primeiro que entra, primeiro que sai”
(PEPS), enquanto os produtos de limpeza são gerenciados pelo sistema “primeiro que vence, primeiro
que sai” (PVPS).
D
para produtos hortifruti in natura, que não possuem data registrada de validade, utiliza-se o critério
“primeiro que entra, primeiro que sai” (PEPS), enquanto nos demais produtos que possuem data de
validade registrada na embalagem, aplica-se o “primeiro que vence, primeiro que sai” (PVPS).
E
tanto o sistema “primeiro que entra, primeiro que sai” (PEPS), quanto sistema “primeiro que vence,
primeiro que sai” (PVPS) podem ser utilizados na gestão de estoques e armazenamento de alimentos,
sendo o gestor de Alimentos & Bebidas (A&B) o responsável por determinar qual das duas metodologias
se adequa melhor ao serviço de alimentação.