Foram encontradas 50 questões.
Após ler o enunciado abaixo, assinale V para as questões verdadeiras e F, para as questões falsas.
O educador Paulo Freire, em sua obra Pedagogia da Autonomia (Paz e Terra, P. 47), diz que ensinar não é transferir conhecimento porque, segundo ele, “quando entro em uma sala de aula devo estar sendo um ser aberto a”:
( ) indagações
( ) curiosidade
( ) perguntas dos alunos
( ) respostas exatas.
A ordem correta das questões, de cima para baixo é:
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Para que possa desempenhar o seu papel, eficazmente, o Administrador (Diretor) assume uma série de funções, tanto de natureza administrativa quanto pedagógica. Do ponto de vista administrativo, é de sua alçada:
I- formular normas, regulamentos e adotar medidas condizentes com os objetivos e princípios propostos.
II- estimular a inovação e melhoria do processo educacional, orientando as ações dos alunos no processo pedagógico.
III- promover a articulação da escola com o nível superior de administração do sistema educacional.
IV- promover a melhoria do processo de recuperação dos alunos.
V- prestar assistência sistemática, para uma melhoria contínua do desempenho do professor em sala de aula.
O correto está em:
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Segundo a Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal e estabelece normas básicas sobre o processo administrativo no âmbito da Administração Federal direta e indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração, são legitimados como interessados no processo administrativo:
I - pessoas físicas ou jurídicas que o iniciem como titulares de direitos ou interesses individuais ou no exercício do direito de representação;
II - aqueles que, sem terem iniciado o processo, têm direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser adotada;
III - as organizações e associações representativas, no tocante a direitos e interesses coletivos;
IV - as pessoas ou as associações legalmente constituídas quanto a direitos ou interesses difusos.
Das afirmativas acima:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, determinando quais deveres e vedações estão submetidos os servidores públicos.
É vedado ao servidor público:
I- o uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influências, para obter qualquer favorecimento, para si ou para outrem;
II- ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão;
III- permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores;
IV- pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor para o mesmo fim;
V- apresentar-se ao trabalho com vestimentas inadequadas ao exercício da função.
Assinale a alternativa que corresponde à análise das assertivas acima:
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Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino.
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. (I) A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. (II) Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. (III) Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. (IV) Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo. (V)
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
Considere o emprego do travessão nas seguintes frases:
I- “De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras.”.
II- “Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica.”.
III- “Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre.”.
IV- “Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas.”.
V- “Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.”.
Marque a alternativa INCORRETA.
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Para ser considerado Técnico de Nível Médio, o aluno deverá concluir, com aproveitamento, seus estudos de educação profissional técnica de nível médio e de ensino médio, obtendo o:
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De acordo com a Constituição Federal, assinale a alternativa INCORRETA:
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Para saber viver em nossa sociedade, denominada de “sociedade da , do conhecimento e da ”, é necessário que o sujeito tenha , pois as exigidas hoje devem ser desenvolvidas num contexto em que haja apelo para atitudes autônomas, dialogantes e colaborativas e em projeto de reflexão e pesquisa. (ALARCÃO, Isabel. Escola reflexiva e nova realidade.)
A alternativa que preenche corretamente as lacunas, no enunciado acima, é:
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Começou com Alice
O objeto veio embrulhado num papel verde estampado de motivos infantis, creio que (II) de um ursinho tocando um tambor. Muito justo. Era um presente de aniversário para uma criança que fazia 5 anos.
O objeto era um livro. O garoto o desembrulhou, contemplou aquele volume vermelho, de capa dura, cheio de páginas impressas com texto e outras ilustradas. Por coincidência, o menino tinha à mão ou no bolso um lápis de cor, também vermelho. Abriu o livro e escreveu logo na primeira página: “Ruy – 5”.
A pessoa que lhe dera o presente, uma mulher, talvez (II) uma amiga de sua mãe, comentou: “Ih, já começou a rabiscar o livro!”.
Mas ele não o rabiscou mais. Depositou o livro na cama junto com os outros presentes e só o retomou depois que a festa de aniversário acabou. O título na capa, ele o leu com alguma facilidade: Alice no país das maravilhas. Para as outras informações, que constavam do frontispício, ele não deu muita importância na hora: “Lewis Carroll. Tradução e adaptação de Monteiro Lobato. Companhia Editora Nacional”. Sentou-se, cruzou as pernas e abriu o livro na página 11, onde começava a história.
Nunca mais foi o mesmo menino (I).
Mais de cinqüenta anos depois, posso manusear, folhear e até reler esse livro. Para dizer a verdade, ele está à minha frente neste momento. Naturalmente, não é o exemplar original, que ganhei naquele remoto dia de fevereiro de 1953 – este se perdeu na adolescência ou ficou para trás em alguma mudança. Mas, há tempos, achei outro, com a capa e suas 124 páginas em perfeito estado, num sebo aqui do Rio. E não o achei por acaso. Eu estava à procura dele esse tempo todo.
Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler. (III) Aprendera meio sozinho, sentado diariamente no colo de minha mãe enquanto ela lia em voz alta, a meu pedido, a coluna de Nelson Rodrigues na Última Hora, “A vida como ela é...”. De tanto ouvir o som e o significado daqueles símbolos impressos no jornal, descobri com naturalidade o mecanismo deles – as letras formavam sílabas, as sílabas formavam palavras. A partir dali, passei a aplicá-lo aos outros símbolos impressos e saí lendo tudo que via pela frente. E escrevendo, também. Antes que você se espante, saiba que não há nada de mais nisso – já aconteceu com milhares de outras crianças. Equivale ao “jeito”que alguns meninos têm para desenhar, outros para música e ainda outros para jogar futebol. (Se pudesse escolher, teria preferido este último.)
A vida nunca mais é a mesma depois que se penetra no reino das palavras. Na verdade, não me recordo de mim a não ser cercado por elas. Meus pais não liam livros, mas eram grandes consumidores de jornais. Correio da Manhã e O Jornal chegavam diariamente, por assinatura. À tarde, meu pai saía à rua e comprava nas bancas a Última Hora, de cuja linha política discordava, mas por causa de minha mãe, que gostava do Nelson Rodrigues. Para purgar o getulismo da Última Hora, comprava o seu oposto, que era a Tribuna da Imprensa, do Carlos Lacerda. Só aí já eram quatro jornais por dia. Aos domingos, às vezes surgia em casa o Diário de Notícias. Todos esses eram poderosos jornais cariocas. Revistas, várias – O Cruzeiro, Fon-Fon, Vida Doméstica. Detalhe: os jornais e revistas raramente iam para o lixo. As pilhas se acumulavam e atravessavam os anos. Os exemplares com as catástrofes históricas – acidente que matou Francisco Alves, suicídio de Getulio Vargas, morte de Carmen Miranda, incêndio da boate Vogue – eram guardados para sempre. Não se devia jogar as palavras fora.
Desde aquele dia remoto, já tive muitas Alices – em edições de luxo, de bolso, comentadas, com ou sem as ilustrações e em duas ou três línguas. Em 1994, eu próprio cometi uma adaptação para o português, publicada pela Companhia das Letrinhas – na verdade, foi o primeiro livro da Letrinhas. Voltar a Alice e recriá-la com minhas palavras foi uma viagem. Mas não só. Era como se eu estivesse pagando uma dívida – para com a pessoa que me abrira os olhos aos 5 anos para o insuperável prazer da leitura e para com aquele menino que, tantos anos depois, eu fazia de conta que continuava sendo.
(CASTRO, Ruy. Começou com Alice. In: MINDLIN, José et al. Dez livros
que abalaram meu mundo. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2006.)
Responda à questão de acordo com o texto acima.
Considere as afirmações a seguir quanto à estrutura e conteúdo do texto:
I - Com a frase “Nunca mais foi o mesmo menino”, o narrador estabelece uma ruptura no texto, passando da narração em terceira pessoa, sobre um episódio de sua infância, para a narração em primeira pessoa, retratando o momento presente e lembranças sobre como aprendeu a ler.
II - O emprego da expressão “creio que” em relação à ilustração do papel do presente e da palavra “talvez” em relação a quem era a mulher que deu o presente indica que estes aspectos não são tão importantes quanto o livro recebido como presente, que é descrito com mais detalhes.
III - Na frase “Sim, antes dos 5 anos eu já conseguia ler.”, o emprego da expressão “Sim” indica que o narrador supõe que o leitor se surpreenderia com a ideia de que ele, aos 5 anos, já soubesse ler e fosse capaz de ler o livro “Alice no país das maravilhas”.
IV - O narrador sente que tem uma dívida para com seus pais, que, sendo leitores, lhe mostraram o prazer da leitura.
Estão corretas:
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Segundo a Lei Federal nº 8.112/90, ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para desempenhar o cargo.
Entre os fatores a seguir quais são observados no estágio probatório?
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