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No currículo escolar, os conteúdos são meios para a realização das finalidades educativas pelos alunos. Consequentemente, a seleção e a organização dos conteúdos e o tratamento dado a eles é de grande importância no planejamento das atividades de ensino. Sobre essa categoria didática, afirma-se:
| I | Os conteúdos conceituais devem estar relacionados sempre aos conteúdos procedimentais. |
| II | Os mapas conceituais são estratégias de organização de conteúdos. |
| III | A seleção dos conteúdos deve preceder a definição dos objetivos no planejamento de uma Unidade Didática. |
| IV | Os conteúdos conceituais, por sua natureza específica, são independentes dos conteúdos atitudinais. |
Das afirmações, apenas
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A questão refere-se à Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996.
Em relação aos componentes curriculares da Educação Básica, essa lei estabelece que, nos currículos dos ensinos fundamental e médio,
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Estudos mostram o que passa pela cabeça dos animais
por Eduardo Szklarz e Alexandre Versignassi
"Numa manhã, enquanto Gregor Samsa acordava de sonhos inquietantes, descobriu que tinha se transformado num inseto monstruoso. As várias pernas, miseravelmente finas em comparação com o resto do corpo, agitavam-se desesperadamente diante de seus olhos. 'O que aconteceu comigo?', pensou." Sim: este é o começo de A Metamorfose, do Franz Kafka: Gregor Samsa acorda transformado numa barata. É tudo uma alegoria sobre a solidão, a timidez... Mas, se acontecesse essa desgraça com você na vida real, não precisaria se preocupar: uma barata é só uma máquina programada para encontrar comida e fugir de chineladas. É burra como um glóbulo branco. Uma barata não sabe que é uma barata. Você não teria nojo de você mesmo se acordasse como uma – só iria pensar em comer uma lata de chocolate em pó na cozinha. Mas um golfinho sabe que é um golfinho. Um elefante sabe que é um elefante. Um cachorro sabe que é... gente. O incrível é que, até há pouco tempo, a ciência não aceitava isso. Dividia tolamente a vida entre "humanos" e "animais" – como se uma baleia tivesse mais a ver com uma ameba do que com você. A noção geral dos cientistas hoje é bem mais complexa: a diferença entre as nossas faculdades mentais e as dos gatos, chimpanzés e periquitos seria de grau, não de tipo. É como comparar um Porsche com um Fusca: há uma clara diferença de nível entre eles, mas ambos são carros. E saíram da prancheta do mesmo projetista.
O próprio Charles Darwin é um precursor da noção moderna de como a ciência vê os animais. Para o homem que descobriu a identidade do projetista de homens e animais (a seleção natural), a mente parecia seguir uma certa continuidade ao longo da evolução das espécies. Os bichos mais abaixo na escala evolutiva também teriam inteligência e sentimentos, só que em níveis distintos. E Darwin estava certo. "As evidências de hoje indicam que muitos animais sentem alegria, tristeza, pena...", diz o biólogo Marc Bekoff, da Universidade do Colorado.
Claro que as pesquisas têm limitações: não existe uma máquina capaz de entrar na cabeça de um gorila, de um cachorro ou de uma galinha e mostrar o que é ver o mundo com os olhos de um gorila, de um cachorro ou de uma galinha. Mas dá para chegar mais perto do que você imagina.
[...]
LINGUAGEM
O Homo sapiens é o único animal capaz de dominar sintaxe, formar frases complexas e registrar o que pensa. Fato. Mas alguns bichos podem compreender a nossa linguagem quase como se fossem uma pessoa – embora não consigam reproduzi-la com a desenvoltura de um papagaio.
Que o diga Kanzi, um bonobo (parente do chimpanzé) criado pela pesquisadora americana Sue Savage-Rumbaugh. Ele cresceu exposto ao nosso vocabulário e domina 400 palavras. Como não pode falar, Kanzi forma frases apontando para um glossário com símbolos. Eles representam de substantivos e verbos simples, como "banana" e "pular", a conceitos complexos, como "antes" e "depois". Kanzi pode até conjugar verbos – inclusive no passado e no gerúndio. É mais ou menos como você tentando se virar numa viagem para o Camboja. Você pode até voltar entendendo algumas palavras do cambojano, mas dificilmente vai ter aprendido a conjugar algum verbo. É bem mais difícil. E olha que cambojanos e brasileiros são todos animais da mesma espécie. Ponto para Kanzi, então.
Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam "ESQUERDO BOLA BATER", por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido "PRANCHA PESSOA ÁGUA" era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já "PESSOA PRANCHA ÁGUA" era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfinhos.
Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos – a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática.
Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. Mas o que isso importa para os outros animais de sua espécie? Kanzi não vai usar seu glossário com bonobos que vivem na floresta. E Chaser pode até aprender versos de Shakespeare, mas será inútil tentar esbanjar seu intelecto com outros cães. Mas a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo.
[...]
Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/estudos-
mostram-passa-pela-cabeca-animais-623040.shtml>. Acesso em: 02 jul. 2011. [Adaptado]
O referente do pronome “Eles” é
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Considerações sobre a leitura
Miriam Mambrini
Por que o brasileiro lê tão pouco? A primeira resposta costuma ser: porque o livro é caro. Ora, esse argumento só é válido em parte. Não é preciso comprar um livro para lê-lo. Ele está disponível em bibliotecas públicas, onde ninguém precisa pagar. Pode-se também pedir livros emprestados a amigos ou comprá-los por muito pouco num sebo. O brasileiro não lê porque não tem o hábito de ler, não gosta de ler.
Se recuássemos no tempo um século, três quartos de século, encontraríamos um número significativo de leitores em nosso país. Hoje, o computador, a televisão, o cinema, o esporte e a agitação da vida moderna jogaram a leitura para o último plano na opção de lazer. Isso sem falar no apelo irresistível do sol, no calor de nosso país tropical, que convida as 9 pessoas para as praias e as atividades ao ar livre.
Festas literárias, feiras e encontros vêm contribuindo para divulgar livros e autores. Ainda assim, sua repercussão não extrapola muito o pequeno círculo dos profissionais do livro. Atinge, quando muito, uns poucos aficionados de um ou outro escritor consagrado, ou simplesmente curiosos em busca de um programa diferente.
As escolas vêm se esforçando para despertar o gosto da leitura nas crianças e formar futuros leitores. Pesquisas revelam que têm alcançado êxito com os pequenos. Eles gostam de ler e leem um número razoável de livros, mas não se tornam leitores por toda a vida. Aos 12 anos, o interesse decresce, e os adolescentes, na sua grande maioria, consideram a leitura um dever maçante. Se, paralelamente à escola, houvesse o estímulo da família, e, sobretudo, o exemplo da família, talvez o quadro fosse outro e o esforço inicial não se perdesse. Mas os adultos, que também leem pouco, quando leem, não podem dar o exemplo.
Ficamos restritos a um número muito pequeno de pessoas que se interessam verdadeiramente pelos livros e, em particular, pelos de literatura. Se os leitores são poucos, os livros são muitos. Os lançamentos chegam às livrarias como um tsunami literário, deixando os livreiros às voltas com o sério problema de expô-los. Como os best-sellers e os livros de autoajuda, estrangeiros na sua maioria, são uma aposta certa, acabam por inundar as bancadas mais visíveis, empurrando a produção literária nacional para um canto escondido. São esses livros, já aprovados em outros países e frequentadores constantes da lista dos mais vendidos, que se compram para presentear amigos. A eles, podem-se juntar os escritos por celebridades, que têm lugar garantido na mídia.
[...]
Disponível em: <http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?
codigo=343&titulo=Consideracoes_sobre_a_leitura.> Acesso em 02 jul. 2011. [Adaptado]
Da leitura do texto, conclui-se que
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O Coordenador Pedagógico é um agente essencial para o bom desenvolvimento da escola.
Sobre esse profissional e seu trabalho na escola, é correto afirmar:
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A questão refere-se à Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2008, que altera dispositivos da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para redimensionar, institucionalizar e integrar as ações da educação profissional técnica de nível médio, da educação de jovens e adultos e da educação profissional e tecnológica.
A educação profissional técnica de nível médio, segundo essa Lei, será desenvolvida
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Um técnico em assuntos educacionais deve orientar um grupo de professores para desenvolver uma pesquisa do tipo “estudo de caso”. Na orientação aos professores, o técnico deve esclarecer que esse tipo de pesquisa
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O texto a seguir descreve uma situação hipotética em uma aula de biologia.
A professora Ana é docente da 1ª série do Ensino Médio e está desenvolvendo a unidade didática “As plantas”. No seu planejamento, lemos que uma das atividades faz referência à extração de pigmentos de diferentes vegetais.
Ana começa a aula mostrando diferentes verduras e solicitando que os alunos identifiquem o nome de cada uma delas. Em seguida, dá continuidade à atividade planejada:
Ana: Acham que podemos tirar a cor dessas verduras?
Alunos: Sim..., sim..., um pouquinho...
Ana: E como tirariam a cor?
Aluno: Com água. Aluno: Apertando.
Ana: O que acontecerá se cortarmos as verduras e as colocarmos em vidros com álcool?
nVai sair a cor.
Ana: Eu vou dividi-los em três grupos, vou dar um quadro a cada um e vocês vão antecipar qual a cor que tirarão de cada verdura.
A docente entrega acelga a um grupo, cenoura ao outro e beterraba ao outro.
Em seu relatório, Ana escreve: “A antecipação escrita nos quadros permitiu-lhes relembrar as hipóteses e compará-las com as cores resultantes, que, nesse caso, coincidiram com as ideias prévias”.
Sobre essa situação de ensino, é correto afirmar:
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A extensão é uma atividade importante num Instituto Federal de Educação e pode ser desenvolvida por meio de projetos. Sobre projetos de extensão, leia as afirmativas a seguir:
| I | Os projetos de extensão resultam da aplicação de conhecimentos obtidos a partir da pesquisa cientifica. |
| II | O rigor metodológico é necessário para o desenvolvimento de um projeto de extensão. |
| III | Os projetos de extensão possibilitam novos conhecimentos sobre a realidade educacional e social. |
| IV | O título de doutor é uma condição necessária para coordenar projetos de extensão num Instituto Federal. |
Das afirmações,
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A questão refere-se ao Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino.
Sobre o conteúdo do decreto, é correto afirmar:
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