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Foram encontradas 50 questões.

2200895 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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O Supremo Tribunal Federal decidiu que não cabe ao Poder Judiciário aumentar vencimento dos funcionários públicos com base na isonomia. Nos termos da Constituição Federal, essa decisão realiza o princípio da:

 

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2200894 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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O estado P apresenta impugnação perante o Supremo Tribunal Federal quanto a restrições impostas pela Constituição Federal estabelecidas em relação a sua competência para editar leis sobre determinados tributos, com reflexo na sua arrecadação.

De acordo com a melhor interpretação constitucional aplicada pelo Supremo, essas normas realizam o:

 

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2200893 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

A acentuação da palavra está adequadamente indicada em:

 

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2200892 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

“Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência”. No trecho, o primeiro ponto final pode ser substituído, mantendo o sentido da frase, pelo seguinte conectivo:

 

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2200891 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

“Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano” (1º parágrafo). O trecho inicial encontra-se adequadamente reescrito, mantendo o sentido global da frase, em:

 

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2200890 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

No item 5, o emprego de “ou seja” introduz expressão com valor de:

 

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2200889 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

“uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça” (2º parágrafo) Na frase, o emprego da vírgula se justifica por:

 

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2200888 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

Para compreender o título do texto, é preciso reconhecer a palavra “altruísmo” como sinônimo de:

 

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2200887 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

Uma premissa comum a várias das sugestões apresentadas no texto reside em:

 

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2200886 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: IF-RJ
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Texto para responder a questão.

Altruísmo em tempo de guerra

Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.

As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixam-se afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.

Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta:

1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos.

2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.

3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade.

4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber?

5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos.

6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento.

7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém.

8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta.

Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.

Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.

Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.

De acordo com a perspectiva sustentada pela autora, um comportamento altruísta deve ser caracterizado como:

 

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