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Foram encontradas 50 questões.

595898 Ano: 2015
Disciplina: Design Gráfico
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
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Os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, apresentou ao mundo um sistema de pictograma que revolucionou a comunicação visual. Desde então, este sistema passou a ser adotado no mundo inteiro e grande parte dos demais que foram criados sofreram influência dele.
Enunciado 2801078-1
Quem é o autor desse sistema que tem como grid apenas linhas horizontais, verticais e diagonais?
 

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576242 Ano: 2015
Disciplina: Design Gráfico
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
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Nos programas vetoriais como Adobe Illustrator e Corel Draw, a ferramenta que possibilita a transformação de linhas retas, ângulos e cantos em curvas se chama:
 

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576094 Ano: 2015
Disciplina: Design Gráfico
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
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“Para os artistas e designers holandeses, o diagrama era um portal para o infinito. As pinturas de Piet Mondrian e suas superfícies abstratas, cruzadas por linhas horizontais e verticais, sugeriam a expansão do diagrama para além dos limites da tela. Theo van Doesburg, Piet Zwart e outros membros do grupo holandês De Stijl aplicaram essas ideias ao design e à tipografia.”
(LUPTON, E . Pensar com tipos. São Paulo, Cosac Naify, 2006. P.121)
É inegável a influência do movimento De Stijl na história do design gráfico, sendo correto afirmar que:
 

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555670 Ano: 2015
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
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Uma imagem digital com tamanho equivalente a uma folha de papel A5 deve ter aproximadamente:
 

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543596 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
O gráfico a seguir mostra as alturas A, B, C, D, E e F de seis amigos: Jonas, Caio, Bruno, Hamilton, Paulo e Rodrigo, não necessariamente nessa ordem.
Enunciado 2741068-1
Com relação ao gráfico, são dadas as seguintes informações:
• Caio tem 1,65 m de altura.
• Hamilton tem 20 centímetros a mais de altura que Caio e 5 centímetros a mais de altura que Rodrigo.
• Jonas tem 5 centímetros a mais de altura que Paulo e 15 centímetros a menos de altura que Bruno.
De acordo com as informações apresentadas no gráfico e com os dados informados, identifique a alternativa que associa corretamente cada um dos seis amigos com cada uma das alturas (A, B, C, D, E e F) representadas no gráfico:
 

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470149 Ano: 2015
Disciplina: Design Gráfico
Banca: IF-SP
Orgão: IF-SP
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“Uma hierarquia tipográfica indica um sistema que organiza conteúdo, enfatizando alguns dados e preterindo outros. A hierarquia ajuda os leitores a localizarem-se no texto, sabendo onde entrar e sair e como selecionar algumas de suas ofertas. Cada nível deve ser indicado por um ou mais sinais aplicados consistentemente ao longo do texto.”
(LUPTON, E . Pensar com tipos. São Paulo, Cosac Naify, 2006. p.94 ).
A partir do trecho anterior pode-se concluir que:
 

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Em um colégio com 400 estudantes, 180 estudam Espanhol e 280 Inglês. Sendo obrigatório o estudo de pelo menos uma língua estrangeira, qual a porcentagem dos alunos que estudam simultaneamente os dois idiomas?
 

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Morar no campo e a
“qualidade de vida ”
Luis Gonzaga Fragoso
Moro numa chácara. Lugar com verde exuberante. Tucano, beija-flor, quero-quero, e mais uma infinidade de pássaros fazem o pano de fundo musical.
Para terem uma ideia do sossego, escrevo em pleno dia de Carnaval. O praticumbum- bungurundum do vizinho durou meia hora, se muito.
Volta e meia, um visitante solta o comentário: “Aqui, sim, vocês têm qualidade de vida!”.
Ao ouvir isso pela primeira vez – há seis anos –, pensei, todo pimpão: “É verdade!”.
Da segunda vez em diante, comecei a ficar encafifado. Cada vez mais, a frase me cheira a slogan publicitário. Lenga-lenga de anúncio de condomínio fechado.
Que diabos significa ter “qualidade de vida”? Respirar ar puro? Viver sem estresse? Poder desacelerar o ritmo de trabalho?
Em tese, isso tudo acontece. Mas… a decisão de deixar a metrópole para morar no campo fará de mim um cara zen, com uma rotina tambémzen? Ora, a própria natureza do meu trabalho pode me transformar, fácil, num “workaholic”.
A mera mudança de paisagem, estar rodeado de verde em vez de concreto, pode muito bem ser inócua. Exemplo disso: nosso ex-vizinho, da primeira chácara em que moramos, era a antítese da imagem que se faz do homem do campo. Estressado como só ele. E já morava ali há 15 anos!
Aliás, não é incomum que, engatado à frase que louva nossa “qualidade de vida”, apareça o comentário: “Bendita hora que vocês saíram daquele inferno que é São Paulo”.
Pigarro. Pigarro duplo. Pois o que me levou a deixar a metrópole nada tem a ver com estar farto dos problemas da cidade. Aconteceu de estarmos disponíveis para os movimentos do universo. Numa bela manhã, minha mulher e eu viemos visitar uma chácara, e nossa intuição sussurrou: “Este lugar é pra vocês, e este é o momento, venham pra cá!”. E m dois meses mudamos, de mala e cuia.
Saí em paz com a metrópole, e nela voltaria a morar, caso necessário. Adoro o lufa-lufa de São Paulo. Mas também adoro as várias pausas que cultivo aqui. Movimento e repouso, essa dança me faz muito bem.
O problema básico na busca da “qualidade de vida” me parece ser a crença do indivíduo de que um fator externo – paisagem física, silêncio, distância distância considerável de vizinhos, etc – pode operar uma mágica em sua vida. Bobagem. E nessa crença está embutido um condicionamento nocivo: o hábito de culpar as circunstâncias externas e a paisagem física por suas frustrações. Com isso, evita-se assumir uma responsabilidade que demanda energia e empenho – mudar o que não lhe agrada e que o faz infeliz.
Mas, da próxima vez que me deparar com o louvor à tal “qualidade de vida”, posso poupar meu visitante deste discurso verborrágico que você, paciente leitor, acaba de aturar. A ideia é sair à francesa e colocar o CD Refavela de Gilberto Gil para tocar baixinho, na faixa Aqui Agora, cujo refrão sintetiza isso tudo: O melhor lugar do mundo é aqui e agora.
Disponível em: e-qualidade-de-vida/>. Acesso em: mar. 2016.
Identifique o item que melhor expressa a ideia central do texto de Luis Gonzaga Fragoso:
 

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Morar no campo e a
“qualidade de vida ”
Luis Gonzaga Fragoso
Moro numa chácara. Lugar com verde exuberante. Tucano, beija-flor, quero-quero, e mais uma infinidade de pássaros fazem o pano de fundo musical.
Para terem uma ideia do sossego, escrevo em pleno dia de Carnaval. O praticumbum- bungurundum do vizinho durou meia hora, se muito.
Volta e meia, um visitante solta o comentário: “Aqui, sim, vocês têm qualidade de vida!”.
Ao ouvir isso pela primeira vez – há seis anos –, pensei, todo pimpão: “É verdade!”.
Da segunda vez em diante, comecei a ficar encafifado. Cada vez mais, a frase me cheira a slogan publicitário. Lenga-lenga de anúncio de condomínio fechado.
Que diabos significa ter “qualidade de vida”? Respirar ar puro? Viver sem estresse? Poder desacelerar o ritmo de trabalho?
Em tese, isso tudo acontece. Mas… a decisão de deixar a metrópole para morar no campo fará de mim um cara zen, com uma rotina tambémzen? Ora, a própria natureza do meu trabalho pode me transformar, fácil, num “workaholic”.
A mera mudança de paisagem, estar rodeado de verde em vez de concreto, pode muito bem ser inócua. Exemplo disso: nosso ex-vizinho, da primeira chácara em que moramos, era a antítese da imagem que se faz do homem do campo. Estressado como só ele. E já morava ali há 15 anos!
Aliás, não é incomum que, engatado à frase que louva nossa “qualidade de vida”, apareça o comentário: “Bendita hora que vocês saíram daquele inferno que é São Paulo”.
Pigarro. Pigarro duplo. Pois o que me levou a deixar a metrópole nada tem a ver com estar farto dos problemas da cidade. Aconteceu de estarmos disponíveis para os movimentos do universo. Numa bela manhã, minha mulher e eu viemos visitar uma chácara, e nossa intuição sussurrou: “Este lugar é pra vocês, e este é o momento, venham pra cá!”. E m dois meses mudamos, de mala e cuia.
Saí em paz com a metrópole, e nela voltaria a morar, caso necessário. Adoro o lufa-lufa de São Paulo. Mas também adoro as várias pausas que cultivo aqui. Movimento e repouso, essa dança me faz muito bem.
O problema básico na busca da “qualidade de vida” me parece ser a crença do indivíduo de que um fator externo – paisagem física, silêncio, distância distância considerável de vizinhos, etc – pode operar uma mágica em sua vida. Bobagem. E nessa crença está embutido um condicionamento nocivo: o hábito de culpar as circunstâncias externas e a paisagem física por suas frustrações. Com isso, evita-se assumir uma responsabilidade que demanda energia e empenho – mudar o que não lhe agrada e que o faz infeliz.
Mas, da próxima vez que me deparar com o louvor à tal “qualidade de vida”, posso poupar meu visitante deste discurso verborrágico que você, paciente leitor, acaba de aturar. A ideia é sair à francesa e colocar o CD Refavela de Gilberto Gil para tocar baixinho, na faixa Aqui Agora, cujo refrão sintetiza isso tudo: O melhor lugar do mundo é aqui e agora.
Disponível em: e-qualidade-de-vida/>. Acesso em: mar. 2016.
Fragoso utiliza várias aspas ao longo do texto. Todos os itens a seguir apresentam regras para o uso desse sinal de pontuação, exceto:
 

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Assinale a alternativa que apresenta falha de paralelismo sintático:
 

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