Foram encontradas 180 questões.
I. A estrutura multicampi do IFRS é reflexo de uma das finalidades do Instituto, qual seja, a promoção da centralização e horizontalização da educação.
II. Em sua atuação, o IFRS observa, como princípio norteador, o compromisso com a justiça social, equidade, cidadania, ética, preservação do meio ambiente, transparência e gestão democrática.
III. O estímulo e o apoio a processos educativos que levem à geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento humano e socioeconômico local e regional estão entre os objetivos do IFRS.
Quais estão corretas?
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I. Pela leitura da Resolução, nota-se, em diversos momentos, que a formação voltada para a inserção dos estudantes na atuação profissional é destacada.
PORQUE
II. Entre os princípios norteadores da Resolução, encontra-se a centralidade do trabalho, assumido como princípio educativo e base para a organização curricular, visando à construção de competências profissionais, em seus objetivos, conteúdos e estratégias de ensino e aprendizagem, na perspectiva de sua integração com a ciência, a cultura e a tecnologia.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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( ) O Plano tem por objetivo fomentar a gestão humanizada nos espaços institucionais, sejam eles físicos ou virtuais, com foco contínuo na avaliação da cultura organizacional para assegurar que as ações de prevenção promovam a mudança cultural desejada.
( ) A fim de se evitar a revitimização, o Plano não utiliza como ferramenta de prevenção ações de sensibilização, que podem conter gatilhos psicológicos danosos às vítimas.
( ) Comunicação não violenta, conforme o Plano, é a utilização de linguagem positiva, inclusiva e não estigmatizante, manifestada pelo compartilhamento da observação de um fato e pela expressão de sentimentos e necessidades.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- ProlegômenosPrincípios da Administração PúblicaPrincípios Expressos
- ProlegômenosRegime Jurídico Administrativo
- Lei 8.112/1990: RJUDo Regime Disciplinar
I. O servidor não pode agir com objetivo alheio ao interesse público, mesmo que não esteja cometendo qualquer violação expressa à lei e observando formalidades legais.
PORQUE
II. É seu dever abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com finalidade estranha ao interesse público.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Pequenos Encontros
Por Adriana Antunes
Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
“Há lutas das quais não podemos fugir”.
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Pequenos Encontros
Por Adriana Antunes
Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
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