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Historicamente nações indígenas têm sido exterminadas, principalmente pelo avanço da exploração econômica. Culturalmente os índios têm suas tradições e modo de vida distintos que podem e devem ser preservados. “O Estado de Rondônia possui uma das mais significativas populações indígenas do país – cerca de 11 mil pessoas, distribuídas em 23 Terras Indígenas que representam um total de 20,82% da área do estado (GTA, 2008), abrigando inúmeras etnias”. Identifique a alternativa em que nem todas etnias apresentadas são encontradas em Rondônia.

 

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“O IDHM ou IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) é acompanhado por mais de 180 indicadores socioeconômicos, que dão suporte à análise do IDHM e ampliam a compreensão dos fenômenos e dinâmicas voltados ao desenvolvimento municipal. O IDHM e os indicadores de suporte ficam reunidos no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. (...) O IDHM é um número que varia entre 0 e 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano de um município”.

Enunciado 3726563-1

Fonte: http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/o_atlas/idhm/

Com base no Censo do IBGE de 2010, apenas 7 (sete) dos 52 (cinquenta e dois) municípios de Rondônia faziam parte do grupo de municípios com IDHM classificados na faixa de “Alto Desenvolvimento Humano Municipal”, sendo que nenhum dos demais municípios foi classificado nas faixas extremas.

Quanto ao índice numérico do IDHM (Censo do IBGE de 2010) dos municípios de Rondônia, assinale a afirmação correta.

 

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De acordo como o Capítulo III da Constituição Federal, que trata da educação, da cultura e do desporto, qual alternativa é errada?

 

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3381991 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO

De acordo com a Lei nº 8666/1993 e suas alterações, marque a alternativa que apresenta a modalidade de licitação para obras e serviços de engenharia com valores estimados de contratação de até R$ 150.000,00:

 

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Observe as palavras grifadas da frase a seguir e depois assinale a alternativa que traz a respectiva classificação morfológica.

Saudade é amar um passado que ainda não passou...” (Pablo Neruda)

 

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Em relação à regência verbal, assinale a alternativa que contraria a norma culta da língua portuguesa escrita.

 

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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Enunciado 3726530-1

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.

Julgue as afirmativas e assinale a alternativa correta

I – No primeiro quadrinho o pronome demonstrativo “nesse” está inadequado ao contexto. O correto seria “neste”, pois indica proximidade de quem fala.

II – Os verbos “tem”, “perguntas” e “cozinha” estão no tempo presente do modo indicativo.

III – No segundo quadrinho, em “Tem gosto de açúcar com peixe!” há um erro de concordância verbal, pois o verbo “tem” deveria estar no plural “têm”.

 

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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Enunciado 3726529-1

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.

No primeiro quadrinho a palavra “porque” está grafada incorretamente. Assinale a única alternativa que também apresenta erro quanto ao emprego do porquê.

 

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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.

CINZAS LEMBRANÇAS

Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração

Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.

Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.

Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.

Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.

Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.

Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.

Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.

KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:

http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.

A mesma regra de acentuação que vale para a palavra “história”, vale também para:

 

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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.

CINZAS LEMBRANÇAS

Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração

Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.

Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.

Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.

Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.

Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.

Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.

Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.

KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:

http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.

Julgue as afirmativas em relação à colocação pronominal.

I – “Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer [...].”

O uso de ênclise justifica-se porque não devemos utilizar pronomes oblíquos átonos em início de orações.

II – “[...] a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.”

O uso de próclise justifica-se porque há um advérbio de negação que atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.

III – “Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.”

O uso da próclise justifica-se porque o verbo está no futuro do presente.

 

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